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quarta-feira, agosto 12

segunda-feira, agosto 10

6 frases que desnudam a cabeça marqueteira de Steve Jobs


Se estivesse vivo, Steve Jobs faria hoje 60 anos. Muitos torcem o nariz ao reconhecê-lo como um gênio da computação, geralmente remetendo todo o sucesso da Apple a Steve Wozniak, o craque da tecnologia que o ajudou a transformar uma garagem no Vale do Silício na poderosa Apple. Pode até ser. Não se pode desprezar, entretanto, a capacidade de Jobs em antever o futuro, detectar tendências e entender os anseios do consumidor, sem falar em sua incansável necessidade de inovar e buscar a perfeição.

Sua obra não se resume a criação de grandes produtos, mas se consagra na maneira como essas ferramentas revolucionaram comportamentos, mercados e modelos de negócios na música, na tecnologia, no design e até mesmo no mercado de comunicação.

Confira abaixo seis frases que trazem uma pequena amostra de como Steve Jobs pensava no marketing de sua empresa e seus produtos:

Observação e feeling

"Não se trata de cultura pop, não se trata de enganar as pessoas nem convencê-los de que querem algo que não precisam. Nós averiguamos o que queremos. Acredito que somos muito bons pensando no que as pessoas vão querer também. É para isso que nos pagam. Nós só queremos fazer grandes produtos."


Expectativa dos clientes

"Nosso DNA é de uma empresa de consumo. Somos feitos para um cliente que sabe diferenciar o que é bom do que é ruim. Acho que nosso trabalho é ser responsável na totalidade pela experiência do usuário. Se não se cumpre a expectativa do cliente, é totalmente nossa culpa, simples."

Além dos olhos

"A maioria das pessoas pensam que design é uma capa, uma simples decoração. Para mim, nada será mais importante no futuro que o design. O design é a alma de tudo aquilo que foi criado pelo homem. Design não é apenas o que parece e o que se sente. Design é como funciona."


A importância das referências

"Criatividade é simplesmente conectar as coisas. Quando você pergunta a pessoas criativas como eles fizeram algo, eles se sentem culpados por não terem realmente feito aquilo, eles só viram algo. Depois de um tempo, aquilo pareceu óbvio."


Quebrando o tabu

"É algo complicado, é difícil desenhar produtos concentrando-se no público-alvo. Muitas vezes, as pessoas não sabem o que querem até que você mostre a elas."

Sobre qualidade do produto

"Um grande marceneiro não vai utilizar madeira vagabunda para o fundo de um armário, mesmo que ninguém veja."





FONTE: Adnews

segunda-feira, junho 22

Métricas e novas tecnologias mudam o jogo a favor para a mídia exterior


A mídia exterior ou Out of Home, sempre teve dificuldades em auditar seu público com precisão – tanto para precificar seus espaços como para comprovar sua eficiência. Talvez por isso, sempre foi considerada uma mídia de apoio. Por outro lado, vemos as mídias digitais ganhando cada vez mais espaço no bolo publicitário porque conferem a agências e anunciantes precisão a eficiência da comunicação.

Mas, agora, a mídia OOH tem um novo e poderoso aliado: as métricas digitais. As poderosas ferramentas analíticas saíram direto da web para os mais diversos pontos da cidade criando para esta mídia uma nova postura e competitividade frente as mídias digitais e outras que entregam precisão em seus resultados, ampliando assim as alternativas de qualquer plano.

Os recursos de contagem de público, identificação de perfil e análise de tempo de leitura da comunicação são apenas algumas das novas vantagens desta grande revolução.

Até pouco tempo, a mídia exterior baseava sua audiência em número de pessoas que circulavam na região em um determinado período, números estes que ficavam defasados rapidamente em função de novas vias, períodos do ano, entre outros fatores externos.

Com as novas tecnologias, o jogo muda. Agora, o OOH pode validar tecnicamente o espaço publicitário e sua eficiência. Além disso, as empresas locadoras podem oferecer com precisão o perfil do público circulante. Mas, a novidades não param somente em contagem.

A avaliação de engajamento também é possível através da quantidade e perfil do público que efetivamente olha para a peça e o tempo médio de leitura.

A captura dos dados acontece de forma digital, por contadores e sensores, que analisam a quantidade de pessoas ou carros que passam no local, assim como o perfil do púbico mais próximo, como na mídia em pontos de ônibus ou estações do Metrô.  O nível de engajamento é levantado a partir da identificação de quanto tempo os espectadores observam a mensagem. Essas informações impactam as agências de publicidade, que podem melhor analisar se sua comunicação chama ou não atenção.

Não é difícil perceber que estas novas métricas possibilitam melhor controle sobre o investimento publicitário quando comparado com outras mídias que ainda dependem de pesquisas constantes ou outros tipos de controle sobre sua audiência, como o rádio, por exemplo.

Em um país onde o investimento no transporte público é prioritário e as pessoas circulam em seus carros num tempo de trânsito cada vez mais, a mídia exterior pode se tornar um poderoso veículo de comunicação com excelente controle de verba e engajamento. Vale a pena ficar de olho.



FONTE: Adnews

segunda-feira, março 16

Como ganhar dinheiro com infoprodutos

Como ganhar dinheiro com infoprodutos
Atualmente vivemos um boom. Todos querem saber como ganhar dinheiro com infoprodutos, embalados por histórias de sucesso divulgadas através dos mais variados canais online. Virou uma verdadeira mania, mas será que isso realmente dá dinheiro.

A resposta é sim. A venda de  infoprodutos é um dos mais antigos modelos de negócio da Internet, e certamente deve ser colocado entre as alternativas para quem deseja ganhar dinheiro online. O único problema é que não é tão fácil como parece, ou fazem parecer.
Toda vez que me perguntam como ganhar dinheiro com infoprodutos eu respondo que é com muito trabalho, na criação do produto em si, e na divulgação dele, uma etapa fundamental para o sucesso do projeto. O problema é que ultimamente tem se falado muito em divulgação, esquecendo o essencial, a qualidade do produto.

