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quarta-feira, fevereiro 25

Bateria de alta capacidade pode promover independência energética individual






Uma bateria desenvolvida pela Tesla, montadora norte-americana, promete revolucionar a produção doméstica de energia limpa. O modelo possui alta capacidade e permite o armazenamento de grande quantidade de energia, possibilitando às residências se tornarem independentes das redes de transmissão.

A novidade tem sido muito esperada, principalmente, nos Estados Unidos, devido à popularização das placas fotovoltaicas. Com os baixos preços, a produção de energia solar para uso individual tem crescido em ritmo acelerado. Em 2014, o setor foi o que mais gerou empregos em todo o país.

De acordo com o chefe executivo da empresa, Elon Musk, em declaração ao jornal The Washington Post, a bateria será revelada ao público dentro de um ou dois meses e a produção em larga escala está a, aproximadamente, seis meses de distância.

Mesmo que os custos ainda não tenham sido informados, a expectativa é de que a opção seja muito mais barata do que os tradicionais sistemas de geradores, que custam, em média US$ 20 mil. A utilidade do sistema seria bastante semelhante, mas ao invés de armazenar energia proveniente de gás ou outras fontes não renováveis, o abastecimento seria feito apenas com energia limpa.

A bateria também oferece mais liberdade aos consumidores. Produzir energia solar no telhado de sua própria casa e ter como armazenar o excedente para o uso posterior, permitirá que as residências sejam desconectadas das linhas de transmissão e funcionem como pequenas usinas elétricas individuais.



FONTE: CicloVivo

quinta-feira, janeiro 15

Arquiteto indica 4 erros ao projetar um escritório

Ideias preconcebidas do que é um escritório, ou de como eles devem ser, fazem com que empresários caiam em erros do passado ou gastem com modismos que não fazem sentido para suas empresas. "Tem muita gente buscando escritórios do tipo Google. Mas um escritório de advocacia não é o Google", diz o arquiteto Edo Rocha.

Mari Queiroz/Divulgação
Arquiteto Edo Rocha
Arquiteto Edo Rocha
TODO MUNDO JUNTO


Muitos empresários reclamam de salas de reunião demais nos meus projetos. Mas hoje o trabalho é todo em equipe, e locais de reunião são mais importantes do que salas fechadas para a diretoria


ALGUÉM DESLIGA O AR


Um ar condicionado pensado só para gelar o ambiente, em vez de deixar o trabalhador confortável, não só o faz adoecer como também desperdiça energia. Prédios mais econômicos são possíveis


PRECISA DE PAPEL?


Há clientes com uma ideia pronta do que é um escritório Aí pedem mobiliário com mesas só para eles, com espaço para o PC e para apoiar papeis. Mas usa-se cada vez menos papel no trabalho


FUJA DA MODA

Cada ambiente atende a um perfil de trabalho. Não adianta você ser uma firma de advocacia, que faz um trabalho rigoroso, e ter um escritório "estilo Google" todo colorido, que valoriza a criatividade.




FONTE: folha.uol

quarta-feira, janeiro 7

GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS: Suporte sofisticado

Escritórios criados para livrar pesquisadores da burocracia oferecem novos serviços (ilustração: Maurício Pierro)



Começa a render frutos uma iniciativa da FAPESP que busca reduzir o tempo 

gasto pelos pesquisadores na administração burocrática de seus projetos, 

permitindo que se concentrem em sua atividade principal, que é 

produção do conhecimento.

