terça-feira, agosto 11

Jovens brasileiros querem empreender, mas não se preparam para isso, aponta pesquisa

Estudo Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras também indica que quase 6 em cada 10 universitários pensam em empreender, mas poucos pensam em inovar e ter muitos funcionários


Reprodução/ Endeavor Brasil
Mais de 5 mil alunos e mais de 600 professores de todo o Brasil participaram da pesquisa

Romero, assim como a maioria dos universitários, também queria empreender já na época da faculdade: “Desde o primeiro dia (da faculdade), eu comecei a encontrar pessoas que dividiam essa paixão comigo”. Ele então começou um negócio junto com seus colegas de turma, Rodrigo e Ronaldo. Depois de quatro tentativas malsucedidas, o trio começou a colher resultados de uma nova empreitada, que tinha foco no mercado de e-commerce, ainda pequeno no ano de 1998. Depois de 5 anos de muito suor e desafios, a empresa, que tinha começado com apenas três pessoas, já contava com cerca de 120 funcionários. O Buscapé, empresa fundada por Romero Rodrigues e seus dois colegas de faculdade, hoje conta com 1,7 mil funcionários em todos os seus sites e é o líder global em comparação de preços.
Apesar de a maioria dos universitários brasileiros ter a vontade de empreender como a de Romero, poucos deles estão pensando em ter empresas que cresçam rápido em poucos anos, como o Buscapé. Entre os 58% dos universitários entrevistados que indicaram pensar em empreender no futuro, apenas 11% esperam que suas empresas tenham mais de 25 funcionários cinco anos após a abertura. Mesmo entre outros 11% dos pesquisados, que já são empreendedores, o sonho de ter um negócio que cresça rápido também está longe de ser uma unanimidade: apenas 17,4% esperam alcançar esse resultado.
Esses e outros números fazem parte da pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras, feita pela Endeavor e pelo Sebrae. Os resultados do estudo foram divididos em quatro relatórios, que podem ser acessados gratuitamente aqui. Em sua terceira edição, mais de 5 mil alunos e mais de 600 professores de todo o Brasil participaram da pesquisa, que contém resultados quantitativos e qualitativos.
A pesquisa também aponta que alunos que consideram suas ideias de negócio mais inovadoras têm expectativa de criar empresas maiores, se comparados com a média da pesquisa. Entre os empreendedores que não consideram suas empresas inovadoras, 21,4% acreditam que sua empresa terá mais de 10 funcionários em 5 anos, número que atinge 47,6% entre aqueles que acreditam que inovam.


MUITO SONHO E POUCA PREPARAÇÃO

O fato de a maioria dos universitários não sonhar com grandes negócios não é o único resultado que deixa a desejar. A maioria dos alunos pesquisados também não se prepara para empreender. Apenas 14,1% dos pesquisados indicam que gastam tempo aprendendo a iniciar um novo negócio. Mesmo entre os alunos que “pensam muito em empreender”, apenas 22,6% disseram ter a mesma dedicação para começar a empreender.
Essa falta de prática para empreender também pode ter impacto nos resultados sobre a confiança dos alunos para realizarem atividades típicas de um empreendedor, como contratar, gerir as finanças ou definir uma estratégia para um novo produto. Entre os alunos que apontam baixa dedicação para empreender, apenas 20% se sentem muito confiantes para abrir um negócio. Entre os que dizem se dedicar, esse número dobra: cerca de 40% se sentem muito confiantes. “Se tivermos mais universidades e professores que estimulem seus alunos a inovar, a se preparar e a sonhar grande, com certeza o Brasil poderá ter no futuro muito mais grandes histórias como a do Romero”, afirma Pamella Gonçalves, Gerente de Pesquisa da Endeavor.