O que são e como funcionam os infoprodutos

Uma das formas mais eficientes de se ganhar dinheiro na Internet é pegar o seu conhecimento em uma determinada área, sistematizar e vender isso na forma de um infoproduto, como e-book ou cursos online. Com recursos tecnológicos cada vez mais avançados, a Internet é hoje em dia uma das principais fontes de conhecimento para todo mundo e por isso, vender sua expertise pode ser um ótimo negócios.
O segredo para o sucesso na venda de infoprodutos está na qualidade e na escolha de um nicho de mercado que você conheça muito bem e que não existam muitos concorrentes.
Com um produto de qualidade, um mercado bem dimensionado e uma boa estratégia de marketing, o sucesso está praticamente garantido, mas isso não quer dizer que você não vá ter trabalho.
Para a comercialização destes infoprodutos, você contará com duas opções, seu canal próprio de venda e distribuição, como um site ou blog, ou então com sites que façam isso, como por exemplo, o Hotmart.

Formatação do infoproduto

Basicamente, temos quatro formatos de infoprodutos:
  • Infoprodutos no formato de e-books contendo cursos e tutoriais
  • Infoprodutos no formato de vídeos online para uso em uma determinada plataforma
  • Infoprodutos no formato vídeo ou áudio para download
  • Infoprodutos em mídia física, livros ou DVDs
No caso dos e-books, a produção e tecnologia envolvida é relativamente simples. Com um bom editor de textos e imagens, você consegue produzir um ótimo e-book, em termos de apresentação, mas o que o tornará um sucesso de vendas é seu conteúdo, e isso é que está faltando em muitos infoprodutos vendidos por ai.
Os vídeos online, ou para distribuição através de DVDs, requerem um pouco mais de tecnologia, envolvendo equipamentos mais sofisticados e softwares de produção e edição sofisticados para que você consiga produzir vídeo aulas de qualidade, e principalmente, interatividade.
No caso das vídeo aulas você também precisará de pessoal bom de apresentação, pois não existe nada pior do que uma vídeo aula onde o apresentador gagueja, não tem um bom português e dinâmica. O resultado são alunos entediados e caindo no sono.
No caso dos infoprodutos para serem distribuídos através de mídia física, se você for trabalhar com grandes quantidades, talvez venha a necessitar de um equipamento para reprodução de média, ou então, contratar uma empresa para se encarregar disso.

Em quanto tempo se ganha dinheiro com infoprodutos

Muita gente se ilude, achando que para ganhar dinheiro com infoprodutos basta fazer uma coisinha atoa e pronto. Já pode vender “isso” pela internet e ganhar rios de dinheiro. Não é assim mesmo.
Você pode até fazer algum dinheirinho com a compra de incautos, mas isso não dura muito e dificilmente alguém que já consumiu um produto ruim comprado de você, comprará outro.
Se você quer ganhar dinheiro na Internet de forma consistente e duradoura, precisa investir muito tempo em pesquisa, produção e divulgação do seu infoproduto. Só para que você tenha uma ideia. Para cursos online de qualidade, estima-se que para cada hora de curso, sejam investidas no mínimo cinco horas em pesquisa, produção e edição. Nada acontece da noite para o dia.
É por isso que quando nos perguntam, como ganhar dinheiro com infoprodutos, repetimos a célebre frase de Einstein, adaptada ao caso: “Um bom negócio online requer 5% e inspiração e 95% de transpiração”.
Até aqui falamos apenas de pesquisa e produção. Quando chegamos à divulgação do negócio na Internet, a coisa se repete. Muito trabalho, capacitação técnica e persistência. Não se iluda com promessas de “seis dígitos em duas horas” ou em uma “chuva de conversões” só porque você criou uma página de captura de e-mails e depois ficou trabalhando essa lista. Você sabe qual é a taxa de retorno desse tipo de divulgação?

Como ganhar dinheiro de verdade com infoprodutos

Não se assuste. Não vamos propor a você nenhum treinamento que estamos vendendo ou hangouts infindáveis que no final acabam convergindo para fórmulas miraculosas. É apenas uma questão de bom senso empresarial. A formula para ganhar dinheiro com infoprodutos é muito simples.
  • Planeje o seu projeto, não apenas o seu produto
  • Produza um produto digital de altíssima qualidade
  • Entregue mais do que você ofereceu
  • Planeje detalhadamente o lançamento do seu infoproduto
Uma das características do empreendedor digital é justamente a persistência. De nada adiantará você se precipitar e lançar um infoproduto de baixa qualidade, só para poder aproveitar o boom desse mercado. Você precisa pensar no futuro do seu negócio.
Foi publicado recentemente um artigo bastante interessante escrito pelo Paulo Faustino, sob o título O que você vai fazer quando o mercado de Produtos Digitais estourar? onde ela aborda essa questão. Para se conseguir sucesso no segmento de infoprodutos é necessário montar uma estrutura sólida, um verdadeiro negócio digital, e não apenas uma coisinha efêmera que até pode gerar recursos no curto prazo, mas que não se sustenta.
Não se trata unicamente de saber como ganhar dinheiro com infoprodutos, isso é relativamente simples. O difícil é construir um negócio que evolua e vá acompanhando as mudanças. Se você está neste negócio apenas para faturar uma renda extra na Internet, o modelo frágil até que satisfaz, mas se você deseja montar um negócio de verdade, precisa ter um posicionamento profissional.


quarta-feira, março 11

O fantástico mundo onde só vejo o que me interessa


Se você é homem e em um passado não tão distante já se deparou com propagandas de absorventes enquanto navegava na rede, ou é mulher e cansou de ver o Brad Pit te recomendando creme para barbear, deve ter percebido que algo mudou de uns tempos para cá. Mas o que nos levou a viver nesse mundo sublime onde só vemos o que nos interessa? A resposta pode não ser das mais poéticas, mas é eficiente.

