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segunda-feira, agosto 17

Veja como vão funcionar as novas regras para o seguro-desemprego

Na opinião do especialista Wagner Luiz Verquietini, as regras atuais poderão diminuir a rotatividade de pessoal, contribuindo para uma melhor qualificação profissional e consequente melhoria na produtividade e resultados das empresas





As novas normas para o seguro-desemprego entrarão em vigor no início do próximo mês. Dentre as mudanças estão as que envolvem os prazos de carência para a concessão do benefício e o número de parcelas que serão recebidas pelo trabalhador.


Na opinião do especialista em Direito do Trabalho do Bonilha Advogados, Wagner Luiz Verquietini, as regras atuais poderão diminuir a rotatividade de pessoal, contribuindo para uma melhor qualificação profissional e consequente melhoria na produtividade e resultados das empresas. “Por outro lado, prejudica os trabalhadores que terão um período maior de carência para a obtenção do benefício”, ressalta.



“Pela nova regra, a primeira solicitação do benefício só poderá ser feita pelo trabalhador caso nos últimos 24 meses ele tenha trabalhado por, no mínimo, 18 meses. Na segunda solicitação ele terá que ter um tempo mínimo de carência de 12 meses de vínculo empregatício”, explica o especialista.



Ele acrescenta que da terceira solicitação em diante continuam valendo as regras anteriores, ou seja, prova de trabalho por um período de 6 meses nos últimos 16 meses.

Com relação ao número de parcelas, Alexandre Bonilha, do mesmo escritório, esclarece que, na primeira solicitação o trabalhador terá direito a até quatro parcelas, desde que tenha trabalhado entre 18 e 23 meses nos 36 meses anteriores, ou cinco parcelas, desde que tenha trabalhado a partir de 24 meses nos 36 meses anteriores. Na segunda solicitação, ele poderá receber até quatro parcelas, desde que tenha trabalhado entre 12 e 24 meses nos 36 meses anteriores.



“Por fim, a partir da terceira solicitação do benefício, continua valendo a regra anterior. Ou seja, o recebimento de até três parcelas para quem trabalhou entre seis e 11 meses nos 36 meses anteriores”, afirma.



Para os advogados, a antiga regra era mais favorável ao beneficiário. Porém, ela trouxe algumas distorções com profundos reflexos nas contas do FAT que, somente em 2014, pagou seguro desemprego para 8 milhões de trabalhadores.



“Antes das mudanças entrarem em vigor, bastava que o trabalhador se fixasse na empresa por um período mínimo de seis meses para ter direito a três parcelas do benefício previdenciário”, finalizam Wagner Verquietini e Alexandre Bonilha.




FONTE: administradores

Os temas em alta nos tempos de crise

Saúde, talentos e diversidade são alguns dos 

principais assuntos do CONARH



É recente, mas muita gente já está sentindo saudades do tempo em que o Brasil do Pré-Sal e da Copa do Mundo era considerado a “bola da vez”, uma potência emergente em meio à crise econômica mundial. A aposta no crescimento era alta e, para dar conta do recado, as empresas aceleraram contratações, investiram em políticas sofisticadas de atração e retenção de talentos e intensificaram programas de qualificação profissional. Mas (sempre tem um “mas”) alguns obstáculos de percurso desviaram o país da rota. Alguns poucos anos e sete gols depois, o desafio é sobreviver ante uma economia enfraquecida, alta da inflação e do dólar e crise de confiança decorrente de casos como os do empresário Eike Batista e da Petrobras.

Hoje, empresas distintas em tamanho e segmento de atuação veem-se mais uma vez diante da necessidade de apertar o cinto. Como fazer isso sem abrir mão de iniciativas e talentos que favorecem a competitividade do negócio?

“O mundo corporativo exige urgência dos resultados e reações imediatas às situações. A gestão de pessoas apresenta uma oportunidade de combinar a esse cenário a dose certa de sensibilidade, observação e criatividade, para pensar e repensar velhos hábitos, de maneira a inspirar as pessoas a entregarem o melhor de seu profissionalismo”, avalia Leyla Nascimento, presidente da ABRH-Brasil.

É por acreditar nesse caminho que a associação traz para seu grande evento anual, o CONARH ABRH 2015, o tema central A arte da gestão de pessoas – desafios, incertezas e complexidade. A proposta é jogar luzes – com criatividade e pragmatismo – nos assuntos que mais tocam as empresas neste momento.


O melhor de cada um

“Já não era fácil fazer gestão de pessoas em um país que estava crescendo. Mas hoje, tendo de apertar o cinto, há uma mudança de foco. Precisamos criar programas diferenciados, fazer mais com pouco, enfim, ter muita arte e criatividade para dar os passos corretos”, assinala Sandra Gioffi, sócia-diretora de prática de strategy para talent & organization da Accenture para América Latina e uma das integrantes do comitê de criação do congresso.

