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sexta-feira, fevereiro 20

Empresas cortam soneca de funcionários após produtividade despencar

No ano passado, a empresa start-up AskforTask.com criou uma salinha para que seus funcionários pudessem tirar sonecas depois de longas jornadas de trabalho - às vezes, de mais de 70 horas por semana.
Parecia o plano perfeito para uma empresa que queria relançar sua plataforma online rapidamente e precisava da colaboração dos funcionários para a missão.
Mas o plano fracassou. "Não foi preciso muito tempo para descobrir que as sonecas eram contraproducentes", diz uma das fundadoras da empresa, Nabeel Mushtaq.
Os chefes haviam imposto um limite de 15 minutos por soneca, mas ainda assim muitos empregados estouravam o tempo.
Outros, acordados forçosamente, passavam mais tempo tomando café e no banheiro lavando o rosto, na tentativa de despertar totalmente.
O processo todo desperdiçava algo como 30 minutos a uma hora e meia por dia, segundo Mushtaq.
Depois de seis meses da experiência, a equipe - anteriormente tida como eficiente - estava cumprindo apenas 55% de suas metas semanais, uma queda de 30 pontos percentuais.

Soneca corporativa

A perda de produtividade da empresa, na prática, vai contra a teoria de vários estudos que sustentam que os cochilos podem elevar o desempenho dos trabalhadores. Corporações como Apple, Nike, Procter & Gamble, HootSuite e Intuit adotaram a prática.
Em Nova York, o ramo já está até se terceirizando: a MetroNaps nasceu dedicada a fabricar móveis para a chamada "soneca corporativa".
A iniciativa é semelhante à de empresas que instalam videogames e mesas de ping pong no escritório: o objetivo é descontrair os trabalhadores.
Mas às vezes, quando os funcionários exageram, o chefe acaba tendo que desempenhar um papel parecido com o de professor de jardim de infância.
Nathan Schokker, da empresa australiana Talio Group Pty, diz que um problema recorrente é identificar quem abusa demais das sonecas.
"Já tive uma pessoa que passou tempo demais na sala de soneca em plena manhã de segunda-feira. O ronco foi o que acabou entregando", diz Schokker
A empresa empresa dele oferece salas de soneca, mas não impõe nenhum limite ou regra. No entanto, os chefes recomendam que elas só sejam usadas em situações extremas.
"É pouco produtivo recomendar sonecas diárias", diz. "Eu descobri que algumas vezes eu usei a sala de soneca para procrastinar, destruindo minha produtividade por algumas horas."
No caso citado, o chefe e o empregado acabaram rindo da situação, mas o funcionário foi advertido para que descansasse mais em seu tempo livre.

Relaxando com eficiência

Para Schokker, o desafio é achar o equilíbrio junto com os empregados.
Jacob Stewart, da empresa americana The Travelling Photo Booth, por exemplo, cobra que seus funcionários interrompam seu trabalho por alguns minutos todas as tardes.
"Pedimos que eles deixem suas mesas por pelo menos 20 minutos por dia. É uma forma de impedir que todos fiquem exaustos."
A Blue Soda Promo, uma empresa americana de produtos promocionais, tem amenidades como uma pista de boliche, scooters motorizados, cestas de basquete, mesas de jogo e uma "sala de serenidade", com um sofá e uma cadeira de massagens.
A empresa diz ter um bom equilíbrio na sua produtividade, e os funcionários nunca passam tempo demais sem trabalhar. Segundo Matt Powers, um dos diretores, a companhia tem prazos e metas muito rígidos, e isso faz com que as pessoas não abusem do seu tempo no trabalho.
Ele diz que basta ser sutil - perguntando "onde você esteve?", por exemplo - para alertar aqueles que se excedem um pouco.
Simon Hudson, fundador da empresa Brndstr nos Emirados Árabes, testou a ideia de uma sala de soneca por dois meses em sua companhia, mas desistiu da ideia. A sala de soneca era uma distração muito grande e os empregados se ausentavam por muito tempo.
Ele resolveu mudar a sala, instalando sofás, cadeiras confortáveis, uma televisão de 50 polegadas e um Playstation. Isso estimulou que seus funcionários se mantivessem ativos e criativos no descanso. Até agora a ideia tem dado certo, segundo ele.
Na AskforTask, Mushtaq resolveu seguir o exemplo, transformando a "sala de soneca" em um "lounge de inovação". Em seis semanas, a produtividade da empresa voltou ao normal.
"Mudando o nome e o tema da sala, conseguimos fazer nossos empregados atingirem mais de 85% de suas metas semanais", diz Mushtaq.


FONTE: BBC

quarta-feira, janeiro 7

ONU apresenta proposta para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2015





O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, apresentou, na última quinta-feira (4), aos 193 Estados-membros da Assembleia Geral, uma síntese do relatório O caminho para a dignidade até 2030: acabando com a pobreza, transformando todas as vidas e protegendo o planeta, sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pós-2015.

