quinta-feira, maio 1

10 ERROS QUE VOCÊ NÃO PODE COMETER EM UMA ENTREVISTA DE EMPREGO

Chegar atrasado


"Chegar atrasado numa entrevista, além de desorganização, demonstra que o candidato não está dando o devido valor à entrevista. A displicência com o horário mostra que você não priorizou tal compromisso em sua agenda. Além disso, fazer uma pessoa esperar é falta de respeito. Tempo é um recurso escasso, logo, deve ser bem aproveitado. Caso você, por algum motivo, atrase na entrevista, informe imediatamente o entrevistador. Verifique se é possível passar um candidato na sua frente, ou, se necessário, remarque a entrevista. Se você chegou no horário, mas tem compromisso para mais tarde o ideal é avisar o entrevistador de antemão. Não faça a entrevista na correria para não se sentir pressionado. Isso pode prejudicar seu desempenho." 
Wander Mendes, professor e consultor na área de Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico da FGV-PR (Fundação Getúlio Vargas do Paraná).


Usar roupas informais demais


"Hoje em dia, os jovens são muito despojados. Na faculdade, não há nada de mal nisso. Agora, para a entrevista de emprego, não custa melhorar um pouco o visual. Isso não quer dizer que todo candidato a estágio ou jovem recém-formado deva vestir terno e gravata ou, no caso das meninas, tailer e scarpin. É preciso saber escolher a roupa e adequar o vestuário a cada tipo de empresa. Uma agência de publicidade, por exemplo, permite um visual mais informal. Agora, se a entrevista é para uma instituição financeira, é óbvio que o candidato terá de seguir a regra básica: esporte fino. Lembre-se: o que deve prender a atenção do entrevistador é o seu conteúdo e não a 'embalagem', portanto, jamais vá para a entrevista de chinelo, regata, roupa decotada, barriga aparecendo, saia curta ou short." 
Marisa Silva, consultora de Recursos Humanos da Career Center


Não saber nada sobre a empresa ou o setor


"É muito comum que os candidatos partam para a entrevista de emprego sem saber sobre a empresa em questão ou sobre o setor em que ela está inserida, quando na verdade, ele deveria estar munido do maior número de informações possível. Se a empresa de recrutamento não divulgar qual é a companhia que está em busca de candidatos, ela deverá, ao menos, informar sobre o setor. Tem mais chance de sucesso o candidato que sabe se posicionar na entrevista porque domina o assunto trabalho, em detrimento daquele que não se deu ao trabalho de pesquisar mais sobre a empresa em questão. Sempre repito isso para meus alunos: informação nunca é demais." 
Jaqueline Mascarenhas, consultora de carreira do Ibmec Minas Gerais


Expressar-se mal, com gírias e frases sem sentido


"O discurso mais adequado para uma entrevista é aquele em que o candidato consegue ser objetivo, responder as perguntas do entrevistador, expor seu ponto de vista quando é convidado a fazer isso e perguntar, com tato, detalhes sobre a vaga. No meio do caminho, porém, é muito comum que os candidatos façam uso de gírias e regionalismos na hora de tirar suas dúvidas. O linguajar é um detalhe importante, dependendo das expressões utilizadas, o discurso demonstra certa imaturidade do candidato. O ideal é responder as perguntas com calma, ter tempo para pensar e expor suas idéias com tranqüilidade. Este, aliás, é outro problema grave de muitos discursos. Tem candidato que fica tão nervoso na hora da entrevista que dispara a falar e quando percebe já mudou de assunto e não respondeu a pergunta do entrevistador. Isso é muito ruim, já que o ritmo da entrevista é um fator importante." 
Marco Túlio Rodrigues Costa, professor de Aspectos Comportamentais Éticos de Gestão de Pessoas da FGV-BH (Fundação Getúlio Vargas de Belo Horizonte)