Conteúdo Endeavor Brasil gentilmente cedido ao Administradores.com.

segunda-feira, agosto 10

O poder do planejamento positivo

Precisamos de um foco negativo para sobreviver, mas de um positivo para prosperar




Se tudo funcionar perfeitamente na sua vida, o que você estará fazendo daqui a dez anos?
Essa pergunta nos convida a considerar o que realmente importa para nós, e como isso pode guiar nossas vidas. Seguir esse exercício simples encoraja a abertura para novas possibilidades.
“Falar sobre seus objetivos positivos ativa centros no cérebro que tornam as pessoas suscetíveis a novas possibilidades. Mas se mudar o tom da conversa para o que você deveria fazer para se consertar, isso fecha você”, diz Richard Boyatzis, psicólogo na Escola de Gestão da Weatherhead da Universidade Case Western Reserve.
Sua pesquisa explorou esses efeitos contrastantes no coaching. Boyatzis e seus colegas escanearam os cérebros de estudantes universitários enquanto eles eram entrevistados. Para alguns, a entrevista focou em pontos positivos: o que eles amariam fazer em dez anos e o que eles esperavam ganhar dos seus anos na Universidade. Os scanners cerebrais revelaram que durante as entrevistas focadas em pontos positivos havia uma maior atividade nos circuitos de recompensa do cérebro e áreas que trazem sensação de bem-estar e memórias felizes. Pense nisso como uma assinatura neural da abertura que sentimos quando estamos inspirados por uma visão.
Para outros, o foco foi mais negativo: o quão exigentes eles consideram seus horários e tarefas, dificuldades em fazer amigos e receios acerca da sua performance. À medida em que os estudantes enfrentavam questões mais negativas, seus cérebros ativaram áreas que geravam ansiedade, conflito mental e tristeza.
Focar nos pontos fortes, argumenta Boyatzis, nos conduz em direção a um futuro desejado e estimula a abertura a novas ideias, pessoas e planos. Em contraste, a ênfase nas fraquezas provoca um senso defensivo de obrigação e culpa, tornando-nos fechados.
Um olhar positivo mantém a alegria em praticar e aprender — a razão pela qual atletas e músicos experientes continuam exercendo seu ofício. “Precisamos de um foco negativo para sobreviver, mas de um positivo para prosperar”, afirma Boyatzis.
Boyatzis explica que essa positividade também se aplica ao coaching — seja por um professor, pai, chefe ou coach executivo. Um diálogo que começa com as esperanças de uma pessoa pode resultar em uma alegre troca, uma que apoia aquela visão. Tal diálogo pode extrair alguns objetivos concretos da visão geral, estimar o que é necessário para atingir esses objetivos e determinar que capacidades necessitam ser melhoradas para chegar lá.
Para entender quão bem esse processo funciona, Boyatzis faz avaliações sistemáticas daqueles que passam pelo seu curso. Colegas de trabalho anonimamente classificam os estudantes em comportamentos específicos que demonstram uma ou mais das competências de inteligência emocional típicas de pessoas com alto desempenho (por exemplo: “compreende os outros ouvindo ativamente”). Então Boyatzis rastreia os estudantes anos depois, e eles são novamente classificados pelos seus atuais colegas.
“No momento, temos prontos 26 estudos longitudinais separados”, disse-me Boyatzis. “Descobrimos que as melhorias que os estudantes promovem na primeira rodada duram até sete anos depois”.

Leituras adicionais

Essa aula magna ministrada por Richard Boyatzis (co-autor de Primal Leadership e diretor de desenvolvimento organizacional na Escola de Gestão da Weatherhead School) oferece as ferramentas para que você se torne o líder que deseja ser — incluindo exercícios para reavaliar técnicas efetivas e mensuráveis.

O vídeo, dividido em uma coleção com oito partes, inclui mais de oito horas de resultados de pesquisas, estudos de caso e experiência industrial através de entrevistas em profundidade com respeitados líderes em gestão executiva, pesquisa organizacional, psicologia no local de trabalho, negociação e contratação de profissionais de alto nível. Licenciamento corporativo e educacional disponível.

