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segunda-feira, agosto 17

Algoritmos facilitam classificação automatizada de textos da internet

A representação das relações entre termos em redes permite aprender padrões que não são assimilados em outros tipos de representações (imagem: FAPESP)


Um conjunto de algoritmos desenvolvidos no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, permite filtrar, entre grandes quantidades de textos, dados que possibilitam classificá-los de acordo com o teor de seu conteúdo.
Dessa forma, comentários publicados em redes sociais podem ser facilmente identificados como positivos ou negativos e coleções de bibliotecas virtuais podem ser categorizadas de acordo com o gênero literário, temas e outros aspectos específicos de cada obra.
Os algoritmos foram desenvolvidos por Rafael Geraldeli Rossi, responsável pela pesquisa de doutorado Extraindo padrões de coleções de documentos textuais utilizando redes heterogêneas, realizada com o apoio da FAPESP. O trabalho foi premiado na 16th International Conference on Intelligent Text Processing and Computational Linguistics, em abril, no Egito.
“A quantidade de informações à disposição em diferentes plataformas facilmente acessíveis, como a web, é cada vez maior. É preciso que sejam desenvolvidas novas estratégias para filtrá-las de maneira inteligente, sem que dados se percam no processo e garantindo maior precisão na interpretação das informações”, disse Rossi.
Os algoritmos desenvolvidos por Rossi permitem a classificação, considerando não só a incidência de termos específicos em diferentes textos, mas também redes formadas por associações entre termos, o que agiliza o processo e diminui a quantidade de informações que precisam ser fornecidas para “treinar” a máquina.
O trabalho é desenvolvido por meio de aprendizado de máquina, campo da inteligência artificial dedicado ao desenvolvimento de algoritmos e de técnicas que permitem ao computador aperfeiçoar seu desempenho em alguma tarefa, “aprendendo” a partir de exemplos previamente classificados por um usuário ou especialista.
De acordo com Solange Oliveira Rezende, pesquisadora do ICMC e orientadora da pesquisa, a representação de dados em redes possibilita melhorar a organização e classificação de dados considerando poucos exemplos anteriormente classificados.
“A representação das relações entre termos em redes permite aprender padrões que não são assimilados em outros tipos de representações. A partir daí foram desenvolvidos os algoritmos que manipulam essas representações em redes de termos, permitindo fazer análises sobre os diferentes tipos de relações que podem existir entre os termos e adequando o aprendizado de máquina às necessidades do usuário”, explicou.
Para Rezende, os algoritmos desenvolvidos por Rossi simplificam o processo de classificação sem prejudicar sua precisão e minimizando a complexidade computacional.
“O grande diferencial do trabalho é que ele não considera apenas a frequência dos termos nos documentos, que é o mais comum nesse tipo de pesquisa. Leva-se em conta também a relação entre termos para realizar a classificação dos textos.”
O trabalho foi desenvolvido no âmbito da pesquisa Aprendizado de máquina para WebSensors: algoritmos e aplicações, conduzida por Rezende no ICMC também com o apoio da FAPESP.
O objetivo, explicou a pesquisadora, é investigar métodos de aprendizado de máquina para apoiar a construção automática de sensores da Web.
“O desenvolvimento de um websensor depende de especialistas para definição dos parâmetros do sensor, como expressões para busca, filtros e monitoramentos de conteúdo textual da Web, o que torna o processo mais complexo. Os algoritmos de aprendizado de máquina semissupervisionados para classificação de textos, como os desenvolvidos na pesquisa, podem ser utilizados para gerar sensores e monitorar exemplos de interesse do usuário”, disse Rezende.
Segundo a pesquisadora, o estudo busca contribuir ainda com a exploração do potencial da Web como “um grande e poderoso sensor social, permitindo monitorar vários tipos de eventos a partir de textos publicados em portais de notícias e redes sociais, como detecção de epidemias, extração de indicadores políticos e econômicos e análise de sentimentos”.
Os resultados da pesquisa de Rossi, que conta ainda com a colaboração de Alneu de Andrade Lopes, professor do ICMC, podem ser acessados em sites.labic.icmc.usp.br/ragero/cicling_2015


FONTE: FAPESP


terça-feira, agosto 11

SEO em lojas virtuais


SEO em lojas virtuais. Veja como aplicar as técnicas de SEO no e-commerce e conquistar posições de destaque nas ferramentas de busca. A importância do SEO no comércio eletrônico
Aplicação das técnicas de SEO em lojas virtuais

A aplicação das técnicas de SEO em lojas virtuais é sem sombra de dúvida uma das principais etapas do marketing digital para divulgação de um e-commerce.
É sabido que os acessos originados que têm como origem a área de busca orgânica são os de maior potencial de conversão em uma loja virtual. Portanto, estar em destaque nesta área é fator fundamental para o comércio eletrônico.
O processo de SEO em lojas virtuais, muitas vezes é relegado a um segundo plano durante a criação de um e-commerce, o que é um erro gigantesco, já que este processo deve ser iniciado já na própria estrutura do e-commerce.

A importância do SEO em lojas virtuais

divulgação de uma loja virtual passa necessariamente por diversas dimensões do marketing digital, e o marketing de busca é sem dúvida uma das das principais. Pensar em uma loja virtual de sucesso sem um bom posicionamento nas páginas de respostas dos grandes buscadores, como o Google, é simplesmente uma utopia.
Estatisticamente, os acessos de uma loja virtual, que têm como origem a parte de busca orgânica das páginas de respostas (SERP) dos grandes buscadores, apresentam a maior taxa de conversão de todos os canais utilizados normalmente em ações de marketing digital para e-commerce. Dá para ficar fora dessa?
É por isso que o SEO em lojas virtuais ocupam um espaço especial na hora de estruturarmos uma estratégia de marketing no e-commerce. O objetivo é sempre conquistar as melhores posições possíveis nas páginas de respostas do Google. Mas não se iluda, pois colocar uma loja virtual nos primeiros lugares do Google não é tarefa fácil, nem é coisa imediata.

Otimizando suas loja virtual para ferramentas de busca

O primeiro passo no processo de otimização do e-commerce para ferramentas de busca não está em nenhuma técnica de SEO, mas sim na compreensão do seu futuro cliente e seu processo decisório até a realização efetiva da compra.
Uma das tarefas básicas para o processo de SEO é a escolha das palavras-chave que deverão ser otimizadas, mas esta escolha não é aleatória, como muita gente imagina. Ao selecionarmos um conjunto de palavras-chave, devemos levar em consideração o estágio do processo de busca e decisão em que o usuário está, para podermos escalonar as palavras de HeadMiddle e Long Tail.
Não se trata apenas da aplicação das técnicas de SEO, mas de compreender o papel dessa dimensão do Search Marketing no processo de comunicação da loja com o internauta, de forma a conseguir o máximo do potencial que ela oferece.

