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terça-feira, agosto 11

Empresas mineiras desenvolvem soluções para reduzir consumo de energia

Apoiados pelo Sebrae Minas, pequenos negócios buscam alternativas para que as concessionárias e a população possam disponibilizar e consumir energia de forma mais sustentável



O Brasil tem presenciando uma das piores estiagens dos últimos tempos, o que levou reservatórios de águas em diversos estados a operarem com níveis muito baixos. Frente à equação escassez de recursos X aumento do consumo energético, o Sebrae Minas criou o projeto Coletivo, que apoia 20 micro e pequenas empresas, a maior parte incubada na Universidade Federal de Itajubá (Unifei), com o intuito de incentivar o desenvolvimento e a competitividade do setor de smart grid, isto é, na criação de equipamentos e serviços que utilizem redes e dispositivos inteligentes com foco no consumo mais intenso da tecnologia em todo o ciclo da produção de energia.
A iniciativa, que teve início em junho deste ano, possui diversas ações que se estenderão até 2017, com o objetivo de capacitar e estimular a abertura de novos mercados. “O objetivo é que até o final já do próximo ano, as micro e pequenas empresas participantes conquistem um aumento de faturamento de até 50% e incremento de 5% de produtos de alto impacto de inovação que possam ser lançados no mercado, estimulando, assim, o desenvolvimento de novas soluções”, explica Elaine de Fátima Rezende, analista do Sebrae Minas.
Entre as empresas que participam do projeto do Sebrae Minas está a S.O. Esco, uma das incubadoras da Unifei, que desenvolveu projetos na linha de economia de energia e água. Renato Swerts Carneiro, sócio da empresa, conta que, entre os produtos criados, está um monitor que acompanha em tempo real o consumo desses dois recursos naturais. “O diferencial é que ele faz a medição e transmite as informações para uma plataforma, via internet, e tem funções que ajudam a melhorar a gestão do consumo de energia e água.”
Entre as soluções desenvolvidas está um alarme que é acionado sempre que o valor do consumo ultrapassa o pré-estabelecido. Com isso, as indústrias podem analisar com antecedência o gasto de energia de um determinado setor ou equipamento e, assim, adotar ações corretivas e que garantam o gerenciamento eficiente do seu uso. Basta instalar o monitor no quadro da rede elétrica, sendo que um primeiro equipamento faz a leitura e transmite os dados via rádio para uma central, que, então, publica na internet. A central de energia pode ser integrada ao sistema da empresa.
“Trata-se uma ferramenta de gestão dentro de um serviço que nós vendemos. Junto dela, nós realizamos projetos de eficiência energética, em que estudamos os principais consumos, as possibilidade de melhoria, o custo e benefício dessas melhorias, entre outros serviços. Por meio dessa consultoria é detectado o que realmente precisa ser monitorado, possibilitando uma melhor gestão do consumo”, esclarece Renato Carneiro. “Outro diferencial é que monitor pode ser personalizado de acordo com as necessidades do usuário. Por exemplo: uma indústria calçadista pode se informar sobre a quantidade de energia elétrica gasta para produzir um lote de mil sapatos.”
A solução começou a ser desenvolvida com o Sebratec no final de 2013, tendo um protótipo instalado no prédio da incubadora, na Unifei. “A ideia é que o valor final reduza para que as empresas consigam fazer o maior número de monitoramentos possíveis, gerando mais informações”, vislumbra.
Apesar disso, a S.O. Esco já emitiu algumas propostas comerciais para a própria universidade, além de uma indústria automotiva, prefeituras, com foco em iluminação pública, e hospitais, para o monitoramento de material esterilizado e lavanderia. A partir desse investimento, espera-se que a economia de energia chegue a 20%.
Redução tarifária
Já a empresa Sete é destinada à indústria e ao comércio e trata dos aspectos de reajuste e revisão dos custos das Distribuidoras de Energia Elétrica, para que as tarifas de energia elétrica possam ser estimadas pelos usuários. “É um software de estimativa de energia. O cliente contrata o serviço, através de uma assinatura anual, e coloca as premissas dele no sistema, o que influenciará no valor da tarifa. A partir desses dados, o sistema apresenta uma estimativa, mas esse valor pode mudar de acordo com os parâmetros apresentados”, esclarece a empreendedora.
Dessa forma, o usuário consegue entender um pouco mais como a tarifa de energia influencia no custo final da empresa, na produção, ou no próprio planejamento de gastos para o ano seguinte.
Até agosto deste ano, o Sete já possuía 41 usuários ativos nas áreas de comercialização e distribuição de energia elétrica, produção e refino de petróleo, associações e grandes consumidores.
Prevendo falhas
Desde 2000 no mercado, a empresa PS Soluções cria projetos de manutenção preditiva de motores elétricos, especialmente motores de indução, o que permite realizar o diagnóstico e predição de falhas com métodos não invasivos e com os motores operando normalmente.
De acordo com Erik Leandro Bonaldi, sócio-diretor, a solução permite prever as falhas desses equipamentos, possibilitando que seja feita a programação de intervenções. “Imagine um motor de uma refinaria da Petrobras. Se ele quebrar, dependendo de que parte do processo for responsável, poderá provocar um prejuízo de R$ 600 mil por dia. Se ele ficar dez dias parado, o prejuízo será de R$ 6 milhões. O nosso equipamento evita que isso aconteça. Ele avisa que o motor pode estragar e, com isso, programa a intervenção, e, ao invés de ficar parado dez dias, fica apenas um”, explica. O mesmo produto pode ser usado em geradores, evitando paradas com interrupções de energia pela unidade geradora afetada.
Apesar de a manutenção preditiva já estar no mercado desde 2004, o empresário decidiu participar do grupo coletivo devido à possibilidade de apresentar a solução em outros países, além do contato com as demais empresas participantes, que acaba trazendo outros benefícios.


