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quinta-feira, agosto 22

Gestão horizontalizada e descentralizada


Em pleno século XXI, com os apelos da geração Y que ingressa no mercado de trabalho, com maior conscientização das pessoas e humanização dos relacionamentos, as organizações estão mudando sua forma de gestão, no sentido de “dar voz aos que realmente fazem a empresa”. E estão averiguando que empresas onde os colaboradores participam das decisões, têm cada vez mais mostrado resultados positivos.

A questão é: como convencer líderes que aprenderam a gerir empresas no século passado de que a gestão participativa realmente funciona?

De acordo com levantamento da empresa de pesquisas SurveyMonkey, 36% dos profissionais brasileiros querem mudar de emprego nos próximos seis meses e entre os jovens, essa parcela sobe para 49%. Na pesquisa, os jovens apontaram que querem ir a corporações nas quais existam “bom ambiente de trabalho, flexibilidade nos horários e possibilidade de serem ouvidos”.

Só existe uma forma de fazer com que o líder desperte para essa nova realidade: conscientização.

Então, no episódio de hoje de Marcia Luz TV você vai ter acesso a 3 argumentos que mostram porque é urgente a necessidade de mudança no perfil do líder. Você vai descobrir:

  • O que a geração Y deseja, o que mantém os jovens motivados e de que forma estão mudando a “cara” de nossas empresas;

  • O que mudou no perfil do cliente e porque isso fez com que elementos como criatividade, iniciativa e comprometimento passaram de desejáveis a fundamentais no perfil dos colaboradores das empresas;

  • Por que a transformação do perfil do líder é mais do que um desejo, é uma necessidade urgente, capaz de agregar valor à vida de todos e potencializar os resultados da empresa.



“A chefia se consegue por indicação e decreto; a liderança, por caráter e atitudes”.

E aqui estão as minhas perguntas para você hoje:

1. Você exerce cargo de comando? Se sim, você se considera CHEFE ou LÍDER? Se não, você tem mais CHEFES ou LÍDERES em sua empresa?

2. A sua equipe o enxerga da mesma forma como você se enxerga?

3. O que você pode fazer para melhorar a sua condução de grupo ou dos líderes de sua empresa?

Por favor, deixe um comentário abaixo com suas respostas.

Agradeço antecipadamente por você ler, assistir e compartilhar!

Acredito que estamos construindo um espaço rico em aprendizagens para todos nós.


FONTE: marcialuz

O que recrutadores pensam sobre os cursos online

Saiba qual é a opinião de oito headhunters 
sobre  a nova modalidade de aprendizado

Ainda há ressalvas no mercado de trabalho sobre a qualidade dos cursos online. Em relação à graduação, a recomendação de recrutadores consultados pela Exame é de que seja feita presencialmente. O contato com o ambiente universitário é considerado de grande importância para o desenvolvimento do futuro profissional.

Já os cursos de extensão, pós-graduação e especialização têm melhor reputação na modalidade online. Alguns headhunters acreditam que os resultados atingidos a partir do aprendizado importam mais que a presença física nas aulas.

Em linhas gerais, os contratantes ainda divergem quanto a aceitação. Confira abaixo o que oito especialistas consultados acham da nova modalidade de aprendizado.

Preconceito equivocado

Emmanuele Mourão, headhunter da De Bernt Entschev, acredita que as empresas têm preconceito equivocado com o curso online. De acordo com ela, há pesquisas que indicam que o aproveitamento do aluno na modalidade online é melhor do que o registrado pelos alunos de cursos presenciais. Apesar disso, a opinião da recrutadora, o nome da instituição pesa e muito, seja para cursos rápidos, de extensão, graduação e pós.

Colecionadores de cursos

Para o gerente da Michael Page do Rio de Janeiro, Marcelo Cuellar, muitas pessoas optam pelo curso online para adicionar ao currículo mais especialidades. No entanto, quantidade não significa qualidade. Sendo assim, o especialista acredita ser importante fazer cursos para adicionar conhecimento e não apenas para fazer coleção no CV.

Tendência

A sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, Jacqueline Resch, sabe que os cursos online ainda não são tão valorizados pelo mercado devido ao preconceito e resistência ao novo. Mas, para ela, a tendência é que a modalidade seja assimilada pelo mercado, já que a oferta tem aumentado.
"Eu jamais discriminaria um candidato por ter usado a tecnologia para ampliar seus conhecimentos e suas habilidades. Seria um total absurdo na era digital", afirma Jacqueline. "Caso tenha relevância, deve registrá-lo no currículo. Declarar que o curso é online ajuda a desfazer esta ideia equivocada de que ele tem menos valor que o presencial", finaliza.

