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terça-feira, agosto 11

Empresas mineiras desenvolvem soluções para reduzir consumo de energia

Apoiados pelo Sebrae Minas, pequenos negócios buscam alternativas para que as concessionárias e a população possam disponibilizar e consumir energia de forma mais sustentável



O Brasil tem presenciando uma das piores estiagens dos últimos tempos, o que levou reservatórios de águas em diversos estados a operarem com níveis muito baixos. Frente à equação escassez de recursos X aumento do consumo energético, o Sebrae Minas criou o projeto Coletivo, que apoia 20 micro e pequenas empresas, a maior parte incubada na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), com o intuito de incentivar o desenvolvimento e a competitividade do setor de smart grid, isto é, na criação de equipamentos e serviços que utilizem redes e dispositivos inteligentes com foco no consumo mais intenso da tecnologia em todo o ciclo da produção de energia.
A iniciativa, que teve início em junho deste ano, possui diversas ações que se estenderão até 2017, com o objetivo de capacitar e estimular a abertura de novos mercados. “O objetivo é que até o final já do próximo ano, as micro e pequenas empresas participantes conquistem um aumento de faturamento de até 50% e incremento de 5% de produtos de alto impacto de inovação que possam ser lançados no mercado, estimulando, assim, o desenvolvimento de novas soluções”, explica Elaine de Fátima Rezende, analista do Sebrae Minas.
Entre as empresas que participam do projeto do Sebrae Minas está a S.O. Esco, uma das incubadoras da Unifei, que desenvolveu projetos na linha de economia de energia e água. Renato Swerts Carneiro, sócio da empresa, conta que, entre os produtos criados, está um monitor que acompanha em tempo real o consumo desses dois recursos naturais. “O diferencial é que ele faz a medição e transmite as informações para uma plataforma, via internet, e tem funções que ajudam a melhorar a gestão do consumo de energia e água.”
Entre as soluções desenvolvidas está um alarme que é acionado sempre que o valor do consumo ultrapassa o pré-estabelecido. Com isso, as indústrias podem analisar com antecedência o gasto de energia de um determinado setor ou equipamento e, assim, adotar ações corretivas e que garantam o gerenciamento eficiente do seu uso. Basta instalar o monitor no quadro da rede elétrica, sendo que um primeiro equipamento faz a leitura e transmite os dados via rádio para uma central, que, então, publica na internet. A central de energia pode ser integrada ao sistema da empresa.
“Trata-se uma ferramenta de gestão dentro de um serviço que nós vendemos. Junto dela, nós realizamos projetos de eficiência energética, em que estudamos os principais consumos, as possibilidade de melhoria, o custo e benefício dessas melhorias, entre outros serviços. Por meio dessa consultoria é detectado o que realmente precisa ser monitorado, possibilitando uma melhor gestão do consumo”, esclarece Renato Carneiro. “Outro diferencial é que monitor pode ser personalizado de acordo com as necessidades do usuário. Por exemplo: uma indústria calçadista pode se informar sobre a quantidade de energia elétrica gasta para produzir um lote de mil sapatos.”
A solução começou a ser desenvolvida com o Sebratec no final de 2013, tendo um protótipo instalado no prédio da incubadora, na Unifei. “A ideia é que o valor final reduza para que as empresas consigam fazer o maior número de monitoramentos possíveis, gerando mais informações”, vislumbra.
Apesar disso, a S.O. Esco já emitiu algumas propostas comerciais para a própria universidade, além de uma indústria automotiva, prefeituras, com foco em iluminação pública, e hospitais, para o monitoramento de material esterilizado e lavanderia. A partir desse investimento, espera-se que a economia de energia chegue a 20%.
Redução tarifária
Já a empresa Sete é destinada à indústria e ao comércio e trata dos aspectos de reajuste e revisão dos custos das Distribuidoras de Energia Elétrica, para que as tarifas de energia elétrica possam ser estimadas pelos usuários. “É um software de estimativa de energia. O cliente contrata o serviço, através de uma assinatura anual, e coloca as premissas dele no sistema, o que influenciará no valor da tarifa. A partir desses dados, o sistema apresenta uma estimativa, mas esse valor pode mudar de acordo com os parâmetros apresentados”, esclarece a empreendedora.
Dessa forma, o usuário consegue entender um pouco mais como a tarifa de energia influencia no custo final da empresa, na produção, ou no próprio planejamento de gastos para o ano seguinte.
Até agosto deste ano, o Sete já possuía 41 usuários ativos nas áreas de comercialização e distribuição de energia elétrica, produção e refino de petróleo, associações e grandes consumidores.
Prevendo falhas
Desde 2000 no mercado, a empresa PS Soluções cria projetos de manutenção preditiva de motores elétricos, especialmente motores de indução, o que permite realizar o diagnóstico e predição de falhas com métodos não invasivos e com os motores operando normalmente.
De acordo com Erik Leandro Bonaldi, sócio-diretor, a solução permite prever as falhas desses equipamentos, possibilitando que seja feita a programação de intervenções. “Imagine um motor de uma refinaria da Petrobras. Se ele quebrar, dependendo de que parte do processo for responsável, poderá provocar um prejuízo de R$ 600 mil por dia. Se ele ficar dez dias parado, o prejuízo será de R$ 6 milhões. O nosso equipamento evita que isso aconteça. Ele avisa que o motor pode estragar e, com isso, programa a intervenção, e, ao invés de ficar parado dez dias, fica apenas um”, explica. O mesmo produto pode ser usado em geradores, evitando paradas com interrupções de energia pela unidade geradora afetada.
Apesar de a manutenção preditiva já estar no mercado desde 2004, o empresário decidiu participar do grupo coletivo devido à possibilidade de apresentar a solução em outros países, além do contato com as demais empresas participantes, que acaba trazendo outros benefícios.