No final de 2010, a Fundação criou um programa que oferece treinamento para equipes de funcionários de universidades e instituições de pesquisa dedicados a reduzir a carga de trabalho imposta aos cientistas na gestão e administração de seus projetos.
O treinamento tem duração de quatro dias, em turmas de no máximo seis participantes. Desde o advento do programa, mais de 110 equipes já receberam capacitação na sede da Fundação – e pelo menos 24 delas organizaram Escritórios de Apoio Institucional ao Pesquisador, que estão em plena operação.
A novidade é que esses escritórios, além de ajudarem na compra de insumos e na prestação de contas, começam a oferecer novos serviços. Alguns se dedicam a prospectar oportunidades de financiamento em editais e chamadas de propostas, ajudando os pesquisadores também a levantar recursos. Outros dão suporte não só para os projetos, mas também para os bolsistas.
“Esses escritórios estão se disseminando e alguns já fornecem um apoio bastante sofisticado”, diz Marcia Regina Napoli, responsável pela Gerência de Apoio, Informação e Comunicação (Gaic) da Diretoria Administrativa da FAPESP, que coordena o programa desde 2010.
Um exemplo é o Escritório de Apoio Institucional ao Pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, que mantém dois funcionários trabalhando tanto no suporte a quem pretende submeter um projeto de pesquisa a agências como na fase posterior à obtenção dos recursos, auxiliando na compra dos insumos, prestação de contas e até mesmo ajudando a publicar os resultados em revistas científicas.
Vinculado ao Hospital Israelita Albert Einstein, o instituto dispõe de laboratórios organizados em core facilities, um biotério acreditado pela Association for Assessment and Acreditation of Laboratory Animal Care Internacional (AAALAC) e um centro de pesquisa clínica onde são realizados estudos científicos por 23 pesquisadores contratados, 42 docentes do programa de pós-graduação acadêmica e mais de 200 médicos de seu corpo clínico envolvidos em pesquisa.
Desde sua criação, em meados de 2012, o escritório já ajudou a submeter 67 projetos de pesquisa. A taxa de aprovação de projetos submetidos chega a 61% do total – e a captação de recursos oriundos de agências de fomento cresceu 323% entre 2012 e 2013.
Na chamada fase pre-award, o trabalho tem várias frentes. Diariamente, a equipe rastreia chamadas de projetos e editais lançados no Brasil (por meio da visita a sites de agências) e no exterior (através de um serviço pago) e informa por e-mails os pesquisadores da instituição que podem ter algum interesse.
“Esse mapeamento de oportunidades é a primeira coisa que fazemos no dia”, diz Aline Pacífico Rodrigues, coordenadora de projetos de pesquisa do escritório. Quando surge um interessado, Aline e sua equipe marcam uma reunião para orientá-lo.
“Às vezes, precisamos alinhar com o pesquisador as suas expectativas sobre o financiamento. Alguns querem, por exemplo, que as agências financiem serviços ou exames. Explicamos que é mais fácil obter recursos para pagar insumos, comprar equipamentos e contratar serviços pontuais de terceiros”, diz. “Mas sempre buscamos oferecer alguma saída para ele e nunca fechamos portas.”
Leia a reportagem completa em 


FONTE: FAPESP

terça-feira, dezembro 9

Empresas europeias suspendem negociações com serraria brasileira





Após recente investigação do Greenpeace, que instalou rastreadores em caminhões para monitorar a rotina de carregamento e transporte de madeira ilegal no Pará, empresas holandesas, francesas, suecas e belgas estão revendo os contratos firmados com a brasileira Rainbow Trading.

As holandesas Stiho e LTL Woodproucts anunciaram a suspensão da compra de madeira da Rainbow Trading. Já na França, a companhia Rougier Sylvaco também confirmou que está suspendendo a comercialização com a Rainbow Trading enquanto investigam. Na Suécia, a empresa "Interwood”, importadora que negocia madeira com o Brasil, declarou que não vai mais comprar madeira da Rainbow e que vai suspender a importação de Ipê da Amazônia, já que não consegue verificar a legalidade do produto.

A Rainbow Trading teve seis containers bloqueados pelas autoridades belgas. Sua madeira está impedida de entrar no mercado até que as autoridades competentes investiguem a fundo esses carregamentos. As empresas que compraram madeira das serrarias denunciadas deverão responder de acordo com a EUTR (European Union Timber Regulation), legislação que proíbe a importação de madeira ilegal para o mercado europeu e obriga as empresas a se prevenirem quanto ao risco de importar essa madeira.