Mentir sobre suas qualificações


"Mentir na entrevista é o mesmo que dar corda para se enforcar. Inventar cursos, referências e pequenos sucessos colocam o candidato numa situação vulnerável porque, caso seja contratado, terá de sustentar essa inverdade por muito tempo. E como diz o ditado: mentira tem perna curta, hora ou outra seu deslize será descoberto. Aí o prejuízo será bem maior. Uma vez que seu superior descobrir que você não tem as habilidades destacadas na entrevista, perceberá que seu perfil não atende às necessidades da empresa, e mais, que errou ao apostar em sua seleção. Ao ser contratado, o indivíduo precisa ter claro que convenceu o recrutador de possuir determinadas competências. Ao mentir, não só estará provando que não as tem como atestará sua falta de caráter ao faltar com a verdade. Isso deixará o recrutador descontente duas vezes e poderá resultar em demissão comprometendo, inclusive, futuras recomendações." 
Gustavo G. Boog, diretor da Boog Consultoria


Falar mal do emprego ou do chefe anterior


"Mesmo que esteja com raiva da empresa ou do chefe antigo, jamais fale mal deles na entrevista de emprego. Essa atitude é vista com maus olhos por 99,9% dos recrutadores. Na entrevista de emprego, o recrutador não está interessado em ficar por dentro de 'pendengas' cujas pessoas e razões ele simplesmente desconhece. Seu objetivo é investigar de que maneira seu perfil profissional e suas qualificações poderão ser úteis para a empresa. Caso você vá logo partindo para o discurso de que estava infeliz no emprego anterior porque seu chefe o perseguia, além de desviar o foco da entrevista, estará levantando questões que podem levar o recrutador a repensar sua contratação. Afinal, numa situação de conflito, é preciso avaliar a parcela de culpa de ambas as partes. Além disso, falar mal da empresa ou do antigo chefe revela uma postura antiética de sua parte, pois se tratam de segredos e detalhes de um negócio do qual você não faz mais parte. Mas, atenção: isso não quer dizer que você deva mentir, e sim, contornar a situação. Uma boa saída é dizer que saiu da empresa por estar em busca de novos desafios profissionais." 
Maria Bernadete Pupo, gerente de Recursos Humanos da Unifeo e professora da FAC FITO


Disputar espaço com o entrevistador


"Para disfarçar o nervosismo, tem muita gente que acaba partindo para o ataque e disputando espaço com o recrutador durante a entrevista. Para driblar a insegurança, ele acaba querendo fazer pose de sabido a fim de triunfar sobre o recrutador. Isso tudo, porém, é muito mais que previsível para quem trabalha com Recursos Humanos. Aí, das duas uma: ou você perde a vaga porque o recrutador percebe sua insegurança por meio de uma postura imatura de quem está na defensiva, ou acaba sendo eliminado pela prepotência e o excesso de arrogância que esse comportamento demonstra. Por isso, não entre numa disputa direta com o recrutador. Espere, escute e, aí sim, faça suas considerações, sempre com humildade." 
Mariá Giuliese, diretora-executiva da Lens Minarelli e especialista em análise e aconselhamento de carreira


Vangloriar-se de suas conquistas pessoais 


"Na hora de 'vender seu peixe' ponha o ego de lado e não em primeiro lugar. O discurso não pode estar recheado de "eu fiz"; "eu consegui"; "eu conquistei"; e "eu realizei". Quando você coloca todas as conquistas em primeira pessoa pode soar presunçoso para o entrevistador. Até porque, na maior parte das empresas, os projetos e as realizações não são fruto do trabalho individual, mas sim, de uma equipe. Na hora de destacar seus feitos, procure valorizar sua participação em um projeto de sucesso implementado por uma equipe, e a partir disso, destaque como foi sua atuação para que ele fosse bem-sucedido. Lembre-se: egocentrismo não é uma característica admirada pelos contratantes. Para não cair nessa, vale treinar na frente do espelho. Olho no olho, com segurança no discurso. Um pouco de bom humor também ajuda. Existe uma tese que diz: quando você sorri, se desarma internamente e se torna mais receptivo." 
Irene Ferreira Azevedo, professora de Liderança da BBS (Brazilian Business School)


