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quinta-feira, abril 16

Como colocar-se no mercado de trabalho após os 50 anos

Cuide da aparência pessoal e siga todas as regras de entrevistas de emprego e tenha em mente e buscar emprego sempre é um desafio em qualquer idade



Neste final de semana estive pesando sobre o assunto e coincidentemente conheci o Sr. Antônio em um desses aniversários de criança de um ano. Quando fui tirar uma foto de recordação com o aniversariante Seu Antônio posicionou a câmara e tirou uma, duas e três fotos. Não estranhei porque todos fazem isso para tirar as melhores fotos. Quando eu estava retornando Sr. Antônio veio me mostrar as três fotos como se estivesse pedindo uma opinião acerca de qual ficou melhor.
Vi as fotos e começamos a conversar e ele falou que agora estava mais fácil exercer a profissão de fotografo pois não era mais necessário usar vários filmes como antigamente e que agora ele podia oferecer um serviço diferenciado pois as fotos escolhidas pelas pessoas poderiam passar por tratamento de Photoshop para a melhora de imagens com o objetivo de oferecer um diferencial ao cliente. Meio sem graça perguntei a sua idade e Sr. Antônio me disse que tinha 44 anos de profissão e 67 anos de idade e que para se manter no mercado tinha que fazer cursos de qualificação e atualizar os equipamentos de trabalho.
Depois desse exemplo de determinação e profissionalismo pensei quais seriam a qualidades que o profissional de 50 anos precisa ter para se manter no mercado de trabalho?

Em primeiro lugar é preciso saber que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e que o profissional de mais de 50 anos precisa encontrar uma maneira de desviar a atenção do entrevistador em relação ao quesito idade.
O primeiro passo é atualizar o seu currículo pois alguns cursos podem já não estar adequado ao mercado.

Também é preciso se atualizar com práticas atuais do mercado, hoje em uma rápida pesquisa no Google podemos atualizar nossos conhecimentos, existem muitos cursos gratuitos e muitos sites especializados no seu segmento de atuação.

Sempre é recomendável procurar nichos de mercado onde a sua experiência pode ser bem vinda, muitas empresas precisam de consultorias de pessoas que possam transmitir responsabilidade e confiança. Como alternativa considere trabalhar por projetos ou de forma autônoma como uma forma de poder ser mais competitivo (custo para as empresas) no mercado de trabalho.
Também considere que você precisa aprender a utilizar o Facebook, Whatsapp,

MySpace, Twitter, Linkedin e afins pois hoje muitos empregos e oportunidade são encontrados através dessas redes.

Por fim cuide da aparência pessoal e siga todas as regras de entrevistas de emprego e tenha em mente e buscar emprego sempre é um desafio em qualquer idade.  Tenha em mente que você ao mesmo tempo que leva para mesa do entrevistador anos de experiência o profissional mais velho leva duvidas como uma possível falta de flexibilidade para aprender coisas novas ou menor tolerância para acabar ordens de uma pessoa mais jovem.
Por isso tudo que escrevemos é muito importante que o profissional de mais de 50 anos faça um auto avaliação e veja quais são seus pontos fortes e fracos com a finalidade de mostrar ao mercado de trabalho que a sua idade não faz diferença quando o assunto é o perfil da vaga. Vamos refletir sobre isso!


FONTE: administradores

quarta-feira, março 18

Novas oportunidades e desafios para Recursos Humanos

RH tem como atribuições: captar, integrar, manter e desenvolver os funcionários das empresas / mas agora surge um novo desafio: como preparar as pessoas para o processo de desligamento, aposentadoria? E esta ação não é benefício do serviço social