Diferença de preparação

Para Peter Noronha, responsável pelo escritório da Asap no Espírito Santo, é possível perceber a diferença na preparação de um aluno com graduação presencial e outro com formação online. No entanto, ele defende que para algumas funções, principalmente na área financeira e contábil, cursos, que ele classifica como de aplicação, valem a pena na modalidade online. O importante, segundo ele, é escolher um curso online validado por uma instituição que tenha credencial no mercado, e a escolha deve sempre estar atrelada ao plano de carreira.

Sem distinção

O headhunter da Robert Half, Jorge Martins, afirma que não faz distinção se um curso é presencial ou online. Por isso, diferentemente de outros recrutadores, ele não recomenda que os candidatos apontem no currículo quais foram online.

"Não considero pertinente e também sou avesso à análise da instituição pelo nome. Valorizo mais o profissional do que o lugar onde ele se formou", diz. No fim das contas, diz ele, o mais importante é o quanto se aplica de resultado.
No entanto, em relação às especializações, a visão do especialista é um pouco diferente. Para ele, 70% do conteúdo vem das trocas entre os profissionais. Ou seja, por mais que existam fóruns e salas de bate papo, na modalidade online essa interação é menor.

Era da tecnologia

A recrutadora Sthaell Ramos, sócia-diretora da People on Time consultoria, afirma que a educação online deverá ganhar um peso maior no futuro próximo, já que estamos vivendo na era da tecnologia. O preconceito atual ainda existe devido à falta de conhecimento e de adaptação à mudança. Apesar disso, a headhunter ressalta que o nome da instituição escolhida pesa em qualquer situação, seja online ou presencial.

"Isso não é tudo. O conhecimento, a experiência, projetos dos quais o profissional participou é que vão chamar a atenção do recrutador", afirma.

Instituições reconhecidas

Assim como a maioria dos recrutadores, para Juliana Alvez, gerente da área de expertise Hays Recursos Humanos, a chave é optar por uma instituição de confiança que chancele o curso, porque a receptividade do mercado está ligado à seleção da instituição. Na opinião dela, escolas mais reconhecidas não se arriscariam a oferecer cursos online que deixassem a desejar na qualidade em relação aos cursos presenciais.

Sobre informar a modalidade do curso no currículo, Juliana acha necessário que o profissional deixe claro se foi presencial ou online. ”Isso é mais pela questão da metodologia, não que seja nenhum demérito", explica.

Solução para quem mora longe

Joseph Teperman, headhunter e sócio da FLOW Executive Finders, afirma que o ensino a distância é uma "belíssima solução para quem está fora dos grandes centros". Sua visão é a de que importa mais o que a pessoa aprende do que a forma como ela faz isso, se em casa ou na presença de colegas e professores.

"Em relação a um curso de línguas, por exemplo, não importa se a pessoa estudou em Londres ou em casa, o que vale é que ela saiba falar inglês", diz, ressaltando que esse raciocínio deveria valer para todos os casos.


FONTE: olhardigital

Mais de 50% das profissionais deixam trabalho após terem filhos

Uma pesquisa da companhia de recrutamento Catho indicou que 53% das profissionais que têm filhos deixam o mercado de trabalho para se dedicar à criança. Destas, 18,6% não voltam ao mercado de trabalho.

Um quarto das profissionais (25,8%) leva entre um a dois anos para retomar a vida corporativa. "O que percebemos é que mulheres de classe social mais baixa colocam na ponta de lápis os custos para criação dos filhos, e algumas preferem ficar em casa a pagar uma babá", afirma a diretora de recursos humanos da Catho, Telma Souza.

Segundo ela, as mulheres de classe alta também acabam deixando o mercado de trabalho, mas por outros motivos. "Elas demoram mais para ter filhos e encaram a maternidade como algo muito importante, então querem se dedicar a isso com toda energia", diz.

Já as profissionais de classe média tendem a conciliar a carreira e a maternidade. "Elas às vezes saem do mercado, mas voltam mais rápido", afirma.

