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quarta-feira, março 18

Garota de 17 anos inventa sistema portátil que limpa água e produz energia





Com apenas 17 anos, a jovem australiana Cynthia Sin Nga Lam desenvolveu um sistema portátil que pode facilitar muito a vida de pessoas que vivem em comunidades isoladas. A pequena tecnologia é capaz de purificar a água ao mesmo tempo em que gera energia.

A invenção foi apelidada de H2prO e tem como base apenas dois agentes principais: dióxido de titânio e luz. Ao entrar em contato com a luz, o titânio absorve a energia ultravioleta e gera radicais que auxiliam o processo de oxidação de compostos orgânicos, que se decompõem para produzir CO2 e H2O.

Os testes que usam o titânio para separar poluentes da água foram feitos pela primeira vez pelo japonês Akira Fujishima e serviram de inspiração para Cynthia em seu experimento. Para tornar o sistema efetivo, a jovem precisou testas diferentes combinações, com a adição de um agente de oxidação, como metanol, gliverol e EDTA, que atuam como excelentes redutores. Essa mistura eleva a produção de hidrogênio, usado como combustível, e tornam a decomposição mais eficaz.

O dispositivo é pequeno e composto por duas partes. A unidade superior é usada para a purificação da água, enquanto a divisão inferior serve para a geração de hidrogênio, conectada a uma célula de combustível e à unidade base para a filtração da água.


Fotos: Divulgação

Os testes feitos mostraram que o H2prO tem eficiência de 90% na remoção dos poluentes orgânicos, finalizando o processo em até duas horas. No entanto, em relação à produção de energia, o sistema ainda é instável, mesmo que a produção de hidrogênio fotocatalítico tenha sido satisfatória.

A jovem inventora é uma das finalistas do concurso de ciência do Google e, em sua apresentação, ela garante que continuará trabalhando para tornar o sistema ainda mais eficiente. 

Clique aqui para saber todos os detalhes deste sistema. 



FONTE:  CicloVivo

quinta-feira, março 5

A modernidade no ambiente de trabalho


Foto
À medida que a tecnologia avança, mais as pessoas se distanciam. Este é um fato cruel e que muitos não se dão conta. No tempo em que as comunicações não tinham a facilidade atual, as pessoas procuravam umas às outras para trocar ideias pessoalmente ou, no máximo, usavam o telefone. Profissionais sentados lado a lado, no mesmo espaço físico, trocam mensagens durante o expediente com muita naturalidade sabendo que certamente, mais rápido e produtivo, seria o diálogo “olho no olho”.


Mas, nós que trabalhamos com recursos humanos e temos “paixão por pessoas”, não podemos nos deixar levar por esta, que não é mais uma tendência, e sim uma dura realidade. É preciso preservar o quanto possível o contato pessoal e a troca de informações. Enfim, ter interação.



Com frequência vemos em ambientes de lazer casais, amigos sentados frente a frente e, cada um ‘fazendo’ o uso do WhatsApp (que literalmente quer dizer “qual é o problema?”, “o que está acontecendo?”) para dialogar virtualmente com outra pessoa. Mas, afinal, por que estão ali e juntas? Supostamente para conversar, exercitar a convivência, papear, planejar alguma coisa. No entanto, essa troca de experiências acontecerá em que momento? Talvez façam isso online.



Outro uso indevido e, este absolutamente reprovável, é a ofensa através do e-mail. Em 100% dos casos, pessoas que não têm a coragem de dizer o que pensam olhando para o interlocutor, utilizam o e-mail para ofender, agredir, diminuir o próximo. Esta prática deve ser banida com a arma que mais fere o ser humano: o desprezo. Simplesmente devemos ignorar e não responder.



Um novo fato que vem causando inúmeros problemas no ambiente de trabalho é o vício dos celulares. Existem empresas que proíbem o uso do aparelho no horário de expediente, porém com esta ação, estão, aparentemente, cerceando a liberdade dos profissionais. Entretanto, se chegaram a este ponto, sem dúvida foi porque constataram a utilização indevida e exagerada do telefone móvel. O bom senso deve sempre prevalecer.



Já se tem notícia de que em reuniões sociais os anfitriões pedem que os celulares, devidamente identificados, fiquem fora do recinto onde as pessoas estão reunidas, pois somente assim é possível manter-se um diálogo sem interrupções. E o resultado foi o melhor possível. As pessoas puderam realmente exercitar a transferência de ideias e de experiências, constatando ser absolutamente possível permanecerem algumas horas sem a escravidão do celular.



Agora, referindo-me ao exercício profissional, uma coisa é certa: o uso constante do celular fará com que o profissional não foque nas funções que desempenha, causando um atraso produtivo, diminuição nos resultados e, em casos extremos, acarretar desavenças no ambiente de trabalho. Em uma citação curiosa de um conhecido empresário, ele diz: “Você já pensou se os jogadores de futebol entrassem em campo com celular?”.