Por muitos anos a visão sistêmica da área de Recursos Humanos das corporações foi considerada um avanço útil e importante na sua contribuição para o mundo empresarial, num mercado cada vez mais globalizado e competitivo.
Era claramente compreendido que seu papel se baseava em quatro sistemas, a saber: Captar, Integrar, Manter e Desenvolver recursos qualificados e com motivação suficiente para agregar valor às empresas, ao mesmo tempo em que sentiam-se fortemente identificados com a mesma. Ou seja, uma lealdade corporativa que ultrapassasse o mero chavão do “vestir a camisa”. Em muitos casos os programas de integração, desenvolvimento e benefícios conseguiam “tatuar” a imagem corporativa nas pessoas. E elas sentiam-se felizes e realizadas com isso.
Foi possível constatar que, especialmente nos níveis de média e alta gerência, as pessoas entregavam suas vidas e carreiras à empresa. Incorporavam o sobrenome de tal forma que nem ao menos se preocupavam em manter uma identidade própria. Ou pelo menos dela não sentiam falta já que o mundo, e a sociedade de uma forma geral, valorizam o vínculo corporativo muito mais do que a individualidade.
Surgiu de todo este movimento “o homem organizacional”.
Mas ao longo dos últimos anos deste novo século muita coisa mudou em nossa realidade.
Constatou-se que as corporações também morrem ou desaparecem. Elas já não podem ser vistas como “entidades” imortais à qual podemos entregar nossas vidas e identidade.
Com base neste conjunto de desafios e oportunidades provocados por um mercado altamente desafiador, também as carreiras se tornaram mais curtas e muitas competências, ou até profissões, enfrentaram uma obsolescência arrasadora.
Paralelamente a todo este movimento ocorriam, no campo da medicina, significativas conquistas biológicas que propiciaram ao ser humano maiores índices de longevidade. E não apenas um mero alongamento da vida. Mas a oportunidade de poder desfrutar destas conquistas com uma melhor qualidade de vida.
Como resposta a todo este conjunto de desafios novamente nossos “gurus” de plantão vieram com soluções imediatistas e pragmáticas. Surgiu o conceito de “empregabilidade” como uma atenuante à dor provocada pelo desemprego.
Mais recentemente estamos importando o EVP – Employment Value Position -, onde a “marca”da empresa é utilizada, mercadológicamente, como uma forma de atrair novos funcionários.
Para muitos até parece que não existe vida – e muito menos realização ou felicidade – fora do mundo das empresas.
Programas de desligamento voluntário ou compulsório, e até de aposentadoria, eram amenizados com um tratamento didaticamente semelhante ao que as empresas sempre fizeram para Captar,Integrar, Manter e Desenvolver seus recursos humanos. Ou seja, se continuava gerando dependência e vínculo com alguma “entidade” que funcionasse como guarda-chuva protetor de pessoas despreparadas para uma vida cidadã.
Diante disto vale registrar que um novo “sistema” deve fazer parte das políticas e práticas de Recursos Humanos. E este novo sistema deve estimular as pessoas a se desenvolverem em todos os seus demais papéis além do profissional. O compromisso da empresa com seus colaboradores não deve restringir-se aos seus interesses exclusivos, mas também na sua responsabilidade como parte de um universo mais amplo.
Portanto, além de Captar, Integrar, Manter e Desenvolver, é fundamental também provocar o auto-desenvolvimento como uma forma de preparar o colaborador no seu processo de substituição da identidade coroporativa. E este encaminhamento deve ser feito buscando formas que desenvolvam a responsabilidade individual como algo que é intransferível. Cabe a empresa criar programas que permitam ao próprio indivíduo encontrar formas criativas e confortáveis de reinserção na sociedade, família e círculo de relacionamentos. Já foi possível comprovar que toda aquela pessoa que se apropria do seu destino agrega mais valor à empresa, além de sentir-se melhor cidadão e responsável pelo sucesso das suas múltiplas identidades.
Esse encaminhamento não pode ser encarado como um “benefício” assistencialista a ser desenvolvido apenas nos programas de preparação para o desligamento da empresa. Ele pode ser também muito útil e de forma preventiva, com os atuais ocupantes de cargos que foram educados dentro de uma perspectiva ultrapassada de que a corporação é a única responsável pelos seus projetos de vida.
Portanto, trabalhar este quinto sistema –reinserção social ou Pós-Carreira como o intitulei a partir dos anos 80 - deve ocorrer desde o início da formação do profissional e se estender aos processos que as empresas criam para preservar o vínculo... enquanto ele dure.
Recomenda-se aos profissionais de recursos humano estendam seu olhar crítico para as oportunidades que ultrapassam os muros das empresas. Seu compromisso exige uma visão também ao país e ao mundo. Para tanto não basta esperar que apenas as associações de classe ou entidades representativas o façam. Cabe a cada um de nós descobrir oportunidades onde muitos apenas enxergam problemas.


FONTE: Administradores

CARREIRA: Pedir demissão não deve ser um tabu

Sair de uma empresa em busca de outras oportunidades não é sinal de fraqueza, afirma especialista




iStock
"Se o seu dia a dia já não lhe acrescenta mais nada, é hora de sair da zona de conforto"
O antigo conceito de fazer uma carreira bem-sucedida em apenas uma empresa está ultrapassado. Os jovens atualmente estão à procura de oportunidades de aprendizado constantes, sendo frequente a troca de empregos no início da carreira.
De acordo com uma pesquisa da consultoria norte-americana Future Workplace, 91% dos jovens não pretendem passar mais de três anos em uma mesma companhia. “O jovem quer aprender e tem energia para isso. Enquanto os objetivos dele e da empresa estiverem em sintonia, a parceria funciona, mas se os focos estão diferentes só há dois caminhos a seguir; conversar com o superior e explicar a necessidade de mais conhecimento ou pedir demissão", explica Stanlei Bellan, CEO da startup MoneyGuru.
Para Bellan, pedir demissão não deve ser encarado como um sinal de fraqueza quando isso representa a busca por um maior aprendizado. Focar na carreira, e não no empregador ou atual posição, é fundamental para não se afastar dos objetivos. “Ao começar a trabalhar é importante ter em mente que as empresas não estão preocupadas com você ou com seus desejos profissionais, elas querem fazer dinheiro”, Bellan alerta.
É necessário também saber reconhecer a hora de pedir demissão. "Se o seu dia a dia já não lhe acrescenta mais nada e você se sente estagnado, é hora de sair da zona de conforto e continuar a crescer", afirma Stenlei Bellan. 