O Greenpeace tem pressionado as autoridades europeias (veja aqui a denúncia) para que apliquem a EUTR e já havia alertado as empresas sobre os riscos de ilegalidade da madeira da Rainbow, antes da chegada de três carregamentos entregues na Bélgica no início de outubro e novembro.

A Rainbow Trading acumula quase meio milhão de reais em multas junto aos órgãos ambientais. Durante operação deflagrada pela Sema (Secretaria do Meio Ambiente do Pará), no início de novembro, a empresa recebeu mais quatro multas: duas por vender centenas de metros cúbicos de madeira ilegal, uma por lavar madeira, ou seja, vender madeira com créditos falsos ou fraudulentos, e outra por inserir informação falsa no sistema eletrônico de controle de produtos florestais do Pará – o Sisflora.

Além disso, a Rainbow recebeu madeira contaminada da serraria Odani, que também foi flagrada receptando o produto ilegal. Esta última também foi fiscalizada e multada pela Sema, tornando evidente que essas serrarias operam com irregularidades e não conseguem atestar, de fato, a origem legal da madeira que comercializam.

Além de ambas as empresas estarem bloqueadas no Sisflora, elas estão também bloqueadas no sistema DOF (Documento de Origem Florestal) - sistema eletrônico de controle federal, e assim permanecerão enquanto a operação estadual continuar. Isso significa que, por ora, essas empresas estão impossibilitadas de realizar qualquer tipo de transação comercial de madeira, pelo menos até que as investigações sejam finalizadas.

Na última sexta-feira (28), o Ministério Público Federal do Pará, o Ibama, a Sema, a associação dos engenheiros florestais do Pará (APEF), alguns representantes do setor produtivo via suas associações (Aimex - Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Pará; Unifloresta – Associação da cadeia produtiva Florestal da Amazônia), entre outras entidades, confirmaram os graves  problemas do setor, já que firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que busca a melhoria da atividade madeireira no estado.

Este acordo já vinha sido discutido, mas sua assinatura só aconteceu após uma investigação do Ministério Público Federal no Pará que teve início em 2013. Essa investigação levou ao lançamento de diversas ações civis públicas contra o Ibama e a Sema, entre outros atores, expondo as falhas do sistema. O recente acordo, limitado ao estado do Pará, não implica na revisão imediata de planos de manejo florestal existentes e do sistema com um todo. Embora inclua medidas positivas, o termo não resolve a maioria dos problemas apontados pelo Greenpeace.

“Ao interromper a compra de madeira da Amazônia, os mercados mandam uma mensagem muito clara de que toda a cadeia está contaminada já que o risco da ilegalidade é alto demais. O governo federal precisa se juntar aos esforços da Sema e dos mercados e dar o primeiro passo na solução do problema, liderando imediatamente a revisão de todos os planos de manejo aprovados desde 2006 e realizar uma reforma robusta no sistema de controle”, finaliza Minami.




FONTE: CicloVivo

Etiópia projeta construção de usina solar altamente tecnológica






A Etiópia já possui o maior parque eólico da África. Agora, o país está perto de ter uma usina solar altamente tecnológica e eficiente. Apelidado de Tulip Solar, o sistema foi criado pela AORA, empresa de tecnologia, e já é utilizado em duas centrais espanholas.

O projeto foi estabelecido entre a companhia e o Ministério de Água, Irrigação e Energia da Etiópia com o intuito de ajudar o país a produzir energia suficiente para abastecer a população, de forma limpa, reduzindo os impactos ambientais do processo. A construção está prevista para começar na metade de 2015.

A central se destaca em meio à paisagem, por seu perfil elegante, feito inteiramente de cobre, que deixa a estética muito diferente das tradicionais fazendas solares. Além disso, ela é muito mais eficiente.


Foto: Divulgação

O sistema funciona através de unidades compactas interligadas. Cada um desses módulos é capaz de gerar cem quilowatts e podem ser conectados juntos em uma rede. Ao redor da torre principal de 35 metros de altura, estão 50 espelhos, que acompanham o sol e direcionam os raios e o calor para o interior de uma lâmpada com mil graus Celsius.