Não perguntar nada durante a entrevista


"Não é porque você está fazendo uma entrevista que sua participação na conversa deve se limitar a responder o que o entrevistador pergunta. Por timidez ou insegurança, muita gente sai com dúvida da entrevista e isso é ruim. Caso o recrutador não mencione, é sua obrigação perguntar detalhes sobre a rotina de trabalho e benefícios. Porém, isso não significa que você deve incorporar o perguntador chato. Caso a explicação sobre a vaga não tenha sido suficiente para esclarecer suas dúvidas, pergunte com bastante delicadeza novamente: 'Desculpe-me, não ficou muito claro para mim'. Agora, se mesmo assim restarem dúvidas, deixe para outra ocasião. Perguntar sobre o salário não é uma coisa ruim, desde que você não se preocupe só em saber quanto será a remuneração. Procure se informar sobre outros detalhes para não mostrar que está interessado só no dinheiro." 
Cristiane Cortez, consultora de carreira do IBTA Carreiras


Demonstrar desequilíbrio emocional


"Não é segredo para ninguém que o nervosismo pode atrapalhar, e muito, nos momentos decisivos. Na entrevista de emprego não poderia ser diferente. O candidato pode até ter o perfil ideal para a vaga, mas se deixar a tensão dominá-lo no momento em que precisa deixar claro suas qualificações, sua chance pode ir por água abaixo. O desequilíbrio emocional demonstrado pela insegurança e o nervosismo pode dizer ao recrutador que você não está pronto para assumir uma grande responsabilidade. Por isso, evite cometer erros como: levar um acompanhante para esperá-lo após a entrevista, inflar seu discurso com comentários negativos ou colocar-se em uma posição de vítima frente adversidades. Se você tem um bom currículo e suas características correspondem ao perfil da vaga, não há motivo para se preocupar." 
Priscila Lara, consultora de Recursos Humanos do Grupo Foco





FONTE: UNIVERSIA

TOQUE NA CUCA: OBJETIVIDADE NA ESCRITA

Escova possibilita a criança jogar no smartphone durante a escovação e torna a atividade simples

Pacote com escova e jogos custa a partir de R$ 154

Reprodução

Eles ainda não chegaram à metade do que pretendem arrecadar no site de financiamento coletivo para colocar no mercado a escova dental manual que possibilita a criança escovar os dentes e, ao mesmo temo, por meio da própria escova, interagir de forma divertida e instrutiva com um jogo no celular, que pode ficar na frente dela, na pia. Mas até o final da campanha, os empreendedores da Califórnia devem alcançar o objetivo

O empreendimento de São Francisco arrecadou até agora quase US$ 19 mil por meio de uma ação no site Indiegogo. Mas ainda faltam cerca de 20 dias para a ação acabar e o objetivo de US$ 50 mil poderá ser alcançado caso ritmo de pequenos aportes financeiros feitos pelos internautas interessados no negócio continuar o mesmo.
O cabo da escova contém sensores que permitem a interação com os jogos criados para o smartphone, tanto para sistema Android quanto para iOS.


Segundo os desenvolvedores, os jogos são projetados para orientar as crianças a escovar corretamente os dentes de acordo com as recomendações da Associação Dental Americana (ADA). Os aplicativos Grush são games interativos que recebem dados de movimento da escova para formarem imagens simuladas da escovação, adaptadas ao tema do jogo.



Tem o jogo da perseguição a monstros, o que imita uma orquestra sinfônica e um que conforme a criança escova os dentes ela ajuda uma girafa a crescer. E outros estão sendo desenvolvidos. 



Além dos games, o produto oferece um aplicativo que promete mostrar aos pais se os filhos estão escovando os dentes e qual é a qualidade da escovação.



Essa campanha já traz os valores de pré-venda do produto. O pacote com uma escova, duas cabeças (para trocar quando a primeira 'gastar'), dois jogos e assinatura vitalícia para o aplicativo que monitora a escovação diária da criança, custa US$ 69, equivalente a R$ 154. Para compradores fora dos Estados Unidos, deve-se acrescentar US$ 25 como taxa de transporte, cerca de R$ 56.



Há outros pacotes anunciados, como um de US$ 4,5 mil, em torno de R$ 10 mil, voltado para varejistas e um de US$ 10 mil, ou R$ 22,3 mil, que inclui um jantar com os donos do negócio em um restaurante chique em São Francisco.



Os fundadores da Grush trazem conhecimento acumulado durante alguns anos. O dr. Yong-Jing Wang tem mais de 20 anos de experiência em engenharia e gestão em empresas de alta tecnologia. O site Indiegogo afirma que ele inventou e desenvolveu com sucesso mais de 30 produtos inovadores. Seu sócio, Ethan Daniel Schur, é 'futurista', com mais de dez anos de experiência em marketing técnico na indústria de jogos.