FONTE: administradores

terça-feira, junho 23

Tecnologia ajuda lojas a conhecer clientes pelo nome


Clientes diante de loja em Londres | Foto: Reuters
Vendedores poderiam ser alertados sobre clientes famosos ou em potencial por mensagens de texto

Imagine que você entra em uma loja onde nunca entrou antes e é chamado pelo nome por um vendedor que não conhece.
Celebridades podem estar acostumadas a esse tipo de tratamento VIP, mas se você não é famoso, a intimidade pode parecer um pouco estranha.
Apesar disso, programas de reconhecimento facial já permitem que vendedores saibam a seu respeito assim que você põe os pés em uma loja.
Empresas como a gigante de tecnologia japonesa NEC e a FaceFirst, baseada na Califórnia, oferecem sistemas que usam câmeras instaladas na entrada das lojas para identificar os clientes.

Via Facebook

Quando um cliente importante ou um comprador em potencial é detectado pelas câmeras, a equipe de vendedores recebe mensagens de texto para garantir que eles darão atenção especial à pessoa.
"O vendedor pode se aproximar de você, oferecer-lhe um capuccino e mostrar as coisas pelas quais você pode se interessar", diz Joel Rosenkrantz, diretor-executivo da FaceFirst.
Mas antes que o sistema comece a funcionar, ele tem que ser alimentado com imagens. A pergunta óbvia é: de onde elas viriam?
"É fácil conseguir fotos de pessoas famosas, e as fotos de outros clientes em potencial viriam do Facebook", diz Rosenkrantz.
"Se uma marca tem 10 mil curtidas em sua página no Facebook, você poderia usar os perfis de todas as pessoas que curtiram."
Também seria possível conseguir fotografias de pessoas que têm contas no site da loja, se eles se cadastrarem pelo Facebook ou se tirarem fotos de si mesmos para seus perfis no site.
"Você pode dizer a seus clientes que, se eles concordarem em colocar suas fotos (em suas contas no site), ganharão um cupom de desconto ou perguntar se eles concordam que sua foto do Facebook seja usada", explica o executivo da FaceFirst.

