Um assunto bastante abordado e comentado nos dias de hoje é o estudo das gerações. Este estudo definiu algumas gerações, como os Baby Boomers, pessoas que nasceram ouvindo de seus pais comentarem sobre os horrores das guerras, a geração X, estimulada ao estudo e trabalho duro para uma aposentadoria tranquila, a geração Y, que cresceu ouvindo que poderia ser o que desejasse na vida e foi incentivada a originalidade, criatividade e ao network.
A geração Y buscou a originalidade, autoconfiança e teve acesso a hiper-informação e conectividade da época, percebendo que poderia fazer as coisas acontecerem com mais rapidez do que as gerações anteriores. Devido a alguns destes pontos comentados esta geração, por muitas vezes é denominada “imediatista”. Depois da geração Y ainda vem as gerações X e Y, pós revolução WEB e a geração Alpha, nascidos a partir de 2010.
As novas gerações nasceram em um mundo conectado e globalizado, onde as informações estão à distância de apenas um clique ou “play”. Acostumados com a praticidade de obter suas respostas momentaneamente, com a rapidez de não ter de esperar, estas novas gerações trouxeram novas particularidades e riquezas a este cenário.
Pensando na tendência das gerações por rapidez e facilidade, as empresas utilizam estes dados para seu planejamento.
Sempre de olho nas tendências, o mercado corporativo passou a considerar a necessidade de acesso rápido e fácil à informação em seu planejamento e consequentemente, em suas ações. No início do mês o jornal Estado de São Paulo (www.estadao.com.br) publicou em seu site uma matéria que afirma que empresas vêm apostando em cursos rápidos para capacitar profissionais. De acordo com a matéria, cursos virtuais de curta duração tem sido a estratégia adotada para unir capacitação de profissionais sem lhes ocupar demais. A matéria ainda cita diversas empresas que já adotam esta estratégia, como o Itaú Unibanco:
“Percebemos que quanto menor for o tempo de duração, maior é a adesão”, diz Marcele Correia, superintendente da área de pessoas do Itaú Unibanco.
“Já fiz cursos de liderança, atuação em equipe, uso consciente do dinheiro. Você acaba ficando mais preparado quando faz essas aulas”, afirma Livia Yaroussalian, que já fez cerca de dez módulos on-line desde que começou a trabalhar no banco, em 2012.
Unindo a evolução das gerações ao comentado, na matéria do Estadão, acompanhamos a atual ascensão de cursos e treinamentos on-line em vídeo, que atendem a demanda das empresas na capacitação profissional, desenvolvimento, alinhamento de estratégias e treinamento de clientes. O fato de cursos e treinamentos on-line serem rápidos e não impactados pelo transito das capitais brasileiras age positivamente para esta modalidade. O futuro das empresas é a mudança do planejamento de ações, sempre atenta a praticidade e rapidez.
FONTE: eventials

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