:: Assista ao vídeo abaixo e conheça o protótipo da escova ::








FONTE: pme.estadao

Brasil lidera busca por profissionais no primeiro semestre

Além da alta demanda, pesquisa global da Robert Half aponta a dificuldade de contratação de executivos qualificados



O Brasil é o país que mais pretende aumentar suas equipes ainda no primeiro semestre de 2014 – e, ao mesmo tempo, é o mercado mais desafiador para encontrar profissionais qualificados. É o que aponta a última pesquisa global realizada pela Robert Half com mil diretores de Recursos Humanos de oito países, sendo 100 brasileiros.

Quando questionados sobre quais são os planos de contratação de profissionais permanentes para o primeiro semestre, 44% dos entrevistados brasileiros responderam que expandirão seu quadro de funcionários com a criação de novas vagas, ante 30% de média global. Metade das organizações do País manterá o número de colaboradores e apenas 5% congelará as contratações. A alta demanda apontada pela pesquisa também impacta na busca por esses profissionais. De acordo com 92% dos diretores de RH brasileiros ouvidos pela Robert Half, é muito desafiador encontrar executivos qualificados para preencher as vagas.



FONTE: RevistaMelhor

Fundo Acelerador de Inovações Cívicas está com inscrições abertas

A Fundação Avina, em conjunto com a Avina Américas e a Omidyar Network, lança nova chamada para o Fundo Acelerador de Inovações Cívicas. Podem concorrer organizações legalmente constituídas na América Latina e que desenvolvam softwares para serem aplicados em áreas urbanas (cidades com mais de um milhão de habitantes). Entre as temáticas apoiadas estão: mobilidade urbana sustentável, gestão de resíduos sólidos, monitoramento de serviços públicos, acompanhamento das eleições nas cidades, monitoramento do orçamento público, entre outras.
Serão apoiados aplicativos inéditos e/ou adaptações de aplicativos existentes (desenvolvidos pelos candidatos ou terceiros) e também projetos com proposta de dar escalabilidade a aplicações existentes.
Os interessados em concorrer ao apoio do Fundo irão passar por várias etapas. A primeira fase – com inscrições até 30 de julho, dará “notas de conceito” para os projetos. As propostas pré-selecionadas nesta primeira instância participarão de uma entrevista com a equipe da Avina para aprofundar o conhecimento sobre a organização e sua ideia de projeto. As organizações que passarem com êxito nesta segunda etapa deverão apresentar a proposta completa ao comitê do Fundo Acelerador, a fim de que o mesmo revise e, eventualmente, aprove.
Entre os critérios de seleção estão a experiência e disposição da organização para trabalhar em alianças multidisciplinares e fomentar processos colaborativos; experiência em desenvolvimento e desenho gráfico de aplicativos, em especial, aplicativos com tecnologia web 2.0; potencial de escala para outras cidades da América Latina; equilíbrio temático (o fundo evitará repetir temas); equilíbrio geográfico (o fundo evitará apoiar mais de 2 projetos por país, com eventual exceção ao Brasil e México).
Na proposta completa, os selecionados deverão inserir uma carta de intenção dos possíveis aliados do projeto (organizações da sociedade civil, governo, empresas desenvolvedoras de softwares) e, antes do primeiro desembolso, terão de apresentar os convênios ou acordos “assinados” com as principais alianças necessárias ao projeto.
Será dada prioridade ainda a licenças de software com código aberto. Só em casos excepcionais serão apoiados o desenvolvimento de software proprietário, sendo necessário que cumpram com fins sociais e os requisitos do serviço de renda interno (IRS) dos Estados Unidos.
Os projetos deverão ser realizados entre 12 meses e 18 meses. Para isso, serão concedidos U$75.000 a U$125.000, de acordo com a duração do projeto e característica do software a ser desenvolvido.
Mais informações pelo site.
A Fundação Avina é associada GIFE


FONTE: GIFE

Como inovar no seu negócio com os wearable devices?


