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quarta-feira, agosto 12

Lego é a marca mais poderosa do mundo; confira ranking completo

Marca desbancou a Ferrari e lidera 

lista  da Brand Finance




Em plena era digital, quando os jogos eletrônicos ocupam soberanos os momentos de diversão das crianças, um simples joguinho de peças montáveis se tornou a marca mais poderosa do mundo. A Lego desbancou a Ferrari e assumiu o topo da lista de “Most Powerfull Brands” (“Marcas Mais Poderosas”) do tradicional estudo anual da Brand Finance sobre o assunto.
Na análise da Brand Finance, o sucesso da Lego se deve ao fato de seu produto ser “um brinquedo excepcionalmente criativo e envolvente”. A consultoria ressalta ainda que “as crianças adoram a possibilidade de construir seus próprios mundos que ela oferece. Em um mundo saturado de tecnologia, os pais aprovam a ‘volta ao básico’ promovida pelo brinquedo”. O sentimento de nostalgia dos pais também pesa nesse aspecto.
A Ferrari, que dominou o ranking por muitos anos, sofreu uma dura queda entre o levantamento anterior e o mais recente. Embora ainda apareça no top 10, agora aparece empatada em nono lugar com a Nike. O longo período sem títulos na Fórmula 1 é apontado como principal fator de enfraquecimento da marca, que, segundo a Brand Finance, já vinha perdendo seu poder lentamente. Com mudanças mais bruscas em sua estratégia comercial no ano passado, esse processo se acelerou.
Confira abaixo o top 10 das marcas mais poderosas do mundo, segundo a Brand Finance:
1. Lego
Indústria: Brinquedos

Sede: Dinamarca
Força de marca: 93.4

2. PwC
Indústria: Serviços Profissionais

Sede: EUA
Força de marca: 91.8

3. Red Bull
Indústria: Bebidas

Sede: Áustria
Força de marca: 91.1

4 (empate). McKinsey
Indústria: Serviços Profissionais

Sede: EUA
Força de marca: 90.1

4 (empate). Unilever
Indústria: Alimentos

Sede: Reino Unido
Força de marca: 90.1

6 (empate). L’Oréal
Indústria: Cosméticos

Sede: França
Força de marca: 89.7

6 (empate). Burberry
Indústria: Moda

Sede: Reino Unido
Força de marca: 89.7

6 (empate): Rolex
Indústria: Moda

Sede: Suíça
Força de marca: 89.7

9 (empate). Ferrari
Indústria: Automobilística

Sede: Itália
Força de marca: 89.6

9 (empate). Nike
Indústria: Moda

Sede: EUA
Força de marca: 89.6



FONTE: administradores

segunda-feira, junho 29

A importância das redes sociais para o e-commerce

Qual a importância das redes sociais para seu e-commerce?

O consumidor mudou e as formas de comunicação também. Passou de ser passivo às comunicações das empresas, onde ele optava por determinada marca devido apenas às suas comunicações tradicionais (televisão, rádio, jornal) ou o famoso boca a boca, para estar no meio da conversa, começando a também ser um elemento importante e essencial para ela. Ele tem deixa totalmente de lado a passividade de só receber informações, como também oferecê-las.

A importância das redes sociais para o e-commerce
Veja a importância das redes sociais para o e-commerce

E é com esse consumidor moderno e ditador de tendências que devemos falar e nos comunicar, ainda mais quando nos referimos a uma plataforma online como o caso do e-commerce.
Quando falamos de comunicação digital, nada mais indicado do que as redes sociais. Cada dia se torna mais comum o uso delas nesta plataforma, tanto no quesito das ações de marketing, quanto nas informações e detalhes de produto.
Elas vão além, como na parte de divulgação do produto que está em promoção na loja virtual, até questões como atendimento do cliente (um mix do SAC 2.0).
Já passou de tendência para uma realidade e até uma necessidade no caso de empresas que estão conscientes nesse processo. É sobre essas questões que vamos falar no post de hoje:

Por que investir em redes?