Como conter custos sem perder o aporte já feito na gestão de pessoas? Como fazer o essencial para a organização sobreviver sem perder programas que sejam carros-chefes de competitividade? Essa é a abordagem da palestra A gestão de pessoas em tempo de crise – Como mudar o foco sem perder o propósito?

Já a palestra Método e arte para desenvolver talentos vai traçar um paralelo entre uma orquestra e uma equipe empresarial. A ideia é mostrar que é possível fazer aflorar o que cada integrante tem de melhor a dar em prol do coletivo, seja esse trabalho feito por um profissional de recursos humanos, um gestor de pessoas ou… um maestro.


Saúde em xeque

Outro assunto em destaque no mundo corporativo são os investimentos na saúde dos profissionais, uma vez que os planos de assistência privada vêm se mostrando um benefício importante para os colaboradores e, ao mesmo tempo, crítico para as organizações. “Principalmente do ponto de vista emocional, as empresas estão adoecendo mais. Em contrapartida – e por conta disso –, há toda uma máquina dos planos de saúde revendo seus contratos”, explica Sandra.

Lilian, da Natura: parceria para atingir melhores resultados
Ao levar especialistas na área para o CONARH, a ABRH objetiva explicitar que a empresa pode ser criativa tanto do ponto de vista da gestão dos contratos como da prevenção de doenças do seu efetivo.

E, para mostrar que não se trata somente de teoria ou discurso, o case A saúde tem cura vai contar como isso se dá na prática e qual é a atuação efetiva de RH na saúde organizacional, seja no aspecto preventivo ou no gerenciamento do binômio custo versus eficiência. Trata-se de um projeto desenvolvido na GE. A médica sanitarista Márcia Agosti, gerente de projetos de saúde da companhia, vai dar o exemplo prático de gestão corporativa da saúde, mostrando como a empresa atuou para evoluir nessa área, desde a criação de programas para os colaboradores até como melhorou a saúde e otimizou os seus custos. 


Pessoas versus finanças

A dicotomia entre as áreas financeira e de recursos humanos não é novidade, mas ganha relevo em tempos bicudos. Se é preciso administrar custos com rédea curta, de outro lado, os investimentos na produtividade e no desenvolvimento do capital humano não podem ser simplesmente cortados. É possível estabelecer uma parceria diferenciada entre essas duas áreas para que, juntas, atuem a favor do negócio e das pessoas.

“Queremos unir o ‘hard’ e o ‘soft’, explorar uma parceria na qual a área de finanças não tenha uma visão só focada em custos, mas também humana, e RH tenha uma visão não só humana, mas também objetiva quanto à adoção de indicadores. Essa combinação pode resultar em uma excelente parceria para atingir melhores resultados”, detalha Lilian Guimarães, vice-presidente de pessoas e cultura da Natura e diretora da ABRH-SP, que também está no comitê de criação do CONARH 2015. Esse é o foco da palestra Financeiro e RH: Como construir parceria em tempos de escassez de recursos (veja mais em Um parceiro chamado RH).

E por falar em finanças, como a remuneração pode impactar a formação e gestão de uma cultura organizacional ou acelerar a produtividade da equipe? O congresso levará ao público o case da Cielo na qual a remuneração é gerenciada como ferramenta para o aumento da performance e criação de um ambiente meritocrático. A apresentação está a cargo de Roberto Dumani, vice-presidente executivo de desenvolvimento organizacional da empresa.


Experiência e diversidade

Outro tema que não pode ficar de fora deste CONARH é a sincronia das empresas com as demandas do momento, porém, sem tirar os olhos do futuro. Nesse sentido, já faz algum tempo que a geração Millennium vem tomando parte da agenda corporativa. Como lidar com as urgências dos mais jovens e criar ambientes para que eles queiram permanecer no emprego são questões ainda debatidas à exaustão. Entretanto, com o aumento da expectativa de vida da população mundial, a tendência é que as pessoas permaneçam por mais tempo ativas.

As empresas estão preparadas para lidar com um público interno composto, em boa parte, por profissionais com 60 anos ou mais? Como será conciliar esses dois mundos e aumentar a participação dos profissionais mais experientes nas empresas? (veja mais em Projeção futura, na pág. 54).

A diversidade em sua amplitude também está contemplada na programação. E nada melhor do que uma experiência prática para ilustrar como compor um público diverso e falar dos resultados que são obtidos com essa iniciativa na palestra O que é e como produzir mais com o diverso.

Intraempreendedorismo, educação como solução para produtividade, ética e transparência, liderança com arte e o diálogo como ferramenta de negociação trabalhista são alguns dos demais temas que complementam a programação.


Um parceiro chamado RH 
A programação do congresso conta com participações de expressão e, em não raras oportunidades, vai derrubar mitos da gestão de pessoas, mostrando como RH pode mudar a realidade da empresa. Um deles é o de que recursos humanos tem em finanças um impeditivo para avançar em suas políticas e estratégias.

Ao contrário do que se prega, essa dobradinha pode dar muito certo a partir de uma gestão eficaz, eficiente e compartilhada de indicadores financeiros alinhados aos indicadores de RH.