O documento final será apresentado no dia 31 de dezembro e deve guiar as negociações dos países-membros para construção de uma nova agenda global centrada nas pessoas e no planeta, baseada nos direitos humanos, que será aprovada em 2015.

Sobre o relatório, Ban disse que “nunca antes uma consulta tão ampla e profunda tinha sido feita sobre a questão do desenvolvimento”. Ele lembrou que o documento vem sendo elaborado há dois anos, desde a Conferência Rio+20 e conta com a colaboração dos governos, de todo o Sistema da ONU, de especialistas, da sociedade civil e de empresários.

O secretário-geral agradeceu o projeto do grupo de trabalho que apresentou os 17 ODS com 169 alvos de atuação. Para ele, o resultado expressa o desejo dos países de ter uma agenda que possa acabar com a pobreza, alcançar a paz e a prosperidade e proteger o planeta.

“Em 2015, anunciaremos medidas de longo alcance sem precedentes que vão assegurar o nosso bem-estar futuro”, disse Ban Ki-moon, ao falar sobre a nova agenda global que irá suceder os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que visam a reduzir a pobreza extrema e a fome, promover a educação, especialmente para as meninas, combater doenças e proteger o meio ambiente, cujo prazo expira em 2015.

Ele também pediu aos países para serem inovadores, inclusivos, ágeis e determinados nas negociações, e reforçou a “responsabilidade histórica” para entregar uma agenda transformadora.

“Estamos no limiar do ano mais importante para o desenvolvimento desde a fundação da própria ONU. Temos que dar sentido à promessa desta organização que reafirma a fé na dignidade e no valor da pessoa humana e dar ao mundo um futuro sustentável”, disse Ban. “Temos uma oportunidade histórica e o dever de agir de forma corajosa, enérgica e rápida”.

Ele afirmou que a agenda pós-2015 deve ser construída tendo como base a cooperação global e a solidariedade, pedindo que as metas levem em consideração as diferentes realidades das nações e os níveis de desenvolvimento de cada uma e respeitar políticas nacionais.

O chefe da ONU disse que em julho de 2015, em Adis-Abeba, na Etiópia, os países devem formar uma nova parceria global. Em setembro do próximo ano, em Nova York, a comunidade internacional deve chegar a um acordo sobre os ODS e, em dezembro, em Paris, as autoridades devem chegar a consenso nas negociações sobre o clima.




FONTE: CicloVivo

terça-feira, janeiro 6

STF decide que exposição a ruído justifica aposentadoria especial

Decisão é de um caso, mas tem "repercussão geral" e valerá para outros. 

Regime especial permite aposentadoria com menos tempo de contribuição



O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (4) negar um recurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que pretendia anular a aposentadoria especial – com menos tempo de contribuição – de um operário exposto a ruído acima dos níveis tolerados.

No recurso, o INSS argumentava que, como usava um protetor auricular, o operário não sofreu dano auditivo.

A maioria dos ministros do STF, no entanto, entendeu que basta a exposição do trabalhador a condições nocivas à saúde para o habilitar a requerer a aposentadoria especial.

A decisão, aplicada a uma única ação, deverá ser seguida pelas demais instâncias do Judiciário em julgamentos de casos semelhantes por ter a chamada “repercussão geral”.

Pela lei, um trabalhador comum, não exposto a nenhum tipo de risco à saúde ou à segurança se aposenta com 35 anos de contribuição. Aqueles que trabalham em ambientes com alto nível de ruído ou com equipamentos muito barulhentos podem se aposentar após 25 anos de contribuição.

No mesmo julgamento, os ministros também decidiram que, caso se comprove que efetivamente o uso do equipamento de proteção eliminou todo e qualquer risco à saúde do trabalhador, ele não terá direito à aposentadoria especial.

Durante a discussão, no entanto, foram citados estudos técnicos que dizem que não existe atualmente no mercado um equipamento que assegure a eliminação de 100% da exposição do trabalhador a situações nocivas à saúde.

Um protetor auricular, por exemplo, mesmo que proteja o ouvido, não impede que outros órgãos do corpo sejam afetados pelas ondas sonoras.

Outro entendimento fixado no tribunal é o de que a declaração do empregador no Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP, formulário que lista os riscos a que o trabalhador está exposto) de que o trabalhador usa um equipamento de proteção “eficaz” também não anula o direito à aposentadoria.


Defensor do operário que ganhou a causa, o advogado Fernando Gonçalves Dias  lamentou o fato de a decisão não se estender para outros tipos de risco no trabalho. Quem trabalha com amianto ou em mineração a céu aberto, por exemplo, pode se aposentar com 20 anos de contribuição. Já o trabalhador que, além do ambiente barulhento, está exposto a agentes químicos nocivos, contribui com 15 anos. 