FONTE: administradores

segunda-feira, março 16

Ferramenta mapeia mais de 6 mil carreiras no Brasil








Mais de 6 mil cargos profissionais no Brasil podem ser explorados no Mapa de Carreiras, o novo serviço do site Vagas.com. De forma gratuita e interativa, a ferramenta apresenta a real dinâmica profissional dos cargos e ajuda profissionais a planejarem suas carreiras.

A partir de informações de currículos cadastrados no site, o mapa indica as formações acadêmicas mais comuns e as faixas salariais de cada cargo, além de mostrar as oportunidades profissionais na área pesquisada. No mapa, é possível perceber tanto mudanças lineares de uma profissão quanto movimentações paralelas no mercado.

Voltada a profissionais, candidatos e público de recursos humanos, a ferramenta pode ser acessada por pessoas que não tenham cadastro no Vagas.com.br.





FONTE: guiasdeeducacao


terça-feira, fevereiro 24

Rede social corporativa: ajuda ou atrapalha?

Afinal, se elas geram toda essa integração quando usadas para interação entre colegas, amigos e familiares, por que não seria útil no ambiente corporativo?



iStockphoto
Quem trabalha em grandes e médias empresas sabe a variedade de canais de comunicação adotados para divulgação de informações da organização. O principal objetivo delas, na maioria das vezes, é proporcionar um ambiente de trabalho mais integrado às novidades corporativas, melhorando o clima organizacional e alinhando todos os departamentos e setores às estratégias de mercado. Se há dez anos o único veículo de comunicação interno era o mural, normalmente colocado perto do refeitório, hoje temos um leque bem mais amplo de opções: boletins, intranet, TV corporativa, e-mails, jornais internos, e mais recentemente as redes sociais corporativas.
Classificadas durante muito tempo como meios de comunicação pessoal, as redes sociais mais populares como Facebook, Twitter e Instagram ainda mantêm esse perfil. Foi com a chegada do Linkedin, em 2002, que elas passaram a ser encaradas como possíveis ferramentas profissionais. Afinal, se elas geram toda essa integração quando usadas para interação entre colegas, amigos e familiares, por que não seria útil no ambiente corporativo? A princípio, essa ideia não foi bem aceita pelos executivos. Isso porque uma rede social no ambiente de trabalho pode distrair os colaboradores, gerar intrigas, brigas e até mesmo estimular a tão temida “rádio peão”. Entretanto, o que se sabe hoje é que ela, quando aliada a boas estratégias e bem direcionada, pode trazer excelentes resultados.
Se elaboradas a partir de um planejamento e atualizadas com a periodicidade adequada, os resultados das redes sociais corporativas costumam ser bem positivos. Entretanto, o que alguns profissionais da área vêm questionando de uns tempos para cá é se os colaboradores estão conseguindo absorver o conteúdo de tantos meios. Por exemplo, quem vive na correria do dia a dia sabe a dificuldade que é conseguir um tempinho para conseguir ler e responder os e-mails. Agora, imagine só se somarmos a essa atividade a leitura periódica de boletins, jornais, intranet, etc? Por isso a rede social corporativa pode ser a melhor opção, pois integra tudo em um único canal de comunicação.
As organizações que já fazem uso das redes sociais corporativas têm conseguido gerar mais engajamento em uma boa parcela do seu público interno. Isso se deve, principalmente, a “intimidade” que essas pessoas já têm com as redes. Afinal, segundo um estudo divulgado este ano pela comScore, o Brasil já ultrapassou a Argentina e o México em acessos ao Facebook. Ou seja, falta de habilidade para lidar com esses recursos não é uma desculpa, não é?
Além disso, é preciso mencionar que em geral as redes sociais corporativas permitem que a empresa administre o conteúdo divulgado, defina os colaboradores que podem publicar e selecione os usuários que podem interagir (compartilhar, curtir). Também é importante citar que elas permitem o uso por departamentos específicos, ou por toda a empresa. Fato é que a organização não corre o risco de ter uma ferramenta prejudicial à segurança das suas informações.
Acredito que se houver um planejamento que alinhe os interesses e propósitos dos diferentes públicos internos da empresa, a rede social corporativa pode ser um bom complemento às outras ferramentas de comunicação e gera um clima ainda mais propício a bons resultados para sua empresa. Certa vez, o físico e químico inglês Michael Faraday afirmou que “as cinco essenciais habilidades empreendedoras para o sucesso são concentração, discernimento, organização, inovação e comunicação”. Permita à sua empresa inovar e trazer ferramentas motivadoras para os seus colaboradores. Os resultados positivos com certeza aparecerão.


