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quarta-feira, março 11

8 cursos a distância de graça sobre negócios

Quem lida com negócios empreendimento, sabe que tem que estar sempre se atualizando em todas as áreas. Um bom jeito de fazer isso é se inscrever em algum curso, ainda mais se for online gratuito, em que você faz no seu tempo e não gasta nada.

Como as oportunidades são inúmeras, colocamos aqui dicas de 8 cursos a distância de graça, disponibilizados nas plataformas Coursera, edX e NovoEd.
Ministrados por professores de instituições como Universidade da Califórnia, Universidade da Virgínia e Universidade de Michigan, as aulas são voltadas a estudantes, profissionais e demais interessados na área de finanças e estratégias de negócios.

Confira abaixo e escolha a opção que quer se especializar:
  1. Os Fundamentos da Estratégia de Negócios
Como criar uma estratégia de negócios de sucesso? O curso pretende ajudar o aluno a encontrar a resposta para a questão. As aulas têm duração de sete semanas.
  1. Economia Comportamental em Ação
O foco do curso é ensinar, ao longo de seis semanas, princípios da economia voltados a mudanças de comportamentos e bem-estar.
  1. Introdução a Finanças
Com duração de 15 semanas, o curso introduz o aluno ao tema a partir de fundamentos e ferramentas para medir valor a qualquer recurso.
  1. Poder da Macroeconomia: Princípios Econômicos no Mundo Real
Em 11 semanas, o curso pretende ensinar os conceitos básicos de macroeconomia, normalmente aprendidos durante um semestre em cursos tradicionais.
  1. Poder da Microeconomia: Princípios Econômicos no Mundo Real
Com a mesma base do curso anterior, o curso de microeconomia é direcionado a situações do dia a dia. Também têm duração de 11 semanas.
  1. Negociações de Sucesso: Estratégias e Habilidades Essenciais
Com duração de um pouco mais de um mês, o curso introduz de forma prática as estratégias de negociação, como planejamento e criação do contrato.
  1. Vencedores e Perdedores da Globalização
O curso analisa de que forma a ausência de fronteiras impacta investimentos, empresas, profissionais e tecnologia tanto dos países desenvolvidos quanto dos em desenvolvimento. As aulas seguem por sete semanas.
  1. Introdução à Qualidade da Decisão
Baseado em conceitos de áreas como psicologia e engenharia, o curso tem duração de cinco semanas.
Lembrando que todas as aulas são online gratuitas, podem ser assistidas a qualquer momento e de qualquer tipo de dispositivo (notebook, tablet, smartphone…).


FONTE: canaldoensino

sexta-feira, janeiro 23

A inversão na sala de aula: uma nova forma de aprender


Se há alguns anos precisávamos sair para fazer compras, hoje basta um clique para você ter qualquer coisa na porta da sua casa. De uma simples pizza, até eletrodomésticos, a conveniência das compras on-line nos permite adquirir (quase) tudo. O último Black Friday está aí para comprovar como estamos nos habituando à comodidade Web. Uma pesquisa feita pela Criteo, empresa de publicidade digital, aponta que as vendas de e-commerce nesta data cresceram 196% na Black Friday.

Já na educação, a transformação é ainda maior. Acredito que esse é o setor que tende a sofrer as maiores mudanças nos próximos anos em decorrência da evolução tecnológica. Muitas escolas têm se questionado sobre os métodos de estudo utilizados no dia a dia. Afinal, como prender a atenção de estudantes em uma sala de aula através do uso da lousa e do caderno, com alunos cada vez mais adaptados a interação on-line?

O perfil dos alunos do ensino fundamental de hoje é com certeza muito diferente de como era na minha época, há uns 20 anos. Eles não só encontram o material didático na internet, como também têm a disposição diferentes fontes e pontos de vista que se contrapõem ao que é ensinado em sala de aula. Sabe aquela história de já chegar ao médico com um pré-diagnostico encontrado no Google? O mesmo vem acontecendo em sala de aula. Além disso, o conteúdo on-line é tão amplo, que alguns alunos aprendem por conta própria o que lhes interessa a partir de tutoriais, vídeos, apostilas, enfim, todo o conteúdo disponível facilmente na internet.