FONTE: administradores

terça-feira, junho 23

Sem fronteiras para a educação


Em quatro Estados, experiências diferentes se destacam quando o propósito é ajudar a melhorar educação com auxílio da tecnologia

Canais de YouTube com conteúdo de física, matemática e química, além de uma plataforma que reúne várias disciplinas do vestibular. Experiências diferentes, em quatro Estados brasileiros, se destacam quando o propósito é ajudar a melhorar a educação com auxílio da tecnologia.
Sucesso com seu conteúdo de física, o alagoano Ivys Urquiza teve algumas aulas visualizadas mais de 250 mil vezes no YouTube. Seu público-alvo  é formado principalmente por estudantes que se preparam para prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e os tradicionais vestibulares. E a adesão dos alunos ao projeto Física Total é tamanha que Urquiza está agora investindo em um aplicativo para smartphones sobre a disciplina. “A ideia é ter a convergência de todos os vídeos e informações do site, além do conteúdo do Facebook e do nosso canal”, explica Urquiza. Segundo o professor, o aplicativo está em fase de testes e deve estar disponível no primeiro bimestre de 2015.
Além de vídeos e textos, a ferramenta contará com uma programação por meio de rádio e uma biblioteca de fórmulas. “Ao pesquisar a fórmula, automaticamente o estudante terá acesso a um vídeo personalizado para orientá-lo, ao Facebook, ao site ou a qualquer outro conteúdo que ofereça maior compreensão.” No rádio, a versão podcast será a responsável por trazer dicas sobre o Enem e os vestibulares mais concorridos, com informações sobre o calendário e os locais de prova.
Idealizador do canal Química em Ação, o goiano Paulo Valim se propõe a mostrar a disciplina no cotidiano, de forma mais acessível. “Sempre vi que muitas coisas em química, por serem tão microscópicas e longe da realidade de um aluno de 15 anos, causavam a má compreensão de uma série de fenômenos”, explica. “Assim, as pessoas conseguem associar a química ao que acontece à nossa volta e até mesmo cuidar melhor do planeta.”
Valim, no entanto, faz um alerta: o sucesso desses canais depende principalmente da vontade do aluno - e não somente das explicações do professor. “Se ele vem de fato atrás do conhecimento, o desempenho é outro.”
Também entusiasta do uso da tecnologia na educação, o paulistano César Medeiros, mais conhecido como Nerckie pelos que acompanham a plataforma Vestibulândia, diz que as novas ferramentas dão aos professores recursos como gráficos e animações em 3D, que facilitam a compreensão dos alunos. “O ensino presencial possui vantagens, como a interatividade, mas também desvantagens. Usando apenas a lousa, o professor muitas vezes fica impedido de ser plenamente claro”, afirma Medeiros, que atualmente vive em Santa Catarina. Ele salienta, porém, que as máquinas nunca poderão substituir um professor. “A tecnologia complementa, socializa, mas o trabalho intelectual, em qualquer caso, sempre será feito pelo educador.”
E vários deles passaram de fato a utilizar essas plataformas, como mostra uma pesquisa recente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br). O trabalho constatou que 61% dos professores da rede pública de ensino utilizaram, em 2013, videoaulas da internet para auxiliar seus alunos em sala de aula e 96% contaram com conteúdos da internet para preparar as aulas.
Por trás do sucesso Matemática Rio, com cerca de 350 mil visualizações por mês, Rafael Procópio se entusiasma com o alcance de seu conteúdo. “Com o canal ‘Matemática Rio’, consigo dar aulas em um único dia mais do que daria em minha vida toda.” Ele acredita que os docentes precisam ser apoiados em suas iniciativas criativas. 