E não se trata de teoria. Essa parceria de sucesso será comentada por Fernando Salinas, diretor de RH para a América Latina da Johnson & Johnson Medical, e José Roberto Beraldo, diretor executivo financeiro e de relações com investidores do Grupo Contax. Eles estão juntos na palestra Como construir parceria em tempos de escassez de recursos.

Em outra atividade, um painel vai reunir heads de RH de importantes empresas para um debate sobre liderança. Além de compartilhar suas visões com o público, eles vão contar como têm apoiado seus líderes nas respostas aos desafios que se apresentam em um mundo complexo e, ao mesmo tempo, cheio de oportunidades.

A arte de liderar: para tempos incertos, líderes inquietos é o tema desse encontro, em que estão Alessandra Ginante, vice-presidente de RH da Avon Cosméticos, Luiz Carlos França Duarte, diretor de RH & TI para a América do Sul da Kordsa Global, e Renato Senna, líder da área de RH Internacional da Merck.

Eixos do CONARH 2015 
O evento oferecerá aos congressistas uma programação pautada por três eixos:

> Desafios – abordará práticas e conteúdo de inovação; tendências em estratégias em gestão de pessoas; cenários do futuro e de superação; tecnologia e ciência intervindo no ser humano e o que permanece e o que não cabe mais na área.

> Incertezas – neste eixo, serão compartilhadas situações vividas diante de adversidades: como se preparar no imediato para os cenários que nos esperam; estratégias de reação; RH como condutor deste momento incerto global e Brasil e comunicação organizacional como instrumento de integração e alinhamento.

> Complexidade – nesta grade, serão discutidos ambientes complexos, do coletivo para o pessoal, conflitos e soluções, como trabalhar em cenários adversos, ferramentas de RH como apoio estratégico.

+ Destaques 
Drauzio Varella: atuação do RH na saúde
Confira outros temas relevantes que serão discutidos e seus debatedores

Os emergentes
O português Joe Santos, professor de gestão global no Insead (França), pesquisador e consultor organizacional com ênfase em integração e inovação globais, está na palestra A arte de lidar com o emergente. Joe vai abordar os impactos das economias e dos mercados emergentes nas empresas e como os gestores e profissionais de RH desses países devem atuar diante desse cenário, a fim de fomentar a compreensão dos desafios e contribuir na preparação das pessoas e das organizações para lidar com o “emergente”.

Na saúde e na doença
Um dos mais respeitados médicos do Brasil, Drauzio Varella participa, com Maurício Ceschin, diretor-presidente da Qualicorp e membro do Conselho de Administração do Hospital Sírio-Libanês, de palestra para falar, claro, de saúde e doenças nas organizações. As deficiências do sistema público de saúde no Brasil, a preocupação das empresas com a saúde dos profissionais e a atuação de RH nesse contexto são alguns dos aspectos a serem tratados.

RH de alto impacto
Quem quer ter novos insights e fazer a diferença em Recursos Humanos não pode perder a palestra de Anna Tavis. Russa, de São Petersburgo, ela ocupou posições de gerência em grandes empresas, como Motorola, Nokia, United Technologies e AIG. Hoje, é professora adjunta de gestão e organização da New York University (EUA), consultora organizacional sênior e executive coach.
Anna vai falar sobre o RH de alto impacto, assunto pelo qual transita com destreza: como professora, ela prepara a próxima geração de profissionais globais de RH, influenciando, treinando e desenvolvendo talentos corporativos. Além disso, acumula larga experiência em gerar impacto global e acelerar o desenvolvimento de talentos e a transformação organizacional. Em seus programas de talento, a consultora considera o gerente em nível executivo.
Para completar o currículo, ela também é editora executiva do People and Strategy Journal, publicação da HR People & Strategy (HRPS), uma afiliada da Society for Human Resource Management (SHRM), entidade norte-americana de RH.


Rápidas

> Pedro Passos, um dos fundadores da Natura, se apresenta com o líder empresarial Fabio Barbosa na palestra Os caminhos e soluções das empresas para o momento Brasil. 

> Já Fabio Kapitanovas, vice-presidente de gente e gestão da Ambev, fala de empreendedorismo ao lado de Leila Velez, cofundadora da rede Beleza Natural.

> Técnico da seleção de vôlei masculino e do time feminino Rexona-Ades, Bernardinho vai abrir o congresso com o tema Excelência: conquista e sustentabilidade. Na palestra patrocinada pelo Itaú, ele vai levar sua vivência como esportista e técnico para inspirar as empresas no diálogo transparente e na força da comunicação como fator de engajamento.