O que fazer então para aliar aprendizado e comodidade a alunos que querem aprender, sem sair de casa, a partir dos novos recursos e estrutura de comunicação que estamos desenvolvendo? Penso que a "sala de aula invertida" se popularizará nos próximos anos.

Trata-se do ensino à distância aliado a um contato mais próximo com o professor para sanar dúvidas e ir às aulas uma vez por semana, por exemplo. O seu diferencial é que na verdade, ele não é tão distante quanto os tradicionais cursos on-line. A diferença é que a "sala de aula invertida" oferece um estudo mais consciente, onde o aluno tem mais contato com os professores e realiza trabalhos mais periódicos de avaliação, a maioria deles, inclusive, presenciais. Embora haja cursos à distância, que são realmente bons, algumas pessoas ainda têm receios quanto a sua efetividade. Até mesmo porque nem todas conseguem manter a disciplina de estudar sozinhas e complementarem os estudos com acompanhamento esporádico.

É por isso que algumas escolas estão adotando a "sala de aula invertida", principalmente devido a maior procura de estudantes que não têm mais tempo de ir às escolas, mas querem uma educação de qualidade. Além disso, durante o decorrer das aulas, os alunos precisam desenvolver projetos práticos, para mostrar que realmente estão absorvendo o conteúdo didático enviado. Outro fator importante é o contato com outros alunos, que abre espaço para fazer network e se inspirar a partir dos outros projetos elaborados.

Seja pelo horário de trabalho, pela vida caótica nas cidades ou simplesmente por não querer ir e voltar por longos trajetos frequentemente, as pessoas estão aproveitando as facilidades da mobilidade e do crescimento do conteúdo on-line para estudarem e se profissionalizarem.

Neste contexto, nada melhor do que as escolas se adaptarem e desenvolverem materiais cada vez mais completos e instrutivos, que facilitem os estudos assim como os tutoriais encontrados na internet. É importante que esse conteúdo seja desenvolvido pensando no novo perfil de estudante, que é mais dinâmico, objetivo e questionador. Então, é fundamental que os professores que criam e estabelecem esse contato com os alunos também tenham um perfil mais receptivo, que compreenda que o estudante está se tornando cada vez mais protagonista do próprio aprendizado.

É claro que o formato das escolas que conhecemos hoje ainda deve permanecer por alguns anos. Na verdade, acredito que as aulas presenciais, principalmente nos primeiros estágios da vida do estudante, não devem cessar. Elas são fundamentais por uma série de motivos. Entretanto, as escolas devem e precisam se atentar a essas transformações.

Essa é uma das muitas mudanças que a nossa geração ainda presenciará. Como a educação é um processo essencial a todos, penso que ela merece especial atenção e transformação nos próximos anos. Temos jovens cada vez mais interessados em recursos mobile e em programação, e, para aumentar o leque de opções no mercado de trabalho, esse tipo de conteúdo terá que ser inserido em suas formações muito em breve.

Nessa última semana o CEO da Netflix, Reed Hastings, afirmou que a era da TV acaba em 2030. É de se imaginar que isso gerou uma grande polêmica, mas sinceramente não acho que isso está muito longe da nossa realidade. Temos que aceitar que as mudanças estão sempre acontecendo e se ajustar a elas.




FONTE: Adnews

quinta-feira, janeiro 22

Aluno pode ter diploma americano sem sair do Brasil

Serviço pago é oferecido a estudantes do ensino médio via internet


Um serviço criado por um professor da Universidade de São Paulo (USP) possibilita que alunos brasileiros do ensino médio obtenham também um diploma americano sem saírem do país. Com início neste ano, as aulas serão ministradas online e em inglês, com suporte de professores nativos ou bilíngues.


Tanto os custos quanto o modelo de estudo serão analisados caso a caso. O currículo do aluno passará pela empresa eFusion, que indicará as disciplinas americanas a serem cursadas pelos alunos – é preciso cursar o equivalente a cinco matérias em três anos, geralmente relacionadas a história americana e língua inglesa.