Clientes em loja em Bristol, na Inglaterra | Foto: Getty
Câmeras na entrada de uma loja podem identificar pessoas que curtiram a página da marca no Facebook

A japonesa NEC define seu sistema como uma maneira de "identificar a presença de visitantes importantes, sejam eles esperados ou não", mas o sistema da FaceFirst é usado atualmente para reconhecer pessoas que fazem pequenos furtos e alertar as equipes de segurança.
Segundo Rosenkrantz, usar seu programa dessa forma pode diminuir as perdas no estoque em 25% ou mais.

Publicidade customizada

Programas de reconhecimento facial também podem ser úteis para identificar a idade e o sexo dos clientes, mesmo que não seja possível identificar um indivíduo específico.
Aa empresa de alimentos Mondelez International, baseada em Chicago, estaria desenvolvendo "prateleiras inteligentes", que podem mostrar mensagens customizadas para públicos específicos quando as pessoas observam os produtos em exibição nos supermercados.
Se o sistema identifica uma jovem pegando um refrigerante diet, por exemplo, poderia mostrar uma mensagem dizendo que a bebida tem apenas uma caloria.
"Há algumas situações que provam que os resultados podem ser extraordinários", diz Tony Stockil, diretor-executivo da consultoria de estratégia de vendas Javelin Group.
Como exemplo, ele cita uma campanha na Alemanha em que uma empresa criou mensagens específicas para homens de certa faixa etária em uma estação de trem, lembrando a eles que o dia seguinte era o Dia dos Namorados. O resultado foi um grande número deles comprando presentes de última hora.

Estamos de olho


Aplicativo do restaurante Zenzakan, em Frankfurt | Foto: Mook Group
Restaurante quer transformar experiência gastronômica em jogo, identificando clientes assíduos em aplicativo

Muitas marcas também estão experimentando com iBeacons - dispositivos de Bluetooth capazes de detectar e registrar a localização de smartphones que têm o aplicativo da empresa instalado enquanto o dono do celular visita a loja ou simplesmente passa diante dela.
Os donos dos smartphones podem receber ofertas ou descontos especiais que os deixem tentados a comprar, seja na loja física ou online.
Já a empresa alemã Mook Group está usando iBeacons de uma maneira diferente em um de seus restaurantes.
Os iBeacons no restaurante Zenzakan, em Frankfurt, funcionam de maneira semelhante ao Foursquare, registrando no aplicativo do restaurante sempre que o cliente for ao local.
Quanto mais vezes um cliente visita o restaurante, mais alto é o seu "status Mook" no aplicativo - que pode ir de "cliente" e "novato" a "gourmet ambicioso" e "conhecedor viciado".
"O que eu fiz foi usar iBeacons para transformar uma experiência de luxo em um jogo", diz Joel Martinez, diretor de tecnologia do Candylabs, a empresa de marketing de internet que criou o aplicativo. Os dados sobre as visitas ficam gravados apenas no telefone do cliente, segundo ele.
Isso significa que as pessoas não são reconhecidas automaticamente quando entram no local. Se elas quiserem receber os benefícios a que o status Mook dá direito, elas precisam "se apresentar", mostrando seu status no aplicativo para os funcionários do restaurante.
"Privacidade é muito importante", conclui Martinez. "Não queremos que os clientes pensem que o restaurante está monitorando seus movimentos - queremos manter a privacidade deles."


FONTE: BBC

quinta-feira, abril 16

Pesquisa conjunta de institutos brasileiro e argentino avança na busca por droga anti-Alzheimer

A doença de Alzheimer é uma das que mais debilita seu portador e ainda não é suficientemente conhecida pela ciência para se encontrar uma cura. Mas os caminhos para se desbravar esse mal são abertos continuamente mundo afora. Uma pesquisa de laboratório feita entre institutos de Brasil e Argentina descobriu um composto orgânico capaz de evitar o acúmulo de metais fisiológicos no cérebro, o que pode ajudar a retardar a progressão da doença.