Um dos primeiros pontos que podemos colocar é o fato que 57% dos consumidores que já compraram pela internet alegam que acessar várias vezes ao dia em busca de informações sobre os diversos produtos e serviços que almejam adquirir.
Quando falamos em consumidores de e-commerce, as pesquisas indicam que homens e mulheres tem uma participação quase igual – 49% mulheres e 51% homens, segundo informações do IBOPE, porém quando o quesito discutido são as redes sociais, o público feminino demonstra uma maior demanda e influência nessas redes.
Ou seja, ter uma rede social bem planejada, com um conteúdo relevante sobre a sua marca e as áreas de interesse do consumidor, pode ajudar bastante neste processo.

Como começar esse investimento

Para começar o investimento em conteúdo, o mais importante é entender a melhor forma de utilizar esta ferramenta como benefício nos negócios da sua marca. Escolher o melhor canal, formato e linguagem são os principais pontos a serem observados no começo de qualquer estratégia.
Então, busque fazer uma boa análise, entenda seu público-alvo, confira o que a concorrência anda fazendo, assim você saberá os principais pontos a serem guiados na escolha e curadoria do seu conteúdo e das principais ferramentas a serem utilizadas.

Personalização

O consumidor atual está a cada dia em busca mais por um conteúdo e atendimento personalizado. Como dizemos no começo do post, ele não é mais passivo, agora ele também faz parte da comunicação, podendo inclusive expor suas opiniões e questionamentos nas próprias redes, o que gera repercussões ainda maiores. Afinal, ninguém gosta de ver sua marca sendo mal falada e aquilo compartilhado para que os outros clientes vejam.
Esses são apenas alguns dos elementos que demonstram a importância da utilização das redes sociais em seu E-commerce. Então deixe que as redes sociais possam trazer essa maior humanização em sua plataforma e-commerce, dando a atenção necessária e específica para cada cliente que precisar, fazendo com que ele se sinta único!
Mantenha-se atualizado sobre o uso das redes sociais no e-commerce assinando nosso  Boletim Informativo.


FONTE: guiadeecommerce

terça-feira, junho 23

Tecnologia ajuda lojas a conhecer clientes pelo nome


Clientes diante de loja em Londres | Foto: Reuters
Vendedores poderiam ser alertados sobre clientes famosos ou em potencial por mensagens de texto

Imagine que você entra em uma loja onde nunca entrou antes e é chamado pelo nome por um vendedor que não conhece.
Celebridades podem estar acostumadas a esse tipo de tratamento VIP, mas se você não é famoso, a intimidade pode parecer um pouco estranha.
Apesar disso, programas de reconhecimento facial já permitem que vendedores saibam a seu respeito assim que você põe os pés em uma loja.
Empresas como a gigante de tecnologia japonesa NEC e a FaceFirst, baseada na Califórnia, oferecem sistemas que usam câmeras instaladas na entrada das lojas para identificar os clientes.

Via Facebook

Quando um cliente importante ou um comprador em potencial é detectado pelas câmeras, a equipe de vendedores recebe mensagens de texto para garantir que eles darão atenção especial à pessoa.
"O vendedor pode se aproximar de você, oferecer-lhe um capuccino e mostrar as coisas pelas quais você pode se interessar", diz Joel Rosenkrantz, diretor-executivo da FaceFirst.
Mas antes que o sistema comece a funcionar, ele tem que ser alimentado com imagens. A pergunta óbvia é: de onde elas viriam?
"É fácil conseguir fotos de pessoas famosas, e as fotos de outros clientes em potencial viriam do Facebook", diz Rosenkrantz.
"Se uma marca tem 10 mil curtidas em sua página no Facebook, você poderia usar os perfis de todas as pessoas que curtiram."
Também seria possível conseguir fotografias de pessoas que têm contas no site da loja, se eles se cadastrarem pelo Facebook ou se tirarem fotos de si mesmos para seus perfis no site.
"Você pode dizer a seus clientes que, se eles concordarem em colocar suas fotos (em suas contas no site), ganharão um cupom de desconto ou perguntar se eles concordam que sua foto do Facebook seja usada", explica o executivo da FaceFirst.