Uma compilação de meus artigos na Harvard Business Review e escritos de outras revistas de negócios em um só volume. Esse material, efetivo e frequentemente citado, se tornou leitura essencial para líderes, coaches e educadores comprometidos em fomentar gestão de grandes resultados, aumentando a performance e conduzindo a inovação.

‘Focus’ desvela a ciência da atenção em todas as suas variedades — apresentando um olhar sem precedentes a esse ativo já demasiadamente estudado e subestimado, e por que ele é tão importante para a maneira como nos sentimos e temos sucesso na vida.


Texto publicado originalmente no perfil do autor no LinkedIn e cedido gentilmente ao Administradores.com


FONTE: administradores

6 frases que desnudam a cabeça marqueteira de Steve Jobs


Se estivesse vivo, Steve Jobs faria hoje 60 anos. Muitos torcem o nariz ao reconhecê-lo como um gênio da computação, geralmente remetendo todo o sucesso da Apple a Steve Wozniak, o craque da tecnologia que o ajudou a transformar uma garagem no Vale do Silício na poderosa Apple. Pode até ser. Não se pode desprezar, entretanto, a capacidade de Jobs em antever o futuro, detectar tendências e entender os anseios do consumidor, sem falar em sua incansável necessidade de inovar e buscar a perfeição.

Sua obra não se resume a criação de grandes produtos, mas se consagra na maneira como essas ferramentas revolucionaram comportamentos, mercados e modelos de negócios na música, na tecnologia, no design e até mesmo no mercado de comunicação.

Confira abaixo seis frases que trazem uma pequena amostra de como Steve Jobs pensava no marketing de sua empresa e seus produtos:

Observação e feeling

"Não se trata de cultura pop, não se trata de enganar as pessoas nem convencê-los de que querem algo que não precisam. Nós averiguamos o que queremos. Acredito que somos muito bons pensando no que as pessoas vão querer também. É para isso que nos pagam. Nós só queremos fazer grandes produtos."


Expectativa dos clientes

"Nosso DNA é de uma empresa de consumo. Somos feitos para um cliente que sabe diferenciar o que é bom do que é ruim. Acho que nosso trabalho é ser responsável na totalidade pela experiência do usuário. Se não se cumpre a expectativa do cliente, é totalmente nossa culpa, simples."

Além dos olhos

"A maioria das pessoas pensam que design é uma capa, uma simples decoração. Para mim, nada será mais importante no futuro que o design. O design é a alma de tudo aquilo que foi criado pelo homem. Design não é apenas o que parece e o que se sente. Design é como funciona."


A importância das referências

"Criatividade é simplesmente conectar as coisas. Quando você pergunta a pessoas criativas como eles fizeram algo, eles se sentem culpados por não terem realmente feito aquilo, eles só viram algo. Depois de um tempo, aquilo pareceu óbvio."


Quebrando o tabu

"É algo complicado, é difícil desenhar produtos concentrando-se no público-alvo. Muitas vezes, as pessoas não sabem o que querem até que você mostre a elas."

Sobre qualidade do produto

"Um grande marceneiro não vai utilizar madeira vagabunda para o fundo de um armário, mesmo que ninguém veja."





FONTE: Adnews

6 passos para começar um negócio do zero

6 passos para começar um negócio do zero



Todo grande negócio começou com unidade e uma paixão. Mesmo magnatas como Richard Branson, Oprah, Bill Gates e Warren Buffett começou às zero.
Se você conhece a minha história, sabe que depois que eu foi ferido no futebol profissional, o meu sonho de jogar chegou ao fim. Passei um ano e meio sem dinheiro e dorme no sofá da minha irmã tentando descobrir o que eu ia fazer com a minha vida.
Naquela época, minha maior paixão era esportes, e que foi o meu foco durante o tempo que eu poderia lembrar. Eu queria ter a flexibilidade para fazer o que eu amo, e fazer uma vida que iria me para o resto da minha vida. Mas eu não tinha idéia de por onde começar.
Através partes iguais sorte e persistência, esse ano eu encontrei um mentor brilhante. I internado com ele por cerca de um ano e ele me pagou cerca de US $ 500 por mês. Servi-me em aprender com ele. Eu também fiz tudo o que eu podia para ganhar renda sobre os shows de trabalho de marketing de eventos colaterais e outros biscates.
Como eu colocar um pé na frente do outro, eu comecei a ver onde a minha paixão e habilidades cruzaram. Eu amei conectar pessoas e agregar valor a suas vidas. Eu amei fornecer qualquer serviço que eu pudesse a eles que iria ajudar a resolver um problema que eles tinham. Como eu prosseguido as coisas que me interessavam, comecei a montar eventos de networking. Comecei a formar o que se tornaria o meu negócio e marca, sempre em evolução ao longo do caminho.
Não era como se eu tivesse um plano perfeito traçado. Eu combinei minhas paixões, forças e visão para criar o negócio ideal para mim ao longo do caminho. Os empresários mais apaixonados são movidos por mais do que apenas dinheiro. Eles são conduzidos por viver uma vida plena.  
Se você ainda não descobriu a sua paixão, eu encorajá-lo a fazê-lo. Isso é parte da razão pela qual eu comecei The School of Greatness Academy - para ajudar as pessoas a perseguir suas paixões. Pense no que você animado como uma criança, ou a coisa que quando você faz isso você perde a noção do tempo e do espaço, você está tão perdido no momento. Você vai ser mais feliz quando você seguir a sua paixão. Eu amo o que Steve Jobs tinha a dizer sobre isso :
Seu trabalho vai preencher uma parte grande da sua vida, ea única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que você faz. Se você ainda não encontrou o que é, continue procurando. Não se acomode. Tal como acontece com todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar.
Depois de ter descoberto o que você quer fazer, aqui estão algumas coisas importantes a ter em mente ao iniciar o seu negócio a partir de zero:

1. Investigação seu mercado.

Sabendo que a concorrência sabe não vai cortá-la.Vá fundo. Mergulhe no seu mercado e estudá-lo como um perito.  
Pesquisa do Google para palavras-chave relacionadas ao seu setor. Não desanime se o mercado parece inundada. Você pode usar isso a seu favor. Isso significa que ele está trabalhando para aquelas pessoas e você pode fazer o trabalho para você. Há dinheiro lá.

2. Defina um objetivo financeiro tangível.

Eu definir novas metas a cada seis meses e sempre esticar minha marca inicial. Trabalho para trás e descobrir o que você precisa fazer todos os dias para chegar onde você quer estar. Definir uma meta que é um trecho para você e olhar para os passos que você precisa tomar todos os dias para atingir esse objetivo.

3. Quando você cria um site, tornar o conteúdo compartilhável.

É ótimo para fazer referência a alguns dos líderes em seu espaço, mas quando você está desenvolvendo a sua própria marca, é importante para criar um conteúdo exclusivo em um único hub. Um site que os seus leitores e telespectadores podem fazer referência a voltar, por mais de seu conteúdo incrível.Eu me inclino sobre Derek Halpern , que é um profissional para isso.  

4. Criar uma lista.

E-mail é melhor forma de moeda on-line e criar uma lista de e-mail é uma das ferramentas mais importantes na construção de um negócio. À medida que desenvolve o seu site compartilhável, começar a construir uma lista de e-mails das pessoas que visitam seu site. Em seguida, continuar a fornecer-lhes valor. Isso se traduzirá em compradores para o futuro lançamento de seu produto ou serviço.
Adicionando um formulário de opt-in em seu site e ter um lugar para armazenar seus e-mails são os dois primeiros passos para a construção de sua lista de e-mail. Recursos livres como HelloBar.com e AppSumo.com permitem que você coletar informações de e-mail em seu site. Para armazenar endereços de e-mail, eu recomendo o programa Aweber, que ainda oferece um teste gratuito de 30 dias.

5. Lançamento de um produto ou serviço que você pode vender.

Se você tem um objetivo financeiro que você partiu para os próximos seis meses, então você tem que vender alguma coisa. Aproveite o tempo para descobrir o maior desafia o seu público está enfrentando e construir o seu relacionamento com eles. Em seguida, criar algo que resolve o seu problema. Eu sei que isso é mais fácil dizer do que fazer, mas é fundamental. Suas ligações vêm da sua lista, você convertê-los em clientes, acompanhar e construir um relacionamento.  

6. Comece agora e melhorar como você vai.

Um monte de gente perder tempo pensando em fazer coisas perfeitas antes de lançar o seu negócio.O logotipo, o site, a cópia - tudo. Este é um desperdício de tempo. Vender o seu produto antes de torná-lo, oferecendo uma pré-encomenda.Concentre-se na obtenção de vendas e atrair leads.As empresas bem sucedidas lançar o tempo todo e eles não são perfeitos.  
Pense no Facebook e todas as mudanças e melhorias que ele fez. Comece com um produto pequeno e sempre estar melhorando. Lançamento on-line você pode vender mais e mais e não tem que trocar tempo de dólares.
A coisa mais importante é apreciar o processo e saber que você não tem que fazê-lo perfeito.Comece hoje. Se não agora, quando?


FONTE: entrepeneur

segunda-feira, junho 29

Quatro dicas e quatro 'micos' para profissionais que usam redes sociais



Plataformas como Twitter, Facebook e Instagram são centro de notícia, ativismo e consumo

"Você usa o Twitter?" era uma pergunta inofensiva que fiz a um executivo de uma multinacional durante um jantar, há alguns anos. Ele ficou incrédulo com minha questão tola. Twitter é coisa para "os meus netos" e "não para mim", ele respondeu.
Não pude resistir. Tirei meu telefone e digitei o nome da empresa dele no Twitter - e fomos inundados com resultados da pesquisa. Em seguida, botei o nome dele - o que o deixou ainda mais apavorado com tudo que viu.
Na sua cabeça, já que ele não estava no Twitter, isso significava que ninguém ali teria interesse nele.
Muitos executivos ainda não percebem que no mundo dos negócios de hoje é preciso entender e participar de alguma forma - mesmo que mínima - de redes sociais. Plataformas como Twitter, Facebook, LinkedIn ou Instagram são hoje o centro das notícias, opinião, ativismo, consumo e muito mais.
Como integrante de vários conselhos de administração de empresas e entusiasta de tecnologias, as redes sociais viraram uma extensão essencial do meu trabalho. Uso o Twitter atrás de notícias e o Facebook para me manter em contato com amigos. O LinkedIn me ajuda a acompanhar colegas e pessoas em quem me interesso profissionalmente. O Instagram é uma forma visual de compartilhar experiências. Já o Pintrest ainda me intriga bastante.
Hoje em dia, "headhunters", que trabalham no recrutamento de bons profissionais, procuram pessoas que tenham desenvoltura para vagas de trabalho importantes. Executivos que usam essas ferramentas são vistos como mais acessíveis e comunicativos - em vez de pessoas ocultas atrás de portas fechadas.
Mas é importante seguir algumas etiquetas. Essas são as regras básicas que eu acho importante:

FAÇA:

