terça-feira, outubro 1

International Workshop on Advances in Cleaner Production

Estamos editorando o Journal of Environmental Accounting and Management(JEAM). 

Mesmo sendo uma jovem revista, já se mostra com alto potencial de qualidade científica.

Assim, os convidamos para que submetam seus trabalhos para a quarta edição ocupará as edições do próximo ano.

Informações sobre o JEAM e de como submeter artigos em

Obrigado pelo seu apoio.


Biagio F. Giannetti
Editor Associado
Journal of Environmental Accounting and Management

VII CONGRESSO DE DIREITO DE AUTOR E INTERESSE PÚBLICO



Para mais informações, programação completa, basta acessar o site:
Contato por e-mail: gedai.ufpr@gmail.com
FONTE: PPGEP

Divulgada edição 2013 do Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Vale S.A. divulgam nesta sexta-feira, 27, o Edital Conjunto nº. 070/2013 referente à edição 2013 do Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade, atribuído a teses e dissertações defendidas em 2012.
Os prêmios são outorgados às melhores teses e dissertações selecionadas nos seguintes grupos: processos eficientes para redução do consumo de água e de energia; aproveitamento, reaproveitamento e reciclagem de resíduos e/ou rejeitos; redução de Gases do efeito estufa (GEE); e tecnologias socioambientais, com ênfase no combate a pobreza. Os critérios de premiação compreendem originalidade do trabalho, relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação.
A pré-seleção dos trabalhos a serem indicados aos prêmios ocorrerá nos programas de pós-graduação das instituições de ensino superior. Após a indicação pela comissão de avaliação, o coordenador do programa de pós-graduação será responsável pela inscrição no site, até o dia 29 de novembro. O resultado está previsto para ser divulgado em abril de 2014 e a entrega dos prêmios em maio do mesmo ano.
Premiação

Os Prêmios Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade de Dissertação de Mestrado e de Tese de Doutorado consistem em passagem aérea e diária para os autores e um dos orientadores das dissertações/teses premiadas, para que compareçam à cerimônia de premiação; certificado de premiação a ser outorgado aos orientadores, coorientador (es) e aos programas em que foi defendida as dissertações/teses; e certificado de premiação e troféu para os autores.

Para as teses premiadas, ainda há premiação adicional de auxílio equivalente a uma participação em congresso internacional, previamente autorizado pela Capes e Vale e relacionado à área temática da tese para o orientador, no valor de US$ 3 mil; bolsa para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional de até três anos para o autor da tese, podendo ser convertida em um ano para estágio pós-doutoral fora do país em uma instituição de notória excelência na área de conhecimento do premiado; e um prêmio adicional ao autor da tese, no valor de R$ 15 mil.
Já para as dissertações, os orientadores também recebem auxílio equivalente a uma participação em congresso nacional no valor de R$ 3 mil e os autores recebem bolsa para realização de doutorado em instituição nacional de até quatro anos e um prêmio adicional no valor de R$ 10 mil.
Mais informações pelo e-mail premiovalecapes@capes.gov.br.


FONTE: Capes

Índia constrói o maior parque solar do mundo





O governo indiano anunciou que vai aproveitar a forte incidência de raios de sol na região desértica do Rajastão para construir o maior parque de geração fotovoltaica do mundo. Batizada de “Ultra-Mega Green Solar Power Project”, a central terá capacidade de produzir 4.000 MW, e ficará localizada a cerca de 75 quilômetros de Jaipur, importante centro urbano do país asiático.

O projeto será financiado pelo capital de empresas estatais, e terá o dobro da capacidade atual de todos os centros de geração de energia renovável no país. A Índia é um dos países que mais dependem das usinas de carvão mineral no mundo, que causam preocupantes índices de contaminação no meio ambiente, impactando negativamente na economia, e, principalmente, na saúde das pessoas.

O anúncio da construção do projeto para a imprensa internacional foi realizado por um documento online, e, de acordo com o site The Economic Times, o parque solar ocupará uma área de 93 mil quilômetros. As obras serão divididas em etapas: a primeira fase deverá ser concluída em 2016, garantindo à maior central do mundo a capacidade de geração de 1.000 MW.

O projeto do parque solar representa não só uma preocupação ambiental, mas, principalmente, um avanço social no país, que enfrenta sérios problemas de infraestrutura e precisa de urgentes obras de modernização, sobretudo nas regiões mais populosas. Assim, a usina de geração fotovoltaica será um dos símbolos de revitalização socioambiental. Recentemente, a companhia de trens da Índia anunciou a implantação de sistemas de ar-condicionado movidos a energia solar para os vagões.


FONTE: CicloVivo

Como o Marketing Digital pode ajudar sua empresa na guerra de preços


guerra de preços


Conversando com amigos empreendedores, clientes ou mesmo participando de eventos,  sempre ouço uma mesma reclamação: a guerra de preços com a concorrência.
Em diversos tipos de mercados dá pra notar em empreendedores/gestores algum desânimo em frases como “Não dá, nosso mercado está muito prostituído” ou “A gente faz um excelente trabalho, mas o cliente não se importa e acaba querendo só o que é mais barato. O que ele quer é preço”.
O problema é que começar uma empresa hoje está cada vez mais acessível e a competição (e a guerra de preços) só tende a ficar maior ao longo do tempo. O cenário é irreversível e não há outra saída viável a não ser criar mecanismos para lidar melhor com isso.
Um trabalho bem feito em Marketing Digital tende a ajudar muito sua empresa. Vamos falar nesse post sobre quatro frentes de ataque que mais podem fazer a diferença:

Educar o cliente para que ele possa julgar adequadamente

O que faz o cliente escolher a opção mais barata, em boa parte das vezes, é justamente a falta de conhecimento sobre o tema e o mercado.
Eu não me importo em pagar um pouco mais para ter um bom computador, já que gosto e conheço um pouco do assunto. Para o meu pai, que não entende quase nada, qualquer opção está de ótimo tamanho. Por esse motivo, a tendência é que ele escolha o mais barato.
Se um empresário quer contratar uma empresa ou agência para fazer seu site e não entende a importância do design orientado à conversão ou não conhece as boas práticas de arquitetura e código em um site, é provável que ele não compre a melhor opção. Ele analisa apenas o aspecto que conhece (uma boa estética, por exemplo), muitas vezes optando por um serviço menos profissional e mais barato, justamente por não saber julgar ou não ver o valor das opções mais caras.
Não adianta desenvolver produtos ou serviços incríveis se sua empresa não capacitar os clientes, não prepará-los para perceber o valor daquilo que sua empresa oferece.
O Marketing Digital é uma ótima forma de fazer essa educação. O conteúdo de um blog ou materiais gratuitos como eBooks e Webinars, por exemplo, podem ficar disponíveis continuamente, sem limite de tempo ou espaço para quantidade de informações, a custos extremamente baixos.
Além disso, com as ferramentas de busca e as mídias sociais, é muito mais fácil espalhar a mensagem e fazer com que novas pessoas continuem chegando até esse conteúdo e aprendendo cada vez mais.

Conquistar a posição de autoridade no mercado

Há outros fatores, além do conhecimento de mercado que acabei de mencionar, que podem fazer o seu cliente pagar mais pelo produto/serviço.
Se sua empresa for vista como uma grande autoridade no mercado, acaba recebendo um valor extra. Há uma brincadeira no meio corporativo que diz que “nunca ninguém foi demitido por contratar a IBM”. É esse o status que recebe uma empresa que se torna autoridade. Ela recebe o “direito” de cobrar um pouco mais, em troca de uma efetividade vista como garantida e de apresentar um risco baixo.
A Apple tem preços notadamente maiores que a concorrência e, ainda assim, vende o suficiente para ser considerada a empresa mais valiosa do mundo.
Novamente, o conteúdo educativo pode te ajudar muito. Se sua empresa estiver o tempo todo se colocando à prova, mostrando o quanto conhece do assunto e do problema, são grandes as chances de ser encarado pelo potencial cliente como a referência, como um verdadeiro professor do assunto.

Manter um relacionamento próximo dos potenciais clientes

Mesmo que sua empresa não consiga ser “A referência”, ela pode, através de um bom relacionamento, mostrar que é boa o suficiente.
Seja por ganhar confiança ou até mesmo por comodidade, é mais comum fazemos negócios com empresas ou pessoas com as quais já temos algum relacionamento.
Através de estratégias inteligentes de Email Marketing e de uma presença ativa em mídis sociais, é possível conquistar essa proximidade.
O mais interessante é que esse relacionamento, se feito com muito conteúdo educativo, vai contribuir também nos dois itens que mencionamos anteriormente.

Diminuir o custo de aquisição de clientes

Por fim, além das opções acima ajudarem o seu cliente a ver mais valor no seu produto/serviço, há um benefício extra de uma boa estratégia online.
Diversas pesquisas já indicaram que a geração de Leads inbound (os Leads gerados a partir de produção de conteúdo, otimização para ferramentas de busca e mídias sociais)custa em média 60% a menos do que os Leads gerados por meios tradicionais.
Com um custo menor na aquisição de clientes, sua empresa ganha a opção de ter uma margem de lucros maior ou, ainda, de diminuir o preço e ficar mais próximo da concorrência, facilitando a contratação.

Dedicação para superar a concorrência

Como você pôde perceber, uma boa estratégia de Marketing Digital pode ajudar sua empresa tanto a diminuir o preço quanto como manter-se na mente do consumidor entre as principais opções de compra, ainda que o preço de seus produtos e serviços não esteja entre os mais baratos do mercado.
Além de investir na produção de conteúdo relevante, de qualidade e com uma boa frequência, é importante dedicar-se à interação com os Leads e clientes que sua empresa já conseguiu atrair. Esse relacionamento em médio e longo prazo é que será a base para suas futuras vendas.

FONTE: resultadosdigitais

O fator de impacto e a qualidade da pesquisa

No dia 29 de agosto de 2013 a revista Nature publicou um artigo revelando um esquema de citação cruzada, que levou à suspensão do fator de impacto (FI) de quatro revistas brasileiras, por dois anos. Porém, casos de citação cruzada ou autocitações não são raros, tampouco exclusividade do Brasil.
Acompanhando as avaliações anuais da Thomson Reuters, percebe-se que o número de periódicos banidos ou suspensos aumenta a cada ano. Só na última avaliação, 66 periódicos tiveram seu FI suspensopor exercerem alguma atividade ilegal ou “imoral”. Por todo o mundo pesquisadores relatam a formação de certos “cartéis” de publicação científica e uma pressão para citar artigos supérfluos.
A CULPA É DA CAPES
No caso dos quatro periódicos brasileiros, um dos então editores reclamou da pressão exercida pela CAPES junto aos programas de pós-graduação e da fixação pelo uso do FI nas avaliações da qualidade da pesquisa no Brasil. É claro que burlar as normas estabelecidas não é a melhor forma de resolver o problema e é uma prática inaceitável. Porém, talvez esse seja um momento interessante para mais que apenas criticar o posicionamento dos editores brasileiros. Talvez seja uma boa hora para analisar e repensar as formas como a ciência tem sido mensurada no país, com tanta ênfase ao FI.
Primeiramente, vamos a um pouco do história. O FI foi concebido por Eugene Garfield, em 1955, com o intuito de auxiliar a seleção de periódicos a serem indexados no Science Citation Index (SCI). Se mostrou uma medida eficiente para essa finalidade na época, porém, com o tempo, passou a ser a base de mensuração da pesquisa em outros âmbitos. Atualmente, o FI é a base para promoções na carreira, concessão de recursos, avaliação de programas de pós-graduação e ranking de universidades ou instituições de pesquisa. Mas será que essa adaptação do FI para mensurar outras atividades científicas está correta?
LIMITAÇÕES DA MODELO
Embora seja uma ferramenta muito útil para classificar periódicos, é claro que o FI tem restrições. Como já foi apresentado em outro texto aqui no posgraduando.com, nem tudo são flores e utilizar essa medida de forma quase isolada para outras finalidades pode ser uma escolha arriscada. A San Francisco Declaration on Research Assessment (DORA) recomendou, em dezembro de 2012, que o FI não fosse utilizado em avaliações relativas a financiamento, promoções na carreira e contratações de acadêmicos, por apresentar algumas restrições, principalmente:
  • O que se considera no numerador nem sempre está no denominador;
  • É o índice de citação dos artigos que determina o FI do periódico, e não o contrário;
  • Existe uma baixa correlação do número de citações dos artigos individuais com o FI do periódico;
  • Áreas que têm vida média de citações curtas (ciências exatas e da vida) são privilegiadas;
  • Artigos de revisão recebem mais citações do que artigos originais;
  • Há predomínio de periódicos em língua inglesa na base, o que diminui o impacto da ciência local.
Segundo a declaração, o FI isoladamente é danoso, muitas vezes impedindo periódicos de publicar artigos de áreas ou assuntos menos citados e sobrecarregando os periódicos de alto impacto com submissões inadequadas. Entretanto, ainda segundo a declaração, a pior a consequência está em impedir o progresso natural da ciência.
QUANTIDADE vs QUALIDADE
A busca de novas abordagens está no cerne do desenvolvimento da pesquisa, muitas vezes acarretando períodos relativamente longos sem geração de publicações, o que é essencial para uma evolução real do pensamento. É exatamente nesse ponto que reside um grande dilema atual: como parar e repensar as abordagens, quando a pressão é cada vez maior para publicações? O que se percebe é muita pesquisa fazendo apenas “mais do mesmo”, sem uma preocupação genuína com a importância e o impacto do estudo em questão.
Outro ponto importante é como medir a ciência nos dias atuais, onde a influência da internet cresce a cada dia. É urgente se pensar em novas métricas que incorporem as publicações “não tradicionais”, sendo essas métricas englobadas nas avaliações corriqueiras, mas isso é assunto para a próxima postagem.

FONTE: posgraduando

Por que a comunicação na ciência é tão importante?

A resposta é bem simples: não existe ciência sem comunicação! Ou o cientista divulga e discute seus resultados com seus pares ou a ciência não progride!
Entretanto, embora seja simples não é fácil. Haja vista a dificuldade que muitos pós-graduandos, por exemplo, tem de escrever artigos científicos. Apesar da comunicação escrita ser apenas uma das habilidades exigidas de um cientista, ela é para muitos a mais preocupante e importante.
Discussões sobre redação científica e outras formas de comunicação quase sempre são subjetivas e tratadas em disciplinas de metodologia científica ou filosofia da ciência. Mas as “regras” e “pulos-do-gato” quase nunca são ensinadas de maneira formal aos aspirantes a cientistas.
As habilidades de comunicação quase sempre são desenvolvidas através do orientador, grupo de pesquisa ou através de iniciativas pessoais (cursos, leituras, tutoriais). Será que não passou da hora de serem oferecidos cursos ou disciplinas inteiramente voltados para redação e expressão oral pelos cursos de pós-graduação?  A final todo cientista é um comunicador! Será que cabe aos cursos fazer isso? ou cada grupo de pesquisa deve fazer essa preparação voltada para interesses específicos do grupo?
Melhorar a capacidade de comunicação beneficia a carreira do cientista por que possibilita a ampliação do alcance dos resultados, facilita o estabelecimento de parcerias e pode ampliar a capacidade de adquirir financiamentos e também diminuir o distanciamento entre o cientista e a sociedade.
Mas como desenvolver essas habilidades? Eu devo dar mais ênfase a comunicação oral ou escrita? O que eu devo privilegiar na minha formação? Como escrever melhor? Como me expressar melhor? Como divulgar minhas pesquisas ou a área de interesse?

FONTE: posgraduando