SERGIO CASTRO/ESTADÃO

Da esquerda para a direita: Leon Domarco Botão (Unimep), Rafaela Tavares Kawasaki (Unitoledo), Marcos Madureira, vice-presidente executivo de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander Brasil, Natasha Kawanishi Mazzaro (PUC-SP), Ricardo Rossetto, Juliana Verri Ribeiro (Unitau), Lucas Gabriel Santiago Rangel (Faat), Roberto Gazzi, diretor de Desenvolvimento Editorial do Grupo Estado, e Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado.

Aluna da Unitau, Juliana Verri Ribeiro foi finalista do 9º Prêmio Santander Jovem Jornalista
A fase final e a cerimônia de premiação ocorreram na segunda-feira, na sede do banco, com a participação dos diretores de Conteúdo e Desenvolvimento Editorial do Grupo Estado, Ricardo Gandour e Roberto Gazzi, respectivamente, e de Marcos Madureira, vice-presidente executivo de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander Brasil.  Rossetto e os outros cinco universitários finalistas - Leon Domarco Botão (Unimep), Rafaela Tavares Kawasaki (Unitoledo), Natasha Kawanishi Mazzaro (PUC-SP), Juliana Verri Ribeiro (Unitau) e Lucas Gabriel Santiago Rangel (Faat) - receberam laptops e garantiram a publicação de suas matérias. A reportagem do vencedor também está hoje no jornal O Estado de S. Paulo. 
Confira os textos de todos os finalistas: 


FONTE: estadao

Três dicas para entender seu público através do Big Data

Com o mar de informações online à disposição, é possível gerar pesquisas e relatórios relevantes ao planejamento de marketing e vendas sobre o perfil e comportamento do público alvo de uma empresa. A BigData Corp preparou três dicas para atingir seu público utilizando  tecnologia Big Data:

Foco nas interações

A partir da análise do teor e da quantidade de curtidas, compartilhamentos ou comentários – seja em blogs, sites de notícias ou redes sociais –, é possível verificar algumas das principais tendências opinativas do momento. Isso pode ser feito por meio de observação ou com processos automatizados, como busca e checagem de palavras-chave na Internet.