Foto: Divulgação

A usina também é híbrida, podendo gerar energia através do sol ou por biomassa. Por toda essa tecnologia, o espaço necessário para a instalação é muito menor. A cada 3,5 mil metros quadrados, a usina é capaz de produzir 100 kw, com a possibilidade de expandir para 270 kw, se for usado o calor. Além disso, é possível mantê-la funcionando sempre, independente das condições climáticas.


Foto: Divulgação



FONTE: CicloVivo

segunda-feira, dezembro 8

Superespelho pode substituir uso de ar-condicionado em prédios

(Foto: Nicolle R. Fuller/Sayo-Art)



Ar-condicionado consome energia aos montes. Um grupo de pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos propõe uma ideia diferente para resfriar prédios ao redor do mundo: espelhos para refletir os raios do sol de volta para o espaço.


Claro que não estamos falando de qualquer espelho, mas um feito com sete camadas de dióxido de silício e óxido de háfnio sobre uma camada de prata. Sua estrutura interna é produzida especialmente para irradiar os raios infravermelhos em uma frequência que permita que eles voltem para o espaço sem esquentar área próxima do prédio.



Você deve ter reparado nesta última frase. Ele foi feito para proteger o prédio do calor, não a atmosfera, o que significa que ele não tem nenhum objetivo de solucionar o aquecimento global. Segundo os pesquisadores, o espelho evita que 97% dos raios do sol atinja o edifício, reduzindo a temperatura ao redor em até 5 graus Celsius. Isso sem precisar de nenhuma fonte de energia adicional.



Nos Estados Unidos, por exemplo, 15% de todo o consumo de energia no país vem dos aparelhos de ar-condicionado, então se isso realmente funcionar e for aplicado em grande escala, pode ajudar a economizar bastante energia. Os cientistas também imaginam ganhos para países pobres, onde a oferta de eletricidade é baixa.



“Todo objeto que produz calor precisa de um dissipador. O que fizemos foi criar uma forma de permitir o uso do frio do universo como um dissipador durante o dia”, explica o professor Shanhui Fan, chefe do projeto.



Agora, o próximo passo é estudar uma forma de aumentar o protótipo atualmente existente, já que ele ainda tem o tamanho semelhante a uma pizza. Para realmente ter efeito, seria necessário cobrir o telhado dos prédios.










Sistema holandês transforma qualquer telhado em jardim





A empresa holandesa Roel de Boer desenvolveu um produto simples, capaz de transformar qualquer telhado comum em um telhado verde. O sistema foi apelidado de Flowering City e funciona como uma ferramenta efetiva para melhorar a qualidade ambiental do ambiente ao seu redor.

Uma das grandes dificuldades em popularizar os telhados verdes é o fato da estrutura normalmente ser aplicada em lajes retas, o que não é o caso de boa parte das casas tradicionais, feitas com telhados inclinadas. Assim, o produto holandês expande o perfil e também a quantidade de residências com potencial para ter jardins em seus telhados.

O equipamento é simples e dividido em duas partes. A primeira é uma placa, colocada sobre a telha, e a segunda é uma espécie de funil, feito em plástico reciclado e utilizado em unidades individuais. O produto funciona como pequenos vasinhos, que podem ser fixados sobre as telhas já existentes, sem que haja qualquer modificação da estrutura principal.

Imagem: Divulgação

A própria água da chuva é utilizada para regar as plantas, que podem ser de diferentes espécies, de acordo com a preferência do morador e também do bioma local, já que o ideal é sempre ter plantas nativas da região. Após passar pela terra, o excesso de água escorre já muito mais limpa.

Ter vegetação no telhado é um ótimo jeito reduzir a temperatura interna do ambiente de forma natural, o que, consequentemente economiza energia. Além disso, o telhado ganha um visual mais bonito e acaba se tornando um oásis para o desenvolvimento de novas espécies.