A responsável por essa mudança é a chamada mídia programática. A configuração desse tipo de campanha costuma ser baseada em aquisição de perfis por meio de cookies. O algoritmo da ferramenta utilizada monta uma espécie de ranking que define quais usuários são mais interessantes levando em conta o objetivo da campanha. 

Usuários que não possuem ranking elevado, são menos impactados do que aqueles que possuem maior propensão em gerar uma compra, que são aqueles que possuem um ranking maior. Tudo isso funciona através de uma espécie de leilão em real time. O lance maior é dado em cima daqueles que possuem maior probabilidade de conversão.

A nova modalidade de compra de mídia representa para as marcas um investimento mais seguro e preciso, além da oportunidade de entender melhor seu publico, evitando banners fora de contexto. Assim, os anúncios passam a apresentar maior relevância para o consumidor. Para o usuário é o início do fim de anúncios que não passam de poluição visual. Embora o uso da mídia programática ainda seja algo relativamente novo por aqui, o Brasil já esteve bem mais longe dessa realidade. 

A grande maioria das marcas que possuem e-commerce já operam a publicidade online através desse tipo de ferramenta. O impacto dessa modalidade de compra de mídia tende a ser ainda maior, tendo em vista que ela também passará a operar em TVs. Assim, as possibilidades de integração com TV e internet ampliam-se ainda mais, muito além do conceito de segunda tela. Já imaginou assistir somente a propaganda que te interessa na TV?

Vale salientar a atenção ao cumprimento das leis que regulamentam a captação dos dados de navegação dos usuários. O conceito de privacidade na web é um assunto bastante complexo mas tenho uma visão bem positiva a respeito, afinal é quase como uma troca de favores: os dados captados tendem a fazer com que os usuários sejam impactados por propaganda que será útil a eles. Se por um lado isso é interessante para as marcas, também é interessante para o usuário final. É imprescindível que as agências trabalhem para terem domínio dessa ferramenta para potencializar a interação entre empresas e consumidores em busca do melhor ROI. 



FONTE: Adnews

quarta-feira, março 4

Marketing corporativo no LinkedIn

Marketing corporativo no LinkedIn
Ter uma estratégia de marketing corporativo no LinkedIn é atualmente uma das grandes opções em termos de marketing nas mídias sociais, principalmente para empresas que possuem um perfil mais conservador e que devido a isso, não encontram lugar apropriado em outras redes sociais mais “descoladas” como o Facebook, por exemplo.

Por ser a maior plataforma de relacionamentos profissionais do mundo, o marketing corporativo no LinkedIn encontra nesse ambiente as condições ideais para geração de exposição da marca e criação de novas oportunidades de negócios.

Delimitando os espaços

Muitas marcas ainda resistem a ideia de ter uma presença marcante no LinkedIn por desconhecerem as ferramentas disponíveis e até mesmo as diretrizes para criação desta presença. Diferentemente de outras redes sociais, o LinkedIn tem regras próprias e a atuação das marcas precisa respeitar essas regras, muitas delas não ditas.
Por ser um ambiente mais formal, estratégias que são aplicadas a outras redes como o Facebook, são vistas como inadequadas no ambiente do LinkedIn, e muitas marcas por desconhecerem essas nuances da criação de uma presença no LinkedIn, acabam colocando tudo a perder e não raramente saem com sua imagem arranhada.

As ferramentas do marketing corporativo no LinkedIn

O interesse cada vez maior pela exposição de marcas no LinkedIn levou rede a desenvolver uma série de alternativas para o marketing corporativo em sua interface, o que vem proporcionando novas oportunidades de divulgação nesta rede.
O volume de alternativas cresceu tanto que criamos alguns módulos em nosso Curso de LinkedIn Online para abordar detalhadamente cada uma delas, já que na medida em que crescem as opções, cresce também o grau de complexidade do seu uso e estratégias possíveis dentro da rede.
O modelo proposto para marketing empresarial no LinkedIn segue a linha do Facebook e várias opções que vemos disponíveis quando trabalhamos com os Facebook Ads estão também presentes no leque de ferramentas oferecido pelo LinkedIn.
Abaixo comentamos sobre as principais opções disponíveis atualmente:

LinkedIn Company Pages

Pensando exatamente na presença corporativa, o LinkedIn oferece como principal ferramenta nesta área as Company Pages. Nelas as marcas podem desenvolver um ambiente de apresentação formal da empresa, sua proposta de valores, de forma parecida com o que é feito nas Fan Pages do Facebook, só que com uma outra abordagem.
Nas páginas corporativas do LinkedIn é possível criar um resumo descritivo das atividades da empresa e trabalhar sua imagem junto a profissionais com os quais a marca tenha interesse de manter contato.
O importante em termos de marketing corporativo no LinkedIn é das um tratamento impecável a essa página, com uma boa apresentação gráfica, riqueza de informações sobre a empresa e acima de tudo, atualização constante do conteúdo.
As Company Pages do LinkedIn funcionarão como o hub para todas as ações de marketing empresarial nesse rede e como peça central do processo merecem toda atenção possível. A página da empresa funcionará como um verdadeiro cartão de visitas e por isso precisa de um planejamento prévio e total conhecimento das ferramentas disponíveis.
Além dessa questão de apresentação formal, as Páginas Corporativas do LinkedIn ainda oferecem outras opções de trabalho, como a descrição de produtos e serviços através das Showcase Pages, ferramenta recentemente adicionada às Company Pages em substituição à aba de Produtos e Serviços, e também a possibilidade de disponibilizar vagas de trabalho na página.