Sites mais visitados

O número de visitas a sites da web por si só não define ações direcionadas, mas quando alguma anomalia acontece, aumentando repentinamente os acessos, entender o que gerou esse fluxo extra é importante. Entendendo a motivação por trás deste crescimento, é possível traçar planos de curto prazo para abraçar uma oportunidade repentina.

Assuntos populares

Produtos inovadores, notícias ou tendências culturais: estar atento ao que está chamando a atenção do público ajuda a identificar oportunidades para oferecer serviços, soluções e conteúdos relevantes à audiência online, de leitores, telespectadores ou mesmo colaboradores da uma empresa.



FONTE: Adnews

quinta-feira, abril 16

Pesquisa conjunta de institutos brasileiro e argentino avança na busca por droga anti-Alzheimer

A doença de Alzheimer é uma das que mais debilita seu portador e ainda não é suficientemente conhecida pela ciência para se encontrar uma cura. Mas os caminhos para se desbravar esse mal são abertos continuamente mundo afora. Uma pesquisa de laboratório feita entre institutos de Brasil e Argentina descobriu um composto orgânico capaz de evitar o acúmulo de metais fisiológicos no cérebro, o que pode ajudar a retardar a progressão da doença.

O estudo é fruto da parceria entre o Departamento de Química do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e o Instituto de Biologia Molecular e Celular de Rosario, na Argentina.

Nicolás A. Rey, um dos coordenadores da pesquisa, explicou que os testes experimentais comprovaram que o composto hidrazona se mostrou eficaz no seqüestro de biometais como zinco, cobre e ferro da beta-amiloide, uma proteína encontrada em grande quantidade em pacientes com Alzheimer. Essa proteína pode bloquear a sinalização entre as células nas sinapses, que é o primeiro passo para se chegar à perda de neurônios e aos sintomas da doença.
“Os metais que se acumulam na beta-amiloide produzem radicais-livres que atacam os próprios neurônios. O hidrazona tem boa absorção no cérebro, não é tóxico, e seu processo [de produção] é ambientalmente correto e de baixo custo”, disse.
Após testes preliminares em animais, a reação do grupo de controle foi muito positiva, de acordo com os pesquisadores. Os testes devem durar mais um ano e meio e a equipe vai buscar parceiros para a fase de testes farmacológicos na busca por drogas anti-Alzheimer.




FONTE: Agência Gestão CT&I, com informações da Agência Brasil

terça-feira, abril 14

TECNOLOGIA: Projeto de carro japonês vem equipado com grill, karaokê e drone para selfies

A Nissan quer tornar o projeto realidade através de uma campanha de crowdfunding







Os japoneses estão planejando transformar o sonho de viajar e poder preparar um churrasco onde bem imaginar em realidade. A Nissan, em parceria com a Associação Japonesa de Churrasco, apresentou o projeto para seu novo carro multifuncional, o Nissan Ultimate Smart BBQ. Ele vem equipado com churrasqueira, pia, máquina de karaokê e até mesmo um drone para capturar selfies dos momentos de comilança e descontração.
O carro é baseado no modelo e-NV 2000, uma mini-van totalmente elétrica. Entretanto, o Nissan Ultimate Smart BBQ ainda é um projeto e precisa da ajuda de financiadores para sair do papel. O crowdfunding para arrecadação de pouco mais de 8 mil dólares está sendo realizado via Green Funding Lab e encerra dia 31 deste mês. 
Caso o financiamento coletivo dê certo, os donos dessa churrasqueira ambulante poderão usufruir de itens como: um grill elétrico de 1500W de potência, um sistema de proteção contra mosquitos por ondas ultrassônicas, chuva artificial para dias de calor escaldante, janela com monitor e conexão direta com smartphones, karaokê com tela integrada à janela, drone dedicado a selfies acoplado ao teto, pia, lixo e utensílios de cozinha acoplados ao porta-malas, toldo para armação anexa ao carro. Apesar das expectativas, vale uma ressalva para os brasileiros: a empresa não tem planos de lançar o modelo nas Américas.
Confira o vídeo de divulgação: 