Em paralelo ao uso do celular está a utilização indevida e indiscriminada da internet no local de trabalho. É sabido que as redes sociais são consideradas hoje importantes ferramentas em muitas áreas e, entre as mais importantes está o RH, pois os perfis dos profissionais estão disponíveis para consultas. Porém, assim como o uso de celulares, o abuso do uso da internet (Facebook, Instagram, entre outros), traz problemas ao ambiente produtivo. Observamos inúmeras postagens de assuntos bem pessoais alternados indevidamente com assuntos profissionais.



Precisamos preservar a imagem da empresa, uma vez que o colaborador ao se expor leva consigo a imagem desta. Em nosso caso, trabalhando com recursos humanos no nível em que atuamos, a situação é extremamente delicada e por este motivo a atenção deve ser redobrada.



No momento que vivemos, especialmente no Brasil na atual economia, a verdade é que devemos raciocinar muito, pois o desemprego está ‘batendo à porta’ e somente há lugar para poucos e bons: não temos tempo durante o expediente para uso indevido de celulares, redes sociais e e-mails particulares. A dedicação e o compromisso de todos serão os diferenciais em situações como esta. “No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo: ou você faz uma coisa bem feita, ou não faz.” – Citação de Ayrton Senna.






FONTE: RHCentral

terça-feira, janeiro 20

CARREIRA: As empresas precisam de consultores que têm algo novo a dizer

O apoio de profissionais qualificados e com ideias inovadoras tem sido bastante procurado por pequenas, médias e grandes empresas



Hoje, as empresas têm em seus quadros funcionários capacitados, muitos deles com cursos de pós-graduação. Um consultor deve, portanto, ter à sua disposição mais ferramentas do que a empresa já dispõe. Ter experiência é fundamental, mas somente isto não basta. O consultor deve estar atualizado com novos modelos de análise, de processos e de tomada de decisão. Deve ter a visão voltada para o futuro, para as mudanças que poderão vir.
O processo de gestão de uma empresa torna-se a cada dia mais dinâmico, paradigmas são constantemente quebrados e pode-se dizer, de uma maneira bem objetiva, que decisões acertadas ontem poderão não mais surtir os mesmos efeitos hoje. Tanto a tecnologia quanto os processos estão em fase constante de melhorias.
Para tanto, é importante que o consultor acompanhe a evolução das novidades no campo de gestão de negócios, tendo acesso a artigos acadêmicos, a livros de gestão e de administração de negócios, a palestras de especialistas, a congressos, a debates, enfim, a qualquer demonstração de transferência de conhecimento e de atualização de conceitos.
Para quem queira se atualizar ou iniciar neste trabalho, O CEGENTE - Educação Corporativa oferece o curso Formação de Consultores onde se discutem o comportamento atual do consultor, a busca das empresas por processos inovadores, os novos desafios empresariais e novos modelos de gestão e de tomada de decisão.
Acesse www.cursoformacaodeconsultores.com.br e participe também deste processo.


FONTE: administradores

segunda-feira, janeiro 19

Cibersegurança é um tema falho no Brasil, alertam especialistas

Depois das revelações de Edward Snowden ano passado sobre as espionagens realizadas pela Agência Nacional de Segurança (NSA, em inglês) no Brasil - tendo inclusive a presidente Dilma Rousseff como alvo -, a cibersegurança do País foi posta em cheque. Para especialistas no setor, a ausência histórica de investimentos do governo em atividades de inteligência tornam o Brasil cada vez mais vulnerável a ataques futuros.

"É um tema que está falho. Apesar de incluir mentes brilhantes com altíssima capacidade, a cibersegurança não tem como ser executada apropriadamente, pois o governo não dá a atenção devida. E não é culpa só desse governo. Historicamente, o Brasil não deu importância a área de inteligência", apontou Thiago de Aragão, sociólogo e analista da Arko Advice, empresa que trabalha com estratégia política. Ele palestrou nesta terça-feira (2), durante o seminário "O Brasil no mundo: deveres e responsabilidades", realizado na Câmara dos Deputados.

Segundo Aragão, é necessário que as atividades de inteligência, que incluem a cibersegurança, se tornem parte fundamental da agenda de prioridades do Brasil, contribuindo não apenas para a segurança, mas também em trazer dados que auxiliem na implementação das políticas públicas. "Inteligência é um trato sofisticado da coleta da informação, para ajudar a formar políticas, e não espionagem, como todos pensam. Se o Brasil não tem essa percepção, então é um problema de organização, categorização e planejamento."

Na avaliação do sociólogo, o primeiro passo é compreender o papel da inteligência e da cybersegurança na formulação das políticas domésticas e externas. "Acredito que temos que educar a todos em relação ao tema, para que sua importância se torne mais óbvia. Em seguida, fazer uma inserção delas na formação de políticas. Depois disso, o investimento virá naturalmente", concluiu.