Usando os LinkedIn Ads

Uma outra opção para o marketing corporativo no LinkedIn são os LinkedIn Ads, os links patrocinados da rede. Eles funcionam de forma parecida com a dos Facebook Ads e são uma ótima ferramenta para divulgação de produtos e serviços no LinkedIn.
Uma das grandes vantagens dos LinkedIn Ads é a possibilidade de segmentação do público para o qual os anúncios serão exibidos. Com recursos de segmentação bem parecidos com os disponíveis no Facebook, podemos segmentar o público que pretendemos impactar com os anúncios por critérios como:
  • Nome de empresas
  • Setor e tamanho da empresa
  • Funções e nível de experiência dos participantes da rede
  • Instituições de ensino
  • Gênero e faixa etária
  • Participação em Grupos do LinkedIn
Com estes recursos podemos criar campanhas específicas para cada grupo de pessoas que queremos atingir e com isso trazer muito mais retorno para as campanhas.
No caso dos LinkedIn Ads é importante notas que sua estrutura segue algumas técnicas de criação e comunicação que devem ser levadas em consideração. Elementos como a imagem que acompanha cada anúncio e seu título, por exemplo, devem ser previamente estudados para que possamos extrair o máximo em termos de resultado do anúncio.

Postagens Patrocinadas no LinkedIn

Além dos LinkedIn Ads, agora também podemos contar com o recurso de Postagens Patrocinadas em nossa ações de marketing corporativo no LinkedIn. Mais uma vez, a ferramenta é bem parecida com o recurso de Promoção de Publicações no Facebook e tem como objetivo aumentar o alcance das publicações na página da empresa e com isso sua exposição.
Esse recurso é muito interessante quando você está tentando aumentar a base de profissionais que seguem a página da empresa e consequentemente as mensagens publicadas nelas. Para uma estratégia de marketing de relacionamento no LinkedIn, é certamente um recurso que vale a pena tentar.
Embora muita gente acredite que o LinkedIn seja restrito ao marketing pessoal e profissional, como você pode ver, há muito espaço para a criação de ações de marketing corporativo no LinkedIn. É uma questão de conhecer as ferramentas disponíveis e criar as estratégias necessárias para atingir os seus objetivos.




terça-feira, março 3

7 ondas que o marketing "não deve" pular para ter sorte em 2015

Mais um ano que se passa e outro que começa. Certamente neste momento já se tem clareza dos objetivos e dos desafios para o próximo ano, que sim, será um ano moroso para a maioria dos setores econômicos, mas é um fato que todos nós precisaremos atravessar e chegar em 2016, de preferência, com todos os resultados positivos.

Seguindo este pensamento e a visão de que temos um cenário complexo pela frente, quis trazer neste artigo uma discussão mais prática, que julgo como bons conselhos para o marketing diante disso tudo. Obviamente, que são conselhos dados com a perspectiva da cadeira em que estou sentado, a da comunicação. Portanto, vista branco para ter paz, mas para ter sorte de verdade não pule estas ondas.

#1 CONECTAR OS OBJETIVOS DE NEGÓCIO AOS DE COMUNICAÇÃO
Aproxime e compartilhe com todos os seus parceiros de comunicação os seus objetivos, suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Em mares complicados é ainda mais importante que todos estejam remando para o mesmo lado, portanto não poupe informação a ninguém, compartilhe todas e sistematicamente. E sempre avalie e convide os envolvidos no processo a avaliarem as estratégias apresentadas frente a estes objetivos.

#2 APROXIMAR, CADA VEZ MAIS, O MARKETING E A TECNOLOGIA
É um fato que os times de marketing estão enxutos e que hoje a função transcende os tradicionais ‘quatro pês’. O papel estratégico que o marketing tem dentro das organizações cresce a cada dia. Portanto, faça uso da tecnologia para otimizar seus processos e ajudar também na geração de insights de curto prazo. Afinal de contas, não existem mais limites ou distância entre a tecnologia e qualquer atividade dentro deste mundo.

#3 INVESTIR MAIS EM CONTEÚDO
A necessidade de se contar histórias, ganhar a atenção do consumidor em um cenário cada vez mais fragmentado e frenético pede isso. Independente da alocação do investimento em mídia - pense no seu consumidor. Como você pode conectar o seu posicionamento as necessidades que ele tem e ganhar relevância. Avalie o papel de cada meio no processo de decisão e como a história pode ser contada para se conectar com a expectativa que ele tem.

#4 A COMUNICAÇÃO 360 TERÁ DE SER TAMBÉM 365
Na minha avaliação isso independe da categoria, é preciso pensar (ou repensar) o seu consumidor. Eles buscam por sua marca durante todo o ano, mas você precisará estar preparado para responder. Não que os flights (concentração de campanha em determinado período) tenham perdido a sua função, muito pelo contrário, isso gera um estímulo e a percepção, bem como o diálogo e a disponibilidade precisam ser mantidas. Se o relacionamento é extremamente importante para a construção do resultado é preciso se relacionar e isso pede disponibilidade de 365 dias por ano em várias plataformas de comunicação.

#5 QUESTIONAR O QUANDO E O PORQUÊ SEU POSICIONAMENTO FAZ SENTIDO
Você com certeza sabe o quão difícil é conquistar a atenção das pessoas hoje. Mas, você já se questionou o quanto novas segmentações e a execução de mensagens pensadas em segmentações mais específicas podem te ajudar? Inclua isso na sua pauta. O alcance tem a sua força, mas é preciso qualifica-lo. A mensagem precisa encontrar além dos olhos, o coração e a mente dos receptores.