FONTE: administradores

quarta-feira, março 18

Lousa inteligente promete que aluno nunca mais terá de anotar nada durante as aulas

Aparelho pode ser uma alternativa ao consumo do papel dentro das empresas

Empresas preocupadas com questões de sustentabilidade buscam reduzir o consumo de materiais, sobretudo o papel, ou substituí-los por alternativas muitas vezes eletrônicas ou processos de uso consciente.
Uma dessas opções que aparecem no mercado é a Smart Kapp, uma lousa que reproduz anotações em tablets, smartphones ou qualquer outro device conectado a ela. É o fim da era dos blocos de rascunho, definitivamente.
O conteúdo criado no aparelho pode ser compartilhado nos formatos JPG e PDF. O Smart Kapp custa US$ 899 e está disponível para venda no site da empresa.







FONTE: PME.estadao

terça-feira, março 17

Torneio de robótica estimula inovação no ensino feita por estudantes

Robô construído pela equipe de José Eduardo ajuda a organizar as letras para as crianças em processo de alfabetização - Foto: Agência Gestão CT&I
Robô construído pela equipe de José Eduardo ajuda a organizar as letras para as crianças em processo de alfabetização - Foto: Agência Gestão CT&I

Como os processos de aprendizagem no início do ensino fundamental se tornaram defasados ao longo dos anos, as crianças continuam cada vez mais desestimuladas a aprender. Contudo, soluções inovadoras para estimular os jovens nas escolas brasileiras foram apresentadas por cerca de 600 estudantes, de 9 a 16 anos, oriundos de vários estados do País, durante a abertura do Torneio de Robótica First Lego League (FLL), realizada nesta sexta-feira (13) em Brasília (DF).

Vindo de Natal (RN), o estudante José Eduardo Moura, de 13 anos, construiu junto com sua equipe um robô capaz de tornar o método de alfabetização bem mais interessante para as crianças de 4 a 7 anos. “Por controle remoto, ele vai pegando e organizando as letras das imagens que a gente mostrar, para então formar as palavras. O preço não é muito acessível, então criamos o braço hidráulico, que vai fazer basicamente a mesma coisa que o robô faz”, contou.

Segundo José, ao conversar com profissionais da área de ensino sobre o processo de alfabetização, descobriu que os alunos se interessam mais pelo assunto quando estão interagindo diretamente com ele. “O problema é que as crianças estavam achando o método de alfabetização tradicional muito chato. Não estavam interessados em aprender e ficavam desestimulados. Mas quando interagem, gostam mais e se divertem mais”, explicou.

Esta etapa nacional do torneio tem as 60 melhores equipes do Brasil, que garantiram vaga em dez seletivas regionais. Os times são formados por estudantes vindos de escolas públicas, particulares e do Serviço Social da Indústria (Sesi), que organiza o evento.

Estímulo

De acordo com o diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi, a alta tecnologia utilizada pelos estudantes estimula a percepção deles nas áreas de ciência, matemática e engenharia, além de criar uma resolução para o problema da educação nacional.

“Temos escolas do século 19, com professores do século 20 e alunos do século 21. Com o torneio, estamos criando processos de aprendizagem modernos, em um contexto que dialoga com a realidade dos estudantes. Eles compreendem muito mais o que está por de trás dos conceitos de ciência a partir de soluções no mundo real”, comentou.

Torneio

Até domingo (15) o torneio receberá estudantes para apresentarem suas invenções. O vencedor poderá participar do World Festival, evento mundial realizado em Saint Louis (EUA), com as melhores equipes de robótica do mundo.

A competição é promovida pelo grupo dinamarquês Lego e pela organização norte-americana For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First) em mais de 80 países e envolve mais de 200 mil jovens por ano. No Brasil, este é o 11° ano do campeonato, que ocorre há 17 anos no mundo. A expectativa por organizadores é que aproximadamente oito mil pessoas visitem diariamente o evento em Brasília.