Clientes em loja em Bristol, na Inglaterra | Foto: Getty
Câmeras na entrada de uma loja podem identificar pessoas que curtiram a página da marca no Facebook

A japonesa NEC define seu sistema como uma maneira de "identificar a presença de visitantes importantes, sejam eles esperados ou não", mas o sistema da FaceFirst é usado atualmente para reconhecer pessoas que fazem pequenos furtos e alertar as equipes de segurança.
Segundo Rosenkrantz, usar seu programa dessa forma pode diminuir as perdas no estoque em 25% ou mais.

Publicidade customizada

Programas de reconhecimento facial também podem ser úteis para identificar a idade e o sexo dos clientes, mesmo que não seja possível identificar um indivíduo específico.
Aa empresa de alimentos Mondelez International, baseada em Chicago, estaria desenvolvendo "prateleiras inteligentes", que podem mostrar mensagens customizadas para públicos específicos quando as pessoas observam os produtos em exibição nos supermercados.
Se o sistema identifica uma jovem pegando um refrigerante diet, por exemplo, poderia mostrar uma mensagem dizendo que a bebida tem apenas uma caloria.
"Há algumas situações que provam que os resultados podem ser extraordinários", diz Tony Stockil, diretor-executivo da consultoria de estratégia de vendas Javelin Group.
Como exemplo, ele cita uma campanha na Alemanha em que uma empresa criou mensagens específicas para homens de certa faixa etária em uma estação de trem, lembrando a eles que o dia seguinte era o Dia dos Namorados. O resultado foi um grande número deles comprando presentes de última hora.

Estamos de olho


Aplicativo do restaurante Zenzakan, em Frankfurt | Foto: Mook Group
Restaurante quer transformar experiência gastronômica em jogo, identificando clientes assíduos em aplicativo

Muitas marcas também estão experimentando com iBeacons - dispositivos de Bluetooth capazes de detectar e registrar a localização de smartphones que têm o aplicativo da empresa instalado enquanto o dono do celular visita a loja ou simplesmente passa diante dela.
Os donos dos smartphones podem receber ofertas ou descontos especiais que os deixem tentados a comprar, seja na loja física ou online.
Já a empresa alemã Mook Group está usando iBeacons de uma maneira diferente em um de seus restaurantes.
Os iBeacons no restaurante Zenzakan, em Frankfurt, funcionam de maneira semelhante ao Foursquare, registrando no aplicativo do restaurante sempre que o cliente for ao local.
Quanto mais vezes um cliente visita o restaurante, mais alto é o seu "status Mook" no aplicativo - que pode ir de "cliente" e "novato" a "gourmet ambicioso" e "conhecedor viciado".
"O que eu fiz foi usar iBeacons para transformar uma experiência de luxo em um jogo", diz Joel Martinez, diretor de tecnologia do Candylabs, a empresa de marketing de internet que criou o aplicativo. Os dados sobre as visitas ficam gravados apenas no telefone do cliente, segundo ele.
Isso significa que as pessoas não são reconhecidas automaticamente quando entram no local. Se elas quiserem receber os benefícios a que o status Mook dá direito, elas precisam "se apresentar", mostrando seu status no aplicativo para os funcionários do restaurante.
"Privacidade é muito importante", conclui Martinez. "Não queremos que os clientes pensem que o restaurante está monitorando seus movimentos - queremos manter a privacidade deles."


FONTE: BBC

segunda-feira, março 16

O que vender na internet?