De acordo com Telma, a demora para retornar ao mercado deve-se a duas coisas: o tempo de recolocação e a idade das crianças. "A maior parte das mulheres se condiciona a ficar com o filho até o primeiro ano, que é quando a criança começa a ter mais autossuficiência. Quando ela volta, além do tempo de recolocação ser maior do que o dos homens, assume o ônus de retornar com salários mais baixos do que os anteriores", explica.

Tim Sloan - 5.ago.10/AFP
Mais de um quarto das mães leva entre um e dois anos para voltar ao mercado
Mais de um quarto das mães leva entre um e dois anos para voltar ao mercado

Segundo a pesquisa, o tempo de recolocação das mulheres é de cerca de seis meses, enquanto os homens demoram cerca de cinco para conseguir um novo emprego.

O levantamento ouviu 53,6 mil profissionais de 1.677 cidades do país, entre fevereiro e março deste ano.

MULHERES NA LIDERANÇA

As mulheres brasileiras aumentaram sua participação em cargos de liderança nas empresas, mas ainda ocupam menos essas altas posições. Elas representam 45% da força de trabalho do país, mas ocupam apenas 7,9% dos cargos de diretoria, 7,7% dos postos em conselhos de administração e 3,5% das posições presidente-executivo.

Em cargos de gerente, houve crescimento de 72% na participação feminina entre 2002 e 2013 --ainda assim, as mulheres representam apenas 38,25% do total. Nos postos de coordenação, a participação feminina aumentou 61%.
As áreas de destaque na participação feminina são: recursos humanos, educação, administração, relações públicas e medicina.

ESTUDO

A pesquisa mostrou que as mulheres têm, em média, um ano a mais de estudos em comparação ao sexo masculino -- 9,2 contra 8,2 anos, respectivamente.

50,8% das mulheres que responderam a pesquisa têm formação completa no curso superior, enquanto apenas 47,1% dos homens tem graduação completa. Elas também saem na frente na pós-graduação, com 14,6% contra 12,4% do gênero masculino.

Já na fluência de línguas estrangeiras, os homens estão na frente. 33,1% dos homens falam inglês fluente, enquanto 28,1% das mulheres tem a mesma facilidade. No espanhol, são 15,2% dos homens frente a 12,7% das mulheres.

TRABALHO X VIDA PESSOAL

A preocupação com a família faz com que as mulheres sejam mais conservadoras na hora de aceitar mudanças na sua vida profissional.
Enquanto apenas 7,2% dos homens não aceitariam mudar de estado sob nenhuma condição, 15,7% das mulheres negariam a proposta. O mesmo acontece quanto às mudanças de país: 24% das entrevistadas não aceitariam a realocação de jeito nenhum, enquanto apenas 14% dos entrevistados declinariam a troca.

A diferença também é grande em relação a cargos que só permitam passar os finais de semana em casa. Enquanto 80,6% dos homens aceitariam o posto, apenas 68,4% das mulheres fariam o mesmo.


FONTE: classificados.uol

terça-feira, agosto 20

Um Curriculum Vitae Europeu em poucos minutos

Emprego Pelo Mundo

O Curriculum Vitae (CV) é um elemento muito importante quando se está à procura de emprego pois este é o primeiro contacto com um futuro empregador, por esse motivo este tem que ser feito de forma a captar logo ao primeiro instante a atenção da entidade patronal de forma a permitir-lhe passar à segunda fase – A Entrevista. Se nunca teve que apresentar um currículo não se aflija pois iremos deixar-lhe aqui todos os passos a seguir para conseguir criar um CV em poucos minutos.
Em média, numa primeira selecção, uma entidade empregadora dispensa cerca de um minuto a analisar um CV por isso é fundamental que desde o início se mostre convincente para que não deixe escapar a oportunidade de conquistar o emprego que pretende. Desse modo, o modelo Europass é uma das melhores opções para redigir o seu currículo pois trata-se de um modelo universal que permite ao empregador descobrir em poucos segundos a informação que pretende do candidato.
Poderá fazer o seu CV Europass de duas formas: ou utiliza o formulário online (consulte aqui)ou então carregue o seu CV que terá que estar em formato Word ou OpenDocument). Comece por preencher os elementos em falta, mas atenção não altere a coluna da esquerda, somente a da direita é que deve ser modificada. Um CV modelo Europass congrega as suas habilitações, aptidões e competências de maneira lógica, por isso, respeite a paginação e o tipo de letra utilizado.
Logo ao início deverá inserir, se assim o pretender, a sua fotografia.
No campo informação pessoal tenha atenção o seguinte: o número de contacto telefónico deverá incluir o indicativo internacional (por exemplo no caso de Portugal +351 seguido do número de telefone 21 ou 91..). A última informação a preencher neste campo é “Emprego Pretendido/ Área de competência”, tenha especial atenção a esta informação pois esta fornece uma perspectiva imediata do seu perfil.