“Esse processo, que poderia resolver mais de 100 mil casos, não vai beneficiar tanta gente”, afirmou o advogado, com base em estimativas de sindicatos no número de ações relacionadas a outros riscos.




FONTE: G1

domingo, maio 4

Prevenção: uma responsabilidade compartilhada


Flavio Penteado FMC



Trabalhar é uma atividade digna e nobre, que não deveria, em tese, provocar efeitos nocivos à saúde das pessoas. No entanto, apesar das significativas evoluções na legislação trabalhista nas últimas décadas, a realidade ainda assusta. Somente no Brasil, cerca de 700 mil acidentes de trabalho são registrados todos os anos, sem contar os casos não notificados oficialmente. A economia também é afetada: de acordo com o Ministério da Previdência, o país perde anualmente de 2,5 a 4% do PIB com acidentes deste gênero, devido ao pagamento de benefícios previdenciários.
Diante deste cenário, o Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho, comemorado no dia 28 de abril e instituído pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), ganha importância adicional e serve, como uma espécie de lembrete: sua empresa oferece um ambiente seguro para o trabalhador? O que está sendo feito para minimizar riscos? Os funcionários se sentem protegidos e satisfeitos com as condições de trabalho? Do outro lado, você é um colaborador responsável? Respeita os procedimentos de segurança? Toma os cuidados necessários durante o expediente? Essas são reflexões essenciais para a construção de um futuro mais seguro e otimista.
De qualquer modo, existem motivos para comemorar. Segundo estatísticas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Brasil tem reduzido de maneira significativa os índices de acidentes de trabalho, bem como a gravidade deles.
Parte desse bom desempenho vem de programas de segurança e de prevenção originados na indústria. Vale destacar a contribuição do setor químico, pioneiro em diversas iniciativas que visam preservar trabalhadores da exposição a agentes e soluções. A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), por exemplo, lançou programas específicos de prevenção de acidentes, que vão muito além dos requisitos legais.
Sou gerente de SSMA (Segurança, Saúde e Meio Ambiente) de uma das maiores empresas agroquímicas do mundo e sei o quanto o casamento entre ‘engajamento’ e ‘práticas de segurança’ dá bons resultados. Citando a realidade da qual faço parte: na FMC, segurança, saúde e meio ambiente são valores inegociáveis, que são considerados diariamente em todas as decisões. A área de Segurança recebe investimentos constantes, que geram ações de conscientização, capacitação de equipes, análises técnicas dos processos e instalações, além de estudos frequentes a partir de indicadores de performance. O resultado? 20 anos sem acidentes de trabalho com afastamento.
Acreditamos na importância de prevenir acidentes, seja no trabalho, em casa ou no trânsito. Essa crença se aplica a funcionários, e se estende, da mesma maneira, a fornecedores, parceiros e visitantes da fábrica. Temos consciência de que bons resultados só são atingidos por meio do compromisso de líderes e colaboradores com os valores da companhia. Além disso, são fundamentais planejamento e treinamentos contínuos que assegurem o cumprimento de procedimentos e requisitos legais.
A prevenção é uma responsabilidade que deve ser igualmente compartilhada. Assim, a partir de posturas colaborativas e dos exemplos da liderança da empresa, a segurança no trabalho torna-se uma conquista que deve ser comemorada não só hoje, mas todos os dias. Parabéns àqueles que zelam pela vida e pelo bem-estar.

Flávio Penteado é gerente de SSMA (Segurança, Saúde e Meio Ambiente) da FMC Agricultural Solutions


FONTE: economiasc

Pausa para descansar entre tarefas traz benefícios, aponta estudo

Retomar uma tarefa difícil após uma pausa de uma tarefa fácil pode melhorar o desempenho em cerca de 40% (George Doyle/Photos.com)
Retomar uma tarefa difícil após uma pausa de uma tarefa fácil pode melhorar o desempenho em cerca de 40% (George Doyle/Photos.com)


Relaxar pode aumentar o pensamento criativo, de acordo com um estudo internacional.
Uma equipe de pesquisa descobriu que retomar uma tarefa difícil depois de um intervalo envolvendo uma tarefa fácil, pode melhorar o desempenho cerca de 40%.
“Muitos pensadores científicos influentes alegam ter tido seus momentos de inspiração enquanto estavam envolvidos em pensamentos ou atividades não diretamente destinadas a resolver os problemas que eles estavam tentando solucionar”, disse o autor Benjamin Baird, na Universidade da Califórnia-Santa Barbara, de acordo com o The Telegraph.
“Este estudo demonstrou que fazer um intervalo envolvendo em uma tarefa pouco exigente melhorou o desempenho em uma tarefa clássica de criatividade, muito mais do que fazer um intervalo envolvendo uma tarefa exigente, descansar ou não fazer nenhum intervalo”.
Na tarefa complexa, cerca de 150 participantes com idades entre 19 e 32 anos listaram o máximo de utilidades incomuns para objetos cotidianos em dois minutos. Eles foram divididos em quatro grupos: um deles não tinha intervalo durante a tarefa, enquanto os outros tiveram uma pausa de 12 minutos durante os quais eles poderiam descansar, realizar uma tarefa de memória exigente ou executar uma tarefa pouco exigente.
As pessoas do último grupo divagavam muito porque a tarefa era muito fácil. Após a pausa, todos voltaram para a tarefa original de listagem.
Para a listagem de novos itens de uso diário, todos os grupos tiveram o mesmo desempenho, mas reconsiderando objetos anteriores, o desempenho dos divagadores aumentou 40%.
Os resultados foram publicados na edição de outubro da revista Psychological Science.

FONTE: EpochTimes




terça-feira, abril 29

Dia Mundial do combate à LER: saiba como prevenir o problema

Força excessiva, repetição, postura incorreta dos membros superiores, compressão mecânica, pela força excessiva e posturas incorretas de membros superiores estão entre as causas da doença




Se você costuma fazer movimentos repetidos, não tem o hábito de sentar com uma postura adequada ou passa muito tempo em uma mesma posição, a LER (Lesão por Esforço Repetitivo) pode estar batendo à sua porta. O problema tem atingido cada vez mais pessoas e está relacionado, principalmente, a atividades no ambiente de trabalho. Por causa disso, o dia 28 de fevereiro foi escolhido para ser a data de referência de ações no mundo para conscientizar as populações sobre os riscos desse tipo de lesão. 
Você sabe como identificar a LER? Quais as principais causas do problema? Como prevenir? O educador físico Márcio Aldecoa, diretor da Life PQV, empresa especializada em prestar serviços de saúde para empresas, responde a essas questões.

Causas


“Força excessiva, repetição, postura incorreta dos membros superiores, compressão mecânica, pela força excessiva e posturas incorretas de membros superiores. Além disso, a LER é geradora de problema como tenossinovite, tendinite e a bursite, principalmente nos membros superiores, bem como lombalgias (dores nas costas), devido às más posturas nos postos de trabalho e nos vícios posturais”, explica Márcio.

Sintomas


“Seus sintomas são dor, fadiga localizada, perda de força, dormência do membro atingido, edema (inchaço) de extremidades, sensação de peso no membro e redução ou perda da sensibilidade”, explica o educador físico.

Como prevenir?


“A ginástica laboral é um dos programas mais eficazes no combate à LER. Ela proporciona sensação de bem-estar e disposição no trabalho, diminuição do absentismo. Atrelado a isso, aumenta a flexibilidade, força, coordenação, ritmo, agilidade e resistência. Juntando-a com um comitê de ergonomia e um processo bem elaborado de conscientização, os riscos do problema ficam bem reduzidos”, afirma Márcio.

FONTE: administradores

terça-feira, março 18

9 hábitos que ajudam você a funcionar melhor de manhã

Mesmo quem tem disposição só durante a noite pode ter manhãs mais produtivas, com mudanças de alguns comportamentos


Pessoa acordando com despertador
Fazer exercícios e dedicar a parte da manhã a tarefas simples são maneiras de funcionar melhor nesse período

Em uma sociedade em que a maioria das empresas, serviços e atividades funciona em horário comercial, das 9h às 18h, quem tem dificuldade para levantar cedo costuma sofrer com essa rotina. Com o cansaço, sono e atrasos frequentes, as pessoas que têm hábitos mais noturnos ainda podem ficar com a fama de preguiçosas e pouco comprometidas, diante daqueles que não encontram obstáculos para começar o dia a todo vapor. Esse problema, no entanto, não precisa ser eterno.
De acordo com o psicólogo e professor Sérgio Medeiros, alguns hábitos simples podem ajudar a funcionar melhor na parte da noite. “Há certos limites. A pessoa não vai inverter completamente seu ciclo biológico, mas ela pode ser produtiva, mesmo assim”, afirma. O especialista, que também é coordenador do curso de Psicologia no centro universitário IBMR, indica alguns comportamentos e ideias úteis para dar mais ânimo durante a manhã e melhorar a qualidade de vida. Confira.
Reconhecer a dificuldade de acordar, sem culpa
Viver sem culpa e reconhecer que o ritmo do próprio corpo não é igual ao de outras pessoas “matutinas” é o primeiro passo para conseguir mudar essa realidade, segundo Medeiros. Para ele, é importante adquirir o hábito de não se depreciar ou pensar mal de si mesmo pelo fato de ter mais dificuldade para funcionar de manhã. Essa consciência pode ser muito útil na hora de dar o segundo passo.
Perceber que hábitos são mutáveis
Outro padrão de pensamento que influencia diretamente na conduta diária é a convicção de que é possível mudar. “Os hábitos são mutáveis. Não é simples mudar o relógio biológico, mas é possível”, diz. Isso significa que, ao sentir a necessidade de render mais de manhã, nada impede que o corpo e a cabeça sejam treinados para tal.
Dormir mais cedo
Muita gente que tem dificuldades para acordar cedo adota uma rotina com atividades capazes de varar a madrugada. Não é de se admirar que os bocejos e desânimo invadam as manhãs dessas pessoas. Por isso, para Sérgio Medeiros, um bom hábito a ser incorporado no dia a dia é calcular quantas horas são necessárias para ter um sono revigorante e, a partir desse número, estabelecer um horário máximo para estar na cama.
“No começo, é comum ter dificuldade de dormir mais cedo, mas é importante entender que isso é transitório”, afirma. Para estimular o sono, ele recomenda realizar atividades mais calmas pouco tempo antes de dormir, como ler um livro cujo tema não seja muito estimulante ou ligado ao trabalho.
Não sofrer por antecipação na hora de dormir
Um hábito que atrapalha bastante a qualidade do sono e que, por isso, prejudica as atividades do dia seguinte é pensar nas tarefas pendentes antes de dormir. Esse costume típico dos domingos, em que as pessoas começam a sofrer antecipadamente pela chegada da segunda-feira, prejudica a noite de descanso e aumenta as dificuldades na hora de acordar. “É programar o despertador e mudar de assunto”, diz o psicólogo.
Começar o dia com o que dá mais prazer
Organizar as ideias e colocá-las em um papel pode ajudar a perceber que levantar junto com o sol pode não ser tão ruim assim. Sérgio Medeiros afirma que vale a pena fazer uma lista com aquilo que agrada e o que desagrada na nova rotina e, a partir dela, começar o dia com as coisas mais prazerosas.
Esse hábito funciona como uma espécie de recompensa para si mesmo, por ter conseguido acordar cedo. Esse método pode ainda ser ampliado para outros horários do dia. “Já que conseguiu levantar da cama no horário, a pessoa pode estabelecer uma premiação para si, como tomar um chopp depois do trabalho ou fazer outra coisa de que goste e se sinta bem”, diz.
Realizar tarefas mais simples de manhã
Para não demorar além do necessário em determinadas tarefas e não se frustrar com isso, o ideal, segundo o especialista, é deixar os afazeres mais complexos para o horário da tarde e da noite, quando se está mais focado. Assim, o período da manhã ficaria para aquilo que for mais simples de se fazer, como atividades mecânicas ou de contato pessoal.
Tomar café
Para driblar o sono e começar bem o dia, um bom café pode ajudar a despertar com mais facilidade. O mesmo vale para outras substâncias estimulantes e que contêm cafeína, como chá preto, chá verde e chocolate. “Algumas pessoas não gostam muito ou não podem consumir, mas, para quem pode e acha bom, isso é efetivo”, afirma Medeiros.
Fazer exercícios
Outro modo de ter mais disposição de manhã é fazer exercícios físicos logo no início do dia. Geralmente, praticar atividades físicas nesse horário acelera o organismo e dá mais disposição para enfrentar os desafios do dia. Mas esses benefícios são mais sentidos se a pessoa tiver uma boa noite de sono e se estiver bem nutrida e hidratada para malhar.
Evitar bebidas alcoólicas antes de dormir
“Quem tem hábito de ingerir bebida alcoólica pouco antes de dormir deve tomar cuidado, pois a pessoa pode acordar mais cansada no dia seguinte”, afirma o especialista. Segundo ele, para modificar a rotina e acordar mais cedo e com mais disposição, é preciso abrir mão desse pequeno prazer, pelo menos temporariamente, até que o corpo se adapte à nova realidade e o horário de despertar não seja mais um desafio hercúleo a ser transposto.

FONTE: exame.abril

sexta-feira, março 14

Ergonomia promete tornar seu envelhecer mais confortável

Ergonomia é a ciência que estuda a interação do ser humano com as máquinas, equipamentos, ambientes e sistemas.
Além de servir para a fabricação de objetos mais confortáveis, a ergonomia agora está se mostrando útil também para facilitar o dia a dia dos idosos.
O resultado está sendo apresentado por pesquisadores brasileiros do INT (Instituto Nacional de Tecnologia) e do CEPE (Centro de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento).
O primeiro deles é o Projeto "Casa Saudável", que está desenvolvendo soluções para problemas posturais, de conforto e de segurança, de forma a minimizar os riscos de acidentes observados nos ambientes domésticos e de trabalho.
O trabalho envolve a aplicação de duas técnicas: a análise de uso dos produtos e a análise ergonômica do trabalho (AET).
A análise de uso permite conhecer as interfaces dos produtos com seus usuários, possibilitando adequar as características de cada um às reais necessidades dos idosos.
Já a AET (análise ergonômica do trabalho) detalha as atividades executadas pelas pessoas dessa faixa etária, reprojetando os aparelhos e instrumentos para adequá-los às capacidades e limitações desses usuários.
As avaliações são feitas em condições reais, por meio de um sistema de circuito fechado de televisão (CFTV) com câmeras instaladas com consentimento dos idosos em pontos selecionados de suas casas.
Ergonomia promete tornar seu envelhecer mais confortável
Os modelos humanos digitais 3D construídos pelos pesquisadores brasileiros, refletindo situações reais, já estão atraindo atenção internacional.
[Imagem: INT]

Plataforma Digital
O segundo projeto, chamado "Plataforma Digital", incorpora dados antropométricos da população de idosos e pode ser aplicada ao treinamento de cuidadores.
O trabalho resultará na construção de uma base de dados com medidas corporais detalhadas 1D e 3D (tridimensional) dos idosos, com o escaneamento a laser 3D.
Esses modelos humanos digitais 3D fornecerão parâmetros inéditos para o desenvolvimento de projetos arquitetônicos e produtos que contribuirão para a melhoria da qualidade de vida da terceira idade.
Em outra frente, o trabalho incorpora movimentos capturados das técnicas de manipulação utilizadas pelos cuidadores de idosos. Essas ações são colhidas por meio de sistemas de captura de movimento e de escaneamento 3D desses profissionais.
Cruzando essas informações com a dos idosos, será desenvolvida a plataforma digital para auxiliar na capacitação dos cuidadores. A partir da simulação do movimento humano, como nos videogames, mas com precisão de medidas e movimentos, os profissionais poderão testar e aprimorar suas habilidades na interação com os idosos.


FONTE: inovaçãotecnológica

quarta-feira, outubro 9

Postura inadequada no trabalho é uma das principais causas de dor na coluna

Permanecer em posições desconfortáveis por longo período prejudica a saúde


Posturas inadequadas no trabalho são comuns em diversas profissões. Permanecer em posições desconfortáveis por muito tempo ou fazer movimentos que forçam a coluna trazem uma consequência comum a muitos trabalhadores: as dores.
Oito a cada dez indivíduos sofrerão de dor nas costas em algum momento de suas vidas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). E mesmo o problema sendo muito comum, pouco se faz para preveni-lo. O médico neurocirurgião Paulo Porto de Melo explica que estas dores são resultado das sobrecargas direcionadas à coluna, aplicadas em todas as situações de nossa rotina, principalmente o trabalho, local onde, normalmente, permanecemos mais tempo durante o dia.
— Aliado a estas sobrecargas, também se encontram inúmeros fatores de risco que potencializam estas cargas, tornando a possibilidade de lesão nos tecidos da coluna ainda maiores. Por isso é extremamente importante entender o que fazer e, principalmente, o que não fazer após uma crise de dor, e como evitá-la — diz.
No entanto, embora possam estar relacionadas a diversas enfermidades, as dores lombares surgem, principalmente, em indivíduos sem qualquer outra doença e, muitas vezes, são associadas ao estilo de vida de cada um, incluindo as atividades profissionais.
— Quando estão associadas à profissão e pode-se estabelecer uma relação de causa e efeito entre o trabalho e a dor, são chamadas de lombalgias ocupacionais — conta o médico.
Algumas profissões podem prejudicar a coluna
A atividade profissional pode, muitas vezes, exigir longas horas seguidas em uma mesma posição, quase sempre inadequada para a saúde da coluna. Essas posições podem levar à sobrecarga dos discos intervertebrais (discos da coluna) e de outras articulações da coluna, causando ou acelerando seu desgaste, conhecido como artrose da coluna ou espondiloartrose.
— Essa sobrecarga pode ser tolerada por longos anos, pela ação de mecanismos de adaptação da coluna e da musculatura que a envolve, mas chega o momento em que esses mecanismos cedem e as dores nas costas surgem — esclarece o neurocirurgião.
Os vícios de postura e posturas mantidas por longo tempo são muito comuns em profissões que exigem a posição sentada (secretárias, digitadores, programadores, professores) ou até mesmo de pé (montadores, catadores, pintores).
Saiba quais são os principais problemas na coluna que atingem algumas profissões:
Secretária/recepcionista: elas passam horas e horas sentadas em uma mesma posição. Com o cansaço, sentam-se esparramadas na cadeira, o que pode aumentar as cargas na coluna. Além disso, o salto alto, comum nessas profissões, também altera a curvatura da coluna, aumentando as cargas impostas a ela.
Segundo o neurocirurgião, o tratamento pode ser médico, com o uso de remédios analgésicos, anti-inflamatórios, relaxantes musculares, cirurgia ou fisioterapêutico (RPG, pilates). Saltos plataforma ou pequenos saltos também podem ajudar, mas não são a solução.
Dentista/atletas/operadores de máquinas: eles estão entre os mais atingidos pela hérnia de disco cervical por executarem suas tarefas com o tronco curvado para frente, postura que mais sobrecarrega os discos intervertebrais. No caso dos dentistas, o problema está na realização de esforços de flexão e rotação da coluna diversas vezes ao dia. Nestes casos, segundo Melo, a hérnia está localizada no nível da cervical e pode haver dor no pescoço, ombros, na escápula, braços ou no tórax, associada a uma diminuição da sensibilidade ou de fraqueza no braço ou nos dedos.
Somente 10% dos casos de hérnia de disco precisam de cirurgia. Para os profissionais que já sofrem com problemas na coluna e não querem se submeter a uma cirurgia, o tratamento convencional pode apresentar bons resultados. Tratamentos com fisioterapia aliada a exercícios de fortalecimento dos músculos posturais podem ser eficazes. Além disso, pode ser recomendado para esses pacientes o repouso e uso de analgésicos, anti-inflamatórios e anestésicos.
Motoristas: a condução de veículos por longos períodos e o transporte de cargas pesadas implicam esforço para a coluna, pressionando o nervo ciático, e faz esses tipos de profissionais serem os mais afetados pela dor ciática, uma dor persistente que se inicia na região lombar, passa pelas nádegas e prolonga-se para as pernas e por vezes até ao pé.
Os males da dor ciática podem ser controlados com períodos de descanso e diminuição da atividade, seguidos de exercícios para melhorar a mobilidade e fortalecer as costas. Fisioterapia também é útil.

FONTE: zerohora.clicrbs

quinta-feira, outubro 3

Instituto Butantan e USP anunciam testes clínicos de vacina contra a dengue

Recrutamento de voluntários começou nesta quarta-feira, dia 2 de outubro. Objetivo é verificar a segurança e a resposta imunológica induzida pela vacina (foto: Camila Carvalho/Instituto Butantan)

O Instituto Butantan e a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) anunciaram na quarta-feira (02/10) o início do recrutamento de voluntários para os testes clínicos de uma vacina tetravalente contra a dengue – ou seja, que ofereça proteção contra os quatro tipos de dengue conhecidos (1, 2, 3 e 4).
Composta por vírus vivos atenuados, a vacina foi criada por pesquisadores do National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, onde passou por testes bem-sucedidos em animais e em humanos – demonstrando ser segura, com poucos efeitos colaterais (dor e vermelhidão local, em alguns casos) e eficiente na indução da produção de anticorpos após a administração de uma única dose.
“Por meio de uma parceria, o NIH disponibilizou o produto para a produção no Instituto Butantan e para testes em humanos no Brasil. Com isso, a vacina será testada, pela primeira vez, em uma região endêmica, onde a dengue é um problema de saúde pública de extrema relevância”, afirmou Alexander Precioso, diretor da Divisão de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância no Instituto Butantan, na entrevista coletiva do anúncio, em São Paulo.
“Os pesquisadores americanos comprovaram ainda que mosquitos transmissores da dengue não são capazes de disseminar o vírus atenuado na vacina, transmitindo a doença a partir de picadas em pessoas imunizadas com a vacina”, disse.
Esper Kallás, professor associado de Imunologia Clínica e Alergia da FMUSP e coordenador dos testes que serão realizados no Hospital das Clínicas da universidade, também esteve presente na coletiva e afirmou que, neste momento, o objetivo é confirmar os resultados obtidos nos Estados Unidos.
“A fase de desenvolvimento clínico é certamente a mais desafiadora e complexa, mas acreditamos ter um produto promissor em mãos”, disse o pesquisador. “Há vacinas contra a dengue em fase de produção por outras companhias. Contudo, até o momento, elas têm exigido mais de uma dose de aplicação, enquanto os resultados iniciais da vacina que vamos testar apontam para uma dose única.”
A produção da vacina no Brasil teve apoio da FAPESP, por meio do projeto de pesquisa “Dengue: produção de lotes experimentais de uma vacina tetravalente candidata contra dengue”. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Fundação Butantan apoiaram os testes clínicos.
Triagem e acompanhamento
O início dos testes clínicos foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pelo comitê de ética da Faculdade de Medicina da USP, pelo Comitê Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).
Durante a triagem, os voluntários passarão por exames laboratoriais e avaliações médicas. Em um primeiro momento, serão selecionados 50 participantes, homens ou mulheres saudáveis, com idade entre 18 e 59 anos, que residam na cidade de São Paulo e nunca tenham contraído dengue. Esse grupo será acompanhado por médicos, enfermeiros e farmacêuticos do Hospital das Clínicas da FMUSP.
Na etapa seguinte, inicialmente prevista para o início de 2014, serão recrutados outros 250 voluntários que já tenham ou não contraído dengue. Nessa fase, os participantes serão acompanhados pelos hospitais da FMUSP e da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP).
A expectativa dos pesquisadores é conhecer, em dezembro do ano que vem, todos os dados necessários para descrever o perfil de segurança da vacina e a resposta imunológica que ela é capaz de produzir.
“Independentemente desse prazo, os voluntários serão acompanhados por cinco anos, para verificarmos a manutenção da resposta ao longo do tempo e para descrevermos muito bem o que a vacina pode proporcionar do ponto de vista imunológico”, afirmou Alexander Precioso.
Caso o desenvolvimento do estudo ocorra dentro do previsto, a partir de 2015 a vacina será testada em cidades de diferentes regiões do país, resultando no volume de informações necessário para a solicitação do registro na Anvisa.
“Dependendo dos resultados que encontrarmos, é possível que o Instituto Butantan possa disponibilizar a vacina ao Programa Nacional de Imunização a partir de 2018”, disse Precioso.
Ao Instituto Butantan caberá, além da produção da vacina, a coordenação dos testes clínicos, a seleção e o treinamento dos pesquisadores envolvidos. Além da USP e do NIH, são parceiros da iniciativa o Instituto Adolfo Lutz, a Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health e a Global Solutions For Infectious Diseases.
Os interessados em se candidatar como voluntários devem entrar em contato com a equipe do estudo por meio do site www.vacinadengue.com.br, do e-mail vacinadengue@usp.br ou dos telefones (11) 2661-7214 / 3344, de segunda a sexta-feira, das 9h às 8h.
Os selecionados assinarão termos de consentimento livre. Não devem participar mulheres grávidas, em período de amamentação ou que queiram engravidar nos próximos meses. 
 

