segunda-feira, junho 3

ITAIPU BINACIONAL TRABALHA NO PROJETO DO PRIMEIRO AVIÃO ELÉTRICO BRASILEIRO



Depois de eletrificar carros que circulam internamente, a Itaipu Binacional trabalha no projeto do primeiro avião elétrico brasileiro





A ideia é reproduzir nos ares a mesma fórmula de conversão do sistema de propulsão a combustão para o elétrico, como nas Palio Weekend movidas à bateria que circulam nas instalações da empresa. O protótipo foi cedido pela ACS Aviation, deSão José dos Campos (SP), e a primeira decolagem com emissão zero deve ocorrer em agosto, na pista de Itaipu.

O engenheiro Celso Novais, coordenador do projeto, diz que a nova linha de pesquisa vai se somar ao conhecimento sobre o uso de materiais compostos, altamente resistentes, para a redução do peso dos protótipos elétricos. "Não há setor que entenda mais sobre esse assunto que as empresas aeronáuticas", afirma Novais. Também nos carros, o fator é determinante para contribuir para uma maior autonomia, um dos maiores entraves para a disseminação dos elétricos. "A ACS desenvolveu, por exemplo, uma asa que é tão resistente que suporta dez sacos de cimento em cada lado. Ao mesmo tempo, é tão leve que é possível levantá-la com um dedo".

Segundo o coordenador, o caminho mais rápido e eficiente para melhorar a autonomia da Weekend elétrica, atualmente de 120 km, é a redução do peso dos materiais empregados. "Nós poderemos ser uma referência nesse segmento, pois neste setor todos estão começando, não tem ninguém que esteja muito à frente. Nosso avião será um dos mais avançados no mundo", afirma Novais.

FONTE: Planeta Sustentável

SAIBA QUAIS SÃO OS 46 CURSOS DE ENGENHARIA E PRODUÇÃO



Faltam engenheiros e tecnólogos da área de produção para dar conta do crescimento da economia brasileira previsto para a próxima década. A área conta com mais de 40 carreiras diferentes. 
Para trabalhar com engenharia e produção, é preciso ter facilidade para lidar com números, cálculos e projeções, raciocínio lógico e abstrato, capacidade de analisar e resolver problemas, gostar de trabalhar com máquinas e equipamentos e habilidade para trabalhar em equipe. 
As graduações mais procuradas são:  Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica e Engenharia Química. 
Confira as 46 carreiras de Engenharia e Produção: 
-          Automação Industrial
-          Ciências Aeronáuticas
-          Construção Civil
-          Construção Naval
-          Eletrônica
-          Engenharia Acústica
-          Engenharia Aeronáutica
-          Engenharia Biomédica
-          Engenharia Civil
-          Engenharia da Mobilidade
-          Engenharia de Alimentos
-          Engenharia de Materiais
-          Engenharia de Minas
-          Engenharia de Petróleo
-          Engenharia de Produção
-          Engenharia de Sistemas
-          Engenharia de Telecomunicações
-          Engenharia Elétrica
-          Engenharia Eletrônica
-          Engenharia Física
-          Engenharia Industrial
-          Engenharia Mecânica
-          Engenharia Metalúrgica
-          Engenharia Naval
-          Engenharia Nuclear
-          Engenharia Química
-          Engenharia Têxtil
-          Geoprocessamento
-          Gestão da Produção Industrial
-          Gestão de Qualidade
-          Manutenção de Aeronaves
-          Manutenção Industrial
-          Materiais
-          Mecânica
-          Mineração, Petróleo e Gás
-          Papel e Celulose
-          Processos Químicos
-          Sistemas Elétricos
-          Telecomunicações
-          Têxtil e Moda/Produção Têxtil
-          Transporte
-          Viticultura e Enologia

FONTE: Guia do Estudante

COWORKING É MUITO MAIS DO QUE UM ESPAÇO COLABORATIVO


"Uma nova maneira de pensar o trabalho no século XXI"


Coworking é uma tendência mundial para um novo padrão de trabalho.
Os profissionais autônomos, quem trabalha em casa e quem viaja muito a trabalho sofrem de um mal comum: o isolamento. Coworking é união de um grupo de pessoas que continuam trabalhando independentes umas das outras, mas compartilham valores e buscam a sinergia que acontece quando pessoas talentosas dividem o mesmo espaço, gerando um fluxo de troca de idéias e experiências.
Grande parte dos espaços de coworking foram fundados por empreendedores"nômades" de tecnologia, que buscavam locais de trabalho alternativos aos cafés e às suas próprias casas.
Incubadoras de startups, centros de negócios ou escritórios virtuais não se encaixam no modelo de coworking, pois lhes faltam os principais aspectos: o social, o colaborativo e o informal. As práticas de conduta do coworking fazem com que ele se aproxime mais ao modelo das cooperativas, onde o foco não está apenas no lucro, mas também na sociedade.

BREVE HISTÓRICO
O termo coworking foi criado por BernieDeKoven em 1999 e em 2005 usado por Brad Neuberg para descrever um espaço físico, primeiramente chamado de “9 to 5 group".
Neuberg criou o “Hat Factory”, um espaço de coworking baseado em São Francisco, um apartamento onde trabalhavam 3 profissionais de tecnologia e que abria suas portas durante o dia para “avulsos” que precisavam de um lugar para trabalhar e queriam compartilhar experiência. Hoje, existem aproximadamente 2500 espaços de coworking,1 em 6 continentes.
No Brasil, o coworking chegou em 2008, com a abertura da unidade São Paulo do espaço de origem inglesa The Hub, por Pablo Handl e do brasileiro Pto de Contato,2 também em São Paulo, fundado pela publicitária Fernanda Nudelman. A abertura dos dois espaços deu origem a um movimento que teve rápido crescimento e que estimulou a abertura de vários outros espaços em pouco tempo, levando o coworking para todo o país. Em 2013, segundo a primeira Pesquisa Coworking no Brasil, de Maio de 2013, realizada pelo site Movebla, em parceria com o site internacional Deskmag,3 já mostrava mais de 100 espaços em diversos estados, com focos diversificados e com ambientes que agradam a todos os tipos de profissionais.
Em 2013 no Brasil, Marcelo Ribeiro e Gustavo Almeida criaram o "Coworking - Espaço Conceito", seguindo a filosofia do coworking de Neuberg com o diferencial do "Roaming Coworking" - que consiste em suportar usuários em outras unidades pelo mundo redirecionando os recursos captados no local contratado e repassando para unidade em trânsito utilizada pelo coworker.


UMA EXPERIÊNCIA EM SÃO PAULO

Desde que foi inaugurado em 2010, o MyJobSpace, o primeiro coworking da Zona Sul, vem notando o aumento significativo na procura de profissionais liberais pelo espaço. O crescimento de empresas compostas por apenas uma pessoa e o aumento do trânsito tem encorajado muitos profissionais que vivem nas grandes capitais a negociarem com suas empresas para poder trabalhar parcialmente em casa ou próximo de casa, o que vem aumentando o número crescente de coworkings em vários bairros de São Paulo entre outras cidades.
No caso, o MyJobSpace está estrategicamente localizado próximo ao metrô Conceição, e é um dos poucos que foge do eixo "Vila Madalena - Paulista", pontos considerados mais "cools" na capital paulista. "Hoje, nosso público é, na sua maioria, de profissionais liberais e de empreendedores que não querem gastar com estrutura física, e enxergam no coworking uma maneira de economizar e ao mesmo tempo de compartilhar e fazer novos negócios" afirma Ana Lúcia Fontes, proprietária do MyJobSpace.
Ainda há muito o que conquistar nesse mercado, já que a cultura de abrir uma empresa e montar um escritório próprio faz parte da maioria dos sonhos dos empreendedores pouco conhecedores do mercado, mas que com o tempo acabam recorrendo ao coworking para reduzir custos e vem o quanto perderam tempo e dinheiro investindo em algo que já existia pronto, " O maior erro dos novos empreendedores é se preocupar mais com a cor da cortina do que com a busca de novos clientes, o que acaba atrapalhando no começo de um negócio " afirma Ana Fontes, " aqui no 
MyJobSpace, além da estrutura física, ainda oferecemos apoio com o pessoal e espaço para salas de reuniões, eventos e fazemos preços especiais para empresas que queiram trazer um grupo maior para cá. Costumo dizer que nosso cliente não precisa se preocupar se o pó do café acabou, é só vir e trabalhar, que o cafezinho o estará esperando na sala" conclui Ana.
MyJobSpace possui espaço para mais de 60 posições e 3 salas de reuniões e um auditório para mais de 60 pessoas.

Rede Mulher Empreendedora


FONTE: CNN/UOL/FOLHA


domingo, junho 2

Bolsas de Doutorado em Harvard e MIT com 1,5 mil vagas abertas até 2015


Doutorados em diversas universidades dos EUA têm 1,5 mil vagas abertas até 2015; inglês ainda é entrave para estudantes do País


As Universidades Harvard, Stanford, Columbia, da Califórnia, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e outras instituições americanas de ponta vão reservar 1,5 mil bolsas de estudo integral até 2015 para estudantes brasileiros cursarem doutorado completo. As bolsas serão financiadas pelo governo federal, por meio do programa Ciência Sem Fronteiras (CsF).
Apesar do convênio com as universidades ter sido firmado no ano passado - motivado pela ida da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos em abril de 2012 -, a falta de divulgação da oportunidade levou a Laspau (entidade vinculada à Harvard), que administra a concessão das bolsas, a realizar ontem uma visita ao País.
"Trata-se de um acordo histórico, sem precedentes. Os estudantes brasileiros precisam saber que eles podem estudar nas melhores universidades norte-americanas", disse Angélica Natera, diretora adjunta da Laspau, durante agenda de reuniões com parceiros institucionais em São Paulo.
Mesmo exigindo que os estudantes tenham apenas diploma de graduação nas áreas prioritárias do CsF - Engenharia, Tecnologias e Saúde -, além de bom nível de inglês, pouco mais de cem candidatos foram pré-selecionados até o momento. É prevista neste primeiro ano de acordo a seleção de outros 400 estudantes. As inscrições para início dos estudos em 2014 vão até setembro e podem ser feitas pelo site da Laspau (www.laspau.harvard.edu).
A baixa demanda pelas bolsas pode ser justificada pelo desconhecimento de muitos estudantes, que tendo apenas diploma de graduação podem se candidatar diretamente para o curso de doutorado. Ou seja, não precisam cursar primeiramente o mestrado. "Geralmente, quem sabe desse detalhe é aquele estudante que teve maior aproximação com pesquisa na graduação, com projetos de iniciação científica, por exemplo. Mas quem não teve muito esse contato desconhece", disse Luana Bonone, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos.
A falta de domínio de inglês é outro entrave às candidaturas. "Até o pós-graduado tem inglês ruim, mas essa deficiência é curável", disse o economista Cláudio Moura Castro, ex-diretor-geral da Capes, uma das agências de fomento federal que administram o CsF.
Solução. E a "cura" pode ser até mensurada, afirma André Marques, diretor da EF Englishtown, especialista em certificação. "Para alcançar o patamar que é exigido pela seleção, o pós-intermediário, o estudante que tem nível básico de inglês, precisaria estudar diariamente por um ano e meio", afirmou.
O esforço para preencher as vagas disponíveis pode aumentar a presença de pesquisadores brasileiros nas melhores universidades do mundo. Isso deve fazer avançar áreas da ciência estratégicas para o País, afirmou Luiz Felipe d'Avila, diretor-presidente do Centro de Liderança Pública (CLP). "Podemos nos desenvolver ainda mais na agroindústria e aviação", disse d'Avila. O CPL pretende implementar uma incubadora nos Estados Unidos para identificar boas ideias dos doutorandos.
"Esperamos com o convênio retomar o envio de pesquisadores brasileiros para fazer o doutorado pleno nos Estados Unidos, algo que ocorria mais intensamente nos anos 1960 e 1970", afirmou o presidente da Capes, Jorge Guimarães.
FONTE: Estadão

ESTUDANTE INGLÊS ESTÁ TESTANDO MÃO BIÔNICA PROGRAMADA POR APLICATIVO DE iPhone


Patrick Kane, de 16 anos, consegue fazer 24 posições diferentes clicando os ícones do iPhone


Um estudante inglês de 16 anos está testando uma prótese eletrônica na mão esquerda que pode ser programada por um aplicativo de iPhone. O programa tem ícones para combinar os dedos de 24 maneiras diferentes, imitando gestos simples, como manter apenas o indicador levantado ou deixar a mão em um modo mais adequado para digitar teclas de computador. Ao clicar nesses ícones, a mão se movimenta sozinha.
Desde fevereiro de 2012, Patrick Kane, o garoto da mão biônica, já usava um modelo avançado de prótese, chamado i-Lamb Ultra – eletrodos da prótese detectavam a eletricidade dos músculos do rapaz quando ele pensava em fechar a mão, por exemplo, e as funções que agora estão no aplicativo também podiam ser programadas, mas usando um computador. Ele chegou a carregar a tocha olímpica da Olimpíada de Londres, em julho, com a mão.
Segundo informações do fabricante da prótese, o rapaz trocou de equipamento neste mês e está testando a mão programada pelo telefone, chamada i-Limb Ultra Revolution, que, além da programação pelo smartphone, também tem o polegar mais flexível. Os movimentos facilitam gestos como segurar um lápis, um mouse de computador e amarrar cadarços do tênis. 
O garoto perdeu a perna direita, abaixo do joelho, as pontas de todos os dedos da mão direita e a mão esquerda ainda com nove meses de idade – após ficar três meses internado na UTI – por causa de uma versão virulenta de meningite. Ele passou a usar próteses eletrônicas aos 13 anos, em 2010.
Como qualquer prótese, os equipamentos são fabricados sob medida para cada paciente. Na Inglaterra, um outro homem que não tem as duas mãos também está testando as próteses programadas pelo iPhone. Uma é ajustada para segurar melhor o telefone, fechando mais o dedo mínimo e flexionando o indicador.

FONTE: Estadão

ENTREVISTA DE EMPREGO: EVITE OS ERROS MAIS COMUNS


Atraso

O primeiro erro cometido pelos candidatos a uma vaga de trabalho é não comparecer ao local no horário estabelecido. Para a Eliane Figueiredo, presidente da consultoria Projeto RH, o atraso só é permitido caso haja um motivo muito forte. “O primeiro erro na entrevista é chegar atrasado. É recomendado que as pessoas saiam com antecedência de suas residências, ainda mais em grandes cidades, onde você nunca sabe o que pode encontrar pela frente. Hoje em dia, o mínimo que se pode fazer é ligar, avisar que está atrasada. Mesmo assim, em alguns casos é fatal, como em uma dinâmica de grupo, por exemplo, no qual um atraso pode te deixar por fora de todo o ocorrido”.


Vestimenta

De acordo com os especialistas, cuidar da aparência para uma entrevista de emprego é de vital importância. Abusos e desleixos causam má impressão nos avaliadores. Mesmo assim, não são necessárias roupas de grife ou de alto valor, mas sim uma vestimenta adequada a qual vaga o candidato busca. Uma oportunidade em uma agência de publicidade ou em um banco, por exemplo, podem admitir diferentes formas de se vestir. “Não se vista de forma informal demais. Algumas candidatas vão a uma entrevista sem nenhum critério, abusando de decotes ou saias curtas demais. Já os homens chegam suados, de jeans, o que dependendo do cargo, é inaceitável”, afirma Gisele Diniz, gerente de recrutamento e seleção da Arezzo RH.


Despreparo

O nervosismo é uma situação normal durante uma entrevista de emprego, afirmam os especialistas. Mas nervosismo é diferente de falta de preparo, o que é tido como um dos principais erros cometidos nesta etapa da seleção. “Muitas vezes o candidato não pesquisou absolutamente nada sobre a empresa que ele está tentando a vaga. Alguns até pronunciam o nome errado da empresa”, afirma Eliane Figueiredo. Para não ser surpreendido, é necessário estudar políticas e ações das companhias. “É necessário se preparar. Entre na internet, veja os serviços e os produtos que a empresa faz. Entender a empresa e seus concorrentes é fundamental, porque preparação é tudo”, afirma Luiz Edmundo Rosa, diretor da Associação Brasileira da Recursos Humanos.

Vocabulário

Erros de português são levados a sério por parte dos examinadores. Caso a vaga necessite de um vocabulário perfeito, este tipo de equívoco pode levar o candidato à desclassificação imediata. “Erros de português são muito comuns. Ao telefone, ao vivo, enfim, não pega bem em lugar nenhum”, afirma Eliane Figueiredo. Outro problema é o uso das gírias. Segundo Gisele Diniz, os candidatos que abusam das gírias e as frases sem sentido acabam se desqualificando perante os outros. “A gurizada de hoje em dia utiliza muito gírias, frases sem sentido, gerundismo. Caso o cargo não necessite muito de um excelente português, isso até que pode ser relevado, mas se for para um cargo mais sênior, isso conta muito”, afirmou.


Falar demais. Ou falar pouco

O candidato monossilábico pode passar a mesma impressão de alguém que fala muito, deixando uma vaga impressão do seu real potencial. “Os dois são problemas. Pois quando alguém é muito prolixo, começa a contar histórias, mostra que não tem objetividade. Se é monossilábico, sem desenvolver uma ideia, sem justificativa, também não demonstra. A inadequação está na não percepção do contexto da entrevista”, afirma Luiz Edmundo Rosa. De acordo com ele, o diálogo com o entrevistador deve ocorrer de forma com que ambos possam dar e receber informações, sendo que o candidato deve estar apto a fazer perguntas pertinentes sobre a empresa.

Falar mal da empresa anterior

Outro erro crucial na hora de uma entrevista de emprego é falar dos defeitos e problemas do emprego anterior. Segundo os especialistas, o candidato não deve deixar a impressão de que todos os erros são culpa da empresa. “Um erro recorrente é o profissional ficar só falando do que ele fez certo e do que a empresa deveria ter feito para ele, isso é um erro porque fica parecendo que a empresa está sempre errada. Ele deve apresentar qual era a sua missão, quais eram seus resultados na época ou ocasião e quais ações ele tentou”, apenas isso.

Focar no salário

Discutir o salário durante a entrevista de emprego é um procedimento normal. O incorreto é focar apenas na remuneração, deixando em primeiro plano durante o diálogo. “Um erro é só perguntar em relação a salário e benefícios. Quando perguntamos se a pessoa tem interesse na vaga, ele já pergunta qual o salário, isso é um erro. O salário é o segundo fator sempre. Nenhuma empresa busca uma pessoa que só aceite o trabalho pelo dinheiro”. 

FONTE:  Terra

EMPREENDER: ESCOLA DO EMPREENDEDOR PAULISTA LANÇA 10 CURSOS PARA SUA ORIENTAÇÃO


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FONTE: Escola de Empreendedorismo