Faltas

Segundo o ex-analista de Assuntos Estratégicos da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), André Woloszyn, o governo ainda não entende quais interesses devem se tornar prioridades para atender o Estado. Também diplomado em Inteligência Estratégica, ele ressalta que não há um foco por parte dos gestores na utilização dos mecanismos que já temos a disposição.

"Falta um objetivo claro de Estado, uma estratégia para usar a inteligência e suas tecnologias. Enquanto não tivermos definidos o que queremos, para onde vamos, estaremos apenas apagando incêndios. Ou seja, sendo reativos, como no caso do Snowden, ao invés de pró-ativos", comentou Woloszyn.



FONTE: Agência Gestão CT&I

quinta-feira, janeiro 15

GESTÃO: 8 erros fatais para sua empresa

Saiba qual são os fatores que podem transformar a sua empresa rentável em uma empresa com descredito







Crescer e se transformar é preciso e claro, o objetivo. Porém, sabemos que crescer sem um planejamento prévio é bem mais difícil, isso se não for impossível. Gestores que desejam expandir os seus negócios em 2015 precisam se preparar para encarar as mudanças necessárias que virão por aí. “Se profissionalizar e mudar estrategicamente é estar pronto para crescer”, afirma André Miotto, consultor de negócios e sócio-diretor da AMX Soluções em Gestão Integrada.
Segundo Miotto, “a lição de casa tem de ser feita de maneira pragmática e compartilhada, envolvendo ideias e atitudes de todos os membros da equipe de liderança da empresa”.
Confira abaixo as 8 principais falhas apontadas pelo especialista:

1. Crie um plano de negócios, mantenha um planejamento estratégico e faça uma análise mercadológica.

Estas são três ferramenas essenciais para gerar um controle nas atividades da equipe, abrangendo os âmbitos econômico, administrativo e comercial da empresa, podendo, inclusive, serem utilizadas como instrumentos de solicitação de crédito ou para a entrada de sócios e investidores, uma vez que elas dão mais credibilidade e profissionalismo.

2. Não contrate amigos ou membros da família ao invés de profissionais mais adequados.

Estabeleça os pré-requisitos para cada cargo e função. Para isso, tome como base análises racionais e mercadológicas, levando em conta as competências necessárias para o cumprimento das tarefas. Segundo o especialista, "coleguismo" e família sem preparo pode ser um “tiro no pé” para a empresa.

3. Não misture as contas e receitas da empresa com as dos sócios.

Misturar as despesas da empresa com as pessoais torna impossível realizar uma análise dos custos da empresa, o que - por sua vez -  gera uma aplicação incorreta de preço nos produtos e serviços oferecidos.

4. Não tome decisões sem informações precisas, principalmente as financeiras.

Você precisa saber exatamente qual o custo operacional da sua empresa, área por área, departamento por departamento. Essas informações são de extrema importância para definir o preço de venda correto dos produtos e políticas de descontos. Por isso, é necessário detalhar as despesas fixas e variáveis, tanto das receitas quanto dos investimentos.

5. Estabeleça prazos para os gestores, líderes e membros das equipes.

Definir prazos para e tarefas para sócios, gestores, líderes e membros é uma atividade de extrema importância. De acordo com o especialista, deve-se, por exemplo, eliminar o emprego do gerúndio (“estou terminando”, “estou providenciando”, “estou analisando”).
Contas têm data fixa para pagamento e, quando não executadas, podem atrasar toda uma cadeia, influenciando a receita final da empresa.

6. Não retarde decisões.

Tenha em mentr que prorrogar uma decisão irá aumentar o problema e comprometer o processo de mudança, mais ainda se essas decisões envolverem mudanças de procedimentos, demissões, suspensão de operações, aumento no investimento, entre outras. "Se uma decisão precisa ser tomada, tome!", orienta Miotto.

7. Não dependa de funcionários, fornecedores ou clientes.

A dica da vez é: a dependência traz riscos muito significativos para a empresa. Por isso, treine dois funcionários com o mesmo conhecimento nas atividades principais, assim, caso um deles saia da equipe, sua empresa não será prejudicada. O mesmo serve para os fornecedores: construa relacionamento com, no mínimo, dois fornecedores da mesma área.

8. Não dê ouvidos a soberba e a prepotência organizacional.

É de extrema importância levar em consideração a opinião de sócios, funcionários, clientes e fornecedores, além de se atualizar de forma continua, através do networking, consultorias e treinamentos.