É comum as pessoas se perguntarem sobre o que vender na Internet quando estão pensando em montar um e-commerce. Claro, esse é o primeiro passo para quem deseja montar uma loja virtual, setor que vem crescendo a taxas anuais médias de 30% nos últimos anos e não dá nenhum sinal de exaustão.
Esse desempenho coloca o comércio eletrônico na lista de opções de qualquer pessoa que deseja montar seu próprio negócio e a opção pela criação de uma loja virtual é uma alternativa muito comum.
O grande problema é justamente saber o que vender na internet. Em um mercado em franca expansão, muitas vezes o empreendedor digital se sente perdido em um mar de incertezas.
Não se desespere, pois basta uma análise fria do mercado e de como ele funciona para descobrir qual é o melhor segmento para montar sua loja virtual.

Os caminhos para saber o que vender na Internet

Não vou dizer para você o que vender na Internet, já que isso seria muito vago, mas sim analisar alguns aspectos do e-commerce que podem indicar para você qual caminho seguir. Não é egoísmo ou algo do tipo “esconder o jogo”. Nenhuma consultoria e-commerce vai te dizer o que você deve ou não vender, mas sim lhe orientar no sentido do caminho mais seguro e viável.

Esqueça mitos e contos de fada

Se você quer saber o que vender pela Internet, é melhor saber qual é a realidade do mundo das vendas pela Internet. Existem dezenas de mitos sobre negócios na web, que muitas vezes atraem empreendedores para um mundo de ilusões.
Vender pela internet não significa menos trabalho ou fortuna da noite para o dia. O e-commerce nada mais é do que uma forma diferente de vender. Na prática, dá o mesmo trabalho que uma loja física. A carga de trabalho é a mesma, ou talvez maior. Somente os custos são menores.

Procure atuar em nichos de mercado

Algumas dicas sobre o que vender na Internet
Algumas dicas sobre o que vender na Internet
Essa diretriz é mais do que conhecida por quem está estudando o mercado para abrir sua loja virtual, mas não custa nada lembrar uma vez mais. Entrar na competição com as grandes lojas pode ser considerado um suicídio empresarial. Você não terá condições de criar um diferencial competitivo contra esses caras.
No e-commerce, mais até do que no mundo físico, os nichos de mercado, segmentos focados em um determinado grupo de produtos, são a melhor porta de entrada para o novo empreendedor digital.
Estes mercados, por apresentarem uma baixa competitividade, transforma os nichos em verdadeiros paraísos para quem está pensando em montar uma loja virtual.
Se você tiver condições de juntar essa atuação em nichos com a venda de mercadorias de alto valor agregado, melhor ainda, pois, com um ticket médio alto as suas chances de crescer a curto prazo são ainda maiores. Uma macete com números.

Sem preço competitivo pode esquecer

O comércio eletrônico é o ambiente da comparação de preços. Em nosso curso sobre criação de lojas virtuais mostramos que atualmente o consumidor visita sua loja em uma aba do navegador e, em outra, avalia o seu preço em uma ferramenta como o BuscaPé, por exemplo. Portanto, se você não tiver um preço competitivo, simplesmente esqueça.

Planejamento no e-commerce é a chave do sucesso

Esqueça essa história bem amadora de “vamos meter a cara”. Os negócios online estão cada vez mais profissionais e técnicos, portanto, planejamento é essencial. Para ter uma ideia do que você vai precisar na empreitada, nada melhor do que um planejamento bem estruturado para dar um rumo às suas ações.
A elaboração de um plano de negócios é um dos primeiros passos para o sucesso do negócio. Por isso, antes de pensar em o que vender pela Internet, pense em como vou vender pela Internet.



FONTE: guiadeecommerce

quinta-feira, março 5

3 dicas para reajustar os preços dos produtos de seu e-commerce


Não há como negar: o comércio eletrônico é um dos setores mais promissores no Brasil no momento. Em 2014, o e-commerce brasileiro terminou o ano com faturamento de R$ 35, 8 bilhões, segundo levantamento da E-bit. Mas apesar do cenário propício, ter uma loja virtual requer também um processo constante de inteligência para tornar seus preços mais competitivos em relação à concorrência.