FONTE: RevistaMelhor

segunda-feira, agosto 10

6 passos para começar um negócio do zero

6 passos para começar um negócio do zero



Todo grande negócio começou com unidade e uma paixão. Mesmo magnatas como Richard Branson, Oprah, Bill Gates e Warren Buffett começou às zero.
Se você conhece a minha história, sabe que depois que eu foi ferido no futebol profissional, o meu sonho de jogar chegou ao fim. Passei um ano e meio sem dinheiro e dorme no sofá da minha irmã tentando descobrir o que eu ia fazer com a minha vida.
Naquela época, minha maior paixão era esportes, e que foi o meu foco durante o tempo que eu poderia lembrar. Eu queria ter a flexibilidade para fazer o que eu amo, e fazer uma vida que iria me para o resto da minha vida. Mas eu não tinha idéia de por onde começar.
Através partes iguais sorte e persistência, esse ano eu encontrei um mentor brilhante. I internado com ele por cerca de um ano e ele me pagou cerca de US $ 500 por mês. Servi-me em aprender com ele. Eu também fiz tudo o que eu podia para ganhar renda sobre os shows de trabalho de marketing de eventos colaterais e outros biscates.
Como eu colocar um pé na frente do outro, eu comecei a ver onde a minha paixão e habilidades cruzaram. Eu amei conectar pessoas e agregar valor a suas vidas. Eu amei fornecer qualquer serviço que eu pudesse a eles que iria ajudar a resolver um problema que eles tinham. Como eu prosseguido as coisas que me interessavam, comecei a montar eventos de networking. Comecei a formar o que se tornaria o meu negócio e marca, sempre em evolução ao longo do caminho.
Não era como se eu tivesse um plano perfeito traçado. Eu combinei minhas paixões, forças e visão para criar o negócio ideal para mim ao longo do caminho. Os empresários mais apaixonados são movidos por mais do que apenas dinheiro. Eles são conduzidos por viver uma vida plena.  
Se você ainda não descobriu a sua paixão, eu encorajá-lo a fazê-lo. Isso é parte da razão pela qual eu comecei The School of Greatness Academy - para ajudar as pessoas a perseguir suas paixões. Pense no que você animado como uma criança, ou a coisa que quando você faz isso você perde a noção do tempo e do espaço, você está tão perdido no momento. Você vai ser mais feliz quando você seguir a sua paixão. Eu amo o que Steve Jobs tinha a dizer sobre isso :
Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, ea única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não se acomode. Tal como acontece com todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar.
Depois de ter descoberto o que você quer fazer, aqui estão algumas coisas importantes a ter em mente ao iniciar o seu negócio a partir de zero:

1. Investigação seu mercado.

Sabendo que a concorrência sabe não vai cortá-la.Vá fundo. Mergulhe no seu mercado e estudá-lo como um perito.  
Pesquisa do Google para palavras-chave relacionadas ao seu setor. Não desanime se o mercado parece inundada. Você pode usar isso a seu favor. Isso significa que ele está trabalhando para aquelas pessoas e você pode fazer o trabalho para você. Há dinheiro lá.

2. Defina um objetivo financeiro tangível.

Eu definir novas metas a cada seis meses e sempre esticar minha marca inicial. Trabalho para trás e descobrir o que você precisa fazer todos os dias para chegar onde você quer estar. Definir uma meta que é um trecho para você e olhar para os passos que você precisa tomar todos os dias para atingir esse objetivo.

3. Quando você cria um site, tornar o conteúdo compartilhável.

É ótimo para fazer referência a alguns dos líderes em seu espaço, mas quando você está desenvolvendo a sua própria marca, é importante para criar um conteúdo exclusivo em um único hub. Um site que os seus leitores e telespectadores podem fazer referência a voltar, por mais de seu conteúdo incrível.Eu me inclino sobre Derek Halpern , que é um profissional para isso.  

4. Criar uma lista.

E-mail é melhor forma de moeda on-line e criar uma lista de e-mail é uma das ferramentas mais importantes na construção de um negócio. À medida que desenvolve o seu site compartilhável, começar a construir uma lista de e-mails das pessoas que visitam seu site. Em seguida, continuar a fornecer-lhes valor. Isso se traduzirá em compradores para o futuro lançamento de seu produto ou serviço.
Adicionando um formulário de opt-in em seu site e ter um lugar para armazenar seus e-mails são os dois primeiros passos para a construção de sua lista de e-mail. Recursos livres como HelloBar.com e AppSumo.com permitem que você coletar informações de e-mail em seu site. Para armazenar endereços de e-mail, eu recomendo o programa Aweber, que ainda oferece um teste gratuito de 30 dias.

5. Lançamento de um produto ou serviço que você pode vender.

Se você tem um objetivo financeiro que você partiu para os próximos seis meses, então você tem que vender alguma coisa. Aproveite o tempo para descobrir o maior desafia o seu público está enfrentando e construir o seu relacionamento com eles. Em seguida, criar algo que resolve o seu problema. Eu sei que isso é mais fácil dizer do que fazer, mas é fundamental. Suas ligações vêm da sua lista, você convertê-los em clientes, acompanhar e construir um relacionamento.  