FONTE: administradores




sexta-feira, janeiro 9

Mais processos, Menos turnover



Entenda como o BPM pode ajudar a reter talentos na sua organização
Uma pesquisa realizada em 2013 pelo CPDV – Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas do Rio de Janeiro, com 1800 profissionais brasileiros entre 18 e 30 anos de idade, apresentou um dado inquietante: mais de 61% dos profissionais da “Geração Y” permaneceram menos de 1 ano em seus empregos.
O fenômeno da alta evasão dos cargos trabalhistas pode ser explicado, dentre outros motivos, pela ascensão desta nova geração e pelo surgimento de novas oportunidades no mercado. A combinação desses dois fatores tem gerado muita dor de cabeça para as empresas quando a questão é rotatividade de colaboradores.
Pesquisa "Geração Y"
E o resultado pode ser desastroso, já que algumas empresas não estão preparadas para lidar com os reflexos do turnover. Com o desligamento, alguns colaboradores acabam levando consigo o conhecimento dos processos que executavam, incluindo o histórico e os “macetes”, frequentemente utilizados como apoio na execução das atividades. Com a ausência de registros adequados, todo esse conhecimento acaba perdido.
Para piorar a situação, a seleção de novos candidatos para o preenchimento das vagas existentes é uma tarefa cada vez mais difícil. Algumas áreas sofrem um verdadeiro “blackout de mão de obra”, e a obtenção de um candidato qualificado para a função pode levar um período de tempo significativo. Quando a empresa não está preparada, esse lapso temporal pode gerar sérios problemas internos, afetando inclusive processos fundamentais para a prosperidade de seu negócio.
É necessário, portanto, refletir sobre o tema. Será que sua empresa está preparada e adequadamente estruturada para enfrentar as demandas dessa nova geração? A solução é investir em gestão, executando ações que possibilitem uma maior retenção do conhecimento organizacional. Neste sentido, estruturar sua empresa a partir de processos de negócio pode ser uma saída interessante.
Trabalhar com gestão por processos implica em disciplinar sua empresa para reter o conhecimento organizacional, com a documentação e padronização dos métodos e atividades de trabalho e com o desenho e aperfeiçoamento dos fluxos dos processos. Além do registro formal do conhecimento, tais iniciativas abrem margem para discussões importantes sobre como melhorar os processos e inovar nos métodos de execução.
O envolvimento dos colaboradores relacionados aos processos e a realização de treinamentos que abordem os detalhes operacionais permitem a disseminação do conhecimento e reduzem o tempo de adaptação de novos contratados em suas responsabilidades laborais.
Além disso, resultados de uma pesquisa mundial feita pelo Gartner sobre a adoção  de Gestão de Processos de Negócio (BPM Business Process Management) mostram que as empresas podem reduzir em até 20% seus custos operacionais, já no primeiro ano da implantação.
Reter o conhecimento. Capacitar. Melhorar continuamente. Para tudo isso acontecer, sua empresa precisa aceitar o desafio de enxergar as coisas por um prisma diferente. 
Acesse nosso site e conheça mais sobre como a Gestão por Processos pode ajudar na melhoria da sua gestão.

FONTE: http://neuronconsultoria.wordpress.com/

quinta-feira, janeiro 8

Matriz de Melhorias e Método de Priorização FIRE





Hoje, o atual ambiente competitivo dos negócios tem obrigado organizações a responderem ainda mais rapidamente às mudanças  do mercado e a se adequarem ao aparecimento de novas tendências. Neste cenário, muitas ferramentas, aplicativos, modelos e técnicas surgem como oportunidades de melhoria, a fim adequar a gestão empresarial a essas exigências da modernidade.
A existência de uma infinidade de ferramentas surge como resposta à constante necessidade das organizações em se reinventarem e melhorarem continuamente suas operações e atividades.
Nesse sentido, o mundo empresarial tem se resumido em uma corrida para criação e geração de melhorias. Empresas dotadas de mentes inquietas, criativas e com apetite para mudança saem na frente, afrontam o status quo e conseguem adequar suas operações ao ritmo imposto pelo mercado. Enquanto isso, outras organizações se perdem em iniciativas que não geram os resultados esperados , em prioridades pontuais, e não aproveitam o potencial criativo  de seus colaboradores.
O QUE ACONTECE QUANDO  DESPRIORIZO UMA MELHORIA?
Com uma infinidade de atividades e compromissos que existem no cotidiano das empresas, é cada vez mais comum que não se priorizem as melhorias geradas – sem entender se realmente seriam importantes e preciosas aos negócios. Muitas delas, se priorizadas, poderiam proporcionar benefícios às organizações  e entregar ainda mais valor aos clientes. No entanto, acabam sendo despriorizadas, engavetadas, esquecidas, ou tendo sua execução adiada .
Mm
Pensando nisso, como escolher as melhorias que serão mais relevantes para o meu negócio? Quais melhorias trarão maior retorno a minha organização? Quais melhorias são mais viáveis para execução? Como avaliar se a execução da melhoria seria positiva ou negativa?  A Neuron Consultoria disponibiliza neste whitepaper a Matriz de Melhorias acompanhada do método de priorização FIRE, com todas as instruções de utilização, para auxiliar sua organização nessas questões. Aplicamos este  artefato em nossos trabalhos a fim de apoiar a retenção,  classificação e priorização das melhorias geradas em nossos  projetos de aperfeiçoamento de processos . Cabe ressaltar que, embora na etapa de geração de melhorias não se devam suprimir as ideias, quando priorizadas, é importante observar a ligação dessas sugestões de melhoria com os resultados almejados aos processos.