  •  No campo “Experiência profissional” comece pelo cargo profissional ocupado recentemente, no caso de se estar à procura do primeiro emprego mencione os estágios que comprovem um primeiro contacto com o mundo laboral.
  • Na secção Educação e Formação aborde os cursos e formações concluídas começando pelo mais recente. Seleccione os certificados e diplomas obtidos susceptíveis de representar um factor preferencial para a sua candidatura;
Esta secção permite ao candidato referir as várias aptidões e competências adquiridas ao longo da vida profissional e da sua formação. Desde línguas, aptidões e competências sociais, de organização, técnicas, de informática, entre outras).
A grelha de auto-avaliação foi concebida pelo Conselho da Europa no âmbito do “Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas” com vista a permitir aos indivíduos avaliarem-se no que diz respeito à sua capacidade de compreender, falar e escrever numa língua estrangeira.

Está dividida em três categorias A, B e C:

- Utilizador elementar (níveis A1 e A2); Opte pelo A1 se é capaz de reconhecer palavras e expressões simples de uso corrente.
O A2 indica que é capaz de compreender expressões e vocabulário de uso mais frequente. É capaz de compreender um anúncio e mensagens curtas e claras.
- Utilizador independente (níveis B1 e B2); No caso do B1 sugere ser capaz de compreender vários assuntos sobre temas actuais, interesses pessoais ou profissionais, no entanto tem dificuldades em falar.
O B2 indica que tem facilidade em compreender assuntos mais complexos desde que seja utilizada a língua padrão.

- Utilizador experiente (níveis C1 e C2). Se optar pelo C1 demonstra que consegue compreender programas de televisão e discursos sem grande dificuldade mesmo que a articulação das ideias não esteja bem estruturada.
Um candidato C2 não tem qualquer dificuldade em compreender qualquer tipo de exposição oral quer seja face a face quer seja via telefone ou através de meios de comunicação, mesmo quando se fala depressa.
O mesmo se aplica na opção Leitura, Falar e Escrever
O seu CV pode ainda incluir outros elementos que ajudem a valorizar a sua candidatura mas que aqui aparecem de carácter facultativo, nomeadamente, as Aptidões e competências sociais – onde demonstrará a sua capacidade de interagir com as pessoas com quem trabalha e com outras pessoas. Dê exemplos como: espírito de equipa; capacidade de adaptação a ambientes multi-culturais; – boa capacidade de comunicação.
Ainda de carácter opcional estão: Aptidões e competências técnicas; Aptidões e competências informáticas; Aptidões e competências artísticas; Outras Aptidões e competências; Carta de Condução e Informação Adicional (onde poderá divulgar, por exemplo, se publicou um livro; se é membro de uma organização profissional; nomes de pessoas a contactar para referências.

  1. Tenha em conta que o empregador não despende muito tempo a ler currículos por isso terá que seleccionar bem os temas a inserir, porém não se pode esquecer de contextualizar de quer forma adquiriu essas mesmas competências, se através de formação, vida associativa, actividades recreativas, entre outras. Pode ver exemplos de CV’s AQUI
  2. Foque-se no essencial, ou seja tente ser breve e evite chegar às três páginas, visto que alguns países consideram o número excessivo, mesmo tendo uma vasta experiência profissional. Se por outro lado as suas aptidões profissionais forem reduzidas, pois acabou de sair da escola, evidencie estágios que tenha frequentado. Realce as informações que possam valorizar a sua candidatura, podendo mesmo omitir uma experiência profissional que não considere determinante para o cargo a que se candidata.
  3. Tenha atenção na forma como redige o documento, apresente a suas aptidões e habilitações de forma clara e lógica. Evite os erros ortográficos e de pontuação.
  4. Adapte o seu CV e verifique se este corresponde ao perfil pretendido pelo empregador. Mas atenção não empole o seu CV para que não seja desacreditado numa entrevista.
FONTE: empregopelomundo