Um e-commerce ou marca pode aumentar ou diminuir os preços de seus produtos tanto para alavancar sua rentabilidade ou conversão. Tanto para grande e-commerces ou fabricantes, quanto para os menores, a indicação é procurar por ferramentas como o Sieve Product e o Sieve Brand, que por meio de algoritmos sofisticados, fornecem análises de elasticidade de preços, identificam quais concorrentes impactam na sua venda e eliminam a possibilidade de erro humano.


Confira abaixo três dicas para reajustar os valores de seu e-commerce e aumentar sua rentabilidade:


1. Explore as lacunas deixadas pelo concorrente


Geralmente, os sites procuram aumentar sua rentabilidade subindo o preço dos produtos que estão muito mais baratos do que a concorrência e mesmo assim, mantendo-os mais baixos em relação aos outros e-commerces. No entanto, outra forma de otimizar a rentabilidade é reposicionar os preços dos produtos de acordo com a indisponibilidade dos itens nos concorrentes. Essa estratégia é ainda mais rica em determinadas crises ou sazonalidades.

2. Ao aumentar um preço, opte pelos produtos mais visitados


Se for aumentar o preço de produtos exclusivos da sua loja, não faça o processo para todos os itens com oportunidade de otimização. Foque nos produtos mais visitados em um período determinado, como os últimos 7 dias. Isso concede relevância ao seu reposicionamento.


3. Analise diariamente seu reposicionamento


Ao fazer um reajuste e analisar as vendas e conversões de um produto, é possível se deparar com algum impacto negativo. No entanto, se ele significar menos vendas, pode ser na verdade, um sinal de um faturamento maior. Por exemplo: Se o preço de um item era R$ 150 e foi reposicionado para R$ 170, mas, ele vendia 100 peças antes da otimização e passou a vender 95 após o ajuste, no final, apesar de parecer vender menos unidades, o faturamento passará de R$ 15 mil para R$ 16.150, isto é, um incremento de 7,7%. Por conta disso, é preciso uma análise cuidadosa diária para saber se vale ou não a pena manter o reposicionamento.




FONTE: adnews

segunda-feira, março 2

MARKETING: Cuide bem de quem faz a cabeça do seu cliente


Cliente é o conjunto de pessoas que acompanham, nem sempre fisicamente, o consumidor do seu produto ou serviço

O cliente não é apenas aquela pessoa que compra ou que paga as contas. Cliente é o conjunto de pessoas que acompanham, nem sempre fisicamente, o consumidor do seu produto ou serviço. Algumas dessas pessoas não têm o poder de decidir a compra, mas são influenciadores, tanto da decisão da compra, quanto dos sentimentos do consumidor sobre a transação.
Mas, ainda assim, poucos estabelecimentos dedicam atenção especial a todos que acompanham o cliente. Um vizinho no prédio que moro estava todo feliz porque um funcionário da padaria da esquina, onde ele sempre faz compras, tinha dado atenção especial à sua sogra em um dia de muita chuva. O rapaz nem a conhecia, mas quando ela revelou o parentesco com o cliente, ele fez questão de providenciar um guarda-chuva e de acompanhá-la até o prédio para que a mesma se sentisse segura.
O melhor exemplo dos resultados provenientes de uma atenção especial aos acompanhantes dos clientes é o de uma revendedora de pneus, no Sul do País, que decidiu instalar um pequeno playground para os filhos menores de senhoras que vão fazer a geometria, balanceamento e algumas vezes trocar os pneus do seu automóvel.
Essa revenda descobriu que 42% dos seus clientes são mulheres e mais da metade delas quando vão lá o fazem sempre após buscar os filhos na escola. Como é um ambiente que oferece um certo risco de acidente, resolveram equipar a antiga borracharia com um espaço de quase 20m2 para entreter os filhos menores dessas clientes. 
As vendas aumentaram mais de 20% no ano passado. Enquanto isso, as concorrentes que insistem em expor calendários com personagens femininas semidespidas, continuam brigando com os fabricantes em busca de melhores preços e condições pagamento.
Cuide bem dos que “acompanham” o cliente! Não são meros acompanhantes, muitas vezes o sucesso da avaliação do nível de satisfação com o atendimento vai depender da percepção dessas pessoas.