Baixe já a Matriz de Melhorias!

FONTE: http://neuronconsultoria.wordpress.com/

terça-feira, janeiro 6

STF decide que exposição a ruído justifica aposentadoria especial

Decisão é de um caso, mas tem "repercussão geral" e valerá para outros. 

Regime especial permite aposentadoria com menos tempo de contribuição



O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (4) negar um recurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que pretendia anular a aposentadoria especial – com menos tempo de contribuição – de um operário exposto a ruído acima dos níveis tolerados.

No recurso, o INSS argumentava que, como usava um protetor auricular, o operário não sofreu dano auditivo.

A maioria dos ministros do STF, no entanto, entendeu que basta a exposição do trabalhador a condições nocivas à saúde para o habilitar a requerer a aposentadoria especial.

A decisão, aplicada a uma única ação, deverá ser seguida pelas demais instâncias do Judiciário em julgamentos de casos semelhantes por ter a chamada “repercussão geral”.

Pela lei, um trabalhador comum, não exposto a nenhum tipo de risco à saúde ou à segurança se aposenta com 35 anos de contribuição. Aqueles que trabalham em ambientes com alto nível de ruído ou com equipamentos muito barulhentos podem se aposentar após 25 anos de contribuição.

No mesmo julgamento, os ministros também decidiram que, caso se comprove que efetivamente o uso do equipamento de proteção eliminou todo e qualquer risco à saúde do trabalhador, ele não terá direito à aposentadoria especial.

Durante a discussão, no entanto, foram citados estudos técnicos que dizem que não existe atualmente no mercado um equipamento que assegure a eliminação de 100% da exposição do trabalhador a situações nocivas à saúde.

Um protetor auricular, por exemplo, mesmo que proteja o ouvido, não impede que outros órgãos do corpo sejam afetados pelas ondas sonoras.

Outro entendimento fixado no tribunal é o de que a declaração do empregador no Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP, formulário que lista os riscos a que o trabalhador está exposto) de que o trabalhador usa um equipamento de proteção “eficaz” também não anula o direito à aposentadoria.


Defensor do operário que ganhou a causa, o advogado Fernando Gonçalves Dias  lamentou o fato de a decisão não se estender para outros tipos de risco no trabalho. Quem trabalha com amianto ou em mineração a céu aberto, por exemplo, pode se aposentar com 20 anos de contribuição. Já o trabalhador que, além do ambiente barulhento, está exposto a agentes químicos nocivos, contribui com 15 anos. 

“Esse processo, que poderia resolver mais de 100 mil casos, não vai beneficiar tanta gente”, afirmou o advogado, com base em estimativas de sindicatos no número de ações relacionadas a outros riscos.




FONTE: G1

quinta-feira, dezembro 11

Como os videogames têm sido usados na educação


Seja pelo uso do jogo em sala de aula, ou pela sua lógica aplicada a atividades pedagógicas, os videogames ultrapassaram a barreira do entretenimento e ganharam as escolas





Durante muito tempo, os videogames foram vistos apenas como entretenimento. Um tipo de diversão que muitas vezes ganhou destaque apenas com foco no conteúdo violento de alguns jogos. Nos EUA, a proliferação dos games levou políticos de projeção, como a ex-primeira-dama Hillary Clinton, a culpar os jogos por "roubar a inocência de nossas crianças". Essa percepção, no entanto, vem se modificando e muitos educadores defendem a incorporação dos jogos eletrônicos, ou ao menos de sua lógica, à sala de aula. 
Uma das principais pesquisadoras do tema no Brasil, Lynn Alves, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), afirma que a imersão provocada pelo videogame e as possibilidades narrativas permitem ao aluno quebrar a rigidez do ambiente escolar e lidar de maneira lúdica com os temas do currículo. Para que isso funcione, no entanto, o game não pode perder justamente as características que atraem tantos usuários. “O jogo não pode se transformar num livro eletrônico. Se isso acontecer, o objetivo se perdeu”, aponta.
Veja abaixo exemplos de como os games podem ser incorporados ao projeto pedagógico.
No preparo das suas aulas de educação física, Archimedes de Moura Junior, professor da rede estadual de São Paulo, sempre trazia sob o braço o tapete de dança, acessório para o Playstation 2, que aplicava com os alunos. Posteriormente, adaptou para a classe o Quadribol, modalidade esportiva dos bruxinhos da série Harry Potter. Com videogame e TV próprios, Archimedes deixava que estudantes da 4ª série do ensino fundamental jogassem dois minutos do game Harry Potter: Quidditch World Cup e, na aula seguinte, os conhecimentos adquiridos na tela eram colocados em prática na quadra, com direito a chapéu de bruxo e acessórios. O projeto deu tão certo que, no ano seguinte, integrou-se a outras disciplinas, que passaram a abordar os livros da autora da série Harry Potter, J. K. Rowling, inspiradas pelas aulas de educação física.
Na Escola Municipal Antônio Euzébio, em Salvador, as crianças passaram a usar o game Búzios: ecos da liberdade como auxílio nas aulas de história e cultura afro – o enredo do jogo trata da Revolta dos Alfaiates no final do século XVIII. Antes, porém, os professores tiveram de entender e manusear o jogo. “Aqueles professores que tinham a visão de que o videogame era só brincadeira passaram a entender as possibilidades”, afirma a coordenadora Nohara Vanessa Goes. Na prática, conta Nohara, a presença dos games começa a mudar alguns comportamentos. Para estudar a abolição da escravatura dentro da aula de informática, por exemplo, o normal seria os alunos pesquisarem no Google ou na Wikipedia – hoje já podem usar um jogo como o Búzios, em que a imersão na história desperta mais identificação e sentido.
Algumas escolas não utilizam os jogos em si durante as aulas, mas se aproveitam de algumas características dos games. Com a chamada “gamificação”, estratégia de ensino que combina desafios, competição e recompensas, a lógica dos jogos eletrônicos começa a ser vista por muitas instituições como um recurso para motivar os alunos e tornar o estudo mais atraente. Uma das primeiras redes de ensino no Brasil a trabalhar com a ideia dos jogos na educação, a Positivo começou a utilizar esse recurso há 15 anos, inicialmente com o chamado edutainment (softwares que buscavam o equilíbrio entre ensino e entretenimento).
A empresa possui a plataforma adaptativa Aprimora, que utiliza recursos como pontuação para incentivar o aluno. Apesar de defender o uso desse tipo de tecnologia, Parahuari Branco, diretor de pesquisa, desenvolvimento e inovação da divisão de tecnologia educacional da Positivo Informática, diz que é “preciso preparar de forma adequada o professor, que deve adotar um novo papel nesse processo, atuando como um direcionador das discussões”.