Foto: Divulgação




FONTE:  CicloVivo            

quarta-feira, dezembro 3

Como é a nova cadeira do físico britânico Stephen Hawking


Depois de três anos de trabalho, engenheiros da Intel criaram a nova cadeira de rodas conectada com a qual Hawking poderá comunicar seu gênio. / INTEL




Se não fosse a tecnologia, as ideias do cientista mais brilhante da atualidade teriam ficado encerradas em sua cabeça. Acometido de uma doença que o deixou praticamente paralisado, o físico Stephen Hawking poderá, a partir de hoje, comunicar seus pensamentos e realizar tarefas cotidianas muito mais rápido graças à nova cadeira que a Intel desenvolveu para ele. O protótipo servirá de base para uma plataforma aberta a todos os que pesquisam meios de melhorar a vida dos portadores de tetraplegias e patologias motoras de origem neurológica.
Hawking estreou sua nova cadeira em um ato celebrado na manhã de terça-feira em Londres. O físico britânico, que sofre de esclerose lateral amiotrófica (ELA) desde os tempos de faculdade, poderá agora transmitir seus pensamentos com maior rapidez e realizar algo tão simples e essencial para ele como navegar na Internet em um décimo do tempo que levava na cadeira anterior.

Tanto o equipamento velho, que Hawking usou nas últimas duas décadas para se movimentar e se comunicar, como o novo são obra de engenheiros da Intel. Mas em questões de tecnologia, o tempo, esse fenômeno que tanto interessou ao genial físico, passa depressa demais e sua cadeira de sempre ficou antiquada e incapaz de aproveitar todos os avanços alcançados nos últimos anos.

A medicina não foi capaz de me curar, por isso dependo da tecnologia para poder me comunicar e viver”, diz Stephen Hawking
Com a nova cadeira, por exemplo, o sensor que atualmente tem na bochecha é detectado por um computador infravermelho montado em seus óculos, o que permite a ele selecionar caracteres em seu computador. A integração da tecnologia de software linguístico da companhia britânica SwiftKey, um aplicativo de texto inteligente, melhorou a capacidade do sistema para aprender com o professor, predizendo seus próximos caracteres e palavras.
Durante dois anos, engenheiros do Swiftkey trabalharam em um modelo de linguagem personalizada para Hawking. Em essência o sistema é similar ao do aplicativo para celulares. Aprende com o que já foi escrito em e-mails, mensagens ou posts em redes sociais para completar as palavras. No caso do físico britânico, a aprendizagem foi feita incluindo textos que o físico não publicou.
Segundo uma nota da Intel, com esse sistema, Hawking precisa escrever menos de 20% do total de caracteres comunicados. Até agora, por exemplo, para realizar uma busca na internet, o professor Hawking precisava seguir processos árduos, como fechar sua janela de comunicação, mover o cursor para abrir o navegador, movê-lo de novo à barra de busca e, por último, escrever os termos da busca. O novo sistema automatiza todos esses passos.
“A medicina não foi capaz de me curar, por isso dependo da tecnologia para poder me comunicar e para viver”, dizia o professor Hawking em Londres já instalado em sua nova cadeira.


Hawking e a responsável pelo projeto da cadeira ACAT. Intel
A plataforma foi batizada pela Intel como ACAT (sigla em inglês de Ferramentas Auxiliares Conscientes do Contexto). O projeto foi desenvolvido em três anos por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores da Intel Labs, com a cooperação do próprio Hawking.
“Durante décadas, o professor Hawking se valeu da tecnologia para poder comunicar-se com o mundo. Entretanto, para estabelecer uma analogia, seu antigo sistema era como tentar utilizar aplicativos e sites modernos sem teclado nem mouse”, diz Wen-Hann Wang, vice-presidente da Intel e diretor executivo da Intel Labs. “Juntos, criamos uma experiência de comunicação superior em todos os níveis, que contribui para manter o professor independente em sua vida diária e que pode chegar a aumentar a independência de outros portadores”, acrescentou.
Plataforma aberta a todos
O físico britânico é o primeiro a contar com o ACAT, mas a intenção da Intel é que a plataforma seja aberta em janeiro a todos os pesquisadores e tecnólogos que trabalham no campo da deficiência.
Mais de 3 milhões de pessoas em todo o planeta sofrem de lesões e doenças motoras de origem neurológica. Estas patologias afetam as atividades musculares voluntárias, como as capacidades de falar, andar, deglutir e realizar todo tipo de movimentos corporais.

Os engenheiros trabalharam três anos na nova cadeira de rodas
A partir do ano que vem, o software ACAT estará disponível para que os pesquisadores possam criar soluções personalizadas para interações e comunicação mediante o tato, piscadas, movimentos de sobrancelhas e outros gestos.
Embora a deficiência nem sempre tenha estado na lista de prioridades de muitas empresas de tecnologia, durante a apresentação do novo equipamento, a principal responsável pelo projeto do ACAT na Intel Labs, Lamba Nachman, recordou que “o âmbito das tecnologias para deficientes é, com frequência, um campo de testes para as tecnologias do futuro”.


FONTE: ElPaís

terça-feira, novembro 25

Samsung lança mouse comandado pelos olhos


Nesta terça-feira (25), a Samsung apresentou um aparelho que rastreia o movimento dos olhos. A ideia é permitir que o movimento ocular seja usado para controlar as ações de um computador e executar tarefas como mover o cursor e rolar páginas, entre outras possibilidades.

O aparelho se chama Eyecan+ e fisicamente tem mais ou menos o tamanho de receptores de sinal de TV paga. Acoplada debaixo de monitores, a tecnologia transforma a atividade dos olhos em ações práticas reproduzidas no computador. O principal objetivo é ajudar pessoas incapazes de se mover em virtude de alguma deficiência motora.

A comercialização dos produtos, pelo menos por enquanto, não está nos planos da Samsung, que pretende doar os aparelhos para instituições de caridade. Tanto o software quanto o hardware terão suas configurações e arquitetura abertas em breve, segundo a empresa sul-coreana.

Não é a primeira vez que a marca desenvolve tal tecnologia. O primeiro "mouse ocular" foi lançado em 2012. O novo produto, entretanto, teve melhorias na calibragem e na interação com os usuários.



FONTE: Adnews, com informações do WSJ

segunda-feira, novembro 24

Produtos da Apple que não deram certo



Produtos da Apple que não deram certo (Reprodução)
É errando que se aprende. É o que diz a velha máxima e, pelo menos no mundo da tecnologia, ela parece ser verdade. Grandes empresas da área sofrem com algumas invenções que não deram certo (reveja Os produtos mais fails da história, por exemplo).
Pensando nisso, o Business Insider resolveu uma invenção da Apple que não deu certo como a empresa da maçã esperava.

Confira:

Mouse "disco de hóquei"


Lançado para ser usado no primeiro iMac, o mouse "disco de hóquei" acabou provando ser desconfortável para os usuários e obrigou a Apple a reconsiderar a sua ergonomia.



FONTE: Adnews

quarta-feira, novembro 19

Jovem desenha sapatos com vibração para guiar cegos

Com um par de sapatos inteligentes que vibram quando aparece um objeto por perto, o estudante argentino Juan Manuel Bustamante pretende ajudar a guiar cegos e substituir a clássica bengala que muitos deles rejeitam


O sistema  detecta pessoas, animais e qualquer tipo de objeto, como árvores, grades, automóveis e muros
O sistema detecta pessoas, animais e qualquer tipo de objeto, como árvores, grades, automóveis e muros
O protótipo criado por ele, que concorrerá na próxima semana na Feira Nacional de Ciência da Argentina, detecta todo tipo de objeto dentro de um raio de 25 centímetros, explicou à Agência Efe o jovem inventor.
Aluno do Colégio Industrial número 4 da cidade de Rio Gallegos, Bustamante trabalhou seis meses neste dispositivo, que projetou depois de uma conversa com uma amiga que começou a perder a visão durante a adolescência.
‘Ela me disse que há uma grande rejeição dos jovens cegos à bengala, porque a consideram algo que os estigmatiza’, comentou.
Após confirmar a opinião de sua amiga em visitas a colégios especiais e conversas com alunos e professores, o jovem inventor pensou em sapatos como alternativa por considerar ‘um objeto discreto e de uso cotidiano’.
O dispositivo, que levou o nome de ‘Duspavoni’, é montado no calçado tradicional e possui três sensores ultrassônicos nas partes frontal, lateral e traseira. Os sensores enviam uma onda que, ao rebater contra um objeto, permite ao calçado determinar a distância à qual se encontra.
O sistema projetado por ele detecta pessoas, animais e qualquer tipo de objeto, como árvores, grades, automóveis e muros.
Embora sejam os primeiros sapatos com sensores pensados para cegos da Argentina, em outros países, como o Reino Unido e a Índia, invenções similares já foram patenteadas, embora, por enquanto, nenhuma delas conseguiu desbancar a bengala, um desafio a mais para Bustamante.


FONTE: estadaodanoticia

quarta-feira, novembro 12

Residências feitas de concreto inflado custam apenas $ 3.500 dólares



A residência em formato de cúpula é resultado de um tipo de construção nada convencional – apesar de ter sido desenvolvido na década de 60 -, o método construtivo está em análise e poderá ser usado como alternativa para projetos de abrigo para refugiados e habitação de baixo custo.

A técnica batizada de Binishell consiste em inflar balões para servirem como fôrmas, por cima delas é colocado o concreto e o restante dos materiais. O arquiteto Dante Bini foi quem patenteou a ideia e, na época, ajudou a reduzir o tempo e o custo das construções – uma vez que os moldes tradicionais eram bastante caros. Agora, seu filho Nicoló Bini, está propondo novas construções utilizando esse método.


Imagem: Divulgação

"É uma alternativa a habitação de baixo custo que é melhor do ponto de vista ambiental e humanitário. Temos um produto permanente que não é apenas mais verde, mas também mais rápido para construir do que outros sistemas", afirmou ele.


Imagem: Divulgação

Nesse tipo de construção, são integrados sistemas que reduzem o consumo de energia em até 75% em relação aos métodos tradicionais. É necessária uma quantidade menor de materiais, que devem ser comprados na localidade do morador. Há redução de custo tanto ambiental quanto financeira. A empresa avalia que a residência mais simples custaria apenas $ 3.500 dólares.


Imagem: Divulgação

Além disso, é possível criar uma estrutura resistente aos desastres naturais. Em tais situações, o projeto ainda se mostraria eficaz pela rapidez com que as paredes podem ser erguidas – o que seria extremamente importante em casos emergenciais.


Imagem: Divulgação

Os telhados verdes também poderiam ser uma boa solução para melhorar o conforto térmico e acústico das residências, além de reduzir ainda mais o impacto ambiental causado pelas construções.


FONTE: CicloVivo

Empresa suíça lança placa solar branca que deixa ambiente mais fresco





A empresa suíça CSEM anunciou recentemente ter desenvolvido placas fotovoltaicas brancas. A tecnologia deve ser bastante atraente para a indústria da construção, já que permite a produção de energia limpa, ao mesmo tempo em que ajuda a reduzir a temperatura dos edifícios.

Os modelos de células fotovoltaicas mais comuns atualmente são fabricados em azul ou preto. Esta opção ajuda a maximizar o aproveitamento da luminosidade solar, mas também armazena mais calor, que é transmitido para o interior da construção. Já os telhados brancos são capazes de reduzir em até 30% a temperatura interna do edifício. Uma placa solar capaz de ter essa dupla função parece ser uma saída interessante em termos arquitetônicos, tecnológicos e ambientais.

Para chegar a esse modelo a CSEM desenvolveu uma tecnologia que combina células solares capazes de converter a luz solar de raios infravermelhos em eletricidade e um filtro de difusão seletiva, que espalha todo o espectro visível durante a transmissão de luz. Através desse sistema, qualquer tecnologia solar à base de silício cristalino pode ser usada para fabricar módulos brancos.

De acordo com a empresa, o modelo pode ser aplicada em cima de um módulo existente ou integrados em um novo, em superfícies planas ou curvas. A companhia também espera poder usar o sistema para produzir energia em automóveis. O valor das placas solares não foi divulgado.



FONTE: CicloVivo

Reino Unido inaugura sua primeira usina solar flutuante






O Reino Unido tem agora a sua primeira usina fotovoltaica flutuante. A estrutura foi instalada em uma represa na área agrícola de Berkshire e deve servir de modelo para incentivar novas usinas deste tipo em outros locais.

A tecnologia aplicada foi fornecida pela companhia francesa Ciel & Terre que já trabalha com sistemas semelhantes há mais de três anos. De acordo com a empresa, as usinas flutuantes colaboram para preservar os mananciais, ao mesmo tempo em que oferecem uma opção para a produção e energia limpa, sem que seja necessário desmatar áreas para a instalação.

A usina flutuante de Berkshire foi inaugurada há pouco mais de um mês, com capacidade para produzir, pelo menos, 200 kW de energia limpa ao mês. O investimento total do projeto foi de 250 mil libras, que os fabricantes esperam recuperar em seis anos.




Enquanto os britânicos estão engatinhando neste modelo de usina, os japoneses e indianos já projetam voos mais altos. Em julho deste ano os indianos inauguraram sua primeira usina solar flutuante, com capacidade para gerar 50 megawatts de energia limpa.

Em setembro o Japão anunciou um projeto maior. Em parceria com a empresa Kyocera, especialista em sistemas fotovoltaicos, o país pretende ter uma usina flutuante com capacidade para 60 megawatts. 



FONTE: CicloVivo

quinta-feira, novembro 6

Harley-Davidson vai plantar 50 milhões de árvores em todo o mundo até 2025






A Harley-Davidson, em parceria com a The Nature Conservancy, está mobilizando sua comunidade global de motociclistas para levantar fundos com o intuito de plantar 50 milhões de árvores em todo o mundo até 2025 como parte de sua iniciativa, chamada Renew the Ride™. 

Com a ação, a empresa encoraja seus clientes e concessionárias a dedicar tempo e realizar doações em prol da ONG, cuja missão é conservar plantas, animais e comunidades naturais que representam a diversidade da vida na Terra, protegendo espaços que necessitam para sobreviver. Como parte dessa iniciativa, a Fundação Harley-Davidson se comprometeu a contribuir com uma série de subsídios anuais, totalizando US$ 550 mil em apoio ao programa que prevê o plantio de um bilhão de árvores em todo o mundo.

“Estamos empenhados em preservar o caminho aberto para as gerações futuras de pilotos. Nossa parceria com a The Nature Conservancy nos dá uma oportunidade de mobilizar a nossa comunidade global para ajudar a cumprir com esta missão”, informou Mark-Hans Richer, vice-presidente de Marketing da Harley-Davidson Motor Company.

O programa de plantar um bilhão de árvores é uma iniciativa que já reflorestou mais de 57 km2 de área e plantou e restaurou mais de 14 milhões de árvores na Mata Atlântica, localizada na região costeira do Brasil, desde 2008. O objetivo é restaurar as florestas mais críticas do mundo, com especial atenção à Mata Atlântica, as províncias de Yunnan e Sichuan, na China, além de áreas nos Estados Unidos.

“Nosso País possui belas paisagens que são um convite para um passeio de moto, por isso, estamos muito entusiasmados por contar com este programa global da Harley-Davidson aqui no Brasil. Estamos planejando ações com as nossas concessionárias e clientes para o futuro próximo e fazer desta ação mais um sucesso,” afirma Flávio Villaça, gerente de Marketing, Produto e Relações Públicas da Harley-Davidson do Brasil.


FONTE: CicloVivo