Cuidados no Coaching


Sociedade Latino Americana de Coaching - São Paulo, Brazil  

A Sociedade Latino Americana de Coaching realizou de junho a novembro de 2012 um estudo pioneiro no Brasil. Durante esses 6 meses, a entidade pesquisou a estrutura dos cursos de Coaching no país. Foram levados em consideração os seguintes critérios: profissionais, instituições, certificações, além de credenciais e reconhecimentos internacionais.
A inédita iniciativa teve como objetivo verificar a qualidade do que vem sendo oferecido na área, haja vista as inúmeras reclamações contra instituições, profissionais e cursos de coaching.
Para você que procura um curso de formação em coaching, a Sociedade Latino Americana de Coaching disponibiliza abaixo um guia com algumas informações relevantes sobre este universo. O material é fruto dessa pesquisa pioneira e serve como diretriz para que você possa tomar alguns cuidados na hora de escolher um serviço relacionado a Coaching.

Nossa pesquisa foi destaque na Rede Globo, confira:

Quando buscar uma entidade, verifique se ela possui:

• Treinamento de Leader Coach;
• MBA em Coaching;
• Cursos de Life Coach;
• Cursos de Executive Coach;
• Cursos de Formação em Coaching;
• Cursos de Team Coaching;
• Pós-graduação em Coaching;
• Entre outros serviços.

Reiteramos que o objetivo deste estudo é transmitir a pessoas como você, interessadas em Coaching, o máximo possível de informações para lhe auxiliar nesta importante escolha. Opte por uma organização que lhe passe credibilidade, segurança e a garantia de uma formação que seja, acima de tudo, verdadeiramente reconhecida internacionalmente, com qualidade pedagógica e aplicabilidade reais.

Tome alguns CUIDADOS com informações falsas:

Algumas instituições usam universidades famosas para balizar seus cursos. Isto é uma farsa, outras utilizam universidades americanas para que sirvam de referência e, assim, possam ganhar credibilidade para seus treinamentos motivacionais. Não existem metodologias de coaching patenteadas, isto é uma farsa, exija qualidade e verifique se seu certificado é verdadeiramente reconhecido internacionalmente. Numerosas cargas horárias de treinamento, contando até hora de almoço, faça as contas.

CUIDADOS com a falsa infraestrutura:

Algumas afirmam ser CENTROS de Coaching, mas funcionam em salas comerciais e não possuem ao menos uma sala de treinamento e ou atendimento; Outras afirmam ter numeroso quadro de funcionários com o intuito de lhe enganar, transmitindo um falsa estrutura; Outras divulgam telefones em diversas capitais brasileiras, a central de atendimento fica em um único lugar (no interior do Brasil); Algumas afirmam possuir um centro de pesquisa em coaching e produtos.

CUIDADOS com alguns instrutores de coaching:

Algumas instituições licenciam seus alunos para ministrarem os cursos de primeiro nível. Ao contratar estes cursos, você vai se deparar com profissionais sem nenhuma ou pouca experiência prática em coaching; Alguns são bons palestrantes e com certeza vão lhe estimular com muita música e dança. Lembramos que isso não é coaching; Conteúdo não se transmite apenas com palavras motivacionais, mas com muito trabalho, acompanhamento e monitoramento do aluno em sala; Outros afirmam ter números, como 5 mil horas, 7 mil horas ou até 12 mil horas de coaching. Você já parou para fazer a conta de quanto tempo é preciso para chegar a estes números?

CUIDADOS com sua integridade física:

Hoje é possível encontrar algumas empresas de coaching que colocam à disposição de seus alunos (formandos) dinâmicas absurdas, como: quebrar madeira, andar na brasa, entortar barra de ferro no pescoço, caminhada sob cacos de vidro, entre outras. A Sociedade Latino Americana de Coaching lembra que não possui discriminação alguma com estas dinâmicas, mas também tem o dever de informar que isso não é COACHING em nenhum lugar do mundo. Nestes casos, a coisa é ainda mais grave. Existem relatos de pessoas que, ao final do treinamento, tiveram algum tipo de dano físico, como: torção na mão, pés cortados e pescoço machucado.

CUIDADOS com a estrutura do curso:

Alguns treinamentos parecem verdadeiros cultos; Outros os alunos recebem informação e são monitorados por ex-alunos, com pouca ou nenhuma experiência; Em algumas instituições, você não tem direito de perguntar ou tirar dúvidas; Você não tem demonstrações práticas de coaching; Salas completamente cheias; Nenhum acesso ao treinador; Ambiente estrategicamente manipulado para coibir suas possíveis perguntas; Ambiente estrategicamente montado para manipular você para a compra de outros produtos; Alguns cursos ensinam consultoria em diversas áreas, como: Recursos Humanos, Financeiro, Imagem, Vendas, Liderança e Gestão de Pessoas e chamam tudo isso de coaching.Informações errôneas sobre sistemas avançados de ensino a distância.