FONTE: guiasdeeducacao.com.br

segunda-feira, dezembro 8

Você ainda não conhece a Gestão por Processos?



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Embora pouco conhecida no imaginário das organizações do Brasil, a gestão por processos é uma prática que vem ganhando muito espaço quando se fala em modelos inovadores de gestão. Veja só o porquê:
Até os anos 90, as empresas compartilhavam uma realidade semelhante: trabalhavam com uma estrutura departamental hierarquizada, em que cada departamento tinha suas atividades centralizadas, trabalhando como se fossem engrenagens separadas.
No entanto, este modelo que predominou por muito tempo na mentalidade das organizações, começou a apresentar seus problemas: funcionários desmotivados, aumento dos gastos operacionais, demissões, falta de tempo para implementar melhorias e crescimento abaixo do esperado e desordenado. Então, o modelo vigente começou a se desatualizar. Passou a não acompanhar as mudanças tecnológicas e nem o novo posicionamento do cliente como sendo o “centro de tudo”, o decisor final do processo de compra, como se percebe bastante hoje.
A partir do momento em que essas empresas começaram a estruturar suas atividades através do foco do cliente, com processos permeando departamentos e com a operacionalização programada de suas estratégias, passaram desfrutar de vários benefícios tais quais: maior agilidade no atendimento aos clientes; aumento da retenção do conhecimento organizacional; aumento da confiabilidade e qualidade dos produtos e serviços; ampliação da capacidade produtiva; visualização atividades desnecessárias que acometiam a empresa;  e automatização de vários processos que antes eram manuais;
Isso tudo trouxe resultados positivos inesperados para as organizações, que começaram a reconhecer a Gestão por Processos como “A 3ª onda da gestão”.
Sabemos que, com o ritmo acelerado que andam as coisas, a ascensão de novas tecnologias e um mercado cada vez mais competitivo, os modelos de gestão precisam estar cada vez mais bem estruturados. Nisso, é válida a reflexão: sua gestão te permitirá um crescimento sustentado e planejado para os próximos anos?

FONTE: http://neuronconsultoria.wordpress.com/

terça-feira, dezembro 2

GESTÃO DE MUDANÇA: Manual das Mudanças

Os passos mais apropriados para que a gestão de novos processos não se transforme em dor de cabeça








Fusões e aquisições, reposicionamento estratégico, reestruturações ou mudanças de tecnologias geram grande expectativa não só nos líderes como também em toda a equipe. Tal ansiedade e a falta de preparação fazem com que muitas organizações cometam erros antes mesmo de iniciar o processo de gestão da mudança. Para não cometer esse equívoco, confira o passo a passo da mudança elaborado pelo consultor e diretor da Strategy Consulting, Jorge Bassalo:
1. Preparar o diagnóstico

“É importante que a liderança perceba que para iniciar qualquer transformação é necessário passar pela fase do diagnóstico, que engloba analisar o momento atual da empresa e verificar o que precisa ser feito para que a empresa alcance seus objetivos com a mudança, a partir da análise do estágio atual”, explica.