De acordo com um dos fundadores da empresa, o professor Edgard Cornacchione, o diploma americano poderá fazer a diferença a brasileiros em processos seletivos concorridos nos Estados Unidos. 






FONTE: guiasdeeducacao



quarta-feira, janeiro 21

Plataforma lança curso sobre escrita acadêmica em inglês

Curso é voltado a estudantes internacionais que querem se aperfeiçoar no idioma







A plataforma de ensino online edX, criada por Harvard e MIT, acaba de disponibilizar o curso Principles of Written English. Online e gratuito, o curso é indicado a alunos que querem aprender a escrever redações acadêmicas em inglês para se prepararem para a graduação no exterior.


Focadas em redação e gramática, as aulas são administradas pela professora Maggie Sokolik, da Universidade Berkeley. Entre os assuntos abordados durante as cinco semanas do curso estão introdução e conclusão de textos e estratégias para escrever textos longos e teses. 

As inscrições podem ser feitas pela plataforma – o único pré-requisito é ter ao menos nível intermediário de inglês.

O curso é dividido em três partes. Embora a primeira parte tenha sido realizada em novembro de 2014, os vídeos e materiais de apoio continuam disponíveis.

As demais partes terão início em 4 de fevereiro e 1º de abril. 







 FONTE: guiasdeeducacao

quinta-feira, dezembro 11

USP lança curso online e gratuito de administração

MOOC oferece certificação e está disponível na plataforma Veduca

Uma boa oportunidade para quem quer aprender a administrar sem sair de casa: a Faculdade de Economia e Administração da Usp (FEA-USP) lançou o seu primeiro curso online e gratuito. Chamado Fundamentos da Administração, o curso já está disponível na plataforma de ensino online Veduca.

Tópicos como visão sistêmica, planejamento, organização, controle, burocracia e funções do administrador são abordados no MOOC. A história do pensamento administrativo e as principais características de uma gestão no contexto contemporâneo também estão presentes no curso, que é dividido em 17 etapas.

Ministrado pelo professor Hélio Janny Teixeira, da FEA, o curso Fundamentos da Administração tem carga horária de 60 horas. O professor emitirá um certificado aos alunos que assistirem ao menos 75% do curso e fizerem uma prova online para testar o conhecimento dos conteúdos. 







FONTE: guiasdeeducacao.com.br

sexta-feira, agosto 1

EXPLOSÃO DE DIPLOMAS

Financiamento estudantil e melhora na economia dos brasileiros permitem um salto na educação superior nos últimos anos. Porém, com a redução de novos postos de trabalho e com o momento de instabilidade política, a expectativa é de crescimento contido


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O ensino superior privado no Brasil vive um momento histórico. Na contramão de uma economia praticamente estagnada, os números do segmento educacional seguem impressionando. A procura por uma formação superior – e uma melhor remuneração – colocou quase 2,2 milhões de pessoas dentro das salas de aula em 2012 e outras 812 mil deixaram os bancos universitários com um diploma nas mãos no mesmo período.
Entre 2009 e 2012, o crescimento do setor foi de 33,8% em se tratando de novos ingressantes. Mais alunos significam maior entrada de recursos, e também maior concorrência e redução das mensalidades. No Censo de 2013 – ainda não divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) –, a expectativa é que esses números batam novos recordes. Ponto para as instituições, para o mercado e para o país.
Mas como explicar esse crescimento justo num momento em que o Brasil sofreu um grande tropeço ao reduzir em 14,1% o número de novos postos de trabalho gerados em relação a 2012? Concorrência é a palavra-chave.
Com a taxa de desemprego estabilizada e com a escassez da demanda, um profissional precisa capacitar-se ainda mais para ocupar a mesma vaga que teria em anos anteriores. Assim, despende mais tempo dentro das instituições de ensino, agregando novos cursos ao currículo. Isso pode ser identificado pelo crescente número de matrículas registrado nas instituições privadas: 5,1 milhões em 2012, 16% a mais do que em 2009.
O momento positivo para o setor é confirmado pela maioria dos consultores educacionais. Eles destacam três pontos fundamentais que alicerçam e impulsionam esse crescimento: maior disponibilidade de cursos de educação a distância, valorização e aumento da demanda dos cursos tecnológicos e programas de financiamento estudantil.
Ensino direcionado