CUIDADOS com as certificações:

Algumas empresas criam instituições para credenciar seus cursos; Outras afirmam que seu reconhecimento é internacional, mas este reconhecimento não existe; Informam ao público que são pioneiros em coaching no Brasil. Mais uma farsa; Emitem certificados sem nenhum valor internacional; Dizem que sua certificação é única, pois seu método é patenteado. Ou seja, outra farsa.
Estas dicas devem ser observadas por você, consumidor, que procura uma instituição para fazer a sua formação em coaching. Se perceber que está sendo lesado, reclame e faça valer o seu direito.

Outros CUIDADOS que você deve tomar:

Você conhece algum curso de Ciências Humanas a distância? Coaching não é psicologia, mas trabalha o desenvolvimento de pessoas e é um equivoco imaginar que se pode ensinar coaching a distância;
• Caso tenha dúvida sobre o tema acima, procure um curso de Psicologia a distância. Até o momento, não existe;
• Visite estas instituições antes de fechar qualquer contrato ou contratar um curso de coaching;
• Certifique-se que a instituição possui (verdadeiramente) um centro de desenvolvimento em coaching;
• Cuidado com faculdades desconhecidas que afirmam possuir nota máxima no MEC;
• Cuidado com metodologias milagrosas;
• Cuidado com reconhecimentos internacionais que não existem;
• Verifique as notas atribuídas aos MBAS ou PÓS-GRADUAÇÕES em Coaching;
• Verifique se o nome do treinador está verdadeiramente credenciado a algum órgão internacional de coaching;
• Verifique se o nome da instituição também está credenciado a algum órgão internacional de coaching;
• Verifique quais são as empresas que estes profissionais já realizaram trabalhos;
• Verifique quais são as empresas/clientes destas instituições;

Por fim, se encontrar respostas a estes questionamentos, estará no lugar certo.

O estudo realizado durante 6 meses, o material coletado e as informações anteriores não têm caráter comercial, mas educacional. Assim, juntos conseguiremos orientar e apoiar o público que procura um serviço de coaching no Brasil.
Autor: Sulivan França
Atual Presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França é Master Coach Trainer por meio da International Association of Coaching Institutes, possui licenciamento individual conferido pelo Behavioral Coaching Institute (BCI) e credenciamento individual junto a International Association of Coaching (IAC) além de Master Trainer por meio da International Association Of NLP Institutes.


FONTE: slacoaching

Muito se fala, pouco se entende

O estilo acelerado e multifacetado dos jovens Y é um choque de valores para as gerações anteriores

Busque na memória. Quantas vezes você se lembra de ter lido, visto ou ouvido algo a respeito da geração Y no último ano? Uma rápida pesquisa no Google realizada no início de janeiro de 2013 ajuda a perceber a dimensão desse tema: "Aproximadamente 727.000 resultados", essa é a mensagem que aparece quando digitamos o termo "geração Y" no site de buscas. Mas afinal, é possível definir quem é e como se comporta essa tão comentada turma?

Trata-se de uma geração que realizou trabalhos escolares com pesquisas no Google e Wikipedia, que vê seus pais em tempo real, mesmo morando em outro país, e não precisa comprar um disco inteiro para curtir uma única música. Por essas coisas, esses jovens dificilmente irão se sujeitar a regras impostas sem debate. E foi esse cenário que encontraram quando chegaram às empresas: regras, tarefas com prazo predeterminado e críticas quando não entregam os resultados solicitados.

Para quem não tinha limites, o mundo organizacional podia assustar com seu controle e rigidez. E para quem estava acostumado a liderar pessoas que obedeciam, o estilo acelerado e multifacetado dos jovens Y provavelmente foi um choque de valores. Estava armado um conflito que ia (e continua indo) além da simples diferença de idade: temos aqui um embate entre diferentes mundos e expectativas.

A geração Y fica com as marcas, os produtos, as pessoas e as empresas enquanto está bom. Para um jovem que cresceu vendo seus pais (ou qualquer adulto) se separarem, depois se casarem de novo, terem outros filhos, enfim, constituírem novas famílias, um mundo que promete fidelidade e que exige comprometimento e dedicação cegos é irreal. Portanto, trabalhar em uma empresa durante anos não é um sonho, nem mesmo uma opção.