O estudo é fruto da parceria entre o Departamento de Química do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e o Instituto de Biologia Molecular e Celular de Rosario, na Argentina.

Nicolás A. Rey, um dos coordenadores da pesquisa, explicou que os testes experimentais comprovaram que o composto hidrazona se mostrou eficaz no seqüestro de biometais como zinco, cobre e ferro da beta-amiloide, uma proteína encontrada em grande quantidade em pacientes com Alzheimer. Essa proteína pode bloquear a sinalização entre as células nas sinapses, que é o primeiro passo para se chegar à perda de neurônios e aos sintomas da doença.
“Os metais que se acumulam na beta-amiloide produzem radicais-livres que atacam os próprios neurônios. O hidrazona tem boa absorção no cérebro, não é tóxico, e seu processo [de produção] é ambientalmente correto e de baixo custo”, disse.
Após testes preliminares em animais, a reação do grupo de controle foi muito positiva, de acordo com os pesquisadores. Os testes devem durar mais um ano e meio e a equipe vai buscar parceiros para a fase de testes farmacológicos na busca por drogas anti-Alzheimer.




FONTE: Agência Gestão CT&I, com informações da Agência Brasil

terça-feira, abril 14

TECNOLOGIA: Projeto de carro japonês vem equipado com grill, karaokê e drone para selfies

A Nissan quer tornar o projeto realidade através de uma campanha de crowdfunding







Os japoneses estão planejando transformar o sonho de viajar e poder preparar um churrasco onde bem imaginar em realidade. A Nissan, em parceria com a Associação Japonesa de Churrasco, apresentou o projeto para seu novo carro multifuncional, o Nissan Ultimate Smart BBQ. Ele vem equipado com churrasqueira, pia, máquina de karaokê e até mesmo um drone para capturar selfies dos momentos de comilança e descontração.
O carro é baseado no modelo e-NV 2000, uma mini-van totalmente elétrica. Entretanto, o Nissan Ultimate Smart BBQ ainda é um projeto e precisa da ajuda de financiadores para sair do papel. O crowdfunding para arrecadação de pouco mais de 8 mil dólares está sendo realizado via Green Funding Lab e encerra dia 31 deste mês. 
Caso o financiamento coletivo dê certo, os donos dessa churrasqueira ambulante poderão usufruir de itens como: um grill elétrico de 1500W de potência, um sistema de proteção contra mosquitos por ondas ultrassônicas, chuva artificial para dias de calor escaldante, janela com monitor e conexão direta com smartphones, karaokê com tela integrada à janela, drone dedicado a selfies acoplado ao teto, pia, lixo e utensílios de cozinha acoplados ao porta-malas, toldo para armação anexa ao carro. Apesar das expectativas, vale uma ressalva para os brasileiros: a empresa não tem planos de lançar o modelo nas Américas.
Confira o vídeo de divulgação: 











FONTE: administradores

quarta-feira, março 18

Lousa inteligente promete que aluno nunca mais terá de anotar nada durante as aulas

Aparelho pode ser uma alternativa ao consumo do papel dentro das empresas

Empresas preocupadas com questões de sustentabilidade buscam reduzir o consumo de materiais, sobretudo o papel, ou substituí-los por alternativas muitas vezes eletrônicas ou processos de uso consciente.
Uma dessas opções que aparecem no mercado é a Smart Kapp, uma lousa que reproduz anotações em tablets, smartphones ou qualquer outro device conectado a ela. É o fim da era dos blocos de rascunho, definitivamente.
O conteúdo criado no aparelho pode ser compartilhado nos formatos JPG e PDF. O Smart Kapp custa US$ 899 e está disponível para venda no site da empresa.