(Leandro Cipriano, da Agência Gestão CT&I)

As coisas que o Galaxy S6 faz e o iPhone, não




Os novos smartphones da linha Galaxy não têm muitas inovações em relação à versão anterior. Ao invés de adicionar recursos, a Samsung preferiu aprimorar itens como design, o sensor de impressões digitais e outras características. Ainda assim, há muitas funcionalidades que os Galaxy S6 possuem e os iPhones, não. Confira:
  1. Você pode usar o Galaxy S6 e S6 Edge para realizar pagamentos em qualquer loja com cartão de crédito através do Samsung Pay. Enquanto o Apple Pay só funciona no iPhone 6 e 6 Plus em terminais habilitados para NFC.
  2. Você pode recarregar a bateria do seu novo smartphone da Samsung usando um pad de carga sem o uso de cabos. iPhones precisam estar conectados a cabos.
  3. Segundo a Samsung, 10 minutos de carregamento da nova linha garante bateria por 4 horas de uso. O iPhone não possui uma tecnologia de carregamento rápido.
  4. No o Galaxy S6 Edge você pode atribuir uma cor a um contato e o celular acende nessa cor escolhida quando recebe uma chamada. Essa tecnologia não existe no iPhone.
  5. Você pode ativar a câmera do Galaxy S6 e S6 Edge clicando duas vezes no botão home. No iPhone você precisa ir até o aplicativo da câmera ou no ícone de câmera no teclado bloqueado.
  6. A câmera do Galaxy acompanha um objeto quando ele se move para não perder o foco. O iPhone não faz isso, embora a Apple tenha algumas novas funcionalidades ao iOS 8.
  7. Ambos os modelos do Galaxy vêm com um aplicativo de gerenciamento inteligente que permite limpar o aparelho apertando um botão. Alguns aplicativos terceirizados, como o Checker, pretendem fazer isso para o iPhone, mas ainda não há detalhes de como funcionarão.
  8. O Galaxy permite executar mais de um aplicativo ao mesmo tempo na tela inicial. No iPhone é necessário abrir um aplicativo por vez na tela inicial.
  9. Os Galaxy S6 e S6 Edge podem medir sua freqüência cardíaca. Apesar de aplicativos para a saúde, nenhum iPhone ainda é capaz de medir a frequência cardíaca.
  10. No Galaxy S6 Edge você pode verificar a previsão do tempo mesmo com o restante da tela desligada. Isso é impossível no iPhone.




FONTE: olhardigital

quarta-feira, março 11

Inpa deposita seis novos pedidos de patente ao INPI em 2015




Neste início de 2015, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) já enviou seis pedidos de depósito de patentes no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). São resultados de quatro pesquisas nos campos da nutrição, tecnologia e engenharia de alimentos, além de uma invenção relacionada às áreas das engenharias civil e de materiais e de uma tecnologia associada aos setores da farmácia, da medicina e da fitoquímica.

Dentre as novidades, há uma viga compósita combinada com duas camadas de materiais diferentes para prover soluções construtivas de grande flexibilidade de aplicação. Há também uma composição alimentícia funcional (que oferecem vários benefícios ao organismo e ajudam a prevenir ou reduzir o risco de algumas doenças) à base de um extrato de planta que confere ao produto final propriedades farmacológicas com capacidade de prevenção ou tratamento da úlcera gástrica e a constipação estomacal.



(Agência Gestão CT&I, com informações do MCTI e do Inpa)