É inegável que o governo federal se tornou o maior parceiro das instituições de ensino privadas no Brasil. No ano passado, 31% dos alunos matriculados eram contemplados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) ou pelo Programa Universidade para Todos (ProUni). Em quatro anos de Fies, o fundo desembolsou R$ 14,7 bilhões para o pagamento de mensalidades, e vem praticamente dobrando seu orçamento a cada ano. Somente em 2013, 556 mil contratos foram formalizados, 47% a mais que no ano anterior. E pelo que tudo indica, as cifras tendem somente a crescer, dando ainda mais fôlego à expansão do setor acadêmico. Entretanto, este boom suscita questões que merecem análise. O aumento progressivo é sustentável a médio e longo prazo? Que reflexos pode causar o ingresso desta leva de novos profissionais num mercado sem expansão?

O diretor-presidente da CM Consultoria, Carlos Monteiro, entende que o mercado apresenta áreas saturadas, mas que existem outras onde a procura por profissionais capacitados é grande, como no caso das engenharias. Entretanto, o principal risco que o país enfrenta, segundo ele, é a formação de um contingente de desempregados estruturais. Ou seja, pessoas que não conseguirão emprego porque suas competências não serão as mais adequadas ao que será exigido. “Isso é um perigo que estamos correndo, porque temos ainda um ensino superior muito preso às tradições do modelo industrial de produção e muito distante das exigências típicas da sociedade do conhecimento. Não é só aumentar a quantidade de alunos matriculados, mas sim fazer uma adequação para o que se aprende na faculdade. Somos vítimas do conceito de que o aluno vai aprender sentado na sala de aula ouvindo o professor. Não estamos ensinando o aluno a aprender sozinho”, destaca.
Monteiro denomina sociedade do conhecimento aquela em que os profissionais sejam formados de forma polivalente, com capacidade para desempenhar atividades em diversas áreas. Isso é importante, segundo ele, porque muitas profissões deverão deixar de existir para dar lugar a novas, mais adequadas ao avanço da tecnologia.
Apesar desse risco, Monteiro acredita que os índices de crescimento devem seguir até 2020 de forma bastante acelerada, e em seguida se estabilizar, ultrapassando facilmente a marca de 10 milhões de alunos matriculados. O cálculo é simples: o Brasil tem uma média estável próxima de dois milhões de concluintes no ensino médio por ano. A maior parte deseja cursar o ensino superior e realiza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Sem vagas suficientes na rede pública e com o crescente orçamento do financiamento estudantil federal, a tendência é esses alunos escoarem para as instituições privadas. Essa ambição dos jovens é compreensível e está voltada para a perspectiva de uma vida melhor, já que no Brasil um diploma universitário representa um salário 167% mais elevado do que sem tal qualificação.
Para o doutor em Gestão de Negócios e consultor associado da Humus Paulo Eduar­do Marcondes de Salles, o fenômeno do crescimento da educação superior se deve principalmente à expecta­tiva do aperfeiçoamento e da ascensão profissional. Segundo ele, a tendência é a disputa dos cargos já existentes, e para isso, a capacitação continuada é fundamental. Salles cita como exemplo uma de suas turmas do curso de Gestão. Dos 42 alunos matriculados, 28 já estavam na faixa dos 30 anos e tinham pelo menos oito anos de experiência profissional.
Além da concorrência por melhores cargos por parte dos estudantes, as instituições de ensino também entram na disputa entre si pela preferência dos alunos e, com isso, tendem a reduzir ainda mais o valor médio das mensalidades, gerando um incentivo para os novos ingressantes. Isso porque, segundo o professor, o mercado brasileiro vem se tornando cada vez mais atrativo à vinda de empreendedores estrangeiros, que deverão fazer aquisições ou fusões para trabalhar em grandes escalas, com sistemas de custeio diferenciados, que possibilitem reduções do valor das matrículas. Assim, Salles acredita que o segmento seguirá crescendo nos próximos cinco anos, porém de forma mais conservadora, sem grandes mudanças e com aumento do crédito dos financiamentos.
Alma do negócio


Todos sabem que não adianta ter o melhor produto, ser o melhor profissional, se o comprador ou empregador não souber da sua existência. A propaganda é essencial no mundo moderno, e vem sendo realizada com sucesso pelas instituições de ensino e pelo governo federal para ‘vender’ os cursos superiores às classes que antes não tinham acesso. Esse é um dos argumentos do sócio-diretor da Intaag Educacional, Edwin Parra Rocco, para o aquecimento do setor. “As pessoas passaram a perceber que o ensino superior não estava mais tão distante”, ressalta.

Apesar do sucesso de adesão, Rocco destaca um grande abismo que existe no caminho entre o ingresso e a conclusão: as evasões. Segundo ele, a maior parte dos brasileiros busca de forma prioritária a obtenção de renda como uma necessidade imediata. “A pessoa se coloca à disposição do mercado, e dependendo de quanto auferir vai buscar qualificação. De forma geral, não vai atrás da formação, porque não tem uma retaguarda de sustento que permita isso. Mesmo com programas do governo, o aluno precisa sustentar-se dentro da faculdade e isso não depende exclusivamente da compra de livros. Precisa de tempo para estudar, e se o trabalho exige esse tempo, acaba abrindo mão da qualificação”, explica.
Outro ponto que, segundo Rocco, contribui para as evasões é a falta de uma noção clara de empregabilidade, em grande parte devido à inexistência de um plano nacional de desenvolvimento social atrelado à educação. “Falamos em capacitar o trabalhador, mas não temos um planejamento claro que oriente para o que vamos capacitar, quais áreas são prioritárias. Hoje, se uma instituição propõe abrir um curso em qualquer área, precisa apenas estar com a documentação em dia. Ninguém questiona se o local é adequado e se tem trabalho para os egressos”, comenta.
Não tão otimista quanto os demais especialistas consultados, Rocco acredita que neste momento de transição política, com as eleições presidenciais, o setor acadêmico deve arrefecer um pouco, para em 2016 iniciar uma nova curva de ascensão.
Empurrão federal


Considerando as ações do governo, fica evidente o apoio e a continuidade dos programas de incentivo ao ensino superior. O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado pela presidente Dilma Rousseff no final de junho deste ano, prevê em suas metas a elevação da taxa bruta de matrícula para 50% e da taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos. Além disso, entre outras medidas que beneficiam os estudantes de baixa renda, o governo tem aumentado exponencialmente o orçamento do Fies.

Vale ressaltar que o crescimento deve vir aliado à qualidade de ensino, como destaca o consultor jurídico do Instituto Latino Americano de Planejamento Educacional (Ilape) e da Associação Brasileira de Mantenedores de Ensino Superior (Abmes), Gustavo Fagundes. Isso porque o Fies só financia os estudos em instituições que forem aprovadas pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
Entretanto, o consultor entende que existem dois grandes riscos nessa rápida expansão, um para as instituições e outro para os estudantes. Corrigido o atraso inicial da recompra dos títulos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), algumas instituições passaram a confiar ao Fies mais de 50% de seus alunos. Ou seja, metade do seu orçamento. Para Fagundes, é no mínimo arriscado depender tanto de um programa que pode vir a não ter lastro suficiente no futuro.
Por outro lado, o procedimento aumenta o número de egressos e assim melhora-se o processo de retenção na instituição. E com mais gente no mercado, a questão volta a ser se haverá trabalho para todos. “Existe a possibilidade da subutilização desses profissionais. Além de gerar uma remuneração menor, corre-se o risco de uma acomodação intelectual e do abandono da educação continuada, ou ainda, de perder essa mão de obra para o exterior”, ressalta Fagundes.
Essa falta de perspectiva de que mesmo com a formação superior não se conseguirá um trabalho melhor poderá causar um retrocesso para o setor. “Se o mercado não reagir, corremos o risco de diminuir a procura. Teremos ofertas interessantes no ensino superior e as vagas permanecerão ociosas”, completa.
Poder da EAD 


“Sem o Fies estaríamos no zero a zero ou mesmo no negativo”, afirma Alexandre Nonato, analista de mercado da Hoper Consultoria. Segundo ele, o setor deverá crescer até 2016, mesmo que a passos curtos, e que o foco das instituições deve recair para as cidades de médio porte, com até 200 mil habitantes, onde a competição é menor. Nonato destaca ainda que novas propostas de incentivos deverão ser elaboradas pelo governo para que os números do segmento voltem a crescer em ritmo acelerado.

Entre as alternativas de crescimento, o consultor destaca a abertura do financiamento estudantil para os cursos na modalidade de ensino a distância, o que, sem dúvida, caso seja aprovado, permitiria um salto exponencial no número de matrículas e de ingressantes.
Em 2012, mais de 20% de todas as matrículas eram do ensino a distância. O formato é o que mais cresce e puxa os números totais para cima. Já tramita no Congresso um Projeto de Decreto Legislativo que visa incluir a cobertura de EAD no Fies. Entretanto a pauta é polêmica e divide a opinião dos especialistas.
Monteiro acredita na aprovação para 2015. Já Salles diz que a proposta deverá ser rejeitada devido ao altíssimo índice de evasão. “Enquanto o aluno está na sala de aula é mais fácil controlar o seu devedor, e nesse caso não se tem um menor referencial”, justifica. Salles destaca que é necessário um perfil especial de aluno para se adequar ao estudo a distância, e que uma das causas dos altos índices de abandono é a dificuldade do brasileiro em manter uma disciplina regrada.
Para Gustavo Fagundes, segue distante o momento em que a EAD será coberta pelo Fies. Isso por diversos motivos. O consultor aponta que muitas instituições ainda veem a modalidade apenas como uma forma de despender menos dinheiro e obter maior retorno. Além disso, o formato exige grande comprometimento do aluno, e se ele não tiver o perfil correto, a tendência é formar profissionais menos qualificados. “O problema de trazer o Fies para EAD é o próprio descrédito do aluno e do mercado. O MEC está tentando discutir o marco regulatório para ter um mecanismo de avaliação na EAD mais rígido”, complementa.
A vez dos tecnológicos


Os números não mentem e nesse caso deixam claro o grande sucesso dos cursos tecnológicos. O segmento é o que mais cresce. De 2009 para 2012 o aumento das matrículas alcançou a marca de 129%. A diretora dos Consultores Associados de Educação (Cadec), Ana Cristina Canettieri, explica que a expansão da modalidade se iniciou com a criação do Catálogo Nacional dos Cursos Tecnológicos e principalmente com a mudança da legislação que permitiu aos diplomados seguir os estudos na pós-graduação sem ter de cursar um bacharelado ou uma licenciatura.