FONTE: administradores

quinta-feira, fevereiro 19

CARREIRA: 10 coisas que você precisa ter em mente para atingir seus objetivos

Tenha coragem de entrar por portas diferentes daquelas que você idealizou originalmente






Nem sempre você terá todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Mas tenha isso em mente:
1. Inicie sua jornada mesmo sem ter todas as respostas sobre como chegará à realização de seus projetos. Muitas vezes, fazemos muitas descobertas no meio do caminho.
2. Afaste-se de propostas que firam sua consciência e seus princípios.
3. Tenha coragem de entrar por portas diferentes daquelas que você idealizou originalmente.
4. Nessa viagem, você é o roteirista e protagonista de sua vida. Portanto, não se comporte como figurante de seu próprio filme.
5. Selecione bem os companheiros dessa viagem. Estar mal acompanhado pode levar você por outros caminhos e roteiros dos quais não terá retorno.
6. Seu troféu não vai cair do céu. Vontade de parar e dúvidas farão parte das tempestades que você enfrentará. Não perder de vista o que levou você à jornada é fundamental para ter forças para prosseguir na hora da tempestade.
7. Não se abata com as críticas. Para não levar uma vida corriqueira, é preciso fazer escolhas ousadas e contra o fluxo comum.
8. Inspire-se em vencedores. Admire, copie, inspire-se, aprenda com os erros e, se for possível, aborde-os e pergunte, procure aprender sempre com os que passaram pela mesma jornada e não ficaram pelo caminho.
9. Se for para se comparar, que não seja para ficar se lamentando de forma melancólica. Não caia na armadilha da inveja ou da autopiedade. Se a comparação for inevitável, que seja para encorajar-se e para olhar no espelho e dizer com convicção: eu também sou capaz.
10. A vida é uma só para você ser escravizado pelo medo. A propósito, todos os viajantes sentem medo ao percorrerem terras estranhas. Uns se acovardam e acabam não saindo do próprio quintal. Outros encorajam-se por saberem que, ao ficarem parados, de fato, não correm o risco de viver na mediocridade, porque isso será uma certeza tanto quanto 1 + 1 = 2. Logo, entre a certeza da mediocridade e o risco de sair em busca de seu próprio caminho, com essa nova percepção, o risco deixa de ser um problema, mas sim uma possibilidade, e acaba se transformando numa oportunidade.

FONTE: Administradores

quinta-feira, janeiro 22

Saiba quais são os 10 profissionais em falta no Brasil


Profissionais das áreas de finanças, engenharia, TI e vendas aparecem na lista





Mais de 37 mil empregadores participaram de uma pesquisa realizada pelo ManpowerGroup, que mapeou os profissionais mais difíceis de encontrar no mercado de trabalho. Em um ranking elaborado pela empresa, o Brasil aparece em 4º lugar entre 42 países com maior escassez de talentos, empatando com a Argentina. A posição pode ser explicada pela carência de competências, por avanços tecnológicos e pela situação econômica.

Confira abaixo a lista com os 10 profissionais mais raros de achar atualmente no país:


1. Operários

Além dos profissionais que trabalham em obras, faltam operários em áreas como indústria, agricultura, comércio e Telecom.


2. Técnicos

Há escassez principalmente de especialistas em edificações, automoção e alimentos.


3. Motoristas

O setor de transporte de cargas é o mais atingido. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o número de veículos de carga registrado é 2,5 vezes maior que o de motoristas inscritos.


4. Secretários pessoais, assistentes administrativos e auxiliares de escritório


5. Trabalhadores de ofício manual


6. Profissionais de TI


7. Contadores e profissionais de finanças


8. Operadores de máquinas e de produção


9. Engenheiros

As áreas de construção civil, de óleo e gás e naval são as que mais faltam profissionais.


10. Gerentes de vendas


Veja aqui a remuneração média dos técnicos mais bem pagos do Brasil.






FONTE: guiasdeeducacao

quinta-feira, janeiro 15

CARREIRA: Você também pode se reciclar

Transforme o velho em novo em 2015



iStock
"Presenteie-se com o que lhe dá prazer, seja uma massagem, assistir a um filme, viajar ou mesmo procurar pela simplicidade de uma xícara de chocolate quente"
Está pensando em como fazer de 2015 um ano verdadeiramente especial? Pois a palavra de ordem é: Reciclar. Reciclar é transformar o velho em novo. No caso dos comportamentos, esse processo leva você a um modo diferente de funcionar.

Existem duas reciclagens fundamentais que auxiliam nessa mudança, elas são ferramentas poderosas do autoconhecimento. Uma se refere ao estado emocional e a outra à parte prática do novo comportamento. Uma muda o estado de espírito, e a outra atua direto na parte prática do novo comportamento.


Quando você deseja apenas mudar as emoções precisa buscar mecanismos que ativem outras áreas do seu cérebro e ajudem a tirar foco do seu problema. Em vez de ficar remoendo uma mágoa durante todo o seu dia, comece por fazer algo simples e de que você gosta. O quê? Não se espante, as dicas são simples: ouvir uma música (claro, não vá escutar a que deixa você mais deprimido!), ler um livro, assistir a um vídeo ou filme, fazer atividade física ou mesmo cantar, por exemplo.



Há uma riqueza muito grande nesta simplicidade. Você precisa, de fato, acionar outra área do seu cérebro, pois não funciona apenas repetir para si: “Não vou me torturar”, “não irei mais me aborrecer”, “não falarei mais sobre isso”... O que acha que seu cérebro está fazendo neste momento? De nada adianta colocar o “não” na frase, porque seu cérebro está registrando as palavras “tortura”, “aborrecer”, “falar sobre isso” e ativará conexões neurais que têm ligação direta com elas.



Mudar estado emocional leva você a alterar sentimentos, entretanto, não necessariamente, muda comportamentos. Para isso, você precisará de exercício prático, treino e treino. Pode ser, inicialmente, um pequeno passo, mas no qual você faça realmente algo diferente, e que prossiga continuamente até dar passos mais largos e internalizar um novo virar hábito.



Sim, nada acontecerá se você não se dedicar. Aqui a mudança só acontece com a ação. Você vai começar a fazer ginástica todo dia de manhã? Pegue-se pelo seu colarinho e vá! É uma reciclagem, está colocando outro hábito em vez de ficar dormindo ou ficar na depressão, por exemplo. Ou, então, comece treinando a imaginação: visualize-se por um tempo fazendo esta atividade, durante uns dez dias: veja o relógio despertar, você está acordando, num determinado momento abre a janela e vai se exercitar. Subconscientemente, está contribuindo com informações emocionais no seu cérebro, isso ajuda a iniciar a mudança, mas não adianta ficar só por aí. Parta para a ação e seja feliz!!!



Tem algo de diferente que você gostaria de fazer e está protelando? Pegue sua lista de pendências, escolha a mais fácil de ser resolvida e proponha-se a realizá-la de hoje até uma semana. Se é algo que demanda tempo maior, comprometa-se a realizar o primeiro passo e a demarcar todas as próximas ações. Em uma semana! Sem enrolação!



E a cada passo que der, do fácil ao mais difícil recompense-se! É isso mesmo! É fundamental que você se abasteça de motivação se deseja mudanças em sua vida. Afinal, a felicidade não está no objetivo final, ela está no decorrer do caminho que percorre para alcançá-lo. Então, presenteie-se com o que lhe dá prazer, seja uma massagem, assistir a um filme, viajar ou mesmo procurar pela simplicidade de uma xícara de chocolate quente. O importante é descobrir o que faz você feliz no aqui e agora! Vá em frente!





FONTE: Administradores

quarta-feira, janeiro 7

Resolução para 2015? Começar com a "Very Small Idea"

Um textinho de final de ano dedicado ao jovens redatores e diretores de arte de propaganda. Estive trabalhando com muitos deles, desde sempre. E, especialmente em 2014, fiz parte de inúmeros grupos de criação onde eu era a minoria – e muitas vezes – o único representante da idade madura. O que vejo nessa rapaziada é muita vontade de acertar, grande energia e acesso a um mundo de referências que não havia na época em que eu tinha a mesma idade deles. Na real, o que é mais importante eles saberem é a diferença entre Novo e Novidade. Novo é o Picasso, Novidade é aquele grafite que pintaram no muro na frente da sua casa.

Muitas vezes coloca-se na mesa como algo "matador" uma Novidade. E este grafite nunca vai chegar a ser um Romero Britto, quanto mais uma Guernica. A rapaziada fala muito em Big Idea. Sim, a Big Idea deve ser perseguida para se chegar ao Novo. Mas antes dela vem a Idea. E antes da Idea, a VSI: Very Small Idea. É esse ínfimo átomo da criação o que faz de uma comunicação a plataforma que trará resultados para uma marca ou serviço. 

Sabe o churrasco? A hora em que você vai acender os carvões? Aquele minifoguinho que detona o futuro incêndio é a VSI. Uma centelha. É preciso soprá-la com esmero, transferir carvão para o lado dela, soprá-la novamente. Até que o seu calor primordial transforme aquele monte de minerais num belo churras de linguiça, picanha e fraldinha.

Busquem a Big Idea. Mas, pra chegar nela, treinem antes o sopro. Ele pode virar um sopro divino, podem crer. VSI, Carvão – que é o seu Job - você e seu autoconhecimento. Nada mais. Aliás, sua vida, a VSI e os carvões são muito mais importantes que as passageiras referências. Usando ainda a metáfora do churras, as referências são o arroz branco. Muito bem-vindo à mesa, mas ninguém é obrigado a comer. Um 2015 de muito sucesso, leões e o que mais vier. E não esqueçam de me convidar para comer um matambrezinho com vocês. Mas o meu sem arroz, ok? 




FONTE: Adnews

segunda-feira, dezembro 15

CARREIRA: 10 atitudes pelas quais você não deve pedir desculpas

Dizer "não" e falar a verdade são algumas


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Nunca se desculpe por fazer o que você acredita, no seu íntimo, ser o certo
Pedir desculpas é uma prática saudável, e muito necessária em qualquer área da vida. Ter a humildade de se reconhecer errado e fazer isso publicamente é importante para qualquer ser humano. Existem algumas situações, porém, em que pedir desculpas é desnecessário ou até prejudicial. Encontrar o equilíbrio entre se desculpar e defender o que você pensa e quem você é é o ponto-chave.
Pensando nisso, o site Lifehack elencou 15 situações ou atitudes pelas quais não se deve pedir desculpas. Nós selecionamos 10, que você pode ler abaixo:

Amar alguém

O mais importante aqui é aqui muitas pessoas no mundo não têm coragem de se arriscar a fazer isso. Se você não é amado de volta como gostaria não é um problema; celebre a capacidade de amar e nutrir esse sentimento, e não peça desculpas por isso.

Dizer "não"

Conhecer os próprios limites e conseguir dizer não diante de coisas que lhe deixam desconfortável não deveria ser algo para se envergonhar. Se você não pode dar 100% de energia no que quer que seja, não há motivos para aceitar fazê-lo. Saber dizer "não" é, portanto, uma habilidade valiosa, própria de um bom líder.

Correr atrás de um sonho

Sonhos impulsionam as decisões mais importantes da vida. Acreditar neles, transformá-los em objetivos concretos e investir na sua realização é uma força motriz poderosa dos grandes visionários. Inspire-se neles e não se limite por medo. Não se desculpe por sair do senso comum para perseguir um sonho.

Dedicar um tempo a si mesmo

Apenas trabalho e nenhuma diversão não é o melhor jeito de viver. Encontrar tempo para fazer coisas que tragam satisfação e alegria é uma forma de recarregar as energias para alcançar sucesso. Jamais sinta culpa por separar tempo para você mesmo!

Suas prioridades

Estabelecer prioridades é fundamental para saber onde se quer chegar. Se as suas são reprovadas por alguém que valoriza, pare, pense criticamente e, se necessário, reveja. Mas uma vez que se tem certeza de que algo é importante na sua vida, que é prioridade, não se deixe sentir culpado. As pessoas que realmente importam e somam respeitarão suas escolhas.

Acabar um relacionamento tóxico

Esse ponto serve para relações amorosas, amizades e relacionamentos profissionais. Se estar com alguém é doloroso e a relação não é saudável, se afastar pode ser difícil, mas é o melhor. Não se desculpe por terminar um relacionamento desse tipo. Entender que é preciso se cercar de pessoas que lhe encorajem e celebrem é importante para alcançar realização pessoal e profissional. Dividir a vida com quem genuinamente lhe aprecia e quer bem é muito mais prazeroso.

Defender suas posições

Nunca se desculpe por fazer o que você acredita, no seu íntimo, ser o certo. É assim que agem os grandes líderes. Seus valores, moral, princípios éticos e crenças espirituais não precisam ser motivo de vergonha, contanto que você seja respeitoso para com os outros.

Não ter a resposta

Estar errado ou não saber de alguma coisa representam a oportunidade de aprender. Essas situações não são motivos para se desculpar. Conseguir admitir que não se sabe algo é uma postura de humildade e força.

Ter expectativas altas

Altas expectativas podem ser problemáticas, se desconectadas da realidade. Quando essas projeções são realistas, porém, e visam tirar dos outros e de você mesmo o melhor possível, os benefícios são inúmeros. Altas expectativas podem ser ótimas forças motivadoras, e demonstram que você se importa.

Dizer a verdade

Pessoas fortes têm coragem de dizer a verdade. Mesmo quando a verdade dói, os benefícios da honestidade são muito maiores do que a dor inicial de ouvir algo desagradável. Seja verdadeiro sempre. E guarde as desculpas para quando você realmente dizer algo errado.


FONTE: administradores

quinta-feira, novembro 27

Como ter largado meu emprego para abrir minha tão sonhada startup ferrou com a minha vida

Finalmente, o SMS havia chegado:
“Amanhã de manhã, às 5h, voo número AZ610 de Roma para Nova York.”
Um SMS tocando no meu BlackBerry nas noites de domingo costumava decidir qual seria meu destino e cliente para a próxima semana.
Eu trabalhava para uma das três principais empresas de consultoria estratégica do mundo.
Uma vida toda dentro de uma mala. Uma vida de consultor, onde se deixa escapar tudo e todos na vida, menos planilhas de Excel. Uma luxuosa vida de negócios que somos ensinados a desempenhar como escravos ideais, em escolas de administração do mais alto nível, cujos diplomas exibimos com orgulho.
Depois de algumas horas de sono, o motorista particular me levou ao Aeroporto Fiumicino em Roma para que eu pudesse pegar meu luxuoso voo em Classe Executiva para Nova York. Ao chegar, fiz check-in em um luxuoso hotel cinco-estrelas e, mais tarde, fui ao escritório do meu cliente.
O salário? Também era luxuoso. A empresa se orgulhava de estar entre os principais players do mercado.
Os pais
No entanto, havia algo errado na vida de consultor. Não aguentava mais essa porcaria, e um dia liguei para meus pais:
“Pai, mãe, acabei de pedir demissão. Quero abrir a minha startup.”
Minha mãe quase infartou. Não era a primeira coisa que uma mãe perfeccionista queria ouvir, depois de ter me incentivado a me formar em uma das principais escolas de administração do mundo, com notas altas.
Tentei aliviar o desespero dela. Não teve jeito.
“Mãe, eu odeio aquilo lá. Todos aqueles consultores fingem que são felizes e tomam remédios pra ficarem felizes. Eu durmo só 3 ou 4 horas por dia. Todos aqueles benefícios que a empresa prometeu não existem. Lembra do hotel cinco-estrelas, de luxo? Estou trabalhando quase 20 horas por dia e nem posso aproveitar. Café da manhã de luxo? Nunca temos tempo pra isso. Almoço, jantar de luxo? É só um sanduíche na frente das planilhas de Excel.
  
Ah, e a propósito, em vez de curtir um champagne, eu fico olhando para umas planilhas durante todo o meu voo na classe executiva, também. O salário de luxo? Nunca tive tempo pra gastar um centavo dele.
Odeio a minha vida, mãe. É uma vida de fracassado. Não consigo nem ver a minha namorada. Não consigo mais fingir. Quero abrir meu próprio negócio.”
Meus pais haviam se aposentado depois de anos trabalhando das 9h às 17h em seus empregos públicos estáveis e monótonos.
Eu sabia que seria díficil explicar minha situação a eles, vindo de uma família sem um histórico de empreendedorismo, mas não esperava que ligassem já na manhã seguinte.
Era minha mãe no telefone:
“E entããão, como está indo o seu negócio?! Está crescendo?!”
Não importa o que eu dissesse, não conseguia explicá-la que leva mais do que um dia para um novo negócio crescer.
Namorada, Amigos & Círculo Social
Como eu tinha a namorada mais compreensiva do mundo, era chegada a hora de contar as novidades para meus amigos, que estavam ocupados em subir os degraus do glamouroso mundo corporativo.
Falei a todos que havia acabado de sair do meu emprego para ir atrás do meu sonho de abrir uma startup. Alguns dos meus amigos pararam gradualmente de se encontrar comigo, provavelmente porque acharam que havia algo errado em mim, já que era o segundo emprego “ideal” que eu largava em um curto espaço de tempo.
Embora o resto dos meus amigos tivesse me apoiado, ainda havia, no entanto, algo errado no meu relacionamento com eles.
Logo me dei conta de que eu havia começado a me afastar de encontros sociais.

Sempre que me encontrava com esses amigos, não tinha muitas novidades quando era interpelado com suas frequentes perguntas, tais como, “E então, como está sua startup?” Você vai ser o próximo Zuckerberg, não é?” “Cara, a gente está muito orgulhoso de você. Com certeza você vai ganhar uma grande rodada de investimentos em breve.”
Começar uma startup era um longo caminho, e eu estava me colocando sob muita pressão ao dar uma p*ta importância para o que as outras pessoas pensavam.
Fui ficando mais solitário e mais depressivo dia após dia, quanto mais ocasiões sociais evitava. O progresso da minha startup não era tão rápido quanto o meu círculo social imaginava e eu já estava cansado de dizer aos outros que levou anos para que startups como Facebook e Twitter chegassem onde estão agora.
Eu só me sentia confortável perto dos meus poucos amigos empreendedores. Era verdade. Somente um empreendedor entende outro empreendedor.

Dinheiro, dinheiro, dinheiro.
Como se não bastasse a pressão social e a solidão, estava me encontrando com a mãe de todas as preocupações: ficar sem dinheiro bem antes do que havia imaginado.
Isso estava acabando com minha produtividade e minha capacidade de tomar decisões adequadas. Eu estava em pânico, me precipitando para atingir o sucesso e ganhar dinheiro.
Um dia, cheguei a ter que pedir trocados para minha namorada, porque não tinha dinheiro para comprar uma garrafa de água mineral. Eu não sabia que aquele era apenas o começo de uma difícil vida de altos e baixos…
Hoje em dia.
Chega de drama: mais de dois anos se passaram desde aqueles dias. Agora, estou escrevendo este post de um lindo resort em Phuket, na Tailândia, enquanto aproveito um mojito.
Mas esperem, não estou vendendo um sonho. Não me tornei um milionário fundador de uma startup.
No entanto, meu negócio tem um fluxo constante de capital que me permite viajar ao mundo e trabalhar em qualquer lugar com WiFi.
Ainda há, contudo, cinco coisas que gostaria de ter me perguntado antes de começar essa árdua jornada. Cinco questões que todo futuro empreendedor deveria se perguntar antes de dar o primeiro passo no empreendedorismo:
1. Você está pronto para encarar a pressão social?

Se você tem amigos e familiares que não são empreendedores, eles não entenderão o que você está tentando conquistar, e a pressão do público será ainda maior.
Dei tanta importância para o que os outros achavam de mim, ao ponto de isso arruinar minha vida.
Eu me cobrava em excesso e me castigava com uma carga ainda maior de trabalho para que pudesse anunciar o meu sucesso o mais rápido possível. Ou melhor, isso até o dia em que percebi que estavam todos c*gando para mim. Por que, então, eu deveria agir diferente?
Você não vale mais do que dois segundos de atenção que as outras pessoas dão a um status de Facebook. Em 2014, ninguém mais tem tempo para se preocupar com os outros, em um mundo com tanta gente e ruído.
Se você se incomoda tanto assim com o que os outros pensam, vai desperdiçar tempo tentando provar que é bem-sucedido, em vez de se concentrar na sua startup.
Vá viver a vida. Comecei a fazer isso muito tarde.
2.Você é solteiro(a) ou está em um relacionamento com uma pessoa extremamente compreensiva?

Conforme ficamos mais velhos, compartilhamos mais das nossas vidas com quem dividimos um relacionamento, e menos com amigos e família. Embora eu tenha tido sorte ao encontrar uma garota incrível, foi muito triste ver vários dos meus amigos empreendedores terminarem com suas namoradas ao longo do caminho.
Ter um próprio negócio é difícil — bem mais difícil do que eu podia imaginar. A sua mente está constantemente ocupada com milhões de coisas e nenhuma pessoa, nem mesmo sua namorada, faz a menor ideia do que se passa na sua cabeça.
Se você não é solteiro(a), certifique-se de que a pessoa que está com você saberá que às vezes é normal não esperar nem mesmo um simples beijo.
Sim, um simples beijo na boca.
3. Você tem dinheiro suficiente para aguentar pelo menos um ano?

Ótimo, então agora multiplique essa quantia por pelo menos três, porque você esgotará suas economias bem mais rápido do que imagina. Haverá uma série de gastos adicionais ao longo do caminho, tais como honorários contábeis, custos com advogados, computadores e iPhones pifados, etc.
Prepare-se para morar em um apartamento menor, comer porções menores de comida e até contar os centavos, coisas com as quais você nunca se preocupou antes na sua vida.
Os últimos meses antes do dinheiro acabar por completo serão excepcionalmente difíceis, e a pressão irá crescer de uma forma tão exponencial que você nem conseguirá dormir direito.
O sucesso virá lentamente, enquanto o dinheiro irá rapidamente. Seja esperto — comece a planejar já no primeiro dia.
4. Você está pronto para dormir poucas horas por dia?

Ao fugir da vida de consultor no mundo corporativo, pensei que eu finalmente iria viver o sonho de trabalhar quando quisesse, até que li a seguinte frase de Lori Greiner:
“Empreendedores estão dispostos a trabalhar 80 horas semanais para não terem que trabalhar 40 horas semanais.”

Obrigado a Ian, um grande fotógrafo, pela foto.http://ianmurchison.com
Tudo começou com pequenos momentos de despertar no meio da noite. No início, aconteciam porque eu estava bastante animado com minhas ideias, que eram muitas. Eu simplesmente não via a hora da manhã chegar para voltar a trabalhar.
Então, houve a fase do exagero. Eu trabalhava demais, porque nunca me dava por satisfeito ao trabalhar pela minha ideia, e queria sempre fazer mais. No entanto, quanto mais eu trabalhava e mais tarde eu ia para a cama, mais difícil era conseguir dormir, e a qualidade do meu sono era cada vez pior.
Consequentemente, havia dois ou três dias por semana nos quais a minha produtividade era quase nula.
Não se deixe enganar pela foto bacana do meu Instagram aí em cima. E não se deixe enganar pelas notícias exageradas sobre fundadores de startups que viraram milionários.
As histórias dos bastidores trazem muitos dias de sofrimento, noites em claro, rejeições e fracassos constantes
A jornada para o sucesso é longa. Muito longa. E, na maioria das vezes, longa demais.
5. Como você define sucesso?

Cada um de nós tem uma lista de prioridades diferente na vida. Para a maioria, o dinheiro é prioridade número um da lista, enquanto para outros, o equilíbrio entre a vida e trabalho ocupa uma posição mais alta. Consequentemente, as pessoas definem o sucesso de forma diferente.
Dependendo da sua definição, a dificuldade da sua jornada empreendedora também será diferente. Se dinheiro e sucesso frente ao público é o que mais importa para você, sua jornada será bastante difícil.
Lembre-se das sábias palavras de Hemingway:
“É bom ter um fim para a jornada, mas é a jornada que importa, no fim.”
Os empreendedores de sucesso não são necessariamente aqueles que arrecadam milhões em rodadas de investimentos. Não se esqueça: eles são um em um milhão.
No entanto, há milhares de sonhadores que conseguem financiar suas startups com um mínimo de recursos, ou que vivem muito bem às suas próprias custas, embora não estejam nas manchetes.
Não importa o quanto a sua jornada irá ferrar com sua vida: aproveite a viagem e continue seguindo sua paixão. É como Tony Gaskin disse perfeitamente:
“ Se você não concretizar o seu sonho, uma pessoa irá contratá-lo para ajudar a concretizar o sonho dela”




FONTE: medium