O SEO no e-commerce precisa começar pela base

Uma boa estrutura de SEO no e-commerce precisa começar já pela estrutura da própria loja virtual. Um bom trabalho de otimização de lojas virtuais para ferramentas de busca é desenvolvido sobre três pilares:
  • Otimização da estrutura da loja virtual em sua vitrine, departamentos e página de detalhes;
  • Otimização onpage através das diversas técnicas disponíveis para SEO no e-commerce
  • Otimização offpage com aplicação de técnicas de link building fechando o trabalho de otimização.
É por isso que em nosso curso de e-commerce chamamos atenção para a importância de incluir o projeto de SEO em seu planejamento básico do e-commerce, para que mais tarde você não tenha que praticamente refazer o site para poder ter um bom posicionamento nas ferramentas de busca.
Muitas lojas acabam tendo que reestruturar todo o site quando percebem que não estão conseguindo destaque nas páginas de respostas dos buscadores justamente por esquecerem queSEO no e-commerce começa pela base.

Planejamento da estrutura da loja

O primeiro passo no trabalho de SEO em lojas virtuais está justamente no planejamento da estrutura da loja. A relação entre páginas como vitrine, departamentos e seções e as páginas de detalhes de produtos é de suma importância para um bom posicionamento nas páginas de resultados do Google.
Uma atenção especial deve ser dada a estrutura das URLs amigáveis nestas três dimensões. Como plataformas de e-commerce são sistemas dinâmicos, é importante analisar de que forma o sistema monta os endereços das diversas páginas para que possamos trabalhar essa estrutura de forma a conseguir extrair o máximo possível em termos de palavras-chave para os buscadores, sempre tendo em mente o momento de busca do usuário.
Na etapa de diretrizes de SEO do seu projeto de e-commerce é necessário deixar bem claro qual é a função de cada dimensão da sua loja e quais os tipos de palavras-chave serão o foco da otimização.

O trabalho de SEO na página de detalhes de produtos

SEO no e-commerce. Otimização de lojas virtuais para ferramentas de busca
Outro ponto crítico do SEO em lojas virtuais é a página de detalhes de produtos. Afinal de contas, ela é o objetivo final do funil de conversão de um e-commerce, e por isso merece uma atenção especial.

No caso das páginas de detalhes, precisamos pensar seriamente nos elementos de SEO que compõem sua estrutura para podermos realizar um bom trabalho de SEO onpage.
Nessa etapa vamos focar particularmente nas meta tags e nas tags de HTML, que vão exercer um papel fundamental em termos de posicionamento nos buscadores.
Como exemplo, uma atenção especial deve ser dadas às seguintes tags:
  • Meta tag Title, uma das mais importantes em qualquer processo de otimização
  • Meta tag Description, que funciona como um verdadeiro anúncio no snippet exibido nas páginas de resposta
  • Meta tag Keywords? Esqueça, ela foi aposentada por tempo de serviço há muito tempo
  • Tags de destaque como H1, H2 e H3
  • Tags de ênfase como negritos e itálicos
É importante destacar que não estamos falando unicamente da presença destes elementos na página, mas também na sua disposição e ordem de leitura quando os robôs dos buscadores visitam a sua página.
O trabalho de SEO no e-commerce deve levar em consideração também outros elementos da página de detalhes de produtos, como a imagem, seu nome de arquivo e a tag Alt, que deve estar presente na imagem, complementando a descrição do produto.

Descrição de produtos

Outro fator importante no processo de SEO em lojas virtuais é a descrição dos produtos em si. Essa descrição deve ser única e exclusiva, caso contrário, você poderá ter sérios problemas para ver seus produtos listados no Google. Nada de copiar a descrição feita pelo fabricante. Esse é um dos principais erros de SEO no e-commerce que você pode cometer.
Reparou que no item anterior mencionei que a meta tag keyword foi aposentada? Pois é, o próprio Google é quem escolhe as suas palavras-chame mais relevantes em função do seu texto descritivo, por isso tanta preocupação com este item.

Padronização do SEO em lojas virtuais

Fugindo um pouco da parte técnica e abordando mais especificamente a parte gerencial do SEO no e-commerce, recomendo que seja criado um padrão para o processo de otimização em todas as instância. A criação de um roteiro de otimização ajuda a dar uniformidade e continuidade aos padrões de otimização das diversas páginas, seções e departamento da loja.
Em situações como troca da plataforma de e-commerce ou adaptação a uma determinada alteração no algoritmo do Google, a reformulação fica muito mais fácil, poupando tempo e dinheiro.
Como você pode verificar, o processo de SEO em loja virtuais envolve literalmente dezenas de fatores e detalhes, por isso mesmo, meu sincero conselho é que você se prepare tanto tecnicamente como estruturalmente.

FONTE: guiadeecommerce

segunda-feira, junho 22

Métricas e novas tecnologias mudam o jogo a favor para a mídia exterior


A mídia exterior ou Out of Home, sempre teve dificuldades em auditar seu público com precisão – tanto para precificar seus espaços como para comprovar sua eficiência. Talvez por isso, sempre foi considerada uma mídia de apoio. Por outro lado, vemos as mídias digitais ganhando cada vez mais espaço no bolo publicitário porque conferem a agências e anunciantes precisão a eficiência da comunicação.

Mas, agora, a mídia OOH tem um novo e poderoso aliado: as métricas digitais. As poderosas ferramentas analíticas saíram direto da web para os mais diversos pontos da cidade criando para esta mídia uma nova postura e competitividade frente as mídias digitais e outras que entregam precisão em seus resultados, ampliando assim as alternativas de qualquer plano.

Os recursos de contagem de público, identificação de perfil e análise de tempo de leitura da comunicação são apenas algumas das novas vantagens desta grande revolução.

Até pouco tempo, a mídia exterior baseava sua audiência em número de pessoas que circulavam na região em um determinado período, números estes que ficavam defasados rapidamente em função de novas vias, períodos do ano, entre outros fatores externos.

Com as novas tecnologias, o jogo muda. Agora, o OOH pode validar tecnicamente o espaço publicitário e sua eficiência. Além disso, as empresas locadoras podem oferecer com precisão o perfil do público circulante. Mas, a novidades não param somente em contagem.

A avaliação de engajamento também é possível através da quantidade e perfil do público que efetivamente olha para a peça e o tempo médio de leitura.

A captura dos dados acontece de forma digital, por contadores e sensores, que analisam a quantidade de pessoas ou carros que passam no local, assim como o perfil do púbico mais próximo, como na mídia em pontos de ônibus ou estações do Metrô.  O nível de engajamento é levantado a partir da identificação de quanto tempo os espectadores observam a mensagem. Essas informações impactam as agências de publicidade, que podem melhor analisar se sua comunicação chama ou não atenção.

Não é difícil perceber que estas novas métricas possibilitam melhor controle sobre o investimento publicitário quando comparado com outras mídias que ainda dependem de pesquisas constantes ou outros tipos de controle sobre sua audiência, como o rádio, por exemplo.

Em um país onde o investimento no transporte público é prioritário e as pessoas circulam em seus carros num tempo de trânsito cada vez mais, a mídia exterior pode se tornar um poderoso veículo de comunicação com excelente controle de verba e engajamento. Vale a pena ficar de olho.



FONTE: Adnews

segunda-feira, março 16

O que vender na internet?

É comum as pessoas se perguntarem sobre o que vender na Internet quando estão pensando em montar um e-commerce. Claro, esse é o primeiro passo para quem deseja montar uma loja virtual, setor que vem crescendo a taxas anuais médias de 30% nos últimos anos e não dá nenhum sinal de exaustão.
Esse desempenho coloca o comércio eletrônico na lista de opções de qualquer pessoa que deseja montar seu próprio negócio e a opção pela criação de uma loja virtual é uma alternativa muito comum.
O grande problema é justamente saber o que vender na internet. Em um mercado em franca expansão, muitas vezes o empreendedor digital se sente perdido em um mar de incertezas.
Não se desespere, pois basta uma análise fria do mercado e de como ele funciona para descobrir qual é o melhor segmento para montar sua loja virtual.

Os caminhos para saber o que vender na Internet

Não vou dizer para você o que vender na Internet, já que isso seria muito vago, mas sim analisar alguns aspectos do e-commerce que podem indicar para você qual caminho seguir. Não é egoísmo ou algo do tipo “esconder o jogo”. Nenhuma consultoria e-commerce vai te dizer o que você deve ou não vender, mas sim lhe orientar no sentido do caminho mais seguro e viável.

Esqueça mitos e contos de fada

Se você quer saber o que vender pela Internet, é melhor saber qual é a realidade do mundo das vendas pela Internet. Existem dezenas de mitos sobre negócios na web, que muitas vezes atraem empreendedores para um mundo de ilusões.
Vender pela internet não significa menos trabalho ou fortuna da noite para o dia. O e-commerce nada mais é do que uma forma diferente de vender. Na prática, dá o mesmo trabalho que uma loja física. A carga de trabalho é a mesma, ou talvez maior. Somente os custos são menores.

Procure atuar em nichos de mercado

Algumas dicas sobre o que vender na Internet
Algumas dicas sobre o que vender na Internet
Essa diretriz é mais do que conhecida por quem está estudando o mercado para abrir sua loja virtual, mas não custa nada lembrar uma vez mais. Entrar na competição com as grandes lojas pode ser considerado um suicídio empresarial. Você não terá condições de criar um diferencial competitivo contra esses caras.
No e-commerce, mais até do que no mundo físico, os nichos de mercado, segmentos focados em um determinado grupo de produtos, são a melhor porta de entrada para o novo empreendedor digital.
Estes mercados, por apresentarem uma baixa competitividade, transforma os nichos em verdadeiros paraísos para quem está pensando em montar uma loja virtual.
Se você tiver condições de juntar essa atuação em nichos com a venda de mercadorias de alto valor agregado, melhor ainda, pois, com um ticket médio alto as suas chances de crescer a curto prazo são ainda maiores. Uma macete com números.

Sem preço competitivo pode esquecer

O comércio eletrônico é o ambiente da comparação de preços. Em nosso curso sobre criação de lojas virtuais mostramos que atualmente o consumidor visita sua loja em uma aba do navegador e, em outra, avalia o seu preço em uma ferramenta como o BuscaPé, por exemplo. Portanto, se você não tiver um preço competitivo, simplesmente esqueça.

Planejamento no e-commerce é a chave do sucesso

Esqueça essa história bem amadora de “vamos meter a cara”. Os negócios online estão cada vez mais profissionais e técnicos, portanto, planejamento é essencial. Para ter uma ideia do que você vai precisar na empreitada, nada melhor do que um planejamento bem estruturado para dar um rumo às suas ações.
A elaboração de um plano de negócios é um dos primeiros passos para o sucesso do negócio. Por isso, antes de pensar em o que vender pela Internet, pense em como vou vender pela Internet.



FONTE: guiadeecommerce

Descubra as palavras-chave do marketing digital em 2015


Os termos crowdsourcing, compra programática e internet das coisas são citados como as novidades que chegam com força total ao Brasil em 2015 para potencializar o mercado de marketing digital. Mas além de se encantar com o que nem chegou é preciso cuidar para não esquecer do básico.

Nesse segmento, o "básico" é composto por conceitos simples e de fácil entendimento:conteúdo rico, inovador e que se conecta com as emoções dos usuários, com recursos como texto, imagens e vídeos; também a segmentação (ou micro-targeting), que divide o público em categorias para uma visão ampla, a fim de definir estratégias certeiras de acordo com cada perfil de público é um elemento essencial; e, na fase final, a divulgação eficiente é essencial, seja por meios orgânicos ou pagos, o que contribui para alcançar a audiência almejada.

Outra palavra que permeia o tema de muitas campanhas de marketing digital em 2015 é mobile. É o momento de aproveitar todo o potencial desse conceito, suas funcionalidades e seu grande poder de alcance. O modelo de templates responsivos (que se adapta aos dispositivos móveis), por exemplo, deve ganhar força à medida que o número de usuários cresce exponencialmente ano a ano.

Mesmo aparentemente simples, essas estratégias funcionais acabam sendo deixadas de lado por empresas que ainda concentram esforços apenas em buscar profissionais conceituados e tecnologias de ponta. Toda grande campanha começa com uma ideia viável e, às vezes, o "feijão com arroz" pode ser melhor do que um prato incrementado que ninguém sabe como aproveitar direito.



FONTE: Adnews

Como ganhar dinheiro com infoprodutos

Como ganhar dinheiro com infoprodutos
Atualmente vivemos um boom. Todos querem saber como ganhar dinheiro com infoprodutos, embalados por histórias de sucesso divulgadas através dos mais variados canais online. Virou uma verdadeira mania, mas será que isso realmente dá dinheiro.

A resposta é sim. A venda de  infoprodutos é um dos mais antigos modelos de negócio da Internet, e certamente deve ser colocado entre as alternativas para quem deseja ganhar dinheiro online. O único problema é que não é tão fácil como parece, ou fazem parecer.
Toda vez que me perguntam como ganhar dinheiro com infoprodutos eu respondo que é com muito trabalho, na criação do produto em si, e na divulgação dele, uma etapa fundamental para o sucesso do projeto. O problema é que ultimamente tem se falado muito em divulgação, esquecendo o essencial, a qualidade do produto.

O que são e como funcionam os infoprodutos

Uma das formas mais eficientes de se ganhar dinheiro na Internet é pegar o seu conhecimento em uma determinada área, sistematizar e vender isso na forma de um infoproduto, como e-book ou cursos online. Com recursos tecnológicos cada vez mais avançados, a Internet é hoje em dia uma das principais fontes de conhecimento para todo mundo e por isso, vender sua expertise pode ser um ótimo negócios.
O segredo para o sucesso na venda de infoprodutos está na qualidade e na escolha de um nicho de mercado que você conheça muito bem e que não existam muitos concorrentes.
Com um produto de qualidade, um mercado bem dimensionado e uma boa estratégia de marketing, o sucesso está praticamente garantido, mas isso não quer dizer que você não vá ter trabalho.
Para a comercialização destes infoprodutos, você contará com duas opções, seu canal próprio de venda e distribuição, como um site ou blog, ou então com sites que façam isso, como por exemplo, o Hotmart.