A tecnologia tem o poder de facilitar as nossas vidas. Carros, elevadores, telefones, tudo isso apresenta uma tecnologia que um dia foi inovadora e hoje se mostra essencial. É comum que as novidades passem por um momento de estranheza para depois cair no gosto da população. Mesmo assim, faz sentido afirmar que os dispositivos móveis já são parte da rotina de pessoas e empresas. Outros aparelhos que também devem passar por esta transição são os wearable gadgets, ou acessórios vestíveis. Ainda vistos como futuristas, eles começam a despontar no cenários das feiras de tecnologia e prometem revolucionar o modo como vivemos e trabalhamos. 

É importante notar que a ideia de vestir um aparelho eletrônico não é exatamente nova. Um bom exemplo é o relógio de pulso, que já existe desde o começo do século XX. Pensando no lado profissional, há relativamente pouco tempo não se via um médico sem seu pager pendurado no cinto. As pessoas já vestem a tecnologia, mas ainda são dispositivos simples e com poucas funções. Com a chegada de gadgets cada vez mais elaborados, espera-se um crescimento deste mercado de US$ 1,4 bilhão em 2013 para US$ 19 bilhões até 2018, segunda a consultoria Juniper Research.

O Google Glass aparece como precursor mais famoso desta categoria. Já foi utilizado para transmitir cirurgias, fazer coberturas jornalísticas e até desfilar na passarela. Sua venda ainda está restrita a desenvolvedores, mas já é possível deslumbrar seu uso em diversas áreas profissionais. Encontramos na mídia vários médicos que estão testando a nova tecnologia. Um dos primeiros foi o Dr. Paul Szotek, da Indiana University Health. Ele e um colega utilizaram os óculos do Google durante uma cirurgia para retirada de um tumor e reconstrução do abdômen de um paciente. No site da universidade, Szotek comenta acreditar que o Google Glass “pode mudar o que nós fazemos e como fazemos”. No Brasil, já foram feitas algumas cirurgias com o aparelho e estuda-se até o desenvolvimento de um aplicativo para facilitar a transmissão de cirurgias. 

A área de segurança também pode se beneficiar das novas tecnologias. Recentemente homens do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) utilizaram óculos com câmeras acopladas durante a ocupação do conjunto de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A ideia era apenas filmar a ação e possibilitar a visão noturna, mas imagine tudo o que poderia ser feito se fosse utilizado o Google Glass. Os policiais poderiam acessar mapas, reconhecer suspeitos, sinalizar sua localização em tempo real, comunicar-se com a central de operações, etc. Segundo matéria do VentureBeat, a Polícia de Nova York já recebeu alguns exemplares do dispositivo. Um policial relatou ao site que, por enquanto, estão sendo feitos apenas testes com o dispositivo, mas a ideia é utilizá-los em investigações e patrulhas.

Podemos citar ainda como uso interessante do Google Glass a empresa Virgin Atlantic. A empresa britânica de aviação vem testando o dispositivo com sua equipe responsável por receber os passageiros e checar seus bilhetes. A ideia é que eles reconheçam cada passageiro, conheçam seus vôos e preferencias, sem que que ele apresente qualquer identificação. 

O Google Glass é uma ferramenta promissora, mas devemos lembrar de um detalhe importante: mesmo após seu lançamento nos EUA, ela ainda não chegou ao grande público. De qualquer forma, algumas empresas já investem na sua utilização. Com o desenvolvimento de aplicativos apropriados, imagine as possibilidades que poderão surgir apenas com um “Ok Glass”. 

Os gadgets vestíveis abrem um novo caminho para as empresas. Processos de controle de estoques, vendas e entregas podem ser totalmente reformulados. Com o auxílio de relógios e pulseiras inteligentes, óculos de realidade aumentada e o que mais a tecnologia permitir, será possível recriar o modo como fazemos negócios. Com a tecnologia e, principalmente, os aplicativos corporativos certos, será possível mudar drasticamente o cenário atual. Já temos exemplos impressionantes do que as novas tecnologias podem nos proporcionar. Ainda estamos no tempo do entusiasmo na inovação, mas dentro de poucos anos acredito que já teremos estes dispositivos tão incorporados à nossa rotina de trabalho que não entenderemos mais como, um dia, trabalhamos sem eles. É só aguardar. 


FONTE: Adnews

VII Congresso Brasileiro da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva