segunda-feira, setembro 30

CONHEÇA: aplicativo para corrigir provas e outras novidades

Gigantes alimentícias vão mal em ranking 

A ONG Oxfam divulgou uma lista sobre as condições de trabalho entre as maiores empresas alimentícias do mundo. O ranking avaliou itens como clima, água, transparência e gênero, que analisa as condições das mulheres. A ABF, dona de marcas como o chá Twinings, foi a pior. Além de divulgar, a ONG lançou uma petição por melhores condições de trabalho. É só entrar e assinar.

behindthebrands.org



Um alívio para os professores 

Corrigir provas é um trabalho longo, solitário e nem sempre reconhecido. Como sentia na pele, o professor americano Walter Duncan criou o Quick Key, aplicativo que corrige provas de múltipla escolha em segundos. É só escanear a folha de respostas e o código QR específico de cada aluno. Automaticamente, os boletins deles são atualizados.



Faça seu próprio flip book

Ter um álbum físico com suas fotos do Instagram já está batido. O Vine, rede social de microvídeos da qual falamos aqui mês passado, já pode migrar para o offline. Depois de filmar, editar e compartilhar, o usuário pode encomendar seu próprio livrinho flip (esses em que as imagens se mexem ao fazer as páginas correrem). O serviço é americano, mas já faz entregas internacionais.

vineflip.com



FONTE: super.abril

Curiosidades científicas (ou malucas!) sobre a segunda-feira

Você odeia segunda-feira? Falta disposição para voltar à rotina depois daquele fim de semana agitado? Se sim, você não está sozinho. Dê uma olhada nessa lista de descobertas científicas sobre as segundas-feiras – e aproveite para justificar todo esse mau humor.

- A maioria das pessoas só sorri depois das 11h16…

A pedido de uma empresa britânica, a OnePoll, especializada em pesquisas, entrevistou 2 mil funcionários para saber algumas verdades sobre as segundas-feiras. A primeira conclusão: as pessoas acordam tão mal humoradas às segundas que conseguem esboçar o primeiro sorriso apenas às 11h16.

-  …se atrasa para o trabalho (e rende menos)

Segundo a pesquisa, pouco mais de 50% dos trabalhadores não chegam ao trabalho no horário. E pior, só conseguem trabalhar de verdade durante três horas e meia. Em compensação, ir ao trabalho pode ser uma boa saída para o mau humor. “Trabalho pode ser o melhor lugar para ir às segundas. Somos essencialmente homens das cavernas em cidades. Queremos nos sentir parte de uma tribo, então pegamos uma xícara de chá, sentamos e começamos a trabalhar. Depois doritual, estamos pronto para uma semana produtiva”, diz Alex Gardner, psicólogo envolvido com a pesquisa.

- Adultos odeiam mais as segundas-feiras

Outra constatação da pesquisa da OnePoll: pessoas entre 45 e 54 anos sofrem mais com o início da semana e gastam cerca de 12 minutos falando mal da segunda-feira. Quanto ódio.

- Suicídios aumentam nesse dia…

Os dados vêm do Escritório de Estatísticas Nacionais da Inglaterra. Segundo eles, 16% dos suicídios entre os homens acontecem em plena segunda-feira – 17% das mulheres também preferem se matar nesse dia. A preferência pelo sábado e domingo é menor: 13% dos suicídios acontecem durante o fim de semana. Eles também perceberam maior incidência de suicídios após aniversários ou Ano Novo. “Isso pode estar ligado aos recomeços, como Ano Novoaniversário, ou só o começo da semana”, diz Anita Brock, co-autora da pesquisa.

 -  …os infartos também

Segundo o British Medical Journal, os casos de infarto sobem 20% às segundas, em comparação aos outros dias da semana. A causa é previsível: estresse e pressão alta por conta do retorno ao trabalho.

- Sexo e televisão ajudam a melhorar seu humor

Ficou ainda mais desanimado? Então fique tranquilo, a pesquisa da OnePoll também revelou os melhores jeitos de curar o mau humor de segunda: ver televisão, fazer sexocomprar qualquer porcaria pela internet, comer chocolate, planejar as férias. Isso deve funcionar em qualquer dia, não?

FONTE: super.abril

Apple é a marca mais valiosa de 2013


Mundo do Marketing - Você sintonizado com o Mercado

Marca ganha o primeiro lugar da edição deste ano do Best Global Brands. 


A Apple é a marca mais valiosa de 2013, segundo o ranking Best Global Brands que avalia as 100 marcas com maior valor no mundo. Desde a criação do levantamento da Interbrand, no ano 2000, a Coca-Cola ocupava a primeira posição e agora passa para o terceiro lugar, atrás da Apple e do Google. O valor total das 100 marcas que compõe a lista é de US$ 1,5 trilhão, o que representa 8,4% a mais do que o valor registrado no ano passado.


Nesta edição, entram para a relação das mais valiosas marcas como Discovery e Chevrolet. A Duracell que tinha saído do ranking em 2010 retorna com representação de 25% do mercado global de baterias e sendo lembrada como uma das marcas líderes da P&G. No quesito valorização, o Facebook se destacou: a rede social ocupa a 52ª posição entre as mais valiosas e registrou um crescimento de 43% em receita no último ano. O Google aparece como segunda marca com maior crescimento, com 34% a mais de lucro nos últimos 12 meses.

FONTE: mundodomarketing


Cooperação em pesquisa entre universidade e indústria: Brasil precisa de alinhamento e convergência

Painel da FAPESP Week London salienta a importância dessa relação no desenvolvimento de pesquisas. Sergio Queiroz, da FAPESP, foi um dos palestrantes (foto: Gustavo Camilo)

A cooperação em pesquisa entre universidade e indústria foi o tema do painel de abertura do último dia da FAPESP Week em Londres, nesta sexta-feira (27/09), sob a presidência do físico Marcelo Knobel, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), coordenador científico do evento na capital britânica.
Nas apresentações dos expositores ficou claro como essa relação é antiga, enraizada e produtiva em países como o Reino Unido e como no Brasil só recentemente ela começou a atingir estágios de maior maturidade.
Simon Campbell, ex-presidente da Royal Society of Chemistry, falou sobre como a Royal Society, da qual faz parte, “uma entidade essencialmente acadêmica”, tem a colaboração com o setor empresarial como uma de suas ações estratégicas já há vários séculos, desde, por exemplo, James Watt, que em 1769 patenteou o motor a vapor.
O plano estratégico da Royal Society para 2012-2017 enfatiza o princípio de que muito da pesquisa científica inovadora ocorre na indústria, assegura que tanto o setor empresarial como o público tenham participação ativa na entidade, encoraja o trabalho científico translacional e prioriza a comunicação da ciência para a sociedade.
Entre as várias atividades da Royal Society para estimular a relação da academia com o mundo privado está um evento anual, “Labs to Riches”, em que se concede o prêmio Brian Mercer de Inovação para promover ideias em pesquisa científica que possam ser exploradas empresarialmente por meio de investimentos de “venture capital”.
A Royal Society mantém ainda programas para que cientistas de universidades possam trabalhar em projetos de pesquisa em empresas por períodos entre seis meses e um ano e vice-versa, de financiamento para startups, e de estágios curtos de cientistas em repartições do serviço público e no Parlamento. Oferece ainda cursos de curta duração sobre inovação e negócios, tudo com o intuito de “construir pontes” entre a ciência e a sociedade, segundo Campbell.
Tony Hey, vice-presidente da Microsoft Research Connections, foi o segundo orador da sessão. Ele deu grande destaque à cooperação que a sua empresa mantém com a FAPESP desde 2006, com 20 projetos de pesquisa já aprovados no período, com ênfase em temas ambientais desde 2011.
A colaboração com a FAPESP, disse Hey, é das mais importantes para a Microsoft e tem servido de exemplo de um dos cinco modelos de cooperação com o mundo acadêmico no campo da ciência que a empresa adota, que são: financiamento simples e direto (para ajudar a semear pesquisa especulativa), consórcios (como os que mantém com o Media Lab do Massachusetts Institute of Technology e o Centro de Ciência Urbana, da New York University), grandes projetos de pesquisa (como o do genoma da cana-de-açúcar que apoia em parceria com a FAPESP), centros de pesquisa (como os das universidades de Berkeley e Illinois) e workshops conjuntos (que funcionam como precursores de projetos maiores).
Sérgio Queiroz, coordenador da área de pesquisa para inovação da FAPESP, relatou os programas da Fundação para esse tipo de atividade, em especial o Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) e o Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE).
Queiroz realçou que a maioria das instituições acadêmicas brasileiras é relativamente nova e afirmou que a cooperação entre universidade e indústria no país como um todo melhorou nos últimos anos. “Nós estamos evoluindo para um relacionamento mais maduro no Brasil.”
David Jones, diretor de tecnologia do BG Group, encerrou o painel. Ele disse que, entre os objetivos principais da atuação de sua empresa no Brasil, estão o de construir infraestrutura de pesquisa e desenvolvimento e ajudar a aumentar a capacidade acadêmica nacional. Mencionou ainda o acordo entre a BG Brasil – membro do BG Group – e a FAPESP assinado na abertura da FAPESP Week London.
Segundo Jones, fatores importantes para o sucesso na cooperação entre universidade e indústria são: a existência de conexão real entre a pesquisa e a estratégia de negócios da empresa, o compromisso com projetos de longo prazo e o alinhamento e a convergência de perspectivas institucionais entre os parceiros.