  • Envie e receba: Redes sociais são plataformas para interação e aprendizagem. Se você está apenas no modo "enviar" - só transmitindo aos outros o que você quer dizer - você está perdendo uma parcela valiosa da rede. Ligar também o modo "receber" - ao ouvir e interagir com os demais - é bem mais frutífero.
  • Seja autêntico: Se tiver sem tempo, é melhor compartilhar um só post escrito por você mesmo do que ficar repassando vários feitos por outras pessoas. As pessoas sabem identificar se você está só copiando outra.
  • Leia antes de publicar: Já perdi a conta de mensagens minhas com erro de digitação ou grafia, ou coisas que publiquei, quando na verdade achei que estava enviando como mensagem privada. Também, como faço com e-mail, procuro evitar usar redes sociais quando estou irritada. Lembre-se: quando uma coisa é publicada, ela fica lá "para sempre" - especialmente agora que a Biblioteca do Congresso americano começou a arquivar todos os tuítes.
  • Conheça a etiqueta de cada plataforma: É importante entender a linguagem e os costumes de cada rede. No Twitter, nunca repita o que outra pessoa falou sem citá-la. No LinkedIn é bom fazer avaliações e críticas, mas lembre-se que está lidando com a reputação profissional de uma pessoa ou empresa. Se você tiver desavenças, tente ser respeitoso.

NÃO FAÇA:

  • Não ache que tem direito à privacidade na rede social: As mídias sociais são lugares públicos. Não escreva nada que você não gostaria de ver publicado em um jornal. Eu própria passei por isso recentemente. Mesmo que sua conta seja fechada apenas para seu círculo de amigos, há sempre o risco de que alguém ali compartilhe suas opiniões, fotos e conversas.
  • Não dê informações confidenciais: é surpreendente saber o que jornalistas, investidores ou competidores conseguem aprender, só olhando suas fotos ou "status" de Facebook. Qualquer foto que publico nunca mostra nenhum documento importante. Também muito cuidado ao se comunicar com colegas na rede.
  • Não compartilhe textos que não leu ou que podem ser falsos: cuidado para não retuitar boatos ou notícias que não foram apuradas com cuidado. Leia tudo que você publicar até o fim. Não esqueça que investidores, parceiros e empregados estão vendo.
  • Não agende tuítes e compartilhamentos para depois: É tentador agendar posts para os momentos em que você acha que mais pessoas vão ler, mas também há um perigo nisso. Caso alguma catástrofe aconteça, seu tuíte pode ficar completamente irrelevante ou até soar insensível.
O que aconteceu com aquele executivo que encontrei alguns anos? Hoje em dia ele tem uma conta no Twitter - que ele usa para ficar de olho em tudo que acontece na sua indústria. Ele também está no LinkedIn e no Facebook - que, segundo ele, acabou se revelando uma ótima forma de se manter em contato com os netos.


FONTE: BBC

Empreendedorismo nas Universidades: vontade é grande, mas sonho é pequeno

Pesquisa indica que quase 6 em cada 10 universitários pensam em empreender, mas poucos pensam em inovar e ter muitos funcionários