A rapidez da formação profissional é destacada por Carlos Monteiro também como fator de sucesso dos cursos tecnológicos. Com três anos nos bancos universitário, o aluno de um curso tecnológico pode ter em mãos o diploma de pós-graduação e conquistar uma importante posição no mercado de trabalho. “Estamos numa fase de formação rápida, conhecimento rápido e continuado”, afirma.
Outra vantagem dos tecnológicos, conta Gustavo Fagundes, é que os cursos oferecem certificação intermediária. Ou seja, quando o aluno encerra um período, já pode ingressar no mercado atuando na sua profissão, ao contrário dos bacharéis. “Além de ser bom financeiramente para o aluno, é bom para retê-lo na instituição de ensino. O estudante passa a ganhar mais e não desiste do curso. Ele vê o progresso na realização de cada módulo”, destaca.
Porém, pelo fato de os tecnológicos surgirem de uma demanda específica de mercado, eles também podem extinguir-se caso a necessidade inicial seja suprida. E isto não é um fator exclusivamente ruim. Fagundes explica que este é o caminho natural e que instituições e alunos devem estar cientes disto. Ou seja, um curso tecnológico não é uma formação para a vida inteira e o profissional precisa adequar-se a isso, buscando continuamente novas capacitações.
As instituições de ensino e a demanda por profissionais
Para formar mais alunos, precisa-se de mais professores. Assim, o mercado interno da educação superior precisou capacitar mais profissionais qualificados para comandarem suas turmas. Além disso, a exigência de mestrados e doutorados pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB) colocou muitos educadores de volta aos bancos escolares, desta vez, nos assentos de pós-graduação. “Antes não existia punição para as instituições de ensino superior que tivessem professores não qualificados. Agora é preciso prestar contas ao Ministério da Educação”, lembra Ana Cristina Canettieri, da Cadec.
De fato, houve uma corrida pela formação continuada dos docentes. Em 2001 havia pouco mais de 122 mil professores lecionando. No ano passado, esse número alcançou a casa dos 212 mil, um aumento de 73%. Já as especializações foram muito além. O crescimento de professores doutores foi de 154% e o de mestres 122% no mesmo período.Necessidade de mais docentes x crescimento de especialistas
Financiamento estudantil e o colapso americano
O financiamento público para o ensino superior cresce exponencialmente a cada ano no Brasil e da mesma forma aumentam as expectativas sobre a sua sustentabilidade. Isso porque até agora nenhum centavo retornou aos cofres do governo federal. Os primeiros alunos contemplados em 2010 começarão a pagar suas dívidas no segundo semestre do ano que vem. O Fies entende que 18 meses são suficientes para o profissional já diplomado encontrar um trabalho e iniciar a quitação do seu financiamento. A expectativa dos especialistas é que, com esse retorno o fundo tenha caixa para realimentar o sistema. Porém, esse processo depende do crescimento da economia e da abertura de novos postos de trabalho. O exemplo americano, que já tem uma longa cultura de financiamentos federais, levanta um dado preocupante. A dívida estudantil no país já soma US$ 1,2 trilhão aos cofres públicos, e a inadimplência praticamente dobrou na última década. Em 2003, 6,2% dos alunos estavam em atraso com seus financiamentos, enquanto em 2013 esse número passou para 11,5%. De acordo com o Institute of Education Sciences, uma das justificativas é a elevação do valor médio das mensalidades, que subiu 70% no período entre 2000 e 2010.
Para o diretor-executivo da Abmes Sólon Caldas, o Fies não corre o mesmo risco da inadimplência que os americanos enfrentam. Entre as principais justificativas, destaca a baixa taxa de juro cobrada (3,4% ao ano), a possibilidade de os egressos em pedagogia e medicina quitarem suas dívidas através da prestação de serviços em instituições públicas de ensino e no Sistema Único de Saúde (SUS) e, por fim, a garantia de 90% da operação mantida pelo Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).



FONTE: ensinosuperior

quinta-feira, julho 24

Como os novos formatos de consumir conhecimento podem nos ajudar?