6. Comece agora e melhorar como você vai.

Um monte de gente perder tempo pensando em fazer coisas perfeitas antes de lançar o seu negócio.O logotipo, o site, a cópia - tudo. Este é um desperdício de tempo. Vender o seu produto antes de torná-lo, oferecendo uma pré-encomenda.Concentre-se na obtenção de vendas e atrair leads.As empresas bem sucedidas lançar o tempo todo e eles não são perfeitos.  
Pense no Facebook e todas as mudanças e melhorias que ele fez. Comece com um produto pequeno e sempre estar melhorando. Lançamento on-line você pode vender mais e mais e não tem que trocar tempo de dólares.
A coisa mais importante é apreciar o processo e saber que você não tem que fazê-lo perfeito.Comece hoje. Se não agora, quando?


FONTE: entrepeneur

segunda-feira, junho 29

Como causar uma boa impressão na entrevista de emprego

Boas qualificações profissionais não são a única forma de impressionar recrutadores nos processos seletivos. Demonstrar interesse na empresa e autocrítica na medida certa podem garantir pontos extras na 

entrevista de emprego

Entrevista de emprego
A entrevista pode ser a última etapa de um disputado processo seletivo (Getty Images)
Estar bem preparado é o primeiro passo para controlar a ansiedade e o nervosismo do candidato às vésperas de uma entrevista de emprego. Afinal, esta etapa da seleção pode ser o último obstáculo antes de o profissional alcançar um salário maior, dar um salto na carreira ou concretizar um sonho. "O candidato tem entre uma hora e uma hora e meia, que é o tempo médio de uma entrevista de emprego, para convencer o selecionador de que é o profissional mais capacitado para o cargo", diz Mariana Schwarz, gerente de marketing da consultoria Hays.
Veja cinco dicas dos especialistas em recrutamento e seleção para impressionar bem na entrevista de emprego: 
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Banque o detetive


Os especialistas são unânimes: dados financeiros, histórico da empresa, posição no mercado e número de funcionários são informações que se devem ter na ponta da língua na véspera de uma entrevista, independente do cargo, do nível e da área de atuação. Vale captar informações no site da empresa, na imprensa e nas redes sociais. Além de se sair bem ao ser questionado sobre a companhia, o candidato bem preparado não formula perguntas ingênuas, que revelam falta de conhecimento e interesse na empresa






Fontes: empresas de recrutamento e seleção Michael Page, Robert Half, Hays e ManpowerGroup Brasil

A importância das redes sociais para o e-commerce

Qual a importância das redes sociais para seu e-commerce?

O consumidor mudou e as formas de comunicação também. Passou de ser passivo às comunicações das empresas, onde ele optava por determinada marca devido apenas às suas comunicações tradicionais (televisão, rádio, jornal) ou o famoso boca a boca, para estar no meio da conversa, começando a também ser um elemento importante e essencial para ela. Ele tem deixa totalmente de lado a passividade de só receber informações, como também oferecê-las.

A importância das redes sociais para o e-commerce
Veja a importância das redes sociais para o e-commerce

E é com esse consumidor moderno e ditador de tendências que devemos falar e nos comunicar, ainda mais quando nos referimos a uma plataforma online como o caso do e-commerce.
Quando falamos de comunicação digital, nada mais indicado do que as redes sociais. Cada dia se torna mais comum o uso delas nesta plataforma, tanto no quesito das ações de marketing, quanto nas informações e detalhes de produto.
Elas vão além, como na parte de divulgação do produto que está em promoção na loja virtual, até questões como atendimento do cliente (um mix do SAC 2.0).
Já passou de tendência para uma realidade e até uma necessidade no caso de empresas que estão conscientes nesse processo. É sobre essas questões que vamos falar no post de hoje:

Por que investir em redes?

Um dos primeiros pontos que podemos colocar é o fato que 57% dos consumidores que já compraram pela internet alegam que acessar várias vezes ao dia em busca de informações sobre os diversos produtos e serviços que almejam adquirir.
Quando falamos em consumidores de e-commerce, as pesquisas indicam que homens e mulheres tem uma participação quase igual – 49% mulheres e 51% homens, segundo informações do IBOPE, porém quando o quesito discutido são as redes sociais, o público feminino demonstra uma maior demanda e influência nessas redes.
Ou seja, ter uma rede social bem planejada, com um conteúdo relevante sobre a sua marca e as áreas de interesse do consumidor, pode ajudar bastante neste processo.

Como começar esse investimento

Para começar o investimento em conteúdo, o mais importante é entender a melhor forma de utilizar esta ferramenta como benefício nos negócios da sua marca. Escolher o melhor canal, formato e linguagem são os principais pontos a serem observados no começo de qualquer estratégia.
Então, busque fazer uma boa análise, entenda seu público-alvo, confira o que a concorrência anda fazendo, assim você saberá os principais pontos a serem guiados na escolha e curadoria do seu conteúdo e das principais ferramentas a serem utilizadas.

Personalização

O consumidor atual está a cada dia em busca mais por um conteúdo e atendimento personalizado. Como dizemos no começo do post, ele não é mais passivo, agora ele também faz parte da comunicação, podendo inclusive expor suas opiniões e questionamentos nas próprias redes, o que gera repercussões ainda maiores. Afinal, ninguém gosta de ver sua marca sendo mal falada e aquilo compartilhado para que os outros clientes vejam.
Esses são apenas alguns dos elementos que demonstram a importância da utilização das redes sociais em seu E-commerce. Então deixe que as redes sociais possam trazer essa maior humanização em sua plataforma e-commerce, dando a atenção necessária e específica para cada cliente que precisar, fazendo com que ele se sinta único!
Mantenha-se atualizado sobre o uso das redes sociais no e-commerce assinando nosso  Boletim Informativo.


FONTE: guiadeecommerce

terça-feira, junho 23

5 Temas para se tornar um Empreendedor de Alto Impacto

Muito do sucesso dos empreendedores brasileiros se deve a uma intuição privilegiada e energia acima da média para superar obstáculos. O foco do artigo, no entanto, é apresentar cincos temas que precisam ser atacados ao longo do crescimento do negócio, independentemente do talento nato do empreendedor.
 1. Modelo de Negócio inovador
É comum o empreendedor iniciar a empresa com boas sacadas de produtos, como App's de monitoramento da saúde, equipamentos de alta tecnologia para limpeza de tubulações, entre outros. Faça a pergunta: quem é o meu cliente? Visite os locais em que ele realiza as compras, observe e anote as reações, entenda o que ele valoriza (hábitos de consumo) e em que aspectos a sua demanda não é atendida. Estime, com dados e fatos,  o tamanho do mercado (quanto dinheiro circula) e como ele vem crescendo). Veja como os atuais concorrentes atendem ao mercado e quais oportunidades estão abertas: qualidade e conveniência (supermercados gourmet), tendências tecnológicas (educação virtual estimulante para o jovem), conceito de produto e presença no PDV. Defina ou atualize seu modelo de negócio, considerando diferenciais difíceis de serem construídos ou copiados.
 2. Cultura Organizacional
Uma empresa é o conjunto de gente correndo atrás de atingir resultados. O time precisa ter uma razão muito forte, além do atendimento das necessidades básicas (A. Maslow), para fazer a diferença na rotina da empresa. Como o trabalho e a empresa fazem sentido para a vida do colaborador? Qual o sonho grande (em que tamanho quero chegar em 10-15 anos)? Quais os valores que pautam a rotina (como os líderes de fato decidem, não o que dizem)? A empresa pauta a remuneração, promoção e decisões em critérios meritocráticos (melhores tratados de forma diferenciada)? Se quiser, genuinamente, construir time engajado em atingir as metas desafiadoras, o empreendedor deve apresentar respostas convincentes a estas questões. Consulte os casos de sucesso e palestras no site da Endeavor Brasil.
 3. Sistema de Gestão orientado a resultados
 Simplesmente, entenda e execute o que o Professor Vicente Falconi ensina sobre Formulação Estratégica, Desdobramento de Metas e Gerenciamento da Rotina. São livros baratos e fáceis de ler, além disso, há vários vídeos disponíveis no Youtube. Como empreendedor de alto-impacto, é seu dever patrocinar com energia e consistência as metas estabelecidas, a execução das ações de melhoria, ações corretivas em caso de desvios - o método PDCA.
 4. Formação do Time
O empreendedor deve estruturar um processo em que o atingimento de cada meta seja um ciclo de aprendizado. Os desafios (metas, job rotation) puxam a necessidade de aprendizado, as boas fontes de informação e conhecimento dão os recursos, recrutamento de gente de elevado potencial aumenta a produtividade e, por fim, o estímulo para o time melhorar cada vez mais. Investir em formação de time de ponta garantirá o crescimento do seu negócio nos próximos anos.
 5. Boas práticas de Governança Corporativa
Lembre-se que paz, alinhamento e sonho grande compartilhado entre os sócios é fundamental para os quatro elementos acima rodarem. Boa governança é equilibrar os interesses entre família, sócios e executivos em prol do crescimento e perpetuação do negócio. Procure se informar no IBGC (www.ibgc.org.br) sobre boas práticas de governança como contrato social e acordo de acionistas. Não é algo apenas para grandes empresas, vários negócios de alto potencial fracassaram por problemas na cúpula da organização.
 O empreendedor transforma em realidade os cinco temas
Quem faz os cinco temas sairem do papel é o líder, o empreendedor de alto-impacto. Ou melhor, o conjunto de empreendedores que aceleram a empresa no dia a dia. Nós promovemos micro-revoluções no meio econômico e social, e geramos muitas oportunidades para quem acredita e mergulha com tudo no projeto e nas mudanças!


FONTE: Endeavor

Três dicas para entender seu público através do Big Data

Com o mar de informações online à disposição, é possível gerar pesquisas e relatórios relevantes ao planejamento de marketing e vendas sobre o perfil e comportamento do público alvo de uma empresa. A BigData Corp preparou três dicas para atingir seu público utilizando  tecnologia Big Data:

Foco nas interações

A partir da análise do teor e da quantidade de curtidas, compartilhamentos ou comentários – seja em blogs, sites de notícias ou redes sociais –, é possível verificar algumas das principais tendências opinativas do momento. Isso pode ser feito por meio de observação ou com processos automatizados, como busca e checagem de palavras-chave na Internet.

