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terça-feira, agosto 11

Jovens brasileiros querem empreender, mas não se preparam para isso, aponta pesquisa

Estudo Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras também indica que quase 6 em cada 10 universitários pensam em empreender, mas poucos pensam em inovar e ter muitos funcionários


Reprodução/ Endeavor Brasil
Mais de 5 mil alunos e mais de 600 professores de todo o Brasil participaram da pesquisa

Romero, assim como a maioria dos universitários, também queria empreender já na época da faculdade: “Desde o primeiro dia (da faculdade), eu comecei a encontrar pessoas que dividiam essa paixão comigo”. Ele então começou um negócio junto com seus colegas de turma, Rodrigo e Ronaldo. Depois de quatro tentativas malsucedidas, o trio começou a colher resultados de uma nova empreitada, que tinha foco no mercado de e-commerce, ainda pequeno no ano de 1998. Depois de 5 anos de muito suor e desafios, a empresa, que tinha começado com apenas três pessoas, já contava com cerca de 120 funcionários. O Buscapé, empresa fundada por Romero Rodrigues e seus dois colegas de faculdade, hoje conta com 1,7 mil funcionários em todos os seus sites e é o líder global em comparação de preços.
Apesar de a maioria dos universitários brasileiros ter a vontade de empreender como a de Romero, poucos deles estão pensando em ter empresas que cresçam rápido em poucos anos, como o Buscapé. Entre os 58% dos universitários entrevistados que indicaram pensar em empreender no futuro, apenas 11% esperam que suas empresas tenham mais de 25 funcionários cinco anos após a abertura. Mesmo entre outros 11% dos pesquisados, que já são empreendedores, o sonho de ter um negócio que cresça rápido também está longe de ser uma unanimidade: apenas 17,4% esperam alcançar esse resultado.
Esses e outros números fazem parte da pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras, feita pela Endeavor e pelo Sebrae. Os resultados do estudo foram divididos em quatro relatórios, que podem ser acessados gratuitamente aqui. Em sua terceira edição, mais de 5 mil alunos e mais de 600 professores de todo o Brasil participaram da pesquisa, que contém resultados quantitativos e qualitativos.
A pesquisa também aponta que alunos que consideram suas ideias de negócio mais inovadoras têm expectativa de criar empresas maiores, se comparados com a média da pesquisa. Entre os empreendedores que não consideram suas empresas inovadoras, 21,4% acreditam que sua empresa terá mais de 10 funcionários em 5 anos, número que atinge 47,6% entre aqueles que acreditam que inovam.


MUITO SONHO E POUCA PREPARAÇÃO

O fato de a maioria dos universitários não sonhar com grandes negócios não é o único resultado que deixa a desejar. A maioria dos alunos pesquisados também não se prepara para empreender. Apenas 14,1% dos pesquisados indicam que gastam tempo aprendendo a iniciar um novo negócio. Mesmo entre os alunos que “pensam muito em empreender”, apenas 22,6% disseram ter a mesma dedicação para começar a empreender.
Essa falta de prática para empreender também pode ter impacto nos resultados sobre a confiança dos alunos para realizarem atividades típicas de um empreendedor, como contratar, gerir as finanças ou definir uma estratégia para um novo produto. Entre os alunos que apontam baixa dedicação para empreender, apenas 20% se sentem muito confiantes para abrir um negócio. Entre os que dizem se dedicar, esse número dobra: cerca de 40% se sentem muito confiantes. “Se tivermos mais universidades e professores que estimulem seus alunos a inovar, a se preparar e a sonhar grande, com certeza o Brasil poderá ter no futuro muito mais grandes histórias como a do Romero”, afirma Pamella Gonçalves, Gerente de Pesquisa da Endeavor.


Conteúdo Endeavor Brasil gentilmente cedido ao Administradores.com.

quarta-feira, janeiro 14

E-Book gratuito: Guia: Planejamento Estratégico

O Planejamento Estratégico é uma poderosa ferramenta para uma empresa entender aonde quer chegar e colocar no papel o futuro do negócio. Separamos dois materiais para ajudar no planejamento de sua empresa

Planejamento Estratégico: o Guia Essencial para o seu Negócio


Como o Planejamento Estratégico te permite estruturar o caminho que leva suas ideias à prática?

Suponhamos que você goste de velejar e que seu sonho é dar a volta ao mundo. Você deve definir sua rota, prever tempestades e outros fenômenos sobre o qual você não tem controle. Ao mesmo tempo, outros barcos podem ter o mesmo sonho que o seu, os quais você deve conhecer e comparar com seu barco, para descobrir o que ele tem de bom que deve ser alavancado e o que precisa melhorar. Todas essas análises vão desencadear ações em direção ao seu sonho. Muito bem, acabamos de estruturar o Planejamento Estratégico da sua volta ao mundo marítima!
Se ela fosse um negócio, poderíamos dizer que foram pensados objetivos, cenário econômico, situação de mercado, concorrência, desafios e oportunidades da viagem. Agora, bastaria dividir o sonho e a estratégia com a tripulação, alinhar as responsabilidades das ações com cada um, determinarmetas, prazos e colocar o barco na água.
O Planejamento Estratégico é uma poderosa ferramenta para uma empresa entender aonde quer chegar e colocar no papel o futuro do negócio. Ele ajuda as lideranças a escolherem os melhores caminhos em termos de risco, retorno e complexidade, mas não é raro encontrar dificuldades ao implantá-lo, diante das adversidades do mercado global.
Qualquer que seja seu sonho, a Endeavor separou dois materiais gratuitos exclusivos que te ajudam a planejar o caminho para transformá-lo em um negócio de alto impacto:
eBook | Como construir e executar seu Planejamento Estratégico
Desenvolvido por Daniel Castello, consultor, palestrante e mentor Endeavor, o eBook gratuito coleciona aprendizados e boas práticas, absorvidos durante seus mais de 10 anos de experiência, sobre como construir um Planejamento Estratégico adequado e garantir que seu time leve-o à frente. Você vai aprender sobre os momentos para planejar, métodos disponíveis, etapas do desenvolvimento do Planejamento Estratégico e como passá-lo adiante.
Curso online | Planejamento Estratégico
Oferecido pela FINEP e produzido em parceria com a Heartman House, com apresentação de Fernando Bucheroni, o curso gratuito da Endeavor à Distância te convida a colocar a mão na massa. Você vai entender mais sobre como fazer as análises necessárias, alinhar suas intenções estratégicas, definir um plano de ação e monitorar seu time no cumprimento dos acordos. Tudo isso com participação de André Rezende, empreendedor da Prática, eErnesto Guimarães Villela, empreendedor da ENOX, que compartilham casos de suas empresas e ideias para um Planejamento Estratégico de sucesso.


FONTE: Endeavor

quinta-feira, dezembro 11

12 passos para começar uma horta comunitária




A popularidade das hortas comunitárias só cresce a cada dia. O CicloVivo já noticiou diversos exemplos espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Se você deseja iniciar um desses projetos em seu bairro ou cidade, mas ainda não sabe como começar, nós separamos os 12 primeiros passos para tirar a ideia do papel e torna-la realidade. 

As dicas foram publicadas no site TreeHugger e dadas por Elizabeth Johnson, uma canadense que transformou uma área industrial de Ontário em uma famosa horta que conta com a participação de 15 famílias.

1. Comece a falar sobre uma horta comunitária
Antes de plantar a semente, plante a ideia. Converse com pessoas de sua comunidade e fale sobre os benefícios e todas as vantagens que uma horta comunitária pode trazer. Deixe que eles percebam a sua vontade em fazer acontecer e sejam contagiados por isso.

2. Encontre o espaço ideal
Em grandes cidades as áreas livres estão cada vez mais escassas. Mas, se for possível analise as opções e escolha a melhor. O terreno ideal é plano e ensolarado. O solo não precisa ser perfeito, pois ele pode ser substituído por terra nova sem a necessidade de grandes alterações ou investimentos.

3. Pesquise se existe algum tipo de subsídio na sua região
Algumas prefeituras disponibilizam sementes, ferramentas e até instrutores para ensinarem as primeiras técnicas. Existem também ONGs e coletivos que ajudam os novos agricultores. Pesquise e aproveite os benefícios que essas trocas podem gerar.

4. Tenha camas individuais
Dessa forma, cada família ou pessoa é responsável por seu próprio cultivo. No entanto, deixe as sementes e as áreas de plantio de ervas disponíveis para todos os participantes.

5. Inicie um sistema de compostagem
Um sistema simples é a composteira caseira ou minhocário. Ela pode ser feita pelos próprios participantes. O adubo produzido por este sistema é usado na plantação e substitui os fertilizantes industriais. Clique aquie saiba como fabricar o seu próprio minhocário.

6. Dê liberdade aos participantes
Cada pessoa pode escolher o que será plantado no seu espaço. Além disso, é legal incentivar os participantes a criarem suas próprias mudas para que possam trocar uns com os outros e ter mais variedade no plantio.

7. Faça uma cerca
A restrição não deve ser feita para impedir a entrada da comunidade, visitantes ou tornar a horta um espaço segregado. A cerca é uma opção apenas para manter animais domésticos, como cães e gatos, longe do plantio. Essa medida deve preservar a plantação e evitar estragos no solo.

8. Tenha regras
Em hortas comunitárias é ideal ter um planejamento. Escalas que determinam dias e horários dos responsáveis pela rega das plantas, por exemplo, é algo essencial. Isso evita que o local receba água de mais ou de menos. Mutirões de plantio e limpeza também são sempre bem-vindos.

9. Pode ser necessário a criação de um conselho informal
Em alguns casos é necessário que haja uma liderança que ajude a manter a horta sob-controle e esteja apto e disposto a resolver atritos, receber sugestões e criar novas soluções para elevar a qualidade da horta urbana.

10. Convide pessoas experientes para conversar com a comunidade
Receber bons conselhos e trocar experiências é essencial para manter o grupo unido e melhorar o plantio. Além disso, a participação de palestrantes tente a incentivar ainda mais a comunidade.

11. Torne o seu espaço atraente
Isso também inspira muito a comunidade e atrai novos participantes. Afinal, quem não gosta de estar um local agradável?

12. Compartilhar refeições comunitárias no jardim
Este é um jeito especial de comemorar a colheita, os árduos meses de trabalho. Além disso, é sempre gostoso dividir uma refeição com a família e os amigos.



FONTE: CicloVivo

quinta-feira, setembro 25

Os três pilares de uma gestão eficaz

Com a correria do dia a dia, muitas vezes deixamos de pensar e trabalhar no que realmente pode fazer a diferença em nossa empresa


Dia a dia atribulado, milhares de e-mails, ligações, compromissos. Aquele cliente especial que precisa de atenção, o projeto que precisa ser acompanhado, essas e outras atividades que acabam tomando nosso tempo e quando percebemos o final do dia chegou e não sobrou tempo para pensar e trabalhar em assuntos importantes, mas que podem esperar até amanhã. Será mesmo que podem?

Infelizmente essa tem sido a realidade de muitas empresas, os assuntos diários ocupando espaço daquilo que realmente faz a empresa crescer e prosperar. Independentemente do tamanho de seu negócio, um planejamento assertivo associado a um bom método de controle e acompanhamento e uma gestão eficaz de pessoas pode fazer a diferença no resultado de sua empresa.

Planejamento

Um bom planejamento precisa ser composto de duas abordagens: qualitativa e quantitativa.

Na abordagem qualitativa é preciso ao menos definir os objetivos da empresa, realizar uma análise de swot, avaliar os cenários, o ambiente externo e interno, definir as estratégias de marketing, RH, enfim, um modelo de negócios plausível e que esteja alinhado à realidade da empresa.

Na abordagem quantitativa é necessário elaborar um orçamento mais detalhado para o ano seguinte e uma previsão macro para os próximos 5 anos. Também é necessário definir as metas para cada um dos objetivos traçados. Ao elaborar o orçamento é que surgem questões importantes a serem avaliadas, como definição de centros de custos, critérios de rateio, avaliação de custos dos produtos e serviços comercializados, definição de volume e preço de vendas e também os investimentos a serem realizados no período. É através dessa avaliação que é possível planejar a lucratividade da empresa e garantir sua viabilidade.

Controle

De nada adianta um bom planejamento se durante sua execução não existir um bom método de acompanhamento e gestão que permita garantir a realização do plano e ações, medir os resultados, avaliar sua eficiência, definir novas ações que viabilizem o atingimento das metas e também, quando necessário, replanejar. Sim, porque um bom planejamento é “vivo” e vai se adequando a ajustando a medida que vai sendo realizado.

Uma questão que requer uma atenção especial é a elaboração de uma boa política de medições muito alinhada aos objetivos estratégicos. Através das medições é que é possível avaliar se as estratégias estão sendo eficazes para o atingimento dos objetivos. Permite que sempre que identificados desvios nos resultados esperados, sejam elaboradas ações que reconduzam o negócio e viabilizem as metas traçadas.

Como diziam Kaplan e Norton: “O que não é medido não é gerenciado”.

Pessoas

Por último, mas não menos importante, uma boa gestão de pessoas faz a diferença no sucesso de uma empresa. De nada adianta um bom planejamento e um controle eficiente se as pessoas não estiverem motivadas e não se sentirem parte da empresa e dos objetivos. Os planos podem organizar, mas quem os executam são as pessoas. São elas que estão em frente ao cliente, liderando projetos, responsabilizando-se por resultados, buscando o crescimento da empresa e consequentemente seu crescimento pessoal.

Algumas empresas acreditam que apenas bons salários motivam. Mas a real motivação não provém unicamente da remuneração. É necessário que cada um saiba seu papel, seu objetivo e suas responsabilidades, enfim, o que a empresa espera dele. É preciso que sejam realizados feedbacks sobre seu desempenho, pois é através dele que é possível melhorar, crescer, prosperar. É necessário ouvir cada uma das pessoas. Cada indivíduo é único e possui seus próprios anseios, dificuldades e objetivos. Entender cada um e proporcionar meios para seu crescimento é a forma que a empresa possui de criar um ambiente motivador e que ao mesmo tempo proporcione os melhores resultados para o negócio. Por fim, líderes eficazes, que conquistem o respeito de sua equipe e trabalhem de acordo com as diretrizes da empresa, fazem com que todos busquem o resultado coletivo.

Com esses três pilares bem fundamentados o sucesso da empresa está garantido, basta a cada gestor priorizá-los e torná-los cultura dentro da organização.




FONTE: administradores

sexta-feira, setembro 5

Saiba como fazer uma Análise SWOT

Existem várias ferramentas que servem de auxílio na hora de planejar os passos do presente e do futuro da companhia. Uma delas é a Análise Swot, que é utilizada durante a realização do planejamento estratégico para auxiliar na compreensão do cenário em que se encontra a companhia





Planejamento. Para que uma empresa consiga estipular e atingir suas metas de visibilidade, crescimento, produção e aumento de lucros, é necessário analisar diversas variáveis que, de modo direto ou indireto, estão ligadas a essa palavra e podem contribuir para a evolução e o desempenho de um negócio. 
Existem várias ferramentas que servem de auxílio na hora de planejar os passos do presente e do futuro da companhia. Uma delas é a Análise Swot, que é utilizada durante a realização do planejamento estratégico para auxiliar na compreensão do cenário em que se encontra a companhia.
A palavra Swot é uma sigla em inglês originária das palavras Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats) e dá nome a uma matriz que facilita a visualização destas quatro características, que são inerentes aos mais variados tipos de empresas.
Através desses dados, é possível ter uma maior noção dos pontos fracos e fortes, do cenário em que a empresa está inserida, além de servir como auxílio para que profissionais e empresários fiquem atentos ao movimento do mercado. Confira abaixo o passo a passo para a realização da Análise Swot.

1 – Divida o cenário empresarial em duas partes

Com o objetivo de entender melhor o cenário em que a empresa está inserida, é necessário dividi-lo em ambiente externo (variáveis que afetam a empresa de fora para dentro) e ambiente interno (variáveis que partem da companhia, de dentro para fora).

2 – Defina o ambiente interno

No ambiente interno, é necessário determinar as forças e fraquezas de uma companhia em comparação com outras empresas do mesmo ramo de atuação. Tais variáveis são determinadas por meio do próprio contexto da companhia, das ações realizadas, e devem ser sanadas pelos líderes e suas equipes. Por exemplo, as forças e fraquezas podem ser medidas diante da quantidade e qualidade de recursos de uma empresa em face aos concorrentes, como mão de obra qualificada e receita.

3 – Determine o ambiente externo

As oportunidades e ameaças estão dentro do chamado ambiente externo. Elas variam de acordo com o mercado em que o empreendimento está inserido. Por exemplo, uma oportunidade para uma empresa é o crescimento do setor do qual faz parte e o surgimento de novos nichos de consumidores. Já as ameaças podem ser a expansão ou o lançamento de novas tecnologias por uma concorrente do mesmo segmento.

4 – Coloque os dados em formato de diagrama

Determinados os dados do ambiente interno e do ambiente externo, colocam-se as informações numa tabela 2x2, com duas colunas e duas linhas. Confira abaixo um exemplo do diagrama Swot:

Pontos fortesPontos Fracos
Ambiente internoS
Forças
W
Fraquezas
Ambiente externoO
Oportunidades
T
Ameaças

5 – Analise o cenário encontrado

A análise Swot ajuda a ter clareza do negócio, possibilitando que se identifiquem quais pontos fortes explorar e quais pontos a trabalhar no âmbito de toda a gestão empresarial. Essa ferramenta ajuda a determinar a posição atual da empresa e antecipar o futuro, visando as oportunidades e precavendo as ameaças.


FONTE: administradores

quinta-feira, julho 24

Evite estas atividades comuns de planejamento estratégico

Quando se trata de definir a estratégia, a maioria das empresas faz três coisas que são inúteis. Estes exercícios podem ser familiares e reconfortantes, mas você não deve fazê-los:

Aguarde a revisão de estratégia anual para rever sua estratégia. 

Concorrentes não esperam um ano para atacar, clientes não esperam para mudar suas preferências e as novas tecnologias não esperam para mudar o jogo. Monitore o mercado de forma contínua e mantenha suas escolhas estratégicas alinhadas.

Coloque junto uma análise SWOT para começar o processo. 

Não existe tal coisa como uma força genérica, fraqueza, oportunidade ou ameaça. A força é apenas uma força e em contextos específicos. Ao invés de tentar analisar com antecedência, a primeira coisa a descobrir é onde você quer jogar e como você vai ganhar.

Preocupe-se com uma declaração de missão perfeita agora. 

Você não pode finalizar a sua declaração sem escolher onde jogar e como ganhar. Comece com um projeto que você pode revisitar.
Adaptado de “Three Quick Ways to Improve Your Strategy-Making” por Roger Martin.





FONTE: hbrbr

quarta-feira, junho 4

Cinco dicas para um bom planejamento na hora de abrir um negócio

Pesquisa do Sebrae revela que apenas 62,6% dos entrevistados fazem planejamento estratégico



"As empresas estão se interessando por planejamento, mas ainda não é absoluto"


Um bom planejamento é uma das ações mais importantes para garantir a estabilidade financeira do primeiro negócio. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a falta de planejamento e desconhecimento do mercado são os principais fatores para falência ou estagnação de 41,64% das micro e pequenas empresas.
Para Roberto Muntoreanu, designer e sócio da agência de comunicação Binky, a falta de planejamento influencia e muito nesses números: "As empresas estão se interessando por planejamento, mas ainda não é absoluto. Em muitos casos, falta profundidade". Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae e Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), 62,6% dos empresários entrevistados revelam que fazem planejamento estratégico. 1.163 empresas responderam as perguntas.
Muntoreanu conta que iniciou o planejamento para a sua empresa dois anos antes de começar o negócio, e como resultado obteve saúde financeira rapidamente, sem nunca entrar no vermelho. Veja abaixo as dicas do designer para montar um planejamento eficaz:
1. Estude o mercado para saber onde está se colocando. 

2. Faça três previsões para o futuro de sua empresa: uma otimista, uma realista e uma pessimista. Planeje maneiras de modificar estas situações. 

3. Desenvolva um plano de negócios, isto proporciona uma reflexão sobre a empresa. 

4. Revise seu planejamento constantemente para ver se está funcionando da maneira como pensou. 

5. Lembre-se que planejamento é uma linha mestre, mas não é o dono da verdade. Planejamento tem que ter flexibilidade, se adapte às situações inesperadas.

FONTE: Administradores

segunda-feira, junho 2

Why not!? Transformando o 'não' em 'por que não?'


Para ser bem-sucedido, muitas vezes, é necessário ter a ousadia de transpor convenções e preconceitos. E, na maioria dos casos, tudo o que se precisa para dar esse salto é manter a mente aberta. Quando pensamos “isso é impossível”, nos colocamos diante de uma muralha. Quando pensamos “por que não?”, nos colocamos diante de um trampolim.

Ao longo de minha carreira, enfrentei inúmeras situações como essas. Aos vinte e um anos, quando tive a ideia de trazer a Elite Models para o Brasil, me disseram que eu jamais conseguiria falar com John Casablancas, o fundador e proprietário da Elite. As convenções diziam que um homem como ele jamais receberia um estudante desconhecido, sem dinheiro e sem amigos influentes. Mas eu pensei: “por que não?”. E me tornei parceiro comercial de Casablancas.

Depois, as convenções diziam que eu não tinha cacife para montar a agência aqui e transformá-la em um sucesso. Mas uma vez me fiz a mesma pergunta e a Elite Brasil foi um sucesso. Também disse “why not!?” quando pensei em fazer uma versão nacional da campanha “O Câncer da Mama no Alvo da Moda” e quando resolvi procurar Donald Trump para propor sua primeira parceria com um sócio brasileiro.

É impressionante observar como o não deixa de ser uma limitação sempre que é precedido por esses dois termos mágicos (por + que). O que seria de Silvio Santos se ele acreditasse no que as convenções lhe diziam, que um camelô nunca poderia ser um milionário? E de Samuel Klein, se ele pensasse que um modesto caixeiro viajante jamais conseguiria ser o dono de um império do varejo? E do comandante Rolim, se ele achasse que quem começa a vida limpando aviões nunca chegaria a ser proprietário de uma companhia aérea? Ocorre que essas pessoas decidiram encarar as coisas de outra maneira. E em vez de aceitarem as limitações, resolveram se perguntar: “por que não?”  

Perguntar-se “why not!?” pode ser uma forma salutar de expandir os horizontes e de enxergar além das convenções – desde que esse princípio não seja aplicado ao campo da ética. Quando o que está em jogo são questões que envolvem a integridade e a honestidade, o que deve existir é apenas o sim e o não.

Se você está diante de um desafio empreendedor e teme não ter fôlego para seguir adiante, o “por que não?” poderá ajudá-lo a manifestar um potencial que talvez você nem soubesse possuir. Por outro lado, se o dilema for do tipo “devo ou não obter uma vantagem ilícita?”, o “por que não?” com certeza trará consequências desastrosas, arrastando a ética para aquela zona cinzenta na qual os fins justificam os meios.

Afinal, não podemos esquecer que em todos os escândalos políticos e financeiros há sempre aquelas figuras de moral dúbia, que pensaram: “por que não?”. O fato é que, nas mãos de uma pessoa destituída de ética, o “why not!?” não passa de desfaçatez. Contudo, nas mãos de alguém dotado de espírito empreendedor e pautado pela ética, torna-se um poderoso instrumento de transformação da realidade em que vivemos.


FONTE: Adnews

Quatro estratégias para aumentar produtividade no Brasil

Foto: AP

Nos anos 80, o Brasil e a Coreia do Sul tinham índices de produtividade semelhantes. Hoje, o que um coreano produz em um dia, um brasileiro produz em três, segundo dados da entidade americana de pesquisas Conference Board.
"O Brasil e outros países da América Latina precisam olhar urgentemente para experiências de países de fora da região se quiserem impulsionar seus índices de produtividade”, disse à BBC Carmen Pagés, especialista em mercado de trabalho do Banco Inter-Americano de Desenvolvimento (BID).
"Há experiências muito valiosas em países como a Coreia e a Austrália que poderiam ajudar os brasileiros principalmente a alinhar os conhecimentos e habilidades desenvolvidos em seu sistema educacional ao que as empresas precisam para produzir mais e melhor."
Em um cenário de taxas de desemprego historicamente baixas, há certo consenso entre economistas brasileiros de que para acelerar o crescimento será preciso aumentar a produtividade dos trabalhadores no país.
"Pela primeira vez na nossa história falta mão de obra - o que nos obriga a aproveitar nossos trabalhadores de forma mais eficiente", diz Hélio Zylberstajn, professor de economia da Universidade de São Paulo (USP).
É por isso que a "produtividade" tornou-se um dos temas centrais do atual debate econômico.
"Qualificar melhor os trabalhadores brasileiros é hoje um dos nossos grandes desafios - e é sempre importante conhecer a experiência dos outros países nessa área", diz Silvani Pereira, secretário substituto de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego.
Pereira explica que o ministério tem promovido visitas e parcerias com outros países buscando se informar sobre seus sistemas públicos de emprego, qualificação profissional e estratégias de treinamento dentro da empresa.
"Mas é claro que é crucial fazer a ressalva de que nem tudo o que tem sucesso e ajuda a ampliar a produtividade em um lugar pode ser automaticamente aplicado em outro em função de especificidades econômicas, históricas e sociais."
Abaixo, a BBC Brasil listou quatro estratégias sugeridas por especialistas em um evento promovido pelo BID em São Paulo. Segundo eles, poderiam inspirar o Brasil e outros países latino-americanos em sua busca por mais produtividade.
Eles ressaltam que não se tratam de experiências que poderiam ser implantadas automaticamente por aqui, mas soluções que podem ajudar o país e a região a encontrarem respostas originais ao problema do ajuste das habilidades dos trabalhadores às necessidades das empresas:
Para Carmen Pagés, do Banco Interamericano de Desenvolvimento, a falta de trabalhadores de formação técnica é hoje um dos fatores que afeta a produtividade na América Latina.
Segundo ela, países como a Coreia do Sul, a Austrália, o Canadá, a Nova Zelandia, a Alemanha e a Suíca, que integraram "perfeitamente" o ensino técnico em seu sistema educativo estão entre os que melhor conseguiram alinhar a formação dos trabalhadores às necessidades das empresas.
"Nesses países o sistema é muito flexível", diz Pagés. "Você pode passar do acadêmico ao técnico e do técnico ao acadêmico com facilidade e há mais integração entre esses dois ramos - o que ajuda a evitar o estigma em relação ao ensino técnico que existe no Brasil, além de reduzir o problema do 'isolamento' dos ambientes acadêmicos do mercado."
Pagés diz que na Suíça algo em torno de 60% dos estudantes do ensino médio optam pelo ramo técnico.
"Eles sabem que se quiserem trabalhar, isso lhes dará mais possibilidade de inserção no mercado, mas também sabem que se, depois disso, resolverem voltar para a sala de aula para seguir o ramo das ciências humanas, ou debater aspectos teóricos ligados a sua profissão, por exemplo, a transição será simples."
Na Austrália, os estudantes podem transferir créditos dos cursos técnicos da chamada Technical and Further Education Commission (Tafe) para os cursos de universidades regulares, o que permite uma combinação entre os dois tipos de ensino.
"As pessoas nos procuram em qualquer etapa de sua vida profissional: temos cursos para quem tem 18 anos e para quem tem 40 e quer ampliar suas possibilidades profissionais", explicou à BBC o australiano Peter Holden, diretor da Tafe.
O ensino técnico começou a se expandir na Austrália nos anos 70. Nos anos 90, foram feitos ajustes para garantir que os conteúdos dos cursos atendiam a demanda das indústrias locais (até então o foco do sistema era seu papel social).
"Nós passamos a conversar mais com as empresas e, como alguns de nossos professores foram trazidos da indústria, eles também se encarregaram de nos manter informados sobre quais conhecimentos e habilidades são requisitados."



FONTE: BBC

quinta-feira, maio 22

O início da Red Bull tem a ver com pasta de dente (A importância do planejamento)

Dietrich Mateschitz, criador da Red Bull


Sou errada, sou errante. Sempre na estrada, sempre distante. Vou errando enquanto o tempo me deixar…
Muitos empreendedores escutam esta música em suas manhãs. E ela continua tocando o dia inteiro até o momento em que vão dormir.  Não é porque ainda são fanáticos pela Paula Toller. Muitos nem sabem o que é o Kid Abelha. Mas a música está lá… ‘Sou errada, sou errante. Sempre na estrada…’ Ela é tocada em silêncio e muitos nem percebem por que estão errando enquanto o tempo lhes deixarem.
Para os que não tem noção por que erram, o início da música explica: ‘Nada sei dessa vida. Vivo sem saber. Nunca soube, nada saberei. Sigo sem saber…’
Errar, neste caso, não é o inverso de acertar, mas caminhar sem destino, não ter um plano, um objetivo. E é por isso que muitos empreendedores erram. Nada sabem do mar em que atuam, nadam sem saber.
Mas como sair deste mar vermelho sangrento de concorrentes desleais e navegar em um oceano azul tranquilo?
A primeira medida é se despedir desta música com uma boa bebida! É importante celebrar este rito de passagem! Mas qual seria a melhor bebida?

A que o austríaco Dietrich Mateschitz escolheu deu um estalo em seu cérebro. Em 1982, ele estava sentado no bar de um hotel em Hong Kong, quando pediu algo para beber. Estava na região para tentar aumentar as vendas da pasta de dentes da Blendax, empresa alemã em que era executivo de contas. Vender pasta de dente não é exatamente o emprego dos sonhos da maioria das pessoas. Como diferenciar um produto em que todos os demais concorrentes também deixam os dentes mais brancos, o hálito mais fresco e que também combatem as cáries e as placas bacterianas?
Mas quando ingeriu aquela tal de Krating Daeng, as sinapses do seu cérebro se iluminaram. Mas o que era aquilo?
Descobriu que a bebida era feita na Tailândia e era muito comum na região pois se alegava que ela aumentava a capacidade de processamento mental e a resistência física. Por isso, era classificada como bebida enérgica. Se Dietrich soubesse que Krating Daeng significava a “água do touro vermelho”, talvez nem tivesse experimentado. Mas agora era tarde. Estava fascinado com seus efeitos.

Como não existia nada parecido na Áustria, Dietrich ficou obcecado em levar o tal touro vermelho para a Europa. Por esta razão, colocou em prática sua maior competência: planejamento. Analisou todo o mercado, os principais fabricantes, as barreiras para levar o produto para mercados regulados, como o europeu, e elaborou um plano.
Convenceu o fabricante tailandês do Krating Daeng a ser seu sócio em uma startup criada para explorar o produto no Ocidente. Com isso, teve acesso rápido à formula e à capacidade de produção. Mas isso não era o bastante em sua opinião. Acostumado a analisar mercados, sabia que precisava de uma nova fórmula que fosse mais adequada ao paladar europeu, uma marca fácil de ser lembrada, uma embalagem que se destacasse das outras bebidas, uma estratégia de marketing que diferenciasse o produto e o distanciasse dos produtos sexuais milagrosos.
E o mais importante: a aprovação do governo austríaco para comercializar o produto de forma livre, sem ter nenhum aspecto medicinal que o limitaria ao mercado farmacêutico. Tudo isto demorou cinco anos, mas antes que a água do touro vermelho fosse lançada oficialmente, Dietrich já vinha fazendo testes de mercado, fórmulas, embalagens e estratégias de comunicação na Hungria, país menos rígido para este tipo de inovação.
Quando o produto chegou oficialmente ao mercado em 1987 ele tinha um planejamento milimétrico sobre o quê e como deveria fazer para aproveitar o mercado de bebidas “esportivas” que ganhava terreno naquele momento. Para posicionar o produto no mercado premium, elevou o preço, reduziu o volume (se comparado às latas de refrigerante), criou uma reluzente embalagem prata e azul e, sabiamente, manteve parte do nome original da bebida, em inglês: Red Bull.
Esta confusão entre um nome vermelho em um símbolo azul também ajudou na divulgação do produto pois gerava discussão entre os consumidores e formadores de opinião. Como assim chamar um touro azul de vermelho?
Tirando as receitas caseiras mágicas para “levantar o moral”, a Red Bull avançava em um mercado praticamente sem concorrentes. E mesmo assim, Dietrich não descuidou em sempre mirar formadores de opinião que eram compostos de jovens modernos, audazes e irreverentes, que é um tipo sofisticado de inteligência.
Seu plano de negócio mirava a liderança global do mercado e foi exatamente isso que a Red Bull conseguiu poucos anos depois, afinal, não fazia muito sentido uma empresa que produz bebidas energéticas também não sê-la.  Assim, com ou sem Red Bull, busque a energia para tirar essa fixação de ficar errando, espante os fantasmas da sua empresa e dê asas à sua capacidade de planejamento e execução.


FONTE: blogs.pme.estadao

terça-feira, maio 6

10 maneiras de poupar seu tempo usando planejamento

Tendemos a acreditar que os recursos necessários para a realização de um bom trabalho administrativo possuem relação única com  pessoas, dinheiro, maquinário, matéria prima e outros meios materiais óbvios.
Geralmente nos esquecemos de um dos recursos mais importantes, o tempo.
O tempo deve ser a base do seu planejamento, isto por que, trata-se de um recurso insubstituível, ao contrário daqueles que são materiais.
Se uma das máquinas da empresa para de funcionar, podemos substituí-la por uma melhor, se uma encomenda não chega, mandamos buscar outra, e se o prédio pega fogo, a seguradora paga, mas o seu tempo perdido não tem volta, e por isso ele é  tão valioso.
10 maneiras de poupar seu tempo usando planejamento

Poupar tempo com planejamento

Selecionamos, então, dez maneiras de poupar o seu tempo com um planejamento bem feito. Acompanhe as dicas abaixo e mantenha um desafio semanal de programar as suas atividades a serem realizadas com antecedência.
Você verá que os seus dias serão muito mais produtivos e planejados. Confira as dicas:

Comprometa-se com suas metas

Todos nós temos metas de desenvolvimento a serem conquistadas a cada ano, e por isso é importante traduzi-las em listas de afazeres.
Criando uma destas listas você poderá visualizar melhor a trajetória que deverá ser percorrida, e correrá menos risco de perder o foco.
Organize as suas principais metas por meses, semanas e dias. Faça de uma forma que seja fácil entender os objetivos, planejar as ações e executá-las no tempo certo.

Planeje seus afazeres diários no início de cada semana

Separe de 10 a 20 minutos do seu dia no início da semana para criar uma lista de afazeres.
Para facilitar este processo, organize seus objetivos em 3 categorias: A, B, e C, de acordo com a sua importância ou nível de urgência.
A intenção é determinar suas prioridades, a categoria A possui os afazeres mais importantes, a B os intermediários e a C inclui os afazeres que podem esperar um pouco mais, sem grande urgência.

Faça uma coisa de cada vez

Realizar diversas tarefas de uma só vez leva muito tempo e geralmente não resulta em nada. Estipule um prazo para a realização de cada tarefa e mantenha o foco para cumpri-la.
Focar nas metas individualmente é a melhor forma de resolver todos os seus problemas de forma eficiente e eficaz. Quem tenta fazer demais, acaba fazendo muito pouco e com pouquíssima qualidade.

Pratique a regra do 80/20

Você pode se sair muito bem aplicando apenas 20% do seu esforço numa tarefa, a fim de alcançar80% do que foi planejado.
Nem sempre o trabalho duro, durante muitas horas, sob grande stress nos favorece. É preciso saber dosar a intensidade das nossas atitudes a fim de colher um melhor resultado no futuro.

Evite abrir e-mails que não condizem com o trabalho

Você pode perder muito tempo abrindo e respondendo e-mails que só fazem com que você desperdice seu tempo e termine o seu dia frustrado.
Estipule uma pequena parte do seu tempo, possivelmente na sua hora de folga pós-almoço, ou no início do seu trabalho, para responder e-mails de amigos, familiares etc.
Não comprometa o seu tempo precioso de trabalho com distrações e informação inútil. Planejamento é tudo na hora de definir prioridades.

Estabeleça regras para seus funcionários

Já que você está cuidando melhor do seu tempo, cuide para que seus funcionários não percam o tempo deles também.
Estabeleça regras claras para que eles possam se sentir mais independentes na sua ausência. Crie autonomia no seu setor para que mais problemas possam ser resolvidos quando você não estiver disponível. 

Seja claro em suas regras

Pense numa maneira de ser claro em relação às suas regras para não ter que ficar dando explicações por mais de uma vez.
Evite parar suas atividades para explicar ou mostrar algo para seus funcionários, ou mesmo sua família, quando trabalhar em casa.
Economize o seu tempo e foque naquilo que precisa ser feito imediatamente. Estabeleça regras claras para que respeitem o seu momento produtivo.

Dê atenção a cada detalhe do seu dia

Jamais deixe pra depois um detalhe do dia que poderia ser resolvido com duas ou três palavrinhas suas.
Ao contrário do que pode parecer, solucionar pequenos detalhes rapidamente evita que eles se tornem grandes problemas, como o acúmulo de tarefas.

Carregue material de trabalho onde for

Torne o seu dia mais produtivo levando consigo material de trabalho que pode ser lido e resolvido enquanto está em uma fila de espera, por exemplo.
Mas tome cuidado para o trabalho não atrapalhar seus momentos de lazer e descanso. Esta dica só vale para quando você estiver fora do escritório, mas no horário de expediente. Em uma longa viagem, por exemplo.

Programe o seu celular

Para evitar atrasos, ou para se lembrar de questões importantes, programe o seu celular para disparar lembretes.
Hoje em dia existe uma infinidade de aplicativos que podem ajudá-lo nesta tarefa. Escolha aquele que melhor se adequar às suas necessidades e faça da tecnologia uma aliada do seu planejamento diário.
O que você achou destas dicas? Tem alguma sugestão que se encaixe nesta lista? Deixe um comentário abaixo com sua opinião, participe!


FONTE: sobreadministração