2. Criar o senso de urgência

Segundo ele, um dos equívocos mais comuns é quando não se cria um senso adequado de urgência entre executivos e funcionários, se a situação pedir maior agilidade do grupo. “O melhor nesse caso é sempre o bom-senso. Toda a companhia precisa entender as razões da necessidade da mudança e acompanhar o timing em que ela deva ocorrer.”

3. Estabelecer um vínculo de confiança e engajamento

Outro problema ocorre quando o líder não consegue estabelecer um vínculo de confiança e engajamento o suficiente para fazer com que a empresa atue como um time, ou seja, para que todos conheçam as táticas e saibam a hora certa de colocá-las em prática. “Para que a mudança ocorra da melhor maneira possível, a comunicação interna e a externa também devem ser efetivas, alcançando todos os níveis da organização”, acrescenta.
4. Descentralizar as decisões

É fato que o líder tem papel importante na orientação do processo em andamento, contudo centralizar o poder não é o melhor caminho para o desenvolvimento. “Eliminar obstáculos e estruturas que atrapalham a visão da mudança e desencorajam os funcionários. O conceito de descentralização do poder deve ser lembrado frequentemente”, alerta Bassalo.
5. Acompanhar o processo de mudança

As empresas têm a falsa ilusão de que o processo de mudança não apresenta resultados a curto prazo. “Pelo contrário, as transformações devem ser sentidas progressivamente por todos que fazem parte da corporação. Contudo, isso não significa que o sucesso é garantido. É preciso acompanhar o caminho da mudança, para que seja possível consertar possíveis erros ainda em suas raízes”, diz o diretor da Strategy.
6. Incorporar as mudanças à cultura da empresa

E, por fim, um dos erros mais graves: a não incorporação das mudanças à cultura da empresa, já que assim não haverá familiarização entre a companhia e os colaboradores. “Estruturar a gestão da mudança é um processo complexo, por isso, o ideal é que o corpo executivo conte com a ajuda de profissionais especializados para que seja feito um diagnóstico da empresa de forma parcial e que possa auxiliar na implantação e na condução de uma mudança efetiva e eficaz”, conclui.



FONTE: RevistaMelhor


segunda-feira, dezembro 1

Gestão de metas: Como implementar a metodologia OKR?

Aprenda com a diretora de RH do Google os 5 passos que irão levar sua organização a uma gestão eficiente de metas


5 passos que irão levar sua organização a uma gestão eficiente de metas
Nós temos um objetivo com este artigo, caro leitor: fazer com que você entenda a metodologia de OKR (Objectives and Key Results) e que isso te ajude a aplicá-la em sua organização. Faremos isso através de um texto de até 800 palavras, utilizando uma linguagem informal e direta ao ponto, trazendo exemplos para ilustrar o que queremos transmitir. Simples assim.
Acredite ou não, acabamos de definir um OKR. Incrível, não? Eles devem ser sempre assim, simples o suficiente para que você os entenda e se sinta entusiasmado a alcançá-los. Agora que temos nosso objetivo estabelecido, vamos ao que interessa. Quais são os passos para a implementação de um sistema eficaz de OKRs?
1.   Entender que OKRs são parte da cultura da Empresa.
Uma cultura de OKR se estabelece quando há um interesse real de uma empresa em estabelecer um processo estruturado para o alcance das metas. Imaginamos que ao ler a palavra "cultura", alguns pensamentos negativos do tipo "minha empresa não está preparada para isso" ou "não sei por onde começar" possam ter vindo à sua mente. Não se preocupe se isso aconteceu, o Google também passou pela mesma situação no início. Inclusive, essa metodologia foi implementada quando o Google ainda não era o "Google". Apenas um grupo de profissionais no primeiro ano de nascimento da empresa, mostrando que é possível sim que qualquer empreendimento possa estruturar seus OKRs, independente de seu tamanho.
2.   Entender que OKRs ajudam a classificar o que é prioridade.
OKRs nada mais são do que um conjunto de objetivos inter-relacionados que, alcançados de forma individual ou coletiva, vão contribuir para os objetivos macro de uma organização. Dessa forma, eles são vitais para que o profissional entenda o seu escopo de trabalho e saiba onde direcionar seus esforços e onde não gastar energia. Podemos afirmar sem medo de errar que uma gestão objetiva de OKRs eleva a produtividade e reduz de forma grandiosa o tão temido stress no ambiente de trabalho. Além disso, ao produzir mais, a auto estima do funcionário aumenta, reduzindo problemas relacionados à saúde e falta de motivação. Ou seja, todos ganham.
3.   Entender que OKRs são mensuráveis e devem ser simples.
Parece óbvio, mas não é. OKRs devem ser bem objetivos e existe uma regra de ouro para criá-los: (a) todos devem, obrigatoriamente, conter números. (b) todos devem ser mutualmente acordados entre gestor e profissional. (c) cada pessoa deve possuir, no máximo, 5 objetivos macro com 4 resultados chave para cada objetivo macro. (d) ao menos 60% dos objetivos devem ser definidos bottom up, ou seja, pelo próprio profissional que trabalhará neles (falaremos disso no próximo item).
4.   Entender que OKRs seguem duas vias: Top Down e Bottom up.
Isso é muito importante e gostaríamos de enfatizar. O modelo tradicional de formação de objetivos é feito exclusivamente de cima pra baixo, muitas vezes acordados em reuniões de diretoria, sem envolvimento de todo o grupo de funcionários. Nós trabalhamos com uma proposta diferente: 40% são OKRs definidos por nossos Vice Presidentes e Diretores, que nos passam a direção, enquanto 60% são OKRs definidos por cada indivíduo na empresa, que define como será o caminho. Para exemplificar, seria como o presidente de um clube de futebol definisse em seu OKR a meta de "ser campeão brasileiro de futebol da série A", e o técnico desse clube, ao receber 40% desse OKR (a direção é ser campeão), define os 60% faltantes que devem ser feitos para isso acontecer: "importar táticas consagradas da Europa, contratar jogadores de peso, etc.". Como você pode ver, o presidente não deve pensar em detalhes de como o clube será campeão, mas ele deve garantir que há alguém pensando no que deve ser feito para que isso aconteça. O mesmo raciocínio serve para qualquer organização. Além disso, se você planeja elevar o engajamento dos profissionais de sua organização, experimente envolvê-los no processo de elaboração de objetivos e se surpreenda com os resultados.
5.   Entender que OKRs são públicos para toda a empresa e promovem o engajamento de todos.
A ideia de gerenciar OKRs não públicos soa tão ineficaz quanto ler um livro no escuro. Manter a cultura de OKRs viva é uma tarefa de todos, e internamente todos os Googlers (termo utilizado a quem trabalha no Google) registram seus OKRs trimestrais em nossa intranet, tornando-os acessíveis a qualquer interessado. Ao fazer isso cria-se um sentimento de engajamento ao perceber que todos os objetivos estão relacionados tanto verticalmente quanto horizontalmente, dando-nos a percepção de que caminhamos todos no sentido certo, como um grande time.