FONTE: administradores

segunda-feira, fevereiro 23

6 dicas para otimizar seu investimento em search

Alocar seu budget de marketing corretamente é fundamental para maximizar a receita da sua empresa, principalmente se o seu orçamento for limitado. É importante impactar clientes em potencial com assertividade, para que cliques não sejam gerados com baixa probabilidade de conversão. Existem ferramentas de fácil acesso para auxiliar na criação e divulgação das campanhas e, também, para ajudar a investir melhor o dinheiro. Chegou a hora de você conhecer seis maneiras de utilizá-las.

1. Geo-targeting (Onde você quer aparecer?)
Relatórios de custo e receita por localidade permitem analisar e guiar a criação de campanhas, a alocação do orçamento e do valor que você está disposto a pagar pelo CPC. Entenda em que região suas campanhas performam melhor. Entenda as particularidades dessa área para criar campanhas específicas e escrever anúncios relevantes, de preferência, com palavras-chave relacionadas. Aloque seu orçamento nessas campanhas na forma de entrega acelerada e em um CPC que te coloque nas três primeiras posições de ranqueamento.Se o seu KPI de sucesso for ruim em uma determinada cidade, você poderá utilizar as demais dicas a seguir para otimizar seus resultados. No entanto, se o seu orçamento for limitado, exclua essa localidade de suas campanhas e invista onde você tem retorno.

2. Dia / Hora (Em que momento?)
Gerar um relatório de custo e receita por dia da semana e hora do dia é bastante simples e de extrema relevância para o sucesso da sua campanha. Digamos que seus investimentos apresentem maior retorno na segunda e terça-feira, entre 9h e 16h. Por que "bidar" em palavras-chave em todos os horários ao longo da semana? É de suma importância entender o dia e horário que apresentam os melhores resultados. Se você não souber responder a essa questão, já passou da hora de fazer essa análise e distribuir da melhor forma o seu orçamento. Certamente você tem campanhas limitadas por causa do budget, então, os recursos são consumidos na melhor hora do dia?

3. Dispositivo
Outra análise que pode trazer grandes ganhos é a do retorno por tipo de dispositivo (computadores, tablets e celulares). Você deve saber quanto gasta com cada um deles e distribuir o seu orçamento, privilegiando o aparelho em que você tem melhor retorno. De forma geral, apesar de não ser uma verdade absoluta, ao terminar de fazer essa reflexão, você irá concluir que seu retorno com computadores é muito superior ao obtido com celulares, apesar de pagar um CPC mais elevado. Estudos dizem que o consumidor clica no seu anúncio pelo celular, mas finaliza a compra pelo computador. Mas caso seu orçamento seja limitado, e, sendo possível investir no aparelho de melhor retorno, não desperdice cliques em canais onde não há conversão. O mesmo vale caso seus resultados atuais estejam com um ROI que não pague sua operação.

4. Match Type
As melhores práticas recomendam um gasto maior com o tipo de correspondência exata e menor com as palavras amplas. A correspondência ampla deve ser utilizada com cautela e de forma a gerar ideias para palavras-chave relevantes, que devem ser posteriormente adicionadas à conta.
 - Comprando a palavra-chave "calçados femininos" em correspondência ampla, seu anúncio poderá ser exibido para usuários buscando por chinelo, tênis e outras palavras correlacionadas. Se você vende calçados, mas não chinelo, você certamente não está disposto a pagar por esse clique.
 - Já com a palavra-chave "calçados femininos" em frase, você será mais assertivo. Mas se o usuário buscar por calçados femininos vermelhos e você não vender esse produto, esse será outro clique com pouca probabilidade de conversão.
 - Usando "calçados femininos" em exata, você apenas irá aparecer se o usuário fizer essa busca. E esse é um clique pelo qual você está disposto a pagar.
Portanto, invista mais no tipo de correspondência que te trará retorno. Pague mais por uma busca que ative suas palavras em correspondência exata. Sua conta tem que estar 100% otimizada dessa maneira.