Um líder que quiser ser seguido e admirado por colaboradores da geração Y precisa, antes de mais nada, ser coerente. Deve dar o exemplo e "repetir de pé o que disse sentado". Precisa ser democrático e flexível. Se a vida profissional invade a vida pessoal, por que não o contrário?

Atualmente, as relações entre líderes e liderados, especialmente quando estes últimos são da geração Y, pedem menos hierarquia e mais "horizontalização", mais abertura para o debate e o embate, e para a divergência de opiniões. Uma sugestão aos chefes: deixem claros os limites e as conquistas por meio de feedbacks constantes, mas ofereçam a esses jovens toda a dedicação e o carinho que eles merecem e que devem ser inerentes ao papel do líder.

Aos jovens da geração Y, um recado: vocês são excelentes, dinâmicos, desafiadores e preocupados em viver num mundo melhor, mesmo que todo o esforço a que estejam predispostos seja comentar um videodenúncia no YouTube ou seguir um blogueiro mais aguerrido politicamente. Às vezes, vocês podem ser incoerentes, mas todas as gerações tiveram sua idiossincrasia.  A geração Y vai nos ajudar a fazer do mundo um lugar melhor, mesmo que virtualmente. Na prática, gostaria apenas que entendessem o seguinte: "para quem muito é dado, muito é cobrado". Tá ligado?

*Danilo Afonso é gerente de marketing e projetos do Instituto de Organização Racional do Trabalho (Idort)

FONTE: revistamelhor

quarta-feira, agosto 14

A ARTE DE (NÃO) SER CRIATIVO


photo  

Bob Wollheim

CEO | S-Kul

Ter mil ideias por dia é algo fantástico no mundo do empreendedorismo, certo? Nem sempre. 

Saiba como a criatividade impulsiva, aquela que não se transforma em ação, pode ser um empecilho para a produtividade.







A maioria das pessoas se esforça para ser criativa, afinal, no mundo da informação, é importante ser criativo. E isso vale para tudo, desde ter boas ideias publicitárias até a capacidade de tuitar coisas divertidas, passando pela competência de resolver problemas e pensar fora da caixa para inovar. No mundo dos excessos, a criatividade diferencia as pessoas, as empresas, os países, os músicos, os governantes, as crianças, ou seja, quase tudo que nos cerca.
No empreendedorismo, em particular, ser criativo é fundamental, desde a geração da ideia do negócio em si, passando pelo modelo de negócios, até a capacidade de fazer acontecer com pouco dinheiro e por aí vai. O empreendedor, penso, é um ser criativo por natureza, ou por formação. Convém lembrar que criatividade se expressa nas diferentes pessoas dos jeitos mais variados. Há criativos expansivos, criativos tímidos, criativos lógicos, criativos visuais… e assim por diante.

Considero-me uma pessoa razoavelmente criativa, e fiz uso disso ao longo da minha carreira empreendedora. Saio de férias e, só de olhar para as coisas, pessoas ou ruas, tenho mil ideias de projetos, produtos e empresas. No banho, surgem quase todo dia, “n” ideias. Quando me deparo com um problema, em uma questão de instantes, já imaginei diferentes formas de resolvê-lo. Ao encontrar com empreendedores, as conversas costumam ser um arsenal de ideias, projetos, conceitos, empresas, modelos de negócios, nomes etc.

Isso tudo é bom? É ótimo, claro, a não ser por um aspecto que venho tentando controlar nos últimos anos: a criatividade impulsiva, ou seja, aquela que não é transformada em ação, mas que pode nos entreter por horas, dias, meses até. Além disso, existe o fato de que ser criativo muitas vezes se torna uma atividade prazerosa em si e pode transformar uma pessoa criativa em um ser improdutivo. A criatividade que se basta em si mesma não é legal.
Hoje, me policio para não ficar curtindo ideias de negócios, para não ficar pensando em novas empresas ou produtos digitais, para não passar horas discutindo o modelo de negócios da Apple, do Google ou mesmo da empresa de um amigo. Percebi que, muitas vezes, a criatividade me bastava, que eu preenchia meu dia com ela, mas, na realidade, estava sendo pouquíssimo focado e eficiente nas minhas tarefas.