Sites mais visitados

O número de visitas a sites da web por si só não define ações direcionadas, mas quando alguma anomalia acontece, aumentando repentinamente os acessos, entender o que gerou esse fluxo extra é importante. Entendendo a motivação por trás deste crescimento, é possível traçar planos de curto prazo para abraçar uma oportunidade repentina.

Assuntos populares

Produtos inovadores, notícias ou tendências culturais: estar atento ao que está chamando a atenção do público ajuda a identificar oportunidades para oferecer serviços, soluções e conteúdos relevantes à audiência online, de leitores, telespectadores ou mesmo colaboradores da uma empresa.



FONTE: Adnews

segunda-feira, junho 22

‘Mindfulness': a atenção plena é ideal para combater as distrações

Ser plenamente consciente do que está ocorrendo aqui e agora é um desafio na era digital



Mal acabo de começar a escrever este artigo quando meu computador me avisa que tenho três e-mails novos na minha caixa de entrada. Além disso, recebi duas ligações e várias mensagens. Então aproveitei e entrei no site do jornal As para ver se havia acontecido algo de relevante no mundo do esporte. Meia hora se passou e ainda não escrevi uma só linha.

A falta de concentração é contínua, o bombardeio não para. Meu único consolo, se podemos chamar assim, é que não acontece apenas comigo, mas é o sinal dos tempos digitais. Segundo as estatísticas, passamos cerca de onze minutos no máximo concentrados em uma atividade antes que alguém nos interrompa. E, se ninguém faz isso, somos nós mesmos que nos desconectamos. Se isso fosse pouco, cada momento de falta de concentração faz com que se leve entre dez e 20 minutos para recomeçar a atividade. Não estamos acostumados a estar situados no presente. Nosso corpo está, mas nossa cabeça não. Nos acostumamos com a distração, a atenção parcial, algo parecido a uma praga universal da síndrome de déficit de atenção. Temos tanta vontade em estarmos conectados que nos esquecemos de primeiro conectar com nós mesmos. E isso produz estresse, ansiedade, sensação de opressão, de estar sempre atrasado, de não ter tempo para nada.

Assim, não é de se estranhar que o conceito de mindfulness tenha surgido com tanta força. Essa prática de origem budista conta com mais de 2.500 anos, no entanto só passou a ser difundida no Ocidente há cerca de 30 anos para tratar problemas associados ao estresse e à dor crônica. Hoje, a aplicação desse conceito se estende a quase todos os campos, como por exemplo nas salas de aula. É normal ver as universidades oferecendo aos seus alunos oficinas de atenção plena, conscientes de que na maioria dos casos a distância que separa o sucesso do fracasso não tem a ver com o talento natural, mas com a capacidade de nos concentrarmos, que permite reter conceitos, relacioná-los, entendê-los e incorporá-los em nossas estruturas de pensamento. É porque, por mais que uma pessoa seja intelectualmente capacitada, sem atenção a reprovação é quase certa. É preciso entender que o cérebro não é multitarefa. Apenas podemos nos concentrar em uma coisa de cada vez e, se não fazemos isso, se tentamos estar em vários lugares ao mesmo tempo, não conseguimos um resultado satisfatório como aqueles que com igual ou menor capacidade que a nossa conseguem, colocando o foco de toda sua atenção na atividade concreta que estão desenvolvendo.

"A atenção é um músculo que deve ser treinado
As pesquisas científicas demonstraram o que os budistas já sabiam há mais de dois mil anos, quer dizer, que um estado de atenção consciente ajuda não apenas na redução do estresse ou da ansiedade, mas também a ser mais criativos, em poder julgar e avaliar as situações com maior clareza, aumentar a resistência emocional e desfrutar mais do que estamos fazendo.

Como tantas outras capacidades do ser humano, a atenção também pode ser treinada. Porque é um músculo que quando se utiliza é fortalecido e, quando não, atrofia. Os resultados, logicamente, são progressivos e podemos, pouco a pouco, ir conseguindo maiores cotas de atenção. Além disso, se vamos enfrentar atividades que exigem maior concentração, como por exemplo uma época de provas, treinar alguns minutos vai nos preparar para expandir os limites de nossa atenção, minimizar os efeitos das distrações, próprias e alheias, e desfrutar do momento. Assim vamos criar agora nossa própria academia de mindfulness. Para isso precisamos reservar entre cinco e 20 minutos por dia de treinamento e fazer estes três exercícios que podem ser repetidos à vontade e, inclusive, introduzir todas aquelas variações que nos venham à cabeça. O importante é praticar.

Para saber mais


Ilustración de Anna Parini


LIVROS

‘Focus’
Daniel Goleman (Kairos)
Neste livro encontrassem-se as chaves
de como aumentar a capacidade de atenção
para conseguir a excelência.