5. Impression Share (IS)
Impression Share corresponde a parcela de vezes que seus anúncios apareceram, em relação à quantidade de vezes que poderiam ter aparecido. Um IS de 80% significa que, de cada 100 impressões que seus anúncios poderiam ter, eles tiveram 80, sendo que as outras 20 foram perdidas, ou por um baixo rank (combinação de bid e de quality score) ou por falta de orçamento. A questão é a seguinte: suas melhores palavras e campanhas tem IS superior às suas palavras e campanhas de pior desempenho? Quando você fez essa análise pela última vez?

 6. Anúncios
É importante trabalhar com algo em torno de 3 anúncios por grupo de anúncios e atualizá-los frequentemente. Caso você utilize apenas um anúncio e ele seja reprovado, ou por algum motivo não atraia a atenção dos usuários, as perdas certamente serão grandes. Caso você trabalhe com 20 anúncios será difícil atualizá-los com qualidade e, talvez, muitos não tenham tráfego suficiente para que você possa decidir se são bons ou não. Portanto, seja sensato. Trabalhe com um número adequado de anúncios por grupo de anúncios e busque o melhor CTR possível, o que que aumentará seu quality score e, por consequência, permitirá que você pague um valor menor de CPC para se manter em uma mesma posição. 



FONTE: Adnews

quarta-feira, janeiro 21

Como o seu cliente gosta de ser atendido?

O bom vendedor está sempre atento ao comportamento de seus clientes, e sabe como esse comportamento pode variar

como o seu cliente gosta de ser atendido?


Vender é ajudar as pessoas a tomarem as melhores 
decisões para elas mesmas
Uma das melhores maneiras de se reter clientes e fazer com que eles paguem mais por aquilo que você vende é ser muito bom no atendimento. Por isso, disponha-se a ouvir com atenção o que as pessoas pedem e ajude-as a tomar suas decisões.
Hoje, com as novas ferramentas da comunicação – web, redes sociais e telefonia celular – foram criadas formas rápidas e eficientes para se oferecer melhor atendimento. O bom representante/vendedor está sempre atento e sabe montar, junto com os seus compradores, a melhor maneira de atendê-los. É só ouvi-los com atenção, trabalhar junto e perceber como ele gostaria de ser atendido.
Transcrevo abaixo o resultado de uma conversa que organizei entre um grupo de vendedores da área de informática e o diretor de TI de uma grande indústria, que reúne dúvidas relevantes sobre o relacionamento entre vendedor e cliente.
Como os gerentes de TI gostam de ser atendidos? Quais os erros que os vendedores de software cometem quando abordam os clientes da área de TI?
Saber o aproach ideal – Os vendedores precisam, antes de tudo, fazer o dever de casa. Isto é, ter conhecimento do cliente, saber como trabalha, com qual arquitetura de informação. Isso para poder apresentar soluções viáveis e não apenas perder tempo para ambos os lados. Caso seja necessário, o vendedor deve ligar para esclarecer dúvidas sobre os processos e entrar no canal de comunicação da empresa. O investimento na abordagem é fundamental para a abertura de portas para a boa  negociação.
Os vendedores de TI são bem preparados?
Preparar-se para a visita e fazer a pré-venda é a chave. Parece que alguns vendedores só nos visitam para cumprir meta. Não adianta apresentar apenas ferramentas, tem que apresentar soluções e soluções integradas. Quando não se preparam, queimam o filme da empresa. É preciso lembrar sempre que a pré-venda leva o nome da empresa. O profissional tem que entrar em sintonia com o cliente que visita. Deve, ainda, ter segurança no atendimento, dar suporte e apresentar soluções. O vendedor tem que apresentar uma proposta de valor. Tem que ser leal.
O que o vendedor de TI  tem que saber?
Tem que saber do negócio do cliente e de TI.  O bom vendedor sabe entender as necessidades daquele que visita e fazer as perguntas certas. Ele se coloca no lugar do comprador.
Como o vendedor deve apresentar suas propostas?
Ou a empresa é competitiva ou briga por preço. A proposta deve vir detalhada, com o escopo descrito e com o briefing passado e repassado.  O detalhamento da proposta depende do estilo da empresa. O vendedor pode perguntar como o cliente gosta de receber uma proposta, se tem um modelo ou se quer uma proposta bem detalhada.