Formatação do infoproduto

Basicamente, temos quatro formatos de infoprodutos:
  • Infoprodutos no formato de e-books contendo cursos e tutoriais
  • Infoprodutos no formato de vídeos online para uso em uma determinada plataforma
  • Infoprodutos no formato vídeo ou áudio para download
  • Infoprodutos em mídia física, livros ou DVDs
No caso dos e-books, a produção e tecnologia envolvida é relativamente simples. Com um bom editor de textos e imagens, você consegue produzir um ótimo e-book, em termos de apresentação, mas o que o tornará um sucesso de vendas é seu conteúdo, e isso é que está faltando em muitos infoprodutos vendidos por ai.
Os vídeos online, ou para distribuição através de DVDs, requerem um pouco mais de tecnologia, envolvendo equipamentos mais sofisticados e softwares de produção e edição sofisticados para que você consiga produzir vídeo aulas de qualidade, e principalmente, interatividade.
No caso das vídeo aulas você também precisará de pessoal bom de apresentação, pois não existe nada pior do que uma vídeo aula onde o apresentador gagueja, não tem um bom português e dinâmica. O resultado são alunos entediados e caindo no sono.
No caso dos infoprodutos para serem distribuídos através de mídia física, se você for trabalhar com grandes quantidades, talvez venha a necessitar de um equipamento para reprodução de média, ou então, contratar uma empresa para se encarregar disso.

Em quanto tempo se ganha dinheiro com infoprodutos

Muita gente se ilude, achando que para ganhar dinheiro com infoprodutos basta fazer uma coisinha atoa e pronto. Já pode vender “isso” pela internet e ganhar rios de dinheiro. Não é assim mesmo.
Você pode até fazer algum dinheirinho com a compra de incautos, mas isso não dura muito e dificilmente alguém que já consumiu um produto ruim comprado de você, comprará outro.
Se você quer ganhar dinheiro na Internet de forma consistente e duradoura, precisa investir muito tempo em pesquisa, produção e divulgação do seu infoproduto. Só para que você tenha uma ideia. Para cursos online de qualidade, estima-se que para cada hora de curso, sejam investidas no mínimo cinco horas em pesquisa, produção e edição. Nada acontece da noite para o dia.
É por isso que quando nos perguntam, como ganhar dinheiro com infoprodutos, repetimos a célebre frase de Einstein, adaptada ao caso: “Um bom negócio online requer 5% e inspiração e 95% de transpiração”.
Até aqui falamos apenas de pesquisa e produção. Quando chegamos à divulgação do negócio na Internet, a coisa se repete. Muito trabalho, capacitação técnica e persistência. Não se iluda com promessas de “seis dígitos em duas horas” ou em uma “chuva de conversões” só porque você criou uma página de captura de e-mails e depois ficou trabalhando essa lista. Você sabe qual é a taxa de retorno desse tipo de divulgação?

Como ganhar dinheiro de verdade com infoprodutos

Não se assuste. Não vamos propor a você nenhum treinamento que estamos vendendo ou hangouts infindáveis que no final acabam convergindo para fórmulas miraculosas. É apenas uma questão de bom senso empresarial. A formula para ganhar dinheiro com infoprodutos é muito simples.
  • Planeje o seu projeto, não apenas o seu produto
  • Produza um produto digital de altíssima qualidade
  • Entregue mais do que você ofereceu
  • Planeje detalhadamente o lançamento do seu infoproduto
Uma das características do empreendedor digital é justamente a persistência. De nada adiantará você se precipitar e lançar um infoproduto de baixa qualidade, só para poder aproveitar o boom desse mercado. Você precisa pensar no futuro do seu negócio.
Foi publicado recentemente um artigo bastante interessante escrito pelo Paulo Faustino, sob o título O que você vai fazer quando o mercado de Produtos Digitais estourar? onde ela aborda essa questão. Para se conseguir sucesso no segmento de infoprodutos é necessário montar uma estrutura sólida, um verdadeiro negócio digital, e não apenas uma coisinha efêmera que até pode gerar recursos no curto prazo, mas que não se sustenta.
Não se trata unicamente de saber como ganhar dinheiro com infoprodutos, isso é relativamente simples. O difícil é construir um negócio que evolua e vá acompanhando as mudanças. Se você está neste negócio apenas para faturar uma renda extra na Internet, o modelo frágil até que satisfaz, mas se você deseja montar um negócio de verdade, precisa ter um posicionamento profissional.


quinta-feira, março 5

3 dicas para reajustar os preços dos produtos de seu e-commerce


Não há como negar: o comércio eletrônico é um dos setores mais promissores no Brasil no momento. Em 2014, o e-commerce brasileiro terminou o ano com faturamento de R$ 35, 8 bilhões, segundo levantamento da E-bit. Mas apesar do cenário propício, ter uma loja virtual requer também um processo constante de inteligência para tornar seus preços mais competitivos em relação à concorrência.

Um e-commerce ou marca pode aumentar ou diminuir os preços de seus produtos tanto para alavancar sua rentabilidade ou conversão. Tanto para grande e-commerces ou fabricantes, quanto para os menores, a indicação é procurar por ferramentas como o Sieve Product e o Sieve Brand, que por meio de algoritmos sofisticados, fornecem análises de elasticidade de preços, identificam quais concorrentes impactam na sua venda e eliminam a possibilidade de erro humano.


Confira abaixo três dicas para reajustar os valores de seu e-commerce e aumentar sua rentabilidade:


1. Explore as lacunas deixadas pelo concorrente


Geralmente, os sites procuram aumentar sua rentabilidade subindo o preço dos produtos que estão muito mais baratos do que a concorrência e mesmo assim, mantendo-os mais baixos em relação aos outros e-commerces. No entanto, outra forma de otimizar a rentabilidade é reposicionar os preços dos produtos de acordo com a indisponibilidade dos itens nos concorrentes. Essa estratégia é ainda mais rica em determinadas crises ou sazonalidades.

2. Ao aumentar um preço, opte pelos produtos mais visitados


Se for aumentar o preço de produtos exclusivos da sua loja, não faça o processo para todos os itens com oportunidade de otimização. Foque nos produtos mais visitados em um período determinado, como os últimos 7 dias. Isso concede relevância ao seu reposicionamento.


3. Analise diariamente seu reposicionamento


Ao fazer um reajuste e analisar as vendas e conversões de um produto, é possível se deparar com algum impacto negativo. No entanto, se ele significar menos vendas, pode ser na verdade, um sinal de um faturamento maior. Por exemplo: Se o preço de um item era R$ 150 e foi reposicionado para R$ 170, mas, ele vendia 100 peças antes da otimização e passou a vender 95 após o ajuste, no final, apesar de parecer vender menos unidades, o faturamento passará de R$ 15 mil para R$ 16.150, isto é, um incremento de 7,7%. Por conta disso, é preciso uma análise cuidadosa diária para saber se vale ou não a pena manter o reposicionamento.




FONTE: adnews

Como anunciar no Facebook – Facebook Marketing e Facebook Ads


Veja como anunciar no Facebook
Veja algumas dicas práticas de como anunciar no Facebook

Já pensou em como anunciar no Facebook? Nunca falamos sobre como anunciar no Facebook, quais as estratégias a utilizar e qual a melhor forma de investir o seu dinheiro em prol de um objetivo, seja ele aumentar o seu número de fãs na sua página de fãs do Facebook, ou simplesmente ganhar conversões num programa de afiliação à sua escolha. Então vamos ver isso direitinho porque marketing digital é a expressão do momento.
Obviamente que existem uma série de condicionantes e estratégias para anunciar no Facebook, especialmente quando se pretende investir o mínimo para ganhar o máximo.
A ideia de anunciar no Facebook não se prende particularmente com ganhar dinheiro, embora seja possível realizar grandes conversões de campanhas de afiliação através dos anúncios do Facebook. Obviamente que estas estratégias exigem conhecimento, prática e muitos testes, pelo que ao longo dos próximos dias iremos analisar uma série de questões interessantes relativamente a como anunciar no Facebook.