‘Colore mandalas’
Susanne F. Fincher (EDAF)
Com ele poderemos colorir 48
mandalas inspirados nas
formas da natureza.



A uva passa. Este é um dos exercícios mais utilizados nas oficinas de mindfulness em todo o mundo. É tão simples como revelador. Trata-se de pegar uma uva passa. Sim, uma simples uva passa. Mas não a comemos, não por enquanto.

Primeiro, observa-se a passa com detalhe e é preciso se concentrar e se dar conta do amplo leque de cores e tonalidades, de como a luz incide em suas dobras, em sua textura rugosa. Suas formas irregulares aos nossos olhos. A ideia é captar tudo o que possa ser visto. Depois, é preciso fechar os olhos e tocar a uva passa. Mas com carinho. Fazer com que ela dance entre os dedos para sentir sua textura e o nosso tato, de como sua pele se mescla com a nossa.

Depois, ainda com os olhos fechados, colocamos a passa na boca. Não a mordemos, mas a acariciamos com os dentes primeiro, para depois notar que cai em nossa língua, acomodando-a. Agora a exploramos com a língua, da mesma maneira que fizemos com os dedos. Lentamente. Sem pressa. Desfrutando de tudo o que uma simples e insignificante uva passa possa nos oferecer. No final, agora sim, a mordemos. E somos conscientes de uma explosão magnífica produzida em nossos sentidos.

Percebemos seu sabor, como se funde e confunde com o nosso, com a saliva, com o gosto. Tratamos de encher toda a boca com essa mescla, chegando a todos os cantos. Apenas então engolimos a uva passa e notamos como cai pela garganta, como abandona a boca e se integra em nosso interior. Um vez finalizado o exercício, esperaremos alguns segundos para abrir os olhos e comemorar que desfrutamos de uma uva passa, talvez pela primeira vez na vida, em vez de engoli-la. Exploramos todas as possibilidades que tinha para nos oferecer. Isso é o que ocorre com o presente, que se o engolimos com a pressa e a falta de atenção, não deixamos que nos dê tudo o que tem para oferecer.

Pintar e colorir. Não é a primeira vez que nesse espaço se comenta a importância de recuperar certas atitudes e atividades infantis em benefício do desenvolvimento pessoal. Sem dúvida, este é um dos casos mais chamativos. E, ultimamente, se insiste muito, em muitos âmbitos, nos benefícios de pintar e colorir, que todos já praticamos, para a obtenção do estado de atenção plena. Apenas são necessárias algumas folhas brancas e pretas, pegar dois lápis de cor e começar a pintar. Com atenção. Abstraídos. Concentrados. Da mesma maneira de quando éramos crianças.

Um estado de atenção consciente ajuda não apenas na redução do estresse ou da ansiedade, mas também a ser mais criativo
Tentar não custa nada, na Internet podemos encontrar uma infinidade de modelos para pintar de todo tipo, especialmente mandalas, que são as representações do macrocosmos e do microcosmos usadas no budismo e no hinduísmo. Essa atividade, tão simples, reduzirá nosso ruído interior, nos permitirá treinar a arte de focarmos em apenas uma atividade, nos conectaremos com nossa parte criativa e estimularemos a psicomotricidade. Carl Jung, o grande psiquiatra suíço, não duvidava disso ao afirmar que “a prática da mandala é a única terapia que pode ser feita sozinho".

Respiração. Como os atletas, que aprendem que para melhorar o rendimento devem respirar corretamente, nós também temos que praticar a respiração em nossa academia de atenção plena. Apesar de existirem muitas técnicas de respiração, é possível começar com a mais simples, que é a respiração quadrada. Basicamente trata-se de cadenciar a respiração, se dando conta de que se está respirando e afastar todo pensamento que tente interferir neste exercício. Eduard Punset, em seu blog, ensina com sua aparente simplicidade carregada de pedagogia como praticar a respiração em benefício da atenção plena:

“Em primeiro lugar, adotar uma postura de descanso. Em segundo lugar, respirar profundamente graças a uma absorção moderada de ar e sua consequente e posterior exalação. Em terceiro lugar, deixar que o organismo supere o ato de respirar profundamente para acariciar, muito brevemente, os pensamentos aos quais se renuncia. Em quarto lugar, anotar que o ato de respirar foi interrompido por algum pensamento para voltar o quanto antes ao processo respiratório. Basta repetir durante dez minutos todos os dias o exercício —e esse é o quinto passo—para constatar que o foco da atenção melhorou”.

Pegue o coelho

Um estudante de artes marciais se aproximou do mestre para fazer a seguinte pergunta: “Querido mestre, apesar do muito que aprendo com o senhor, gostaria de melhorar meus conhecimentos das artes marciais. Além de aprender com o senhor gostaria de aprender com outro mestre para dominar outro estilo e outras visões que com certeza me enriqueceriam.
O que o senhor acha da ideia? O mestre, que havia escutado com atenção as palavras de seu discípulo, meditou por alguns instantes e disse: “O caçador que persegue dois coelhos não pega nenhum”.



FONTE: Elpaís