#6 RENOVAR O MODELO DE GESTÃO DAS VERBAS DE COMUNICAÇÃO
Vai ser difícil gerar mais resultado repetindo as velhas fórmulas, eu diria impossível. Sou fã do modelo 70/20/10. Reserve 70% do seu investimento e aplique em ações que já são consagradas, que irão com certeza contribuir com o resultado. Invista 20% em melhorias ou novas tentativas dentro daquelas que já funcionaram, mas poderiam ser melhores. E por fim, reserve 10% do investimento para experimentos. Dentro deste modelo você tem garantia de pontos que funcionam, mas mantém o sistema funcionando e preparado para o futuro.

#7 EXECUÇÃO. COMO ENCURTAR A DISTÂNCIA ENTRE O INSIGHT E A AÇÃO
Vai ser preciso agilidade. A única constante é a mudança, e o cenário é extremamente dinâmico. Portanto, além de ter cuidado para o planejamento sair do papel e não se perder no meio do caminho, também será necessário encurtar a distância entre o insight e ação. Pensar processos e rotinas para que as coisas aconteçam.



FONTE: Adnews 

Estudo compara audiência do digital em relação a outras mídias


Estudo compara audiência do digital em relação a outras mídias (Divulgação)
Foram apresentados esta semana no IAB Meeting 2014, último encontro da entidade este ano, os resultados da pesquisa anual "Brasil Conectado", um estudo  do IAB Brasil em parceria com a ComScore e que compara a audiência do digital em relação a outras mídias tradicionais como televisão, jornais impressos, revistas e rádio no País. O estudo trouxe um dado curioso: o brasileiro classifica o uso da internet por atividades que faz no smartphone e "confunde" a percepção de que "está conectado". Um exemplo é a diferença no uso do "e-mail" (71%) e "mensagens instantâneas" (38%), ou seja, ao acessar a caixa de e-mail, quase o dobro do número de usuários da web via smartphones tem a percepção de estar "conectado", mas uma parcela bastante inferior que o faz troca de mensagens em aplicativos, como o whatsapp, não consideram estar "conectados".

A pesquisa revelou que 3/4 da audiência online brasileira (75%) utiliza regularmente pelo menos 1 de seus dispositivos eletrônicos (computador/laptop, smartphone ou tablet) enquanto assiste à TV.  Outro dado que também chamou bastante atenção foi a alta penetração do mobile entre os internautas, mostrando uma preferência destes pelo smartphone em relação aos tablets.

O estudo apontou um expressivo percentual de usuários conectados via mobile de 14 a 20 horas (16%) ou mais de 20 de horas semanais (15%), considerando o acesso por meio de smartphones e tablets. Tal dado, aliás,  endossa e corrobora com a afirmação de que os dispositivos móveis ganham cada vez mais força no dia a dia dos brasileiros, haja vista o montante elevado de tempo dedicado à conexão móvel.

Outro dado interessante é que 7 em 10 (69%) concordam que a publicidade online os motivou a procurar informação extra sobre um determinado produto e mais da metade (54%) usa os dispositivos móveis para checar informações de produto enquanto compra em lojas físicas.

O IAB Meeting 2014 também contou com a presença de Randall Rothenberg, Presidente e CEO do IAB Estados Unidos, que mostrou dados de como o crescimento da publicidade na internet ultrapassou todos os outros formatos de mídia (rádio, jornal, TV a cabo e TV aberta) nos últimos 8 anos, alcançando os US$ 50 bilhões em todo o mundo, em 2013. Randall ainda sinalizou que a receita publicitária anual dos dispositivos móveis teve 110% de crescimento entre 2012 e 2013, acumulando gastos de US$ 7,1 bilhõesno ano passado, globalmente.

Esse alinhamento da prefrência mobile podem ser observados nos dados apontados pela pesquisa do IAB Brasil e da ComScore. "Essa tendência mostrada na pesquisa deste ano e embasada pela  expressividade do mobile em horas de conexão ganham corpo frente aos dados trazidos por Randall e mostra que o Brasil segue um caminho natural, com características locais. Um exemplo é a curiosa percepção de estar ou não conectado dependendo da atividade feita por meio do smartphone", avalia Rafael Davini, Presidente do IAB Brasil.

O IAB Brasil tem o orgulho e compromisso de representar o Mercado Publicitário Digital e manter-se como referência às melhores práticas do mercado no Brasil. Atualmente, o IAB conta com mais de 230 associados, entre veículos, empresas de tecnologia, agências, anunciantes, empresas de pesquisa e desenvolvedoras web, líderes em seus segmentos no País.



FONTE: Adnews

Como colocar uma loja virtual no Primeiro Lugar do Google

A preocupação dos empreendedores em como colocar uma loja virtual no primeiro lugar no Google faz todo o sentido, mas exige muito planejamento, e por isso não se pode agir de forma precipitada.
É claro que temos urgência de colocar as páginas de uma loja virtual em destaque no Google, pois se depender muito do uso de links patrocinados, sua estratégia de marketing de busca pode ficar muito cara.
É bom conhecer esse conteúdo mesmo que você não venha a desempenhar a função de SEO, pois no caso de contratação você não corre o risco de ser enganado na contratação do serviço de SEO, uma realidade com que infelizmente temos que conviver.

Começando pela base da otimização de um e-commerce

Coloque sua loja virtual no Primeiro Lugar do Google
O primeiro passo para colocar uma loja virtual no primeiro lugar do Google é otimizar os recursos técnicos da plataforma de e-commerce dentro das melhores praticas de otimização.