Aprovação dos Anúncios no Facebook

Conseguir aprovar os seus anúncios para participar de campanhas de marketing no Facebook nem sempre é tarefa fácil, e quando você consegue o seu anúncio aprovado, a probabilidade de este não estar de acordo com as dicas que lhe vamos recomendar, é muito grande. Antes de avançar com as suas campanhas, considere ter em conta uma série de aspectos importantes e que estão diretamente relacionados com a aprovação de anúncios.
Antes de tudo mais, você deverá começar por ler as guidelines dos anúncios Facebook. Estas são as regras e as linhas mestras para que você consiga criar campanhas de sucesso e anunciar no Facebook comodamente. Se por ventura você seguir estas regras estritamente e ainda assim não conseguir que os seus anúncios sejam aprovados, é provável que você esteja a cometer um outro erro qualquer.
A aprovação de anúncios está dependente obviamente do seguimento da maior parte destas regras e guidelines, e normalmente os anúncios são aprovados com alguma brevidade, dependendo claro, do horário de trabalho dos funcionários do Facebook. Tenha em consideração a diferença horária e o timming necessário à aprovação de campanhas.
Alguns anúncios no Facebook são rejeitados por conterem links de afiliação para campanhas que nada têm a ver com o produto anunciado. Seja claro na forma como apresenta aquilo que está a anunciar, de forma a ver os seus anúncios aprovados o mais rapidamente possível.

Retorno da campanha com anúncios no Facebook

Para conseguir bons rendimentos com as suas campanhas de anúncios no Facebook, existem também uma série de recomendações que são importantes de ter em conta. Algumas provavelmente você já sabe, pois o princípio de marketing é o mesmo dos afiliados, mas outras certamente serão uma novidade importante. Vejamos algumas delas.
Um bom CTR é importante – Tenha em consideração que dependendo da performance dos seus anúncios, o Facebook dar-lhe-á maior visibilidade durante a campanha. Isto significa que se você arrancar com uma campanha que está com excelentes rendimentos, ou seja, um CTR (rácio de cliques) relativamente interessante, a plataforma de gestão de anúncios do Facebook dar-lhe-á mais impressões e mais “tempo de antena” para que você possa maximizar o potencial dessa mesma campanha. Obviamente que se a sua campanha não despertar qualquer tipo de interesse, devolvendo um CTR muito baixo, o seu número de impressões será restrito e nessa altura o melhor a fazer é criar um novo anúncio.
Escolha bem o título e a imagem – O mais importante do seu anúncio é o Título a Imagem que este utiliza. Procure utilizar imagens apelativas, que estejam diretamente relacionadas com o produto que está a anunciar, e também um título atrativo que se destaque dos demais concorrentes.
Mais CTR = Menos CPC – O CTR das suas campanhas é diretamente proporcional ao CPC da mesma. Quantos mais cliques a sua campanha tiver, mais barato será o preço por clique e vice-versa. Concentre-se em criar campanhas atrativas que possam atrair os usuários do Facebook, gerar muitos cliques e ao mesmo tempo um investimento reduzido.
Filtragem de audiência é imprescindível – Utilize sempre a geolocalização e procure filtrar ao máximo a audiência dos seus anúncios. Não lhe interessa certamente anunciar para todo o público do Facebook, pelo que é recomendável que se restrinja ao público alvo da sua campanha. Se você está a anunciar uma página de fãs de BTT, por exemplo, é importante que restrinja a sua campanha a pessoas que tenham especificado serem fãs de bicicletas, desporto, etc.
Vários anúncios para uma mesma campanha – Crie várias campanhas para vários segmentos de ataque. O ideal será você criar uma campanha para homens, uma campanha para mulheres, criar também também campanhas por idades e ainda campanhas por interesses. Depois disso, analise os resultados e veja quais os tipos de pessoas que estão a clicar nos seus anúncios e a converter melhor. Se conseguir, crie canais na sua página de aterragem ou objetivos no seu Google Analytics, e controle quais os utilizadores alvo preferíveis para as suas campanhas.
Faça muitos testes – Antes de conseguir chegar à fórmula perfeita, é necessário que você realize muito e muitos testes. Tal como acontece com as campanhas do Google Adsense, você terá de realizar testes atrás de testes, até descobrir qual o tipo de anúncio que funciona melhor e que atrai o maior número de cliques. Anunciar no Facebook é assim, sem realizar testes, criar critérios de seleção e avaliar os resultados das suas campanhas online, é impossível você conseguir chegar a resultados que o ajudem a ganhar dinheiro.

Boas práticas no Facebook Marketing

Como em tudo na vida, existem boas e más práticas no que toca ao anunciar no Facebook, especialmente quando existem tantas regras e tanta concorrência. Durante as próximas semanas iremos falar de boas e más práticas na criação de campanhas do Facebook, como criar uma campanha de sucesso, como medir os resultados das campanhas e como aproveitar ao máximo os anúncios do Facebook para fazer crescer o seu negócio online, seja através da captura de fãs para a sua página de fãs do Facebook, seja através da geração de contatos ou comissões para programas de afiliados.
Se você queria saber como anunciar no Facebook, agora já tem um ponto de partida para os Facebook Ads. Se você quiser realmente dominar essas técnicas, uma boa indicação é fazer um Curso de Facebook Ads onde certamente você conhecerá outras técnicas em profundidade.


FONTE:guiadeecommerce

terça-feira, março 3

Estudo compara audiência do digital em relação a outras mídias


Estudo compara audiência do digital em relação a outras mídias (Divulgação)
Foram apresentados esta semana no IAB Meeting 2014, último encontro da entidade este ano, os resultados da pesquisa anual "Brasil Conectado", um estudo  do IAB Brasil em parceria com a ComScore e que compara a audiência do digital em relação a outras mídias tradicionais como televisão, jornais impressos, revistas e rádio no País. O estudo trouxe um dado curioso: o brasileiro classifica o uso da internet por atividades que faz no smartphone e "confunde" a percepção de que "está conectado". Um exemplo é a diferença no uso do "e-mail" (71%) e "mensagens instantâneas" (38%), ou seja, ao acessar a caixa de e-mail, quase o dobro do número de usuários da web via smartphones tem a percepção de estar "conectado", mas uma parcela bastante inferior que o faz troca de mensagens em aplicativos, como o whatsapp, não consideram estar "conectados".

A pesquisa revelou que 3/4 da audiência online brasileira (75%) utiliza regularmente pelo menos 1 de seus dispositivos eletrônicos (computador/laptop, smartphone ou tablet) enquanto assiste à TV.  Outro dado que também chamou bastante atenção foi a alta penetração do mobile entre os internautas, mostrando uma preferência destes pelo smartphone em relação aos tablets.