Em tempos globalizados, onde o relógio é visto como um dos grandes obstáculos da população e, a exigência por atualização profissional é cada vez mais latente, entender e utilizar a tecnologia como aliada no processo de aprendizagem e reciclagem profissional é fundamental para não deixar o tempo (ou a falta de) nos engolir.
Com a entrada do ensino à distância no mercado, muitos pontos foram levantados – alguns a favor, outros contra – com a intenção de entender e simplificar o uso de novos formatos de consumir conhecimento adaptando às necessidades e condições dos estudantes de hoje.
Para entendermos melhor esse cenário, conversamos com Raphael Pinho, CEO da Entende, empresa sócia e responsável pelos cursos online da Escola São Paulo – Economia Criativa, onde existem cursos presenciais e também à distância, vivendo na prática essa nova realidade.
1. Por ser uma prática relativamente nova, ainda existem alguns olhares desconfiados em relação à educação à distância. Para desmistificar alguns conceitos negativos, o que você considera como benefícios em estudar online?
Toda grande ruptura em um setor tradicional gera questionamentos e desconfianças devido ao processo de aculturamento e adaptação ao novo pelas pessoas. Cada vez mais entendemos que a educação online é apenas uma forma pela qual as pessoas podem ter acesso a conteúdos de qualidade. Cada pessoa tem uma necessidade de estudo que pode ser diferente de outra e a plataforma de estudo online facilita o aluno poder montar sua trilha de aprendizagem da maneira que quiser e na hora que quiser. A liberdade do tempo para escolher o melhor momento de estudar é um grande diferencial. O mito de que conteúdo educacional online é de baixa qualidade já está sendo colocado de lado, pois não dá para questionar a qualidade, quando falamos por exemplo de conteúdos produzidos pelas melhores universidades do mundo. Educação online já é uma realidade e é um caminho sem volta.
2- Qual o perfil dos estudantes que buscam esse formato?
Quando olhamos o segmento online como um todo, que engloba as universidades e pós-graduações, ainda vemos a opção do online como uma forma menos custosa para o aluno buscar obter a graduação, porém cada vez mais vem crescendo o grupo de pessoas que buscam a educação online como a melhor forma de independência com relação ao tempo e a deslocamento. Por exemplo, no caso da Escola São Paulo, grande parte dos nossos alunos se enquadram nesse grupo.
3-  Por que a Escola São Paulo optou em expandir as possibilidades de aulas, dividindo espaço entre o presencial e o online?
Entendemos que não existe divisão de espaço, mas sim uma complementaridade entre as operações. O online é a melhor forma de conseguir atingir novos públicos em outras regiões que não poderiam participar do presencial por conta da distância física entre o aluno e a escola. Dessa maneira, conseguimos atender essa necessidade e entregar um produto educacional com a mesma garantia de qualidade que no presencial.
4- Uma das formas de ativar a criatividade é através da troca com demais profissionais. Sendo uma escola de economia criativa, como a Escola São Paulo trabalha esse ponto online?
Essa é uma das principais discussões na educação online, o Social Learning. Hoje, disponibilizamos um blog interno nos cursos para que os alunos consigam trocar experiências e fazer questionamentos entre si. Uma novidade que vamos lançar em breve será um modelo de curso misto, onde teremos predominantemente conteúdo online, mas que em alguns momentos do curso faremos encontros presenciais para estimular o networking e a troca de experiência presencialmente entre os alunos.
5- Sabemos que muitas pessoas passam mais tempo na internet do que executando outras atividades fora dela. Com essa grande ‘concorrência’ de atenção virtual, a qualidade do ensino pode ser afetada pela falta de foco dos alunos? Como um curso pode atrair a atenção dos estudantes fazendo parte desse meio?
Esse já é um problema que existe independente se o aluno está estudando online ou não, ou até mesmo se esse aluno está trabalhando ou fazendo outra atividade, as pessoas estão conectadas 24 horas por dia através do mobile. Independente dessa questão de conectividade, acreditamos que o aluno só dará atenção a um determinado conteúdo se o mesmo terá um impacto de fato em sua vida e, claro, quanto mais atrativo e sedutor for o conteúdo, mais tempo o aluno estará conectado estudando. O conteúdo precisa ser direto ao ponto, claro, bem produzido e com duração curta para cada assunto. O aluno precisa sentir que está evoluindo e aprendendo, dessa forma ele ficará cada vez mais engajado.  ​
Gestão de redes sociais, técnicas de negociação, publicidade, entre outros temas são abordados pelo polo online da  Escola São Paulo. Para conhecer a plataforma e todos os cursos à distância, acesse: http://www.escolasaopaulo.org/online



FONTE: ideiademarketing

quinta-feira, maio 22

Realidade virtual

"Apesar dos dados favoráveis, ainda existe preconceito velado do mercado com os profissionais formados em cursos à distância"



A educação à distância (EaD) veio para ficar. Em pouco tempo, a modalidade que teve início em 1996, já supera um milhão de matrículas em cursos de graduação no Brasil e o crescimento é exponencial a cada ano.  Caiu no gosto dos alunos que por falta de tempo ou dificuldade de acesso estavam longe dos bancos escolares. Em um país continental, onde as distâncias dificultam a mobilidade, a EaD oferece flexibilidade e custos mais acessíveis.

Pode parecer mais fácil cursar a graduação sem precisar frequentar todos os dias a sala de aula. Mas, na verdade, não é isso que os especialista