FONTE: Endeavor

terça-feira, janeiro 20

Itaú, Bradesco e Skol são as marcas mais valiosas de 2014 do Brasil

Marca de cerveja desbancou o Banco do Brasil e assumiu o 3º lugar. Petrobras caiu da 5ª para a 7ª posição, segundo ranking da Interbrand.

O mercado financeiro dominou mais uma vez o topo do ranking das marcas brasileiras mais valiosas, cuja edição de 2014 divulgada nesta quinta-feira (4) pela consultoria Interbrand. O Itaú permaneceu na liderança, com valor de marca estimado em R$ 21,68 bilhões. Na vice-liderança permanece o Bradesco, cuja maca é avaliada em R$ 15,12 bilhões.

AS MARCAS MAIS VALIOSAS DO BRASIL EM 2014
MarcaValor (em R$ milhões)
1Itaú21.687
2Bradesco15.124
3Skol11.606
4Banco do Brasil10.461
5Brahma9.406
6Natura7.640
7Petrobras6.754
8Antactica3.605
9Vivo2.700
10BTG Pactual1.993
Fonte: Interbrand
O destaque do ano é a Skol, que teve um crescimento de 23%. A marca de cerveja desbancou o Banco do Brasil e assumiu a 3ª posição.
Outro destaque de queda foi a Petrobras, cujo valor da marca caiu 23% ou quase R$ 2 bilhões. A petroleira caiu da 5ª para a 7ª posição.
"Maior interferência governamental, resultados financeiros menos favoráveis e denúncias de corrupção reduziram a força destas marcas, historicamente fortes", destaca a Interbrand.
A Brahma assumiu a 5ª posição e a Natura subiu para a 6ª posição. Completam o Top 10: Antarctica, Vivo e BTG Pactual, que permaneceram nas mesmas colocações.
O relatório deste ano da Interbrand destaca que, pela primeira vez, a soma do valor das 25 marcas brasileiras mais valiosas ultrapassou R$ 100 bilhões (R$ 101,284 bilhões em 2014 ante  R$ 94,959 bilhões em 2013), registrando um crescimento de 7% na comparação com o ano anterior.
O setor de serviços financeiros continua líder em valor, concentrando 49% do valor de mercado de todo o portfólio. "Altas margens de lucratividade, comprometimento com
investimentos em marca e forte laço emocional com os consumidores fazem dessas marcas verdadeiras campeãs nacionais", destaca o relatório.

O setor de bebidas, vice-líder em concentração de valor, representa 25% do total. Segundo a Interbrand, as marcas de bebida foram beneficiadas em 2014 pelos grandes eventos como carnaval e Copa do Mundo.

As novidades no ranking deste ano são Magazine Luiza e a Rede, do mercado de meios de pagamento.
O ranking leva em conta principalmente os resultados financeiros da empresa, a influência da marca no processo de escolha do cliente e a capacidade de superar a concorrência e garantir a demanda e os ganhos ao longo do tempo.
Interbrand divulgou nesta quarta-feira (4) ranking das marcas brasileiras mais valiosas de 2014 (Foto: Reprodução)Interbrand divulgou nesta quarta (4) ranking das marcas brasileiras mais valiosas de 2014 (Foto: Reprodução)
















FONTE: G1