O estudo apontou um expressivo percentual de usuários conectados via mobile de 14 a 20 horas (16%) ou mais de 20 de horas semanais (15%), considerando o acesso por meio de smartphones e tablets. Tal dado, aliás,  endossa e corrobora com a afirmação de que os dispositivos móveis ganham cada vez mais força no dia a dia dos brasileiros, haja vista o montante elevado de tempo dedicado à conexão móvel.

Outro dado interessante é que 7 em 10 (69%) concordam que a publicidade online os motivou a procurar informação extra sobre um determinado produto e mais da metade (54%) usa os dispositivos móveis para checar informações de produto enquanto compra em lojas físicas.

O IAB Meeting 2014 também contou com a presença de Randall Rothenberg, Presidente e CEO do IAB Estados Unidos, que mostrou dados de como o crescimento da publicidade na internet ultrapassou todos os outros formatos de mídia (rádio, jornal, TV a cabo e TV aberta) nos últimos 8 anos, alcançando os US$ 50 bilhões em todo o mundo, em 2013. Randall ainda sinalizou que a receita publicitária anual dos dispositivos móveis teve 110% de crescimento entre 2012 e 2013, acumulando gastos de US$ 7,1 bilhõesno ano passado, globalmente.

Esse alinhamento da prefrência mobile podem ser observados nos dados apontados pela pesquisa do IAB Brasil e da ComScore. "Essa tendência mostrada na pesquisa deste ano e embasada pela  expressividade do mobile em horas de conexão ganham corpo frente aos dados trazidos por Randall e mostra que o Brasil segue um caminho natural, com características locais. Um exemplo é a curiosa percepção de estar ou não conectado dependendo da atividade feita por meio do smartphone", avalia Rafael Davini, Presidente do IAB Brasil.

O IAB Brasil tem o orgulho e compromisso de representar o Mercado Publicitário Digital e manter-se como referência às melhores práticas do mercado no Brasil. Atualmente, o IAB conta com mais de 230 associados, entre veículos, empresas de tecnologia, agências, anunciantes, empresas de pesquisa e desenvolvedoras web, líderes em seus segmentos no País.



FONTE: Adnews

sexta-feira, fevereiro 20

Facebook volta atrás: Youtube segue rodando na plataforma


Facebook volta atrás em decisão envolvendo Youtube (Reprodução/Facebook)
Diferentemente do que informou à imprensa esta semana (relembre aqui e aqui), o Facebook seguirá reproduzindo os vídeos do Youtube na própria timeline dos usuários, conforme informou em nota divulgada na noite desta sexta-feira (5).
Segundo a rede social, voltar atrás na decisão não tem a ver com a repercussão negativa que a notícia ganhou ao longo da semana (aquiaqui e aqui, por exemplo). A rede não especifica na nota divulgada qual é o problema com os vídeos do site do Google exibidos em alguns perfis e que não podem ser tocados no próprio Facebook.
"Alguns usuários observaram uma alteração relacionada a exibição direta de vídeos externos dentro do Facebook, mas a questão já está sendo corrigida", diz o comunicado.



FONTE: Adnews

quinta-feira, janeiro 22

Os ensinamentos de Martha Gabriel para o marketing na era digital



Martha Gabriel e o marketing na era digital (Reprodução/Youtube)
O mercado digital possui alguns porta-vozes famosos. Figuras tarimbadas nos assuntos relacionados ao universo online e que são reconhecidas no meio. É o caso de Martha Gabriel.

Autora de 5 livros, entre eles o best seller "Marketing na Era Digital", Martha costuma se destacar no Brasil e fora dele. Palestrante de 4 TEDx, keynote speaker internacional com mais de 50 palestras no exterior e premiada três vezes como melhor palestrante em congressos nos Estados Unidos, a especialista falou ao Adnews sobre o mercado digital numa entrevista exclusiva.

Pós-graduada em Marketing pela ESPM e Design pela Belas Artes de São Paulo, mestre e PhD em Artes pela USP, além de coordenadora do MBA em Marketing da HSM Educação, a especialista discorreu sobre alguns dos assuntos mais pertinentes ao atual momento do mercado digital, como o modelo de negócio das agências brasileiras, a presença das marcas no Facebook, o futuro da área, entre outros assuntos.

Confira a entrevista:

1 - Sendo especialista, como você enxerga o cenário do marketing digital no Brasil? 
O cenário de marketing digital no Brasil (e no mundo) está amadurecendo e a principal prova disso é que a fase do deslumbramento com o digital e suas tecnologias como panaceia para todos os males já passou. O digital está se incorporando no cotidiano das pessoas como parte de suas vidas e nas ações de comunicação e marketing de forma cada vez mais integrada com as tecnologias off-line. Quanto menos falamos no digital e quanto mais fluido e natural ele se torna em nossas vidas e ações de marketing, o foco passa para objetivos e soluções e não mais para tecnologias – isso tem tornado o digital transparente, da mesma forma que aconteceu com a eletricidade no mundo.  Atualmente os discursos das agências e profissionais da área de marketing têm sido na direção de integração on-off utilizando cada plataforma da melhor forma possível para contribuir com a solução, ao invés do antigo pensamento maniqueísta de digital vs tradicional, que marcou o início da penetração das tecnologias digitais no mercado.
No entanto, comparando o cenário Brasil com o exterior – USA e Europa – notamos que as agências encontram-se no mesmo nível de sofisticação, mas uma boa parte das empresas no Brasil, principalmente as pequenas e médias, ainda precisam se capacitar para atuar estrategicamente de forma mais ampla incorporando o digital às ações tradicionais de marketing.

Outro fator a considerar é que as tecnologias digitais se multiplicam e crescem exponencialmente. Isso tem trazido uma complexidade crescente ao ambiente de marketing, que se transforma constantemente e, por sua vez, exige que as agências, empresas e profissionais de marketing se atualizem e capacitem o tempo todo, incluindo, cada vez mais, programação e analytics. Dessa forma, estamos vendo uma transformação profunda do ambiente, inaugurando a era do Marketing Geek.

2 - Acredita que o modelo de negócio das agência brasileiras  dificulta um aumento de investimento no digital?

Acredito que o modelo de negócios da publicidade no Brasil favoreça a mídia offline e não incentive a mídia digitais. O ser humano tende a otimizar suas ações no mundo, e é natural que qualquer coisa que dê mais resultados com esforços menores será a opção preferida. No entanto, mesmo que o modelo de negócios da mídia não mude, contra resultados não há argumentos -- conforme vemos a "digitalização das pessoas" de uma forma cada vez mais forte, modificando comportamentos e consumo de mídias, as ações focadas apenas em mídias tradicionais tendem a funcionar cada vez menos. Assim, o modelo acaba tendo que se transformar para otimizar, novamente, os seus resultados. Vivemos esse cenário crítico hoje – as agências têm integrado o digital cada vez mais e estão fazendo um trabalho de educação dos clientes, que é essencial para atuar no mercado contemporâneo.  No entanto, acredito que as dificuldades são inúmeras – não em função do modelo de negócios de mídia em si apenas, mas principalmente devido à complexidade que o digital traz a todas as dimensões da vida e do negócio. O digital amplia a quantidade de disciplinas, interdependências e relacionamentos, aumentando a complexidade da gestão e integração entre pessoas e clientes. Uma das consequências disso é que se torna cada vez mais difícil manter um modelo de negócios full service e a tendência para sobreviver e ter sucesso é evoluir para um modelo de negócios colaborativo entre agências. Temos visto isso acontecer com cada vez mais frequência em empresas grandes, que passam a contar com várias agencias com especializações distintas – real time marketing, content marketing, performance marketing, monitoramento, etc. No entanto, orquestrar os fluxos de trabalho nesse sistema é um grande desafio, cujos modelos de solução estão se moldando gradativamente no mercado, conforme ele se transforma. Como tudo em eras mais complexas, estamos vivendo uma sofisticação dos agentes para alcançarem otimização e sobrevivência.