FONTE: PME.estadao

Garota de 17 anos inventa sistema portátil que limpa água e produz energia





Com apenas 17 anos, a jovem australiana Cynthia Sin Nga Lam desenvolveu um sistema portátil que pode facilitar muito a vida de pessoas que vivem em comunidades isoladas. A pequena tecnologia é capaz de purificar a água ao mesmo tempo em que gera energia.

A invenção foi apelidada de H2prO e tem como base apenas dois agentes principais: dióxido de titânio e luz. Ao entrar em contato com a luz, o titânio absorve a energia ultravioleta e gera radicais que auxiliam o processo de oxidação de compostos orgânicos, que se decompõem para produzir CO2 e H2O.

Os testes que usam o titânio para separar poluentes da água foram feitos pela primeira vez pelo japonês Akira Fujishima e serviram de inspiração para Cynthia em seu experimento. Para tornar o sistema efetivo, a jovem precisou testas diferentes combinações, com a adição de um agente de oxidação, como metanol, gliverol e EDTA, que atuam como excelentes redutores. Essa mistura eleva a produção de hidrogênio, usado como combustível, e tornam a decomposição mais eficaz.

O dispositivo é pequeno e composto por duas partes. A unidade superior é usada para a purificação da água, enquanto a divisão inferior serve para a geração de hidrogênio, conectada a uma célula de combustível e à unidade base para a filtração da água.


Fotos: Divulgação

Os testes feitos mostraram que o H2prO tem eficiência de 90% na remoção dos poluentes orgânicos, finalizando o processo em até duas horas. No entanto, em relação à produção de energia, o sistema ainda é instável, mesmo que a produção de hidrogênio fotocatalítico tenha sido satisfatória.

A jovem inventora é uma das finalistas do concurso de ciência do Google e, em sua apresentação, ela garante que continuará trabalhando para tornar o sistema ainda mais eficiente. 

Clique aqui para saber todos os detalhes deste sistema. 



FONTE:  CicloVivo

terça-feira, março 17

Torneio de robótica estimula inovação no ensino feita por estudantes

Robô construído pela equipe de José Eduardo ajuda a organizar as letras para as crianças em processo de alfabetização - Foto: Agência Gestão CT&I
Robô construído pela equipe de José Eduardo ajuda a organizar as letras para as crianças em processo de alfabetização - Foto: Agência Gestão CT&I

Como os processos de aprendizagem no início do ensino fundamental se tornaram defasados ao longo dos anos, as crianças continuam cada vez mais desestimuladas a aprender. Contudo, soluções inovadoras para estimular os jovens nas escolas brasileiras foram apresentadas por cerca de 600 estudantes, de 9 a 16 anos, oriundos de vários estados do País, durante a abertura do Torneio de Robótica First Lego League (FLL), realizada nesta sexta-feira (13) em Brasília (DF).

Vindo de Natal (RN), o estudante José Eduardo Moura, de 13 anos, construiu junto com sua equipe um robô capaz de tornar o método de alfabetização bem mais interessante para as crianças de 4 a 7 anos. “Por controle remoto, ele vai pegando e organizando as letras das imagens que a gente mostrar, para então formar as palavras. O preço não é muito acessível, então criamos o braço hidráulico, que vai fazer basicamente a mesma coisa que o robô faz”, contou.

Segundo José, ao conversar com profissionais da área de ensino sobre o processo de alfabetização, descobriu que os alunos se interessam mais pelo assunto quando estão interagindo diretamente com ele. “O problema é que as crianças estavam achando o método de alfabetização tradicional muito chato. Não estavam interessados em aprender e ficavam desestimulados. Mas quando interagem, gostam mais e se divertem mais”, explicou.

Esta etapa nacional do torneio tem as 60 melhores equipes do Brasil, que garantiram vaga em dez seletivas regionais. Os times são formados por estudantes vindos de escolas públicas, particulares e do Serviço Social da Indústria (Sesi), que organiza o evento.

Estímulo

De acordo com o diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi, a alta tecnologia utilizada pelos estudantes estimula a percepção deles nas áreas de ciência, matemática e engenharia, além de criar uma resolução para o problema da educação nacional.