FONTE: FAPESP


quinta-feira, setembro 19

Gráficos informativos mostram acidentes de trabalho


Proposta da Fundacentro é compilar dados estatísticos para auxiliar na leitura 
Por ACS/A.R. em 10/09/2013 


Criado em 2009, o subsite da Fundacentro “Estatísticas de Acidentes e Doenças do Trabalho”, passa a disponibilizar os infográficos, ou gráficos informativos.

Considerados uma nova forma de apresentação de dados estatísticos, ou um agrupamento de banco de dados, os infográficos apresentam dados coletados do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho do Ministério da Previdência Social, que até então eram disponibilizados apenas em tabelas.

Dinâmicos, os infográficos permitem ao leitor fácil navegação pelos estados da Federação, por ano de interesse e por indicadores, compilados de 1999 a 2011. É possível visualizar a progressão dos acidentes no país e conhecer os índices de acidentabilidade, letalidade, mortalidade e as incidências de doenças do trabalho.

Em um primeiro momento, dois setores foram analisados pelo grupo de trabalho para a elaboração dos infográficos: Transporte Rodoviário de Cargas e Construção Civil.

Marco Bussacos, estatístico da Fundacentro, coloca que há diferenças entre tabelas, normalmente utilizadas em sites e a elaboração de série histórica ora proposta. “As informações ficavam dispersas anteriormente e agora podem ser consultadas em mapas e gráficos organizados e separados por indicadores. Além disso, quisemos criar um subsite capaz de gerar produtos”, diz.
Para a elaboração dos infográficos, a equipe de trabalho, constituída por Sonia Bombardi, Cesar Saito (responsável pela elaboração dos infográficos), Maria Maeno, Marco Antonio Bussacos e Ricardo Luiz Lorenzi, foi utilizado o programa de domínio publico, “tableau public”, voltado para elaboração de mapas e gráficos.

Além dos infográficos, é possível encontrar no subsite, tutorial AEPS InfoLogo com explicações de como navegar e fazer uso de informações da Previdência Social, bancos de dados nacional e internacional, estatísticas de acidentes e doenças do trabalho, outros banco de dados, boletins estatísticos nacionais e internacionais, legislação e relatórios técnicos.

Um terceiro setor apontado para realização de futura pesquisa para inserção nos infográficos será possivelmente a administração pública. Os temas, Transporte Rodoviário de Cargas e Construção Civil foram sugeridos pela Comissão Tripartite de Segurança e Saúde no Trabalho (CT-SST), instituída pela Portaria Interministerial n.º 152, de 13 de maio de 2008, dos Ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e da Saúde.

A Comissão é composta de seis representantes do Governo Federal, seis representantes dos empregadores e seis representantes dos trabalhadores. Compete aos ministérios a sua coordenação, em sistema de rodízio anual, tendo o Ministério do Trabalho e emprego assumido esta responsabilidade a partir de 22 de setembro de 2009 que tem como objetivo, avaliar e propor medidas para implementação no país da Convenção n.º 187 da OIT, que trata da Estrutura de Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho.

FONTE: fundacentro