3 - Como você enxerga o reinado do Facebook? Ainda deve durar por muito tempo (o buzz criado pelo Ello talvez indique alguma insatisfação dos internautas)?

Toda forma de mídia quando atinge um volume de massa naturalmente tende à segmentação e verticalização. Isso aconteceu com rádio, TV, revistas, jornais, e está acontecendo também com as mídias sociais. O Facebook é hoje a principal plataforma de mídias sociais, da mesma forma que a Rede Globo é a o principal canal de televisão. Do mesmo modo que a Rede Globo tem se mantido importante no cenário de mídias televisivas, o Facebook tende a continuar importante nos próximos anos no cenário social. Por quanto tempo? Não se pode prever, e acredito que isso não seja tão relevante. O que realmente importa é saber que as mídias sociais tendem a fazer parte permanentemente das nossas vidas daqui pra frente, de alguma forma e algum grau, e isso não vai mudar – o que vai mudar constantemente é o cenário de plataformas de mídias sociais, que tende a: 1) ser cada vez mais fragmentado (hoje já temos pelo menos 10 redes sociais relevantes e não mais apenas uma única); 2) sofrer modificações da importância relativa de cada rede ao longo do tempo e; 3) apresentar mudanças constantes para acompanhar a transformação acelerada do comportamento das pessoas. Assim, o que veremos nos próximos anos é uma mudança de importância de formas de uso das múltiplas plataformas de mídias sociais conforme elas evoluam, inclusive o Facebook.

No mundo complexo e hiper-acelerado em que vivemos hoje, torna-se impossível prever o futuro de qualquer produto. No entanto, acredito que quando compreendemos as megatendências que se revelam como padrões constantes nesse oceano de mudanças, conseguimos traçar o caminho a seguir independente dos produtos que usamos. Esse é o caso do Facebook – é impossível prever o seu futuro, mas a megatendência "social" é um dos caminhos inevitáveis que seguiremos. Dessa forma, as estratégias de longo prazo precisam focar  nessas ondas de megatendências que tendem a durar no meio das mudanças em velocidade vertiginosa de produtos e tecnologias. Além da megatendência social, temos várias outras, igualmente importantes, que devem moldar o nosso futuro, tais como: data economy, mobile, sustentabilidade e real time.

4 - Falando sobre a relação marcas e público, acredita que conteúdo e storytelling serão as principais formas de contato entre empresas e público no futuro?

Quanto mais sobrecarregado de informação, acelerado, fragmentado e complexo o ambiente de marketing se torna, mais difícil passa a ser a conquista da atenção das pessoas. Para tanto, é necessário ser relevante e atrativo a elas, tanto em essência quanto em forma. Nesse sentido, acredito que conteúdo e experiências sejam hoje as maneiras mais eficientes para se alcançar o coração das pessoas, assumindo diferentes estratégias, dependendo do público e contexto.

Conteúdos e experiências são antídotos contra a economia da atenção e tornam-se alguns dos caminhos mais seguros para garantir o engajamento do público, quando bem utilizados. Storytelling é uma das maneiras de se usar as estratégias de conteúdo para proporcionar experiências relevantes e engajamento.

No entanto, o fator essencial é que essas formas carreguem valores que conectem com as pessoas, aliviando as suas dores ou aumentando os seus prazeres. Assim, de nada adianta uma história ou uma experiência, se ela não for verdadeiramente alinhada com conteúdos e plataformas que façam sentido para os públicos. As pessoas costumam dizer que querem objetividade, mas na realidade, a sua atenção é guiada pelo coração. As pessoas não querem um conteúdo informacional  apenas, elas querem saber é como se sentir em relação àquilo. Isso requer um conhecimento profundo dos seus públicos e não apenas técnicas de desenvolvimento de conteúdos.

Acho importante deixar isso claro porque storytelling não é novidade e sempre foi uma das principais estratégias de engajamento na história da humanidade. Hoje, devido ao aumento da complexidade dos ambientes informacionais, o poder do storytelling é ainda mais essencial. No entanto, não é one-size-fits-all e, portanto, requer conhecimento multidisciplinar para proporcionar resultados mais amplos no marketing e nos negócios.

5 - Para empresas B2B, o LinkedIn é realmente uma tendência?

Sim, o LinkedIn é uma das plataformas de mídias sociais mais importantes para as estratégias B2B, pois por ser uma rede vertical focada em negócios e interesses profissionais, ela se tornou o habitat natural  para business. Diferentemente das outras redes – como Facebook, Instagram, Pinterest, Youtube, etc. --, o LinkedIn é vertical por interesse (e não forma, como o Instagram, por exemplo) e isso qualifica a participação das pessoas de forma muito mais direcionada para negócios e assuntos profissionais – a dispersão dos assuntos dos grupos, por exemplo, é muito menor no LinkedIn do que no Facebook. Além disso, o LinkedIn tem investido em inovações constantes com esse foco, acrescentando a plataforma de publicação profissional, endorsements, relacionamento entre colaboradores de uma empresa, etc. No entanto, apesar do LinkedIn ser a plataforma mais importante para B2B, não podemos esquecer que negócios acontecem entre pessoas que representam empresas, e pessoas se relacionam também em outras redes. Assim, complementar as ações no LinkedIn com as demais redes, caso a caso, podem amplificar os resultados.

6 - Acredita que o ensino superior deve, cada vez mais, oferecer cursos de marketing digital para os profissionais da área?

Penso que não deva existir cursos separados de "marketing" e "marketing digital" no ensino superior – é essencial que as disciplinas que envolvam estratégias e plataformas digitais sejam incluídas e dialoguem com as demais disciplinas nos cursos de marketing. Não existe marketing digital – existe marketing e ponto. O digital se incorpora e amplia o marketing, que é único. O que vai determinar como o marketing traça as estratégias usando tanto plataformas digitais quanto tradicionais é como as pessoas as utilizam e se comportam nessas plataformas. Antes de pensar em digital, é preciso pensar em marketing. Considerando que o digital hoje faz parte da vida das pessoas e das empresas, educar para vida significa educar também para o uso adequado do digital. Por isso, penso que não apenas nos cursos de marketing, mas em qualquer outro curso hoje, é essencial a inclusão de disciplinas e discussões que englobem a capacitação para o digital, seus desafios, oportunidades, consequências, tendências e transformações. Isso é preparar para a vida e para o mercado.

7 - Fale um pouco sobre inteligência artificial no marketing. Este tipo de tecnologia veio para ajudar ou engessar os profissionais?