Um dos parâmetros de avaliação da relevância de uma loja virtual é a organização e relacionamento das páginas como vitrine, seções e produtos da loja.
Nesta área, um dos segredos para colocar uma loja virtual no primeiro lugar do Google é prestar atenção à forma como o sistema organiza a estrutura de endereço de cada tipo de página para podermos extrair o máximo de otimização na construção de URLs amigáveis.
A técnica de URLS Amigáveis nos permite inserir as palavras chave que queremos otimizar na própria URL da página, uma prática bastante relevante para um bom posicionamento nas primeiras posições dos grandes buscadores.
A nomenclatura e estrutura das URLs de produtos, seções e vitrine da loja virtual precisam ter uma relação muito grande de reciprocidade de significado e complementação de significado para que possam ser considerados pertinentes e relevantes dentro do campo semântico das palavras chave utilizadas.

Otimização das páginas de detalhe de produtos

O segundo item para colocar um e-commerce no primeiro lugar do Google é a otimização de páginas de detalhes de produtos dentro dos critérios de melhores práticas de SEO. A pagina de detalhes de produto é muito mais que um simples mostruário digital. Ela é a principal ferramenta de marketing nas ferramentas de busca.
Alguns itens de SEO no e-commerce importantes:
  • Otimização das URLs de produtos;
  • Otimização das meta tags;
  • Otimização das tags de HTML
  • Otimização dos recursos de imagens;
  • Linkagens internas e externas
Depois dessa fase podemos então submeter todo o site a um software de SEO que permita fazer uma auditoria de fatores internos como o SEO Panel ou Screaming Frog, uma ótima ferramenta, cujo manual traduzimos e disponibilizamos para os participantes do nosso curso de SEO. Futuramente estaremos disponibilizando também o SEO Panel em versão online.

Otimização de link externos para loja virtual

A última etapa é a criação da popularidade do site, conhecida entre os profissionais de SEO como estratégia de Link Building. Nessa etapa buscamos pela criação de links de relevância para as páginas de detalhes de produtos do e-commerce.
Link Building – Estratégia em que se busca criar sites que apontem para o nosso site – Outbound Links, de forma a fortalecem o potencial de posicionamento de uma página nas listas de respostas dos buscadores.
Um dos critérios que garantem um bom posicionamento de uma loja virtuais nas primeiras posições do Google é a quantidade de links de relevância estão apontando para o seu site. É ai que entra a etapa de criação de links para a loja virtual.
As técnicas são muitas, mas o envio de press release para portais e a participação ativa em redes sociais são as duas formas mais conhecidas de divulgação de lojas virtuais com o objetivo de criação de links. Se você quer saber como colocar uma loja virtual no primeiro lugar do Google fique sabendo que não depende unicamente de você, e muito dos relacionamentos que você constrói.
O importante nesta estratégia não se tenha como foco a meta de quantidade dos links, e sim a qualidade dos mesmos, pois isso é que faz a diferença junto ao Google atualmente. Se o seu e-commerce recebe links de sites com autoridade, essa autoridade e relevância no seu segmento de atuação é parcialmente transferida para o seu site, e isso contribui para melhorar o posicionamento do seu comércio eletrônico nas páginas de respostas do Google.

Monitorando o caminho da loja virtual rumo ao primeiro lugar do Google

Como tudo em marketing de busca, o trabalho de SEO deve ser monitorado para que possamos acompanhar sua performance e implementar ajustes que se façam necessários.
Existem diversas ferramentas de monitoramento de posições no Google para acompanhar a evolução do trabalho de otimização. Algumas delas, como o SEO Panel, são gratuitas mas nem por isso ficam devendo às grandes ferramentas pagas disponíveis na Web.
Esse acompanhamento deve ser acompanhado de um monitoramento preciso através do Google Analytics para que se possa também verificar o impacto do trabalho de otimização sobre os resultados financeiros da loja virtuais. Não se trata apenas de saber como colocar uma loja virtual no primeiro lugar do Google, mas também saber esse esforço está trazendo resultados.



FONTE: guiadeecommerce

terça-feira, fevereiro 24

MARKETING: O que você vai querer aprender sobre negócios com Beyoncé

Confira algumas lições dessa mulher que é um dos maiores sucessos da indústria do entretenimento