FONTE: FAPESP

6º Congresso Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde

Estão abertas, até 15 de novembro, as inscrições para o 6º Congresso Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde, que será realizado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Organizado pelo Centro Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde (CBTms), o congresso é direcionado aos gestores públicos e profissionais da área da saúde, aos estudantes de graduação e pós-graduação e tem por objetivo refletir sobre a aplicação das tecnologias para promover a consolidação da telemedicina no Brasil.
Além da participação nas palestras do evento, os inscritos terão acesso ao conteúdo digital “Nuvem da Saúde” disponibilizado no site do congresso, no qual poderão acessar vídeos, áudios e outros materiais educativos, produzidos em parceria com especialistas de diversas áreas.
Os interessados em submeter trabalhos terão até o dia 15 de outubro para fazer o envio pelo e-mail congresso@cbtms.org.br.
Inscrições e mais informações no site

FONTE: FAPESP

Memória tridimensional para a evolução dos eletrônicos

Grupo da Universidade de Cambridge, liderado por Russem Cowburn, utiliza a tecnologia emergente da spintrônica para desenvolver os chips do futuro (foto: Gustavo Camilo)

Na busca por aparelhos eletrônicos cada vez mais poderosos, um componente tem destaque especial: o processador. “Cérebro” de computadores, celulares, tablets, câmeras e outros dispositivos digitais, o chip tem o desafio de ser sempre mais rápido mesmo tendo que lidar com uma quantidade de informações que não para de crescer. Se fosse humano, teria que ser uma mistura de Usain Bolt e Albert Einstein.
Os processadores atuais lidam com informações em um tipo de memória, chamada de acesso aleatório (RAM), no qual os dados digitais fluem em duas dimensões. Mas e se fossem tridimensionais? As informações passariam não apenas pelos planos X e Y de um gráfico, mas também pelo Z. Como se fosse sair do chão de uma cabana para um edifício de muitos andares.
É justamente essa proposta que tem motivado os estudos no grupo dirigido pelo físico Russell Cowburn no Laboratório Cavendish da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Cowburn foi um dos palestrantes no dia 27 de setembro, último dia da FAPESP Week London, simpósio realizado na Royal Society, em Londres.
Segundo Cowburn, ao evoluir para plataformas tridimensionais, os chips poderão levar a um aumento de diversas vezes na performance dos dispositivos eletrônicos.
Melhores, mas não maiores. Ao passar de uma camada para várias, os chips não ganhariam em tamanho, outra preocupação da indústria eletrônica.
“Um típico microchip tem cerca de 1 milímetro de espessura, mas as coisas interessantes ocorrem em uma finíssima camada com cerca de 1 micrômetro [milionésima parte do metro] no topo. Isso significa que 1 milésimo do volume atual de um chip é usado para as funções ‘inteligentes’. O resto é embalagem e substrato”, disse Cowburn à Agência FAPESP.
“Mesmo levando em consideração os chips atuais, temos o potencial de colocar dezenas, centenas ou milhares de camadas sem ter de mudar o tamanho do dispositivo”, disse o cientista.
Em teoria, já parece complicado, mas na prática é ainda mais. Para transformar os resultados das pesquisas feitas em Cambridge em tecnologias de mercado, serão necessárias mudanças também no funcionamento básico dos eletrônicos.
“Precisamos aprender, por exemplo, como dissipar o calor do interior do chip tridimensional. Temos também que descobrir como fazer com o fluxo de informação, com sua velocidade. Meu ponto de vista é que serão necessários novos níveis básicos, novos princípios físicos para poder aproveitar as vantagens da arquitetura tridimensional. Não podemos construir os circuitos eletrônicos atuais em 3D”, disse Cowburn.
Enquanto outros laboratórios têm pesquisado sucessores do silício para os chips do futuro, o grupo de Cowburn tem preferido utilizar uma alternativa híbrida.
“Usamos silício na base, onde fica a parte microeletrônica convencional. E dali para cima temos as partes que lidam com os processos, no nosso caso, utilizando a spintrônica”, disse.
A spintrônica é uma tecnologia emergente – já presente em dispositivos comerciais – que explora o spin (orientação) dos elétrons e o momento magnético associado, além da carga elétrica (base da eletrônica tradicional).
“Somos um laboratório de física. No momento, estamos explorando novos métodos que permitam que a informação passe de átomo para átomo em uma dimensão que atualmente não é usada”, explicou Cowburn.
O físico britânico ganhou prêmios como o GSK Westminster Medal and Prize, o Degussa Science to Business Award, o Hermes International Technology Award e o Institute of Physics Paterson Medal and Prize. Cowburn tem mais de 60 patentes, é fundador de duas empresas startup e inventou a tecnologia de autenticação por superfície a laser (LSATM).
Além de Cowburn, a sessão sobre Nanotecnologia contou com palestras de Marcelo Knobel, Thoroh de Souza e Paul O’ Brien.
Knobel, coordenador científico da FAPESP Week London, é professor no Instituto de Física da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde lidera um grupo que realiza pesquisas em materiais magnéticos no Laboratório de Materiais e Baixas Temperaturas. No simpósio em Londres falou sobre conceitos básicos de nanomagnetismo.
Souza abordou em sua palestra o Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologia (MackGrafe), da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, que, com apoio financeiro da FAPESP, tem sua inauguração prevista para 2014.
O MackGrafe terá como atribuição desenvolver produtos que gerem patentes, licenças e royalties à instituição na qual está sediado. “Um dos motivos de vir à FAPESP Week foi buscar novas colaborações”, disse Souza.
O outro palestrante foi Paul O’Brien, professor da University of Manchester e fundador da Nanoco Technologies, que falou sobre a comercialização da nanotecnologia. 

FONTE: FAPESP


IDEIAS: Secador que seca e desinfecta toalhas

Um secador de toalhas que não apenas seca suas toalhas, como também as desinfecta 

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Um secador de toalhas que não apenas seca suas toalhas, como também as desinfecta com luz ultravioleta.

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Nada há nada pior do que sair do chuveiro e enfiar seu rosto num cheiro de mofo nojento.
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FONTE: buzzfeed