A Inteligência Artificial é o próximo grande passo da humanidade que pode transformar a vida na Terra de forma tão ou mais profunda do que o fogo ou a Revolução Industrial. Também conhecida por Computação Cognitiva, a inteligência artificial é a terceira onda computacional da história humana – a primeira foi a computação de tabulação (1900), seguida da computação programática (1950) e estamos vivendo hoje o início da disseminação da computação cognitiva (CC), em que o computador não apenas executa comandos programados pelo ser humano, mas vai além, passando também a "pensar".
Juntamente com a evolução técnica da CC, temos presenciado nos últimos anos o surgimento de um fenômeno inédito na história da humanidade: o big data.  

Associando-se o potencial da primeira a esse último, a possibilidade de análises e obtenção de soluções inteligentes por meio da CC são ilimitadas. Nunca na história da humanidade gerou-se tantos dados sobre tudo (volume), provenientes de tantos dispositivos e fontes distintas (variedade), em uma velocidade tão grande (velocidade). Segundo Rodrigo Kede, Presidente da IBM Brasil, 90% dos dados existentes no mundo hoje foram gerados nos últimos 2 anos e 80% são dados não–estruturados. No entanto, de nada adianta termos essa infinidade de dados se não conseguirmos extrair valor e veracidade deles. Ferramentas de computação tradicional não são capazes de lidar com o big data, mas a CC encontra no big data o paraíso para florescer.  No marketing, essa tecnologia pode ser usada para analisar e obter inteligência sobre virtualmente qualquer tipo de demanda, inclusive saúde,  status social, sentimentos em relação a marcas, produtos, personalidades, políticos, etc. A CC pode ser usada também em relação a um perfil específico ao longo do tempo para traçar características de personalidade e comportamento. Desse modo, a inteligência artificial tem o potencial de ampliar consideravelmente as análises de marketing e a sua assertividade.
No entanto, a questão que fica é: as ferramentas de inteligência artificial e big data farão tudo sozinhas, engessando ou eliminando o profissional de marketing? Acredito que a resposta a essa pergunta é, concomitantemente, sim e não. Sim, as ferramentas inteligentes farão cada vez mais coisas sozinhas substituindo o atual profissional de marketing. Entretanto, o profissional não será eliminado ou ficará engessado se com elas evoluir. Estamos presenciando, por um lado, o fim do marketing como conhecíamos, mas, por outro, o nascimento de um marketing mais interdependente com a tecnologia, que requer profissionais capacitados e, para tanto, preparados. Dessa forma, se a inteligência artificial vai engessar e eliminar profissionais ou se ela vai alavanca-los para outro patamar dependerá de como cada profissional abraçar e se capacitar para o emergente ambiente tecnológico.

8 - Acredita que na comunicação contemporânea a propaganda está mais efêmera?

O papel e a eficiência da propaganda no cenário da comunicação de marketing tem mudado nas últimas décadas em função de diversos fatores, como a explosão de conteúdos, do tempo-real e da multiplicidade crescente de plataformas tecnológicas de informação. Isso afeta a comunicação contemporânea como um todo, e não apenas a propaganda, tornando-a mais fragmentada e competitiva pela atenção inelástica das pessoas.

No entanto, acredito que a questão da efemeridade é um pouco mais complexa, pois ela depende muito mais da qualidade e validade da informação do que da sua sobrecarga e concorrência. Assim, a efemeridade, na minha opinião, depende não apenas da estrutura/função (propaganda), mas também, e principalmente, do conteúdo. A propaganda tem como função "propagar" conteúdos, que podem tanto ser efêmeros quanto perenes. Há algumas décadas, o conteúdo da propaganda precisava informar tudo, enquanto hoje, ele trabalha associado aos conteúdos das demais mídias, permitindo que torne-se muito mais minimalista, complementar. Nesse sentido, o conteúdo da propaganda ganha uma liberdade maior para focar no "espírito" da mensagem e não mais apenas no seu "corpo". Dessa forma, se pensarmos nas grandes constantes da vida humana – valores, pessoas, relacionamentos, prazeres, medos, interesses e dores –, que podem estar associadas à uma marca, os conteúdos que focarem nisso (espírito), tendem a ser eternos. Exemplos disso são propagandas do passado e do presente que permanecem como o fusca na neve (aqui),  "Não é nenhuma Brastemp", Pipoca e Guaraná, Real Beleza da Dove (mais de uma década de propagandas inesquecíveis), diversos de Coca-Cola e outros. No entanto, os conteúdos que focam em características de produto, promoções e assuntos contextuais e mundanos, ou seja, no "corpo", sempre foram e sempre serão efêmeros. Considerando que o ritmo de inovação no mundo está acelerado e que tudo muda o tempo todo, a propaganda com foco nisso se torna mais efêmera que no passado. Por outro lado, os conteúdos que focarem em humanidade, tendem à perenidade. Por isso, o alinhamento de valores com os públicos e o uso de storytelling, por exemplo, são tendências para engajar e prolongar a mensagem, seja por meio de propaganda seja por qualquer outra estrutura de comunicação. Isso nos conduz a um paradoxo interessante – quanto mais cercados de tecnologia estivermos, mais precisamos dos nossos recursos humanos para sobreviver.

9 - Se você pudesse dar um conselho para uma empresa que ainda não investe em marketing digital, qual seria?

"Back to the basics" é o meu conselho para qualquer empresa que quer começar a atuar no digital (e mesmo para as que já atuam). As tecnologias digitais são inúmeras e mudam constantemente, assim, sem se perceber, é muito fácil se perder em ações isoladas e desconectadas nas plataformas digitais, desgastando recursos financeiros e sem trazer bons resultados. O digital amplifica tudo – marketing bom ou marketing ruim. Portanto, é essencial ter um marketing bom antes de "aplicar" o digital nele. O instrumento que nos permite escolher as melhores estratégias e plataformas (digitais ou não) é o plano de marketing. Assim, antes de qualquer coisa, elabore o planejamento de marketing, conhecendo muito bem o seu público – quem é, o que faz, em que plataformas está, o que o influencia, etc. – e sabendo claramente o que (objetivo) você quer com ele. Por incrível que pareça, muita empresa não sabe isso. Não se deve ter uma página no Facebook, um site, um perfil no Twitter ou qualquer outra presença digital sem se conhecer claramente o comportamento dos seus públicos nessas plataformas e o que você quer com eles, em cada uma delas. O processo de planejamento de marketing é também um processo de capacitação, pois como as pessoas e as plataformas tecnológicas mudam cada vez mais rapidamente, em cada plano que desenvolvemos, pesquisamos e aprendemos para traçar as novas estratégias. Assim, o plano de marketing é o começo e o processo contínuo que devemos usar para que possamos atuar não apenas no cenário tecnológico atual, mas virtualmente em qualquer contexto de mercado.

10 - Gostaria de deixar um recado aos leitores do Adnews?

Vou encerrar  com uma reflexão sobre essa frase do maravilhoso Peter Drucker: "Em tempos de turbulência, o maior perigo não é a turbulência, mas agir com a lógica do passado". Indubitavelmente vivemos hoje tempos turbulentos devido à disseminação tecnológica na vida, sociedade, mercado. Para termos sucesso nesse cenário, o nosso foco não deve ser na tecnologia, mas no que fazemos (e devemos fazer) com ela.



FONTE: Adnews