Passei, então, a conter meus impulsos criativos e a dirigi-los para as pequenas coisas do meu negócio onde eu pudesse fazer diferença e não viver criando imaginariamente coisas incríveis que acabavam não virando nada. O lance é: deixar de ser criativo o tempo todo exige uma criatividade enorme!

FONTE: endeavor

terça-feira, agosto 13

Veja 10 situações bizarras em entrevistas de emprego

Uma pesquisa encomendada pelo site norte-americano CareerBuilder pediu para que 2.076 gerentes de contratação e profissionais de recursos humanos compartilhassem os métodos mais memoráveis que os candidatos têm usado para se destacar da multidão.

Entre as respostas, os recrutadores revelam dez situações onde tanta criatividade não rendeu o resultado esperado --os candidatos não foram selecionados. Veja a lista:

Bruno Fernandes - 26.mai.09/Folhapress
Em uma entrevista de emprego, profissional leu tarô para a pessoa que o analisava
Em uma entrevista de emprego, profissional leu tarô para a pessoa que o analisava

1. Candidato deu uma cambalhota na sala de entrevistas.

2. Profissional levou itens da lista de desejos de compras do entrevistador em uma loja virtual.

3. O aspirante à vaga enviou uma cesta de frutas para o endereço do selecionador --mas ele não havia contado onde morava.

4. Candidato leu o tarô para a pessoa que o entrevistava.

5. Um profissional foi à entrevista vestido de palhaço.

6. Um interessado no emprego enviou um ensopado de carne ao responsável pela seleção com um bilhete que dizia: "Coma de modo saudável e me contrate."

7. O entrevistado colocou um cronômetro na mesa e disse que explicaria em três minutos os motivos de ser a escolha perfeita.

8. Candidato enviou ao entrevistador um bilhete de loteria.

9. O profissional apareceu na seleção usando um terno fluorescente.

10. Candidato enviou um sapato ao recrutador para "começarem com o pé direito".
FONTE: classificados.folha

Quer trabalhar na União Europeia, OCDE, NATO, Negócios Estrangeiros?

 Aqui há centenas de ofertas...!

empregos

Com a taxa de desemprego entre jovens em valores elevados, são cada vez mais os que procuram uma carreira internacional, e que arriscam sair do país para procurar emprego.
O Centro de Informação Jacques Delors, que já tinha criado o site Trabalhar na União Europeia, tem uma outra plataforma para quem quer sair do país e arriscar uma carreira nos órgãos comunitários. 
O novo site chama-se Carreiras Internacionais e disponibiliza diariamente 120 novas ofertas de trabalho e estágio na União Europeia, Conselho da Europa e Nações Unidas.
O objetivo é reforçar a presença de portugueses nas instituições e organismos da União Europeia e em outras organizações internacionais.
As ofertas de trabalho e estágio dirigem-se a todos os que procuram uma carreira internacional, quer estejam à procura do primeiro emprego ou tenham já experiência profissional.
O site dá todas as informações sobre como concorrer e como preparar os exames de admissão para estes órgãos. Tem ainda disponíveis sessões de informação, com destaque para jovens profissionais. 

FONTE: dinheirovivo

PETROLÍFERA STATOIL ESTÁ RECRUTANDO ENGENHEIROS E GEÓLOGOS

Statoil


A petrolífera nultinacional Statoil está a recrutar 148 engenheiros e geólogos para reforço das equipas dos EUA, Canadá, Reino Unido, Brasil, Noruega e Bélgica. Os candidatos devem ser experientes em funções semelhantes, dinâmicos e pro-activos.
carbon capture and sequestration statoil
A EMPRESA
A Statoil é uma multinacional, com sede na Noruega, que actua na produção de petróleo, gás e biocombustíveis. Com operações em 36 países e uma euipa de cerca de 23 mil funcionários, a Statoil foi, este ano, classificada pela Forbes Magazine, como a 10ª maior empresa de petróleo e gás do mundo e como a 26ª multinacional mais lucrativa.
O aumento da produção e o desenvolvimento de novos projetos de submarinos em águas mais profundas e mais frias, conduzem a petrolífera a continuar o caminho para crescer, acreditando que a tecnologia e a capacidade e dedicação dos trabalhadores são a chave para o sucesso.
CANDIDATURAS
As candidaturas devem ser submetidas aqui. 
A empresa aceita também candidaturas espontâneas. 

FONTE: empregopelomundo