Romero, assim como a maioria dos universitários, também queria empreender já na época da faculdade: “Desde o primeiro dia (da faculdade), eu comecei a encontrar pessoas que dividiam essa paixão comigo”. Ele então começou um negócio junto com seus colegas de turma, Rodrigo e Ronaldo. Depois de quatro tentativas malsucedidas, o trio começou a colher resultados de uma nova empreitada, que tinha foco no mercado de e-commerce, ainda pequeno no ano de 1998.
Depois de 5 anos de muito suor e desafios, a empresa, que tinha começado com apenas três pessoas, já contava com cerca de 120 funcionários. O Buscapé, empresa fundada por Romero Rodrigues e seus dois colegas de faculdade, hoje conta com 1,7 mil funcionários em todos os seus sites e é o líder global em comparação de preços.
Apesar da maioria dos universitários brasileiros ter a vontade de empreender como a de Romero, poucos deles estão pensando em ter empresas que cresçam rápido em poucos anos, como o Buscapé. Entre os 58% dos universitários entrevistados que indicaram pensar em empreender no futuro, apenas 11% esperam que suas empresas tenham mais de 25 funcionários cinco anos após a abertura. Mesmo entre outros 11% dos pesquisados, que já são empreendedores, o sonho de ter um negócio que cresça rápido também está longe de ser uma unanimidade: apenas 17,4% esperam alcançar esse resultado.
Esses e outros números fazem parte da pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras, feita pela Endeavor e pelo Sebrae. Os resultados do estudo foram divididos em quatro relatórios, que podem ser acessados gratuitamente aqui. Em sua terceira edição, mais de 5 mil alunos e mais de 600 professores de todo o Brasil participaram da pesquisa, que contém resultados quantitativos e qualitativos.
A pesquisa também aponta que alunos que consideram suas ideias de negócio mais inovadoras têm expectativa de criar empresas maiores, se comparados com a média da pesquisa. Entre os empreendedores que não consideram suas empresas inovadoras, 21,4% acreditam que sua empresa terá mais de 10 funcionários em 5 anos, número que atinge 47,6% entre aqueles que acreditam que inovam.
Muito sonho e pouca preparação
O fato da maioria dos universitários não sonhar com grandes negócios não é o único resultado que deixa a desejar. A maioria dos alunos pesquisados também não se prepara para empreender. Apenas 14,1% dos pesquisados indicam que gastam tempo aprendendo a iniciar um novo negócio. Mesmo entre os alunos que “pensam muito em empreender”, apenas 22,6% disseram ter a mesma dedicação para começar a empreender.
Essa falta de prática para empreender também pode ter impacto nos resultados sobre a confiança dos alunos para realizarem atividades típicas de um empreendedor, como contratar, gerir as finanças ou definir uma estratégia para um novo produto. Entre os alunos que apontam baixa dedicação para empreender, apenas 20% se sentem muito confiantes para abrir um negócio. Entre os que dizem se dedicar, esse número dobra: cerca de 40% se sentem muito confiantes. “Se tivermos mais universidades e professores que estimulem seus alunos a inovar, a se preparar e a sonhar grande, com certeza o Brasil poderá ter no futuro muito mais grandes histórias como a do Romero”, afirma Pamella Gonçalves, Gerente de Pesquisa da Endeavor.




Artigo publicado originalmente no site da Endeavor Brasil e cedido gentilmente ao Administradores.com

Como causar uma boa impressão na entrevista de emprego

Boas qualificações profissionais não são a única forma de impressionar recrutadores nos processos seletivos. Demonstrar interesse na empresa e autocrítica na medida certa podem garantir pontos extras na 

entrevista de emprego

Entrevista de emprego
A entrevista pode ser a última etapa de um disputado processo seletivo (Getty Images)
Estar bem preparado é o primeiro passo para controlar a ansiedade e o nervosismo do candidato às vésperas de uma entrevista de emprego. Afinal, esta etapa da seleção pode ser o último obstáculo antes de o profissional alcançar um salário maior, dar um salto na carreira ou concretizar um sonho. "O candidato tem entre uma hora e uma hora e meia, que é o tempo médio de uma entrevista de emprego, para convencer o selecionador de que é o profissional mais capacitado para o cargo", diz Mariana Schwarz, gerente de marketing da consultoria Hays.
Veja cinco dicas dos especialistas em recrutamento e seleção para impressionar bem na entrevista de emprego: 
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Banque o detetive


Os especialistas são unânimes: dados financeiros, histórico da empresa, posição no mercado e número de funcionários são informações que se devem ter na ponta da língua na véspera de uma entrevista, independente do cargo, do nível e da área de atuação. Vale captar informações no site da empresa, na imprensa e nas redes sociais. Além de se sair bem ao ser questionado sobre a companhia, o candidato bem preparado não formula perguntas ingênuas, que revelam falta de conhecimento e interesse na empresa






Fontes: empresas de recrutamento e seleção Michael Page, Robert Half, Hays e ManpowerGroup Brasil