“Temos escolas do século 19, com professores do século 20 e alunos do século 21. Com o torneio, estamos criando processos de aprendizagem modernos, em um contexto que dialoga com a realidade dos estudantes. Eles compreendem muito mais o que está por de trás dos conceitos de ciência a partir de soluções no mundo real”, comentou.

Torneio

Até domingo (15) o torneio receberá estudantes para apresentarem suas invenções. O vencedor poderá participar do World Festival, evento mundial realizado em Saint Louis (EUA), com as melhores equipes de robótica do mundo.

A competição é promovida pelo grupo dinamarquês Lego e pela organização norte-americana For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First) em mais de 80 países e envolve mais de 200 mil jovens por ano. No Brasil, este é o 11° ano do campeonato, que ocorre há 17 anos no mundo. A expectativa por organizadores é que aproximadamente oito mil pessoas visitem diariamente o evento em Brasília.


(Leandro Cipriano, da Agência Gestão CT&I)

As coisas que o Galaxy S6 faz e o iPhone, não




Os novos smartphones da linha Galaxy não têm muitas inovações em relação à versão anterior. Ao invés de adicionar recursos, a Samsung preferiu aprimorar itens como design, o sensor de impressões digitais e outras características. Ainda assim, há muitas funcionalidades que os Galaxy S6 possuem e os iPhones, não. Confira:
  1. Você pode usar o Galaxy S6 e S6 Edge para realizar pagamentos em qualquer loja com cartão de crédito através do Samsung Pay. Enquanto o Apple Pay só funciona no iPhone 6 e 6 Plus em terminais habilitados para NFC.
  2. Você pode recarregar a bateria do seu novo smartphone da Samsung usando um pad de carga sem o uso de cabos. iPhones precisam estar conectados a cabos.
  3. Segundo a Samsung, 10 minutos de carregamento da nova linha garante bateria por 4 horas de uso. O iPhone não possui uma tecnologia de carregamento rápido.
  4. No o Galaxy S6 Edge você pode atribuir uma cor a um contato e o celular acende nessa cor escolhida quando recebe uma chamada. Essa tecnologia não existe no iPhone.
  5. Você pode ativar a câmera do Galaxy S6 e S6 Edge clicando duas vezes no botão home. No iPhone você precisa ir até o aplicativo da câmera ou no ícone de câmera no teclado bloqueado.
  6. A câmera do Galaxy acompanha um objeto quando ele se move para não perder o foco. O iPhone não faz isso, embora a Apple tenha algumas novas funcionalidades ao iOS 8.
  7. Ambos os modelos do Galaxy vêm com um aplicativo de gerenciamento inteligente que permite limpar o aparelho apertando um botão. Alguns aplicativos terceirizados, como o Checker, pretendem fazer isso para o iPhone, mas ainda não há detalhes de como funcionarão.
  8. O Galaxy permite executar mais de um aplicativo ao mesmo tempo na tela inicial. No iPhone é necessário abrir um aplicativo por vez na tela inicial.
  9. Os Galaxy S6 e S6 Edge podem medir sua freqüência cardíaca. Apesar de aplicativos para a saúde, nenhum iPhone ainda é capaz de medir a frequência cardíaca.
  10. No Galaxy S6 Edge você pode verificar a previsão do tempo mesmo com o restante da tela desligada. Isso é impossível no iPhone.




FONTE: olhardigital

quarta-feira, março 11

Inpa deposita seis novos pedidos de patente ao INPI em 2015




Neste início de 2015, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) já enviou seis pedidos de depósito de patentes no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). São resultados de quatro pesquisas nos campos da nutrição, tecnologia e engenharia de alimentos, além de uma invenção relacionada às áreas das engenharias civil e de materiais e de uma tecnologia associada aos setores da farmácia, da medicina e da fitoquímica.