iStock/Kevin Winter
Com patrimônio líquido de US$ 450 milhões, ficou em primeiro lugar na lista anual de celebridades mais poderosas, elencada pela Forbes em 2014
Qualquer nome além do primeiro é desnecessário quando se trata de Beyoncé. A performer se tornou uma marca maior do que ela mesma. E, na grande parte das vezes, quando um artista não precisa de sobrenome para ser reconhecido, isso significa que ali existe uma estrela. Mais do que isso, sua personalidade é um ícone que representa sucesso. Beyoncé Giselle Knowles-Carter começou a cantar desde criança. Natural de Houston, Texas, a moça venceu lá seu primeiro show de talentos, aos sete anos de idade. Aos poucos, a pequena cantora adquiriu notoriedade na cidade, participando de competições de canto e shows de talentos - e ganhando muitos deles.
Seu grande break aconteceu com o grupo feminino Destiny's Child, em 1996. A música No, No, No se destacou na Billboard, colocando as garotas no mapa dos gêneros Pop e R&B. Quando elas resolveram seguir caminhos diferentes, Beyoncé não teve dificuldades para se manter em evidência. A especialista em Marketing e Branding, Thálassa Coutinho, atribui essa permanência na indústria a uma série de elementos que, combinados, fazem da artista uma marca ímpar. "No sentido profissional, aliar voz, talento nato para dança, o alter ego da mulher poderosa e a facilidade para criar hits que agradam diversos públicos a tornam única", declara.
Queen B, como é chamada pelos fãs, faz questão de dizer que a família tem tudo a ver com o sucesso. No documentário sobre sua vida, Life is But a Dream (A vida não passa de um sonho, em tradução livre), Beyoncé comenta que sua mãe, dona de um salão de beleza, fazia as clientes lhe escutarem cantando quando criança. Ela lembra que muitas que estavam ali não queriam necessariamente ouvi-la, mas Tina Knowles não desistia de divulgar o talento da filha. Essa determinação é um dos pontos-chave da carreira da empresária multimilionária: seus pais lhe ensinaram que trabalho duro e persistência gerariam resultados. Beyoncé aprendeu a lição e a colocou em prática.
O pai, Matthew Knowles, foi seu gerente e mentor durante anos e lhe ensinou muito sobre como se comportar no meio musical: com educação, mas também firmeza, estratégia e clareza de objetivos. Ao montar uma turnê, por exemplo, e é preciso escolher setlists, figurinos, coreografias, e tantos outros detalhes, Beyoncé se serve de uma equipe altamente capacitada e ouve seus conselhos, mas sempre dá a palavra final. Como sua própria gerente, ela se permite fazer todos os ajustes necessários para que a imagem projetada pelos shows reflita a sua visão artística e de negócios. Segundo Karla Ikeda, especialista em Marketing de Serviços, esse cuidado com o branding e o marketing é essencial. "Vejo os artistas como empresas, e suas imagens são a marca que vendem; Beyoncé entende isso e investe na sua", afirma.
Aqui, o produto é a própria personalidade da cantora, e as mídias digitais são de grande importância na construção dessa persona que alcança o público. "Ela usa as redes sociais incessantemente, seja pra postar um teaser de um trabalho que está por vir e aguçar a curiosidade do fã, seja para postar seu look do dia, o lugar onde está ou um momento com a filha", explica Thálassa Coutinho. A artista sabe que as pessoas que consomem sua música e seus produtos consomem na verdade sua imagem; por isso investe na construção da projeção da sua personalidade junto ao público.
Dona de 17 troféus Grammy, Beyoncé é atualmente um dos maiores nomes da indústria musical. Com patrimônio líquido de US$ 450 milhões, ficou em primeiro lugar na lista anual de celebridades mais poderosas, elencada pela Forbes em 2014. No período entre junho de 2013 e junho de 2014, a artista acumulou US$115 milhões entre vendas de álbuns, shows, acordos publicitários e lucros provenientes de vendas de produtos que levam seu nome. Aos 33 anos, Beyoncé é uma marca global.
No final de 2013, Queen B lançou, sem avisos prévios, um "álbum visual", que estreou em primeiro lugar nas principais listas internacionais especializadas. O álbum a levou a fazer história como a primeira mulher a estrear cinco álbuns de estúdio seguidos no primeiro lugar da Billboard; além disso, o projeto foi o que vendeu mais rapidamente na história da iTunes Store. A turnê On The Run (Em Fuga), feita em parceria com seu marido, o rapper e produtor Jay-Z, poderá se tornar a segunda turnê mais bem sucedida da história, de acordo com cálculos feitos pela Forbes. Para completar, o canal de televisão por assinatura HBO comprou os direitos para exibir um especial com o último show da turnê, gravado em Paris.
Beyoncé é, portanto, uma multimarca milionária. Como ela chegou a esse patamar? A empresária sabe muito bem qual é a sua mensagem e investe nos meios adequados para transmiti-la. Assume o controle criativo de sua imagem e explora de forma exemplar a sua persona e performance como ferramentas de construção de marca. E, por fim, busca constantemente a inovação, guiada por uma clara visão de futuro. Em um mundo cheio de "cantores de um hit só", Beyoncé se destaca como exemplo de carreira sólida e duradoura. Construiu uma marca baseada em seu talento e personalidade, gerando grande identificação de público. Aprender as lições que a tornaram milionária antes dos 30 anos é uma tarefa para quem quer correr atrás do sucesso - e alcançá-lo.
Mensagem: "Quem comanda o mundo?/ As garotas"
O trecho acima, da música Run The World (Girls), demonstra que Beyoncé tem uma visão clara de quem é e de quem quer atingir. Sua mensagem é o empoderamento das mulheres, e o seu carisma aliado à imagem de mulher poderosa inspira em seus fãs uma identificação avassaladora. "Uma de suas principais características é o fato de ela ter um feeling apurado pra perceber o que o seu público quer, moldando esses desejos à artista que ela é", aponta Thálassa Coutinho.
(Crédito: iStock)
Controle criativo: "Segui a voz que você me deu/ Agora preciso encontrar a minha própria"
O pai de Beyoncé foi seu gerente, mas eventualmente ela assumiu o controle, tanto para preservar as relações familiares, quanto para executar sua própria visão. "É uma decisão que pode funcionar ou não, mas ter o controle sobre a carreira é o ponto vital pra qualquer profissional", afirma Coutinho. Dirigir, produzir e estrelar o documentário sobre sua vida é uma escolha que exemplifica como a cantora valoriza a forma como será vista. O sucesso de Beyoncé cresceu quando ela encontrou voz e caminho próprios, tomando a frente dos negócios e da própria imagem.
(Crédito: iStock)
Construção de marca: "Sou maior que todos/ Meu nome nos holofotes/ Sou a número 1"
A marca vendida por Beyoncé está inteiramente ligada à sua personalidade, mas ela confessa que não pensa em si como "uma estrela maior do que todas" e até se diz tímida fora do palco. Encarnar o alter ego da mulher poderosa na hora de se apresentar lhe dá confiança. Isso encoraja nos fãs o sonho de criar e projetar uma imagem para o mundo e chegar onde ela chegou. Ao invés de causar estranhamento, revelar o "segredo" da personalidade confere autenticidade à cantora. Esse jogo de equilíbrio entre o que é performance e o que é realidade é a chave da imagem e, consequentemente, da marca construída com maestria pela artista.
(Crédito: Wikimedia Commons/ José Goulão)
Inovação: "Sou uma mulher adulta/ Posso fazer o que eu quiser"
Beyoncé sabe que não precisa se prender a padrões, por isso, inova. O álbum Beyoncé, de 2013, é um exemplo. Foi lançado sem divulgação anterior: nada de coletivas de imprensa, singles e entrevistas. As 14 músicas acompanhadas de 17 clipes foram lançados de uma vez e só poderiam ser comprados por inteiro. Foi um marketing arriscado, mas que se mostrou eficiente. "Trabalhar em formatos diferentes de divulgação e embarcar em parcerias inusitadas são técnicas que ela domina bem", declara Karla Ikeda. Além de cantar e dançar, Beyoncé atua em filmes, possui uma linha de roupas e dirigiu seu próprio documentário. Ela inova nos produtos, nas estratégias de marketing e nas escolhas artísticas.
(Crédito: Wikimedia Commons/ Dumbonyc)
Cinco músicas para conhecer Queen B
1. "Survivor" - Música título do terceiro disco do grupo Destiny's Child 