Mônica Santos é Diretora de recursos humanos do Google na América Latina.

FONTE: Endeavor

terça-feira, novembro 25

Monitoramento por satélite da Embrapa detalha o nível de degradação em pastagens brasileiras

Tecnologia capta diariamente dados de componentes da vegetação para verificar o tamanho da área comprometida

Área com pastagem degradada em Ipameri (GO) em março de 2012 - Foto: Breno Lobato/ Embrapa
Área com pastagem degradada em Ipameri (GO) em março de 2012 
 Foto: Breno Lobato/ Embrapa


Em Goiás, 27% das pastagens mapeadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentaram de moderada a alta degradação nos últimos anos. Esse levantamento mais preciso foi possível devido a uma tecnologia por satélite utilizada pela organização, com sensores de resolução moderada capazes de detectar as variações na vegetação ao longo do tempo.
"Isso é um número que não tínhamos antes, quando se usava apenas sensoriamento remoto. Hoje já podemos apresentar esses dados e agora estamos nos preparando para entregar mais informações, dessa vez sobre a degradação no bioma Cerrado", afirmou o pesquisador e supervisor do levantamento, Luiz Eduardo Vicente. "O governo poderá usa essa informação para delinear políticas de gestão melhores para a agricultura", ressaltou.

O satélite, com um sensor chamado Spot Vegetation, faz medidas diárias de determinados componentes da vegetação ou do solo, usando regras matemáticas e algoritmos que extraem a variação ao longo do tempo em um determinado ponto. Nas unidades em terra, as imagens são recebidas do satélite, então processadas e tratadas.

"Nós recebemos e geramos essas informações geoespaciais. Esses dados chegam brutos e nós processamos eles com uma pergunta que determinamos no sistema, de forma que ele nos dê uma resposta mais precisa. A premissa é basicamente um índice que mostra a variação da vegetação com o tempo", explicou o pesquisador.

Na avaliação do especialista, a riqueza dos dados gerados pelo satélite pode contribuir não apenas na tomada de decisões do governo, mas também para o cotidiano dos próprios agricultores. “Diretamente, o produtor pode acessar o site da Embrapa e verificar essas informações. Mas, indiretamente, ele vai sentir os resultados quando o governo local puder estabelecer políticas de gestão territorial, fazendo incentivos para reduzir a degradação, ou com ações para o uso controlado da terra”, avaliou.

Luiz Eduardo debateu o tema na palestra “Embrapa Monitoramento por Satélite”, durante o 5º Simpósio Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação (Simgeo), realizado em Recife (PE) e promovido pelo Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep).

Simgeo

O evento tem como objetivo proporcionar uma troca de experiências entre profissionais e acadêmicos da área de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação de todo o Brasil. Com a participação de especialistas da França, Estados Unidos e Brasil, o simpósio apresentou as mais recentes discussões sobre controle de qualidade de bases cartográficas, ensino de geodésica e fotogrametria.


FONTE: Agência Gestão CT&I