quarta-feira, março 4

Energia Inteligente

Com a pressão do consumo global de energia aumentando de ano para ano, cientistas e engenheiros estão, cada vez mais, à procura de maneiras criativas e inovadoras para combater a tendência crescente. Com foco no acesso à energia, confiabilidade e geração de energia alternativa, energia inteligente é uma área em que o mundo realmente exige a nossa maior atenção.
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O que você acha: no futuro, quais serão as principais fontes de energia onde você mora? De acordo com a maioria das principais organizações, a maior parte, com certeza, será proveniente de recursos renováveis. Por exemplo, a quota global de geração de energia renovável está projetada para aumentar até 40% de 2012 a 2018, de acordo com o Medium-Term Renewable Energy Market Report 2013 (MTRMR), da Agência Internacional de Energia (IEA, em inglês). Os materiais renováveis constituirão quase um quarto da geração de energia bruta mundial até 2018, ante uma estimativa de 20% em 2011. A maior parte ainda virá da água. Prevê-se  que a participação de fontes não-hídricas, como a eólica, a solar, a bioenergia e a geotérmica na geração total de energia chegue a 8% até 2018.
Mas há problemas! Em grande medida, a energia renovável não é competitiva no momento sem os subsídios. A longo prazo, essas energias só podem se tornar parte importante do nosso mix energético se competirem em termos de custo e de segurança do abastecimento. Serão necessários especialistas de muitas áreas para fazer isso acontecer. A química pode desempenhar um papel importante. Por exemplo, soluções inovadoras, como estabilizadores UV, de calor e de luz ou novos sistemas de impressão, podem tornar mais eficiente  o uso de painéis solares, melhorar a produção de energia e aumentar a vida útil dos sistemas. A química também possibilitar que turbinas eólicas sejam fabricadas e instaladas de forma mais eficiente e também contribuir para que sua operação seja mais econômica.
Além disso, novas ideias visionárias são testadas em projetos-piloto inovadores mundo afora, como a tecnologia de captação de energia. A captação de energia explora a energia do ambiente através da geração de eletricidade a partir de fluxos de movimento, de pressão e de ar. Dois exemplos: em veículos híbridos, os freios são conectados a um gerador de energia; e placas de energia que possuem fibras piezoelétricas, presentes em calçadas, convertem o movimento dos pedestres em energia.
Um fator importante em cenários futuros de energia é o fator custo. Não só as inovações dentro do campo das energias renováveis​​, mas também o desenvolvimento de novos depósitos não convencionais de combustíveis fósseis com métodos inovadores de extração, os custos subsequentes de armazenamento e distribuição (link para o respectivo desafio) de energia, redução do consumo de energia (link para o respectivo desafio) e legislação local, terão um grande impacto sobre o desenvolvimento do setor das energias renováveis​​.
Fontes de energia renováveis ​​certamente terão importância crescente. Mas quais são os fatores que impulsionam e quais são os obstáculos para a utilização de mais energias renováveis? Em quais áreas específicas precisamos de mais pesquisas e inovações? Como isso tudo difere entre as regiões? Quais são suas experiências com energia proveniente de fontes renováveis? Junte-se à discussão online no Creator Space agora!

FONTE: creator-space.basf.com

Intel lança computador de bolso na CES 2015



Imagem do Compute Stick (Reprodução/ Tecmundo)
Você é daqueles que não dispensa um bom computador de mesa, mas não gosta de ocupar muito espaço? Vai ficar animado com o Compute Stick, da Intel. A fabricante de chips lançou durante a feira CES 2015 seu minicomputador que tem a forma e o tamanho de um pendrive. O dispositivo simplesmente transforma qualquer tela ou monitor individual em um computador completo.

Para funcionar o dispositivo precisa ser conectado a uma entrada HDMI de um display. Ele tem Memória RAM de 2 GB, um processador Intel Atom Bay Trail e o seu armazenamento interno é de 32 GB. O sistema será capaz de rodar o Windows 8.1. O fornecimento de energia é realizado por uma porta Micro-USB que fica na lateral do Compute Stick.

Com o preço de US$ 150,00, a Intel planeja colocar o produto no mercado ainda no primeiro trimestre deste ano.



FONTE: Redação Adnews/Com informações do Tecmundo

terça-feira, março 3

SC firma acordo com Berlim para pesquisas em inovação





Um protocolo de intenções internacional foi assinado entre o governo de Santa Catarina e Berlim para reforçar pesquisas na área de inovação no estado catarinense. O acordo foi assinado pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e pela Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais de SC e por Berlin Partner für Wirtschaft und Technologie GmbH, entidade público-privada que representa o Estado de Berlim, na Alemanha.

O acordo tem o objetivo de viabilizar mais cooperação para pesquisas em inovação, principalmente na área de fotônica, ou seja, a ciência que estuda a aplicação de luz em diferentes níveis. Outro memorando, com o mesmo tema, foi assinado entre a Berlin Partner, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e a Fundação Certi.

O presidente da Fapesc, Sergio Gargioni, defende maior volume de recursos para transformar conhecimento em inovação ou outros benefícios para o Brasil. “É preciso investimento na área de CTI independente da situação do país. A Alemanha, mesmo durante a crise, não deixou de investir de 3% a 3,5% do seu PIB em pesquisa e desenvolvimento”, disse.

O senador Luiz Henrique da Silveira salientou a presença de grandes empresas alemãs no Estado, como a Bosch, a Netzch e, mais recentemente, a BMW. “Queremos ainda mais parcerias e, em 2015, teremos o encontro econômico entre Brasil e Alemanha aqui em Santa Catarina, em Joinville”, revelou. Este é um dos maiores eventos econômicos, e a última vez que o encontro aconteceu numa cidade catarinense foi em 2007, em Blumenau.

A assinatura contou com a presença da responsável pela cooperação internacional do Ministério de Economia, Tecnologia e Pesquisa do Estado de Berlim, Barbara Staib; do presidente da Divisão de Indústrias de Manufatura do Berlin Partner für Wirtschaft und Technologie GmbH, Sebastian Saule; do cônsul geral da Alemanha em Porto Alegre, Stefan Traumann; do secretário de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, Vinícius Lummertz; e do presidente da Fundação Certi, Carlos Alberto Schneider.





Fonte: Economia SC

segunda-feira, março 2

Programa do Sebrae e do CNPq atua no desenvolvimento da inovação

A parceria entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) já atendeu 50 mil empresas desde 2010. A iniciativa disponibiliza gratuitamente bolsistas para auxiliar empresários no desenvolvimento de produtos e processos inovadores, ajudando empresas de pequeno porte dos setores de indústria, comércio ou serviços que tenham faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões.

Os 1.202 agentes de campo que atuam em todo o País orientam de forma personalizada os empresários, auxiliam na verificação de editais de fomento e fazem o acompanhamento do negócio por até dois anos. Junto com os empresários, esses profissionais, que recebem bolsa do CNPq, fazem o diagnóstico da situação do empreendimento e elaboram um plano de ação para melhorias nos produtos e processos. As soluções são apresentadas conforme a necessidade da empresa e validadas por um especialista do Sebrae.

O proprietário da empresa Facinatus Cosméticos, Henner Menezes, decidiu aderir ao programa ALI em março de 2014, quando foi procurado pela farmacêutica e bioquímica Nathalia Barbosa, bolsista do CNPq. Após a adesão, o empreendimento já firmou parceria com universidade para o desenvolvimento de novo cosmético sustentável, participou da Feira do Empreendedor de 2014 e está concorrendo ao Prêmio Nacional de Inovação.

"Foi fundamental participar do ALI por conta do nível de qualificação da agente local de inovação", disse Menezes. "Abriu muitas portas na universidade. Eu, como empresário, não tenho tempo de buscar algumas informações úteis para o desenvolvimento de novos projetos. Sem esse facilitador nós não teríamos alcançado sucesso para a implantação do nosso novo produto e nem participado de eventos e prêmios."

O programa Agentes Locais de Inovação é um acordo de cooperação técnica entre o CNPq e o Sebrae que prevê um investimento de R$ 362 milhões por ano, de 2015 até 2019. O ALI tem abrangência nacional e está consolidado como estratégia de competitividade e diferencial competitivo para as empresas de pequeno porte.



(Agência Gestão CT&I, com informações do MCTI)