(Crédito: iStock)

2. "Crazy In Love" - Primeiro single da carreira solo, em parceria com o marido Jay-Z


(Crédito: iStock)

3. "Single Ladies (Put a ring on it)" - Hit que virou febre em 2008
(Crédito: Wikimedia Commons/ Lucas Secret)
4. "Halo" - A canção marca uma fase mais madura e intimista da cantora
(Crédito: Wikimedia Commons/ Claudio Mariotto)
5. Who Run The World (Girls) - Música que evoca o empoderamento da mulher
(Crédito: Flickr/Asterio Tecson)


FONTE: administradores

quarta-feira, fevereiro 18

11 previsões sobre mídia e o mercado digital em 2015

A Millward Brown, agência global que auxilia empresas a construírem grandes marcas, revelou pelo sétimo ano consecutivo suas previsões para mídia e digital em 2015. "Procuramos traçar um panorama para as mudanças constantes no ambiente digital, para que os responsáveis pelas marcas conheçam as tendências mais relevantes e possam aproveitar as oportunidades, sem perder o foco entre as infinitas ferramentas novas que aparecem a cada dia. Nosso objetivo é muito claro: ajudar as empresas a criar marcas ainda mais fortes", disse Gonzalo Fuentes, CEO da Millward Brown para a América Latina.

Confira as 11 tendências apontadas pela agência:

Maior controle da publicidade sincronizada com segunda tela: a Millward Brown espera que mais anunciantes aproveitem a oportunidade para impactar o consumidor através de seus dispositivos digitais (computadores, laptops, telefones celulares e tablets), uma vez que eles receberão mais mensagens relacionadas aos anúncios da TV. Este tipo de publicidade utiliza a tecnologia auditiva para identificar quando um anúncio vai passar na televisão e envia imediatamente mensagens publicitárias para as outras plataformas. Além disso, o sincronismo das telas pode oferecer outras estratégias para as marcas, como responder aos anúncios dos concorrentes no ambiente digital ou fazer uma promoção combinada com outro produto do portfólio.

Integração de mídia social e móvel: prevemos uma abordagem cada vez mais multidispositiva, multiplataforma e multimídia, que permitirá um impacto mais forte e integrado sobre o valor das marcas, o comportamento dos consumidores e as vendas.


De "Big Data" para "Intelligence Data": o conhecimento humano aplicado aos dados robustos do Big Data será a chave para transformar a promessa dessa tecnologia em benefícios reais para as marcas.

O crescimento dos vídeos de curta duração com publicidade: novas oportunidades de anúncios pagos surgirão nas plataformas de microvídeo (como Vine e Instagram), mas apenas as marcas que conhecem e já atuam nessas plataformas terão êxito.


Adaptação do marketing multitela a cada geração de consumidor: ao aliar o objetivos de branding com os hábitos de uso de telas em cada faixa etária do seu público, os profissionais de marketing vão otimizar em grande parte os resultados de suas campanhas.

Aumento da criatividade em marketing programático: a publicidade programática é a compra automática de espaço publicitário através de softwares e algoritmos para alcançar de maneira mais precisa o consumidor. "Até o momento, o debate sobre as mídias programáticas tem como foco a maneira que ocorrem as operações e métricas de desempenho, tais como custo por clique", disse Duncan Southgate, Director de Marca Global de Digital em Millward Brown. "Em 2015 esperamos que os especialistas em marketing se concentrem em explorar a oportunidade de potencializá-las de forma mais criativa", completa.

Marketing programático passa a contemplar as marcas: em 2015, os anunciantes vão utilizar novas metodologias para medir de forma mais eficiente os benefícios que as mídias programáticas podem oferecer na construção de marcas relevantes.

Expansão do marketing baseado em geolocalização: os anunciantes que mais se beneficiarão dessa ferramenta serão aqueles que vêem a tecnologia a partir da perspectiva das necessidades dos consumidores, em vez de simplesmente projetar seus próprios interesses. Estudar o comportamento do consumidor e adaptar a experiência da marca será a chave para se destacar na multidão.


Publicidade nativa com conteúdo relevante: publicidade nativa é um conteúdo produzido em formato publieditorial para ser transmitido em mídias digitais (blog, revista ou jornal on-line, redes sociais). Quando feito de maneira adequada, essa ferramenta gera mais credibilidade do que a tradicional. À medida que a publicidade nativa torna-se um meio estabelecido, os anunciantes devem aliar-se aos veículos, para encontrar o equilíbrio entre conteúdo comercial e editorial.

Implementação de conectividade móvel com programas de marketing coerentes: Para maximizar o retorno sobre o investimento, em 2015, os comerciantes devem explorar o uso de tecnologias digitais para criar uma interação móvel simples e fácil em todos os pontos de contato, deixando os consumidores no controle de quando e como eles querem se envolver com as marcas.

Vencendo na era digital: toda empresa deve avaliar o quão bem está estruturada para a era digital e incorporar uma abordagem holística.




FONTE:  Adnews