Dentre as novidades, há uma viga compósita combinada com duas camadas de materiais diferentes para prover soluções construtivas de grande flexibilidade de aplicação. Há também uma composição alimentícia funcional (que oferecem vários benefícios ao organismo e ajudam a prevenir ou reduzir o risco de algumas doenças) à base de um extrato de planta que confere ao produto final propriedades farmacológicas com capacidade de prevenção ou tratamento da úlcera gástrica e a constipação estomacal.



(Agência Gestão CT&I, com informações do MCTI e do Inpa)

quinta-feira, março 5

Estudantes brasileiros constroem casa de garrafa PET






Uma casa ecologicamente correta, que oferece maior conforto térmico e ainda é mais barata que uma construção tradicional em alvenaria. Esse foi o projeto CASA PET, que rendeu a conquista do 5º Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários 2013 para uma equipe dez alunos da FATEC de Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

A ideia, nascida em 2012, começou a ganhar forma quando o grupo de estudantes – monitorados por três professores – se inscreveu e venceu em 2013 a quinta edição do concurso com o projeto da CASA PET. “Fomos premiados e, com isso, ganhamos R$ 30 mil para transformar a proposta em realidade no prazo de um ano. Sem dúvida, um desafio ainda maior”, conta a estudante Adriana Roberta Mendonça.

Com o troféu na mão e o dinheiro na conta, a equipe colocou a mão na massa. Em outubro de 2013, os alunos iniciaram a construção de uma casa de 24m² – incluindo uma sacada – no campus da FATEC de Presidente Prudente, com o uso de 4 mil garrafas PET preenchidas com areia lavada e solo cimento (uma mistura de terra com 10% de cimento), que substituíram os tijolos desde as fundações até o teto. A estrutura da edificação, como as colunas de sustentação, é a mesma de uma residência de alvenaria. “Da maneira como foi feita, a obra fica tão resistente quanto as casas comuns”, explica a professora Camila Pires Cremasco Gabriel, da UNESP de Tupã, uma das coordenadoras do projeto.


Foto: Divulgação/3M

Além da reciclagem das embalagens PET, outro grande benefício do projeto implementado pelos alunos da FATEC é a economia. Enquanto uma obra com as mesmas medidas erguida com tijolos gasta 10 sacos de cimento, a CASA PET só precisa de quatro. Contabilizando a mão de obra, material e acabamento (pintura, instalações elétrica e hidráulica) o custo foi de R$ 15 mil, ou seja, 30% a menos do que seria gasto em um projeto igual com uso dos materiais tradicionais.

“O projeto CASA PET é de fundamental importância, pois prova que uma construção ecologicamente correta feita de embalagens PET é uma alternativa econômica viável e que pode ser utilizada por pessoas de baixa renda”, avalia Camila.


Fotos: Divulgação/3M

As vantagens não param ai. Além da economia, a estimativa é que os cômodos que substituem tijolos por garrafas PET sejam 20% mais frescos. Isso porque as paredes são bem mais espessas: 35 cm de largura, enquanto as convencionais têm, em média, 13 cm. “Com a obra concluída e entregue, o grupo de estudantes começa agora a fase de medições de temperatura dentro da residência, com o objetivo de comprovar esta tese. Esse trabalho deverá ser concluído no segundo semestre de 2015”, completa Camila.

Desde sua criação, o Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários já ajudou a tirar do papel várias ideias inovadoras. Uma delas, por exemplo, é o Projeto Bambu, desenvolvido por alunos da UNESP de Bauru, com o objetivo de capacitar agricultores da cadeia produtiva do bambu a gerarem renda por meio da produção de artesanato. A 6º edição do concurso ocorrerá no primeiro semestre de 2015 para estudantes universitários de todo o país.



