Mostrando postagens com marcador ORIENTAÇÕES DE TCC´s. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ORIENTAÇÕES DE TCC´s. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, setembro 25

ABNT: o que você precisa saber

tumblr ln93naCAi01qlc0voo1 1280 450x303 ABNT: o que você precisa saber
Muita gente, até chegar no TCC, não faz ideia do que realmente é a tal ABNT. Vamos por partes:

ABNT = Associação Brasileira de Normas Técnicas
Ela existe para que seja utilizado sempre o mesmo padrão em determinadas coisas. Isso faz com que muitas coisas aconteçam sempre da mesma forma e, assim, fiquem mais organizadas. Sendo assim, o seu TCC deve estar formatado de acordo com normas já existentes. É impossível fugir disso. Dessa forma, em qualquer lugar, qualquer pessoa será capaz de compreender seu trabalho.
O tipo de formatação exigida muda um pouco em cada instituição de ensino, portanto, você precisa encontrar o formato praticado na sua, que, quase sempre, parece muito com as outras. Para todos os elementos do seu trabalho existe um formato específico, um tamanho específico, uma posição específica… E você precisa entender que NÃO se faz um trabalho acadêmico sem essas especificações.
Algumas coisas que você precisa saber:
– Orientadores têm pavor de trabalhos com formatação errada. Até mesmo durante as orientações. Seus pontos vão desaparecer só por causa disso, acredite;
– Não se deve formatar de acordo com as normas só depois que o trabalho estiver pronto. Se precisar, encontre um TCC bem avaliado e vá escrevendo exatamente da mesma forma desde o ínicio;
– Se você achar um capítulo de livro que será útil para sua pesquisa, lembre-se de anotar o capítulo e a ficha catalográfica (que fica lá no início). Você vai agradecer a si mesmo por isso;
– Todas as informações retiradas da internet precisam ser referenciadas. E há regras para isso! O santo Google poderá te ajudar;
– Diferença entre apêndice e anexo:
Apêndice: materiais que você mesmo produziu, como um questionário, por exemplo;
Anexo: materiais produzidos por outras pessoas, uma lei ou os resultados de uma pesquisa já existente.
Se tiver um tempinho, aqui você pode assistir a uma aula sobre formatação super bacana e completa.


FONTE: tccendo

sexta-feira, setembro 19

4 erros que todo mundo comete enquanto faz o TCC

tumblr m5lex2aqwm1r0j0yso1 1280 4 erros que todo mundo comete enquanto faz o TCC
Quem repete erro merece um tapa, então, aqui vão alguns para você não fazer de novo:

1  – Amanhã é um novo dia
Não, você não deve confiar na sua vontade de amanhã. TCC é difícil, cansativo, e quanto mais tempo você perde, mais vontade de perder tempo você tem. Acreditar que é possível fazer um TCC em 1 mês é burrice. Ou vai ficar muito ruim, ou você vai desistir antes de terminar.
2 – Ler é para os fracos
Fazer um TCC sem ler é o mesmo que fazer brigadeiro sem leite condensado… Não funciona bem! Se você não gosta de ler sobre seu tema do TCC, você está com um problemão!  Te dou duas soluções: procurar um tema (para quem tem tempo) que te inspire a saber mais e, portanto, ler mais, ou deixar de ser chato e começar a ler porque tem que ler e pronto!
3 – Reler é para os fracos
Se você é do tipo que escreve frases e frases sem reler para saber se elas fazem sentido (juntas elas formam o poderoso Megazord), você acaba de perder a chance de se tornar um Power Ranger. JAMAIS escreva e deixe o texto para trás. Ninguém pretende passar vergonha com coisas bobas, né? Volte lá e leia! Refaça e leia de novo.
4 – Salvar é para os fracos
Quantas vezes você quer reescrever seu trabalho? Se a reposta for 3 ou 4, um conselho: não salve. Sempre (eu disse SEMPRE) acontece alguma coisa com seu computador, email, pendrive, gravador, seja o que for, enquanto você faz seu TCC. Os TCCs são uma gangue e eles precisam te deixar completamente desesperado pelo menos uma vez, portanto, salve sempre que puder, sempre que alterar alguma coisa, em mais de um lugar. Você vai me agradecer por te dizer isso.

FONTE: tccendo

quinta-feira, setembro 18

TCC: Como delimitar seu tema (e não limitar a criatividade)

DSCN77522 Como delimitar seu tema (e não  limitar a criatividade)


Já falamos sobre como escolher seu tema aqui. Agora, o assunto vai ficando mais Heavy Metal.
Delimitar o tema do TCC é uma das primeiras missões impossíveis de um padawan.
Sempre que você alcança a certeza de ter delimitado o suficiente, seu orientador chega e diz que ainda não está bom. É muito complicado, no início, imaginar seu trabalho sendo feito sem já ter feito um. É exatamente por isso que delimitar seu tema pode exigir tempo e dedicação.
Quando você vai pensar na delimitação do tema, precisa pensar em algumas coisas:
- A abrangência daquilo que você quer estudar: É impossível escrever sobre algum assunto que envolva o mundo todo, certo? Quero ver você ir até a China para coletar dados locais. Portanto, escolha um assunto que você consiga alcançarSe você quiser escrever sobre as hortas, por exemplo, precisa dizer exatamente qual a horta que te interessa.
Ex.: A horta que queremos pesquisar é aquela que fica no Centro Cultural da cidade de São Paulo.
- Período do estudo: Dentro do curto prazo para realizar sua pesquisa não será fácil analisar dados de um período de 50 anos. Por isso, determine um período de tempo possível para o seu estudo. Você já delimitou que sua horta fica em São Paulo, no Centro Cultural. Agora, você precisa escolher / definir o período de estudo.
Ex.: Você vai estudar a Horta do Centro Cultural de São Paulo no ano de 2013.
- O que você pretende abordar: Dentro de um assunto há vários pontos a serem destacados. Qual deles será o seu? Uma horta (tema) envolve muitas coisas: a organização, o plantio, o que foi plantado, a colheita…
Ex.: Você decidiu, então, que quer observar o desenvolvimento das cenouras da horta do Centro Cultural de São Paulo no ano de 2013.
Até aqui, tudo certo, porém, é a hora em que seu orientador vai dizer: ainda não está delimitado o suficiente! E, então, você precisa continuar a delimitar:
- Abordagem exata: A cenoura é um ser complexo, que depende de muitas coisas para se desenvolver. De quais dessas coisas, exatamente, você quer falar? Dos fatores externos à horta, como insetos, passarinhos e pessoas que podem interferir no desenvolvimento? Ou dos aspectos internos da horta, como a qualidade do solo, o volume e a frequência da rega, o uso de adubos e ou agrotóxicos? Ou dos aspectos intrínsecos da cenoura, como a espécie específica que foi plantada, os tempos médios de germinação, coloração e tipos de nutrientes da cenoura madura?
Por tudo isso (e mais um pouco) é preciso dedicar tempo para delimitar seu tema sem perder a criatividade. É claro que você não poderá criar um assunto aleatório, mas há milhares de possibilidades e uma delas vai fazer seu coração bater mais forte.
Delimitar não significa afogar sua criatividade e apagar todas as suas ideias mirabolantes, significa adequar suas ideias ao jeito certo de fazer.
Seja criativo e bora delimitar esse tema!


FONTE: tccendo

sexta-feira, agosto 16

Equívocos de redação prejudicam trabalhos científicos brasileiros


redacao cientifica 194x300 Equívocos de redação prejudicam trabalhos científicos brasileiros
Os pesquisadores brasileiros têm se esforçado para melhorar suas habilidades em redação, mas ainda cometem erros ao escrever uma tese ou artigo, segundo Gilson Volpato, especialista em redação e publicação científica.

Para Volpato, professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), isso ocorre porque muitos pesquisadores não dominam ainda conceitos básicos da redação científica.

“Temos boas pesquisas no Brasil que, muitas vezes, são poucos citadas porque os resultados são mal apresentados. Isso se deve a uma série de equívocos sobre conceitos fundamentais na redação de um texto científico, que precisam ser corrigidos”, disse Volpato
De acordo com o autor – que dá cursos sobre o tema e já auxiliou pesquisadores a reescreverem mais de 250 artigos em humanas, exatas e biológicas –, um dos conceitos relacionados à estrutura e apresentação dos textos utilizado de maneira equivocada está na introdução.
É comum, segundo ele, alguns pesquisadores erroneamente apenas discorrerem nessa parte fundamental de um texto científico sobre a literatura científica que leram, sem fundamentarem as bases e os objetivos da pesquisa.

“Esse é um vício observado nas introduções de algumas teses e dissertações, onde se inclui a chamada ‘revisão da literatura’, por exemplo, e tenta-se replicar essa mesma estrutura de texto nos artigos submetidos às revistas científicas. Porém, essa estrutura acaba não sendo publicada porque os artigos científicos internacionais seguem a lógica científica que é adotada por todas as boas revistas científicas no mundo e não se pode querer fazer algo diferente”, disse Volpato.

Outro conceito errado é sobre artigo de revisão científica. A ideia é que tal trabalho contribua para o avanço do conhecimento, mas, de acordo com Volpato, muitos artigos do tipo costumam apenas resumir as pesquisas em suas respectivas áreas.

“Há pesquisadores que coletam uma série de dados da literatura recente em suas áreas, fazem um resumo de todo o material coletado e acham que fizeram um artigo de revisão. Mas o artigo de revisão tem que avançar, tem que trazer novas conclusões”, afirmou.

Reavaliação de conceitos


Volpato, em parceria com mais cinco pesquisadores, acaba de lançar o Dicionário crítico para redação científica, com o intuito de contribuir para corrigir e balizar conceitos utilizados erroneamente por pesquisadores brasileiros.
O livro reúne definições de 750 termos utilizados em várias áreas, relacionados à publicação, redação, Filosofia da Ciência, Ética, Lógica, Administração, Estatística, Metodologia, Biblioteconomia e Cientometria, entre outras.

Entre os conceitos definidos pelos autores estão os de autoria, fator de impacto, método lógico e metanálise.“O livro reúne conceitos úteis a cientistas de qualquer área, que são definidos com clareza para nortear a construção de uma ciência que seja de alto nível e que atenda aos padrões internacionais de publicação”, afirmou Volpato.

Segundo ele, a publicação leva o nome de dicionário crítico porque muitas definições atuais utilizadas de forma corrente precisam ser reavaliadas. “O dicionário apresenta definições mais ousadas e também faz críticas a alguns conceitos mais tradicionais que já não fazem mais sentido no universo atual da ciência e da redação científica”, disse.

De acordo com Volpato, há poucos exemplos desse tipo de publicação, a maioria voltada para áreas específicas, como o Critical Dictionary of Sociology e o Critical Dictionary of Art, Image, Language and Culture.

A ideia é que a publicação brasileira chegue a ter mais de 5 mil palavras nas próximas edições. Para isso, já está sendo formada uma equipe com especialistas em diversas áreas, e os autores estão solicitando sugestões de novos termos para serem inseridos.

“As pessoas podem sugerir termos ou fazer críticas aos conceitos já definidos, para que possamos revê-los”, disse Volpato. Os interessados em dar sugestões devem enviar e-mail para dcrc2013@gmail.com. Os nomes dos autores das sugestões aceitas serão mencionados nas respectivas edições nas quais suas contribuições forem publicadas.

Além do novo dicionário, Volpato também é autor dos livros Método lógico para a redação científica, Bases teóricas da redação científica, Publicação científica, Administração da vida científica, Pérolas da redação científica, Dicas para redação científica, Ciência: da filosofia à publicação e Estatística sem dor!.

O professor também divulga seu trabalho no site www.gilsonvolpato.com.br , que oferece artigos, dicas e reflexões sobre redação científica, educação e ética na ciência. O site dá acesso a aulas on-line do curso “Bases teóricas para redação científica”, apresentado por Volpato na Unesp.


Dicionário crítico para redação científica

Preço: R$ 60
Páginas: 216
Mais informações: www.bestwriting.com.br


FONTE: FAPESP

quinta-feira, maio 30

APRENDA A ESCREVER UMA CONCLUSÃO COERENTE E OBJETIVA EM SEUS TRABALHOS


Todo trabalho ou redação deve conter uma conclusão feita de forma coerente e objetiva. Confira algumas dicas para aprender a fazer a sua!


Pesquisas, trabalho e redações devem conter uma conclusão. Esse item deve resumir os pontos principais defendidos nas páginas ou parágrafos anteriores e reuni-los com argumentos finais. Esse provavelmente será o último parágrafo de seu trabalho ou redação. Dessa forma, deve dar ao leitor a sensação de que o texto está completo e ele deve estar satisfeito com o que foi passado.
  

Confira 5 coisas que sua conclusão DEVE ter:


1º Lembre todos os tópicos do trabalho:

Lembrar aos leitores todos os tópicos que falou e argumentos que utilizou para confirmá-los. Faça isso de forma sucinta e objetiva.

2º Faça um resumo:

Procure fazer esse resumo de forma criativa e inovadora, para que não seja apenas um repetição do que já foi abordado.

3º Sugira leituras completares:

Sugira leituras complementares que o leitor pode usar para reforçar os pontos que você defendeu em seu texto. Faça isso explicando o quanto e porque seu argumento é importante para o leitor.

4º Sintetize o seu trabalho:

Sintetize todo seu trabalho de maneira profissional e demonstre o quanto você entende do assunto, abordando o tópico de maneiras diferenciadas.

5° Seja confiante:

Seja confiante e dê a seu leitor a impressão certa sobre sua capacidade intelectual.


Confira 4 coisas que esse item NÃO DEVE possuir:


1º Propor ideias que não foram apresentadas:

Propor novas ideias que não estavam enunciadas nas páginas anteriores.

2º Introduzir novas informações:

Introduzir novas evidências ou informações.

3º Fazer um texto parecido com a introdução

Fazer o texto de forma parecida ou similar à sua introdução. Lembre-se você já apresentou esse conteúdo durante todo o trabalho.

4º Ser dramático:

Ser dramático. Na tentativa de enfatizar a importância de sua pesquisa, não seja sentimental, dramático ou sensacionalista. Apegue-se somente aos fatos.

 Fonte: Universia Brasil


sábado, maio 25

FATOR DE IMPACTO DE REVISTAS GERA DESCONTENTAMENTO DE CIENTISTAS





Cientistas extravasam seu descontentamento com fator de impacto das revistas


Qual é a melhor maneira de avaliar a produção científica de um pesquisador?
Vários fatores entram nessa conta, e um dos principais deles é a publicação de trabalhos em revistas científicas de alto impacto, como as famosas Science e Nature. O que, sem dúvida, é um indicador relevante: se o pesquisador tem trabalhos aceitos nessas revistas, é um sinal de que as pesquisas desenvolvidas por ele ou por ela são de boa qualidade. Um bom sinal, mas não o único … há muitas outras coisas que podem (e deveriam) ser levadas em consideração.
O peso exagerado que frequentemente é dado ao fator de impacto das revistas está deixando muitos pesquisadores insatisfeitos. Tanto que uma petição foi lançada na internet, pedindo o fim do uso desse fator de impacto como métrica central na avaliação de mérito de pesquisadores, projetos e instituições. Segundo a petição, chamada Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisa(DORA, na sigla em inglês), o mérito de um trabalho (e do cientista que o realizou) deve ser avaliado com base na qualidade do próprio trabalho, e não da revista na qual ele foi publicado. Parece óbvio, mas com frequência não é o que acontece.
Há trabalhos de ótima qualidade publicados em revistas de baixo impacto, assim como há trabalhos de qualidade, mérito e/ou relevância bastante duvidosas publicados em revistas de alto impacto. Por uma série de razões, que envolvem, não raramente, relações de interesse pessoal, institucional, corporativo, regional e midiático entre as partes envolvidas. Sem falar que o fator de impacto não é um número absoluto, é uma representação da média do números de citações que os trabalhos publicados na revista recebem ao longo de um determinado período. Ou seja: mesmo nas revistas de maior impacto, há trabalhos de baixo impacto, que recebem poucas citações, e não deveriam se beneficiar individualmente do alto fator de impacto da revista como um todo.
E não pense que os assinantes da Declaração são um bando de coitados sem importância que estão incomodados porque não têm competência para publicar nas melhores revistas … Não senhor. O movimento foi iniciado pelo Sociedade Americana de Biologia Celular (ASCB), uma das mais importantes sociedades científicas dos EUA, e a carta é assinada por editores de várias revistas científicas de peso, entre eles o editor-chefe da Science, Bruce Alberts.
Para ler a Declaração (e assiná-la se quiser), clique aqui: DORA
O primeiro trecho do documento está copiado abaixo, na versão original em inglês.


San Francisco Declaration on Research Assessment

Putting science into the assessment of research

There is a pressing need to improve the ways in which the output of scientific research is evaluated by funding agencies, academic institutions, and other parties.
To address this issue, a group of editors and publishers of scholarly journals met during the Annual Meeting of The American Society for Cell Biology (ASCB) in San Francisco, CA, on December 16, 2012. The group developed a set of recommendations, referred to as the San Francisco Declaration on Research Assessment. We invite interested parties across all scientific disciplines to indicate their support by adding their names to this Declaration.
The outputs from scientific research are many and varied, including: research articles reporting new knowledge, data, reagents, and software; intellectual property; and highly trained young scientists. Funding agencies, institutions that employ scientists, and scientists themselves, all have a desire, and need, to assess the quality and impact of scientific outputs. It is thus imperative that scientific output is measured accurately and evaluated wisely.
The Journal Impact Factor is frequently used as the primary parameter with which to compare the scientific output of individuals and institutions. The Journal Impact Factor, as calculated by Thomson Reuters, was originally created as a tool to help librarians identify journals to purchase, not as a measure of the scientific quality of research in an article. With that in mind, it is critical to understand that the Journal Impact Factor has a number of well-documented deficiencies as a tool for research assessment. These limitations include: A) citation distributions within journals are highly skewed [1–3]; B) the properties of the Journal Impact Factor are field-specific: it is a composite of multiple, highly diverse article types, including primary research papers and reviews [1, 4]; C) Journal Impact Factors can be manipulated (or “gamed”) by editorial policy [5]; and D) data used to calculate the Journal Impact Factors are neither transparent nor openly available to the public [4, 6, 7].
Below we make a number of recommendations for improving the way in which the quality of research output is evaluated. Outputs other than research articles will grow in importance in assessing research effectiveness in the future, but the peer-reviewed research paper will remain a central research output that informs research assessment. Our recommendations therefore focus primarily on practices relating to research articles published in peer-reviewed journals but can and should be extended by recognizing additional products, such as datasets, as important research outputs. These recommendations are aimed at funding agencies, academic institutions, journals, organizations that supply metrics, and individual researchers.
A number of themes run through these recommendations:
– the need to eliminate the use of journal-based metrics, such as Journal Impact Factors, in funding, appointment, and promotion considerations;
– the need to assess research on its own merits rather than on the basis of the journal in which the research is published; and
– the need to capitalize on the opportunities provided by online publication (such as relaxing unnecessary limits on the number of words, figures, and references in articles, and exploring new indicators of significance and impact).
We recognize that many funding agencies, institutions, publishers, and researchers are already encouraging improved practices in research assessment. Such steps are beginning to increase the momentum toward more sophisticated and meaningful approaches to research evaluation that can now be built upon and adopted by all of the key constituencies involved.
The signatories of the San Francisco Declaration on Research Assessment support the adoption of the following practices in research assessment.
General Recommendation
1. Do not use journal-based metrics, such as Journal Impact Factors, as a surrogate measure of the quality of individual research articles, to assess an individual scientist’s contributions, or in hiring, promotion, or funding decisions



FONTE:
http://blogs.estadao.com.br/herton-escobar/cientistas-extravasam-seu-descontentamento-com-fator-de-impacto-das-revistas/

sexta-feira, maio 17

ARTIGOS DE REFERÊNCIA



ARTIGO:   "Towards a systems - based methodology for realworld problem solving"

AUTOR: CHECKLAND, Peter B.

FONTE:  http://www.coursehero.com/study-materials/




Um artigo clássico da Engenharia de Produção:


ARTIGO: "How Should You Organize Manufacturing?

AUTOR(es) Robert H. Hayes and Roger Schmenner


quinta-feira, maio 16

CONHEÇA: FERRAMENTA PARA CONJUGAÇÃO DE VERBOS



... em muitos momentos, temos dúvidas acerca da conjugação de verbos e por mais que puxemos à memória a forma correta, a dúvida persiste ...


O que é o Conjuga-me?


... o CONJUGA-ME é uma ferramenta para conjugação de verbos da Língua Portuguesa, partindo do infinitivo de um verbo para a conjugação verbal de verbos regulares e irregulares

... Conheça a ferramenta e acabe com suas dúvidas!!!



FONTE:  Conjuga-me