FONTE: Adnews

Universidades corporativas deveriam refletir os ideais da empresa









Se o número de executivos de outras empresas que foram referência para os centros de desenvolvimento de administração da GE é um indicador, o interesse em criar universidades corporativas está aumentando. Enquanto muitos visitantes se mostram sempre fascinados com o comprometimento e o sentido de missão que observam, outros tendem a focar em métricas tradicionais, como número de classes, número de participantes por ano, e custos. Mas, às vezes, eles não entendem que uma universidade corporativa pode, e deve ser usada para liderar mudança estratégica e cultural e para desenvolver o crescimento individual e coletivo. A seguir são apresentados alguns princípios da GE para atingir esses objetivos essenciais:   

Um instituto de liderança deve refletir os ideais de liderança da empresa. Estabelecer uma universidade corporativa é um grande negócio. É uma declaração feita aos funcionários sobre a disposição da empresa de investir em talento. É uma expressão do ideal de uma empresa de excelência em liderança. Portanto, o ponto de partida mais importante sobre o que a universidade corporativa representa é ser claro. Na GE usamos a nossa universidade corporativa para “inspirar, conectar e desenvolver”. Funcionários de todos os níveis, de todas as nossas unidades e regiões, se reúnem em Crotonville, Nova York. É o nosso carro-chefe, o epicentro da nossa cultura — o lugar mais indicado para ter uma percepção de tudo que nos diz respeito.  

 É essencial um envolvimento profundo em liderança. Medidas superficiais, como número de classes ou de alunos, ou até custos, não são uma verdadeira indicação de valor. Qualidades mais profundas, algumas que nem podem ser medidas, são fundamentais para o sucesso. 

  Uma das mais importantes é como os líderes seniores envolvem os participantes no processo de aprendizagem. Jeff Immelt, presidente e CEO da GE, passa mais de um terço do tempo desenvolvendo lideranças — dando o tom para líderes de Crotonville e do mundo todo. Entre outros, temos um curso para executivos de nível intermediário, chamado “curso de desenvolvimento de gestores”. Já oferecemos o módulo de desenvolvimento de gestores mais de 100 vezes, desde que Jeff assumiu o comando em 2001, e ele participou de todos, exceto um.   

Crotonville também fornece uma plataforma para promover mudança cultural e de liderança por toda a empresa. Algumas das iniciativas mais conhecidas da GE — WorkOut, CAP, Six Sigma, Lean Six Sigma, Leadership, Innovation, and Growth (ou Liderança, Inovação e Crescimento), e mais recentemente, Simplification (Simplificação) — foram desenvolvidas em Crotonville. É aqui que a liderança da empresa testa novos conceitos, ouve a voz do funcionário, lança novas intervenções e iniciativas.   


Experiência é tão importante quanto conteúdo. Oferecer um conteúdo de alta qualidade é tão importante quanto proporcionar o tipo certo de ambiente e experiência de aprendizagem. Nós organizamos e supervisionamos a experiência dos participantes com o objetivo de torná-la uma profunda jornada de aprendizagem: intelectual, emocional e até física. Quando uma pessoa entra no campus, cada segundo de sua permanência é direcionado à aprendizagem. Tentamos e conseguimos torná-la transformadora. Todos, da equipe de instalações até o pessoal de hospitalidade da faculdade, esforçam-se para criar uma atmosfera de entusiasmo, aprendizagem e conectividade.   

Trata-se de meritocracia, e não de hierarquia. Queremos que os frequentadores estejam abertos para aprender tudo e com todos. Cada pessoa que entra — aluno, professor, orientador — concorda com nossa filosofia de liderança de que “todos nós crescemos”. Todos os eventos são abertos a todos. Até o edifício de residência reflete uma visão igualitária: as acomodações são idênticas, independentemente da senioridade. Todos os alunos recebem o mesmo tratamento. O objetivo principal é aprender.   O espaço físico da universidade corporativa é sempre a parte mais fácil. O difícil é infundir todas as suas aplicações na cultura, ou o espírito da empresa. A universidade corporativa pode desempenhar um papel extremamente importante na criação do futuro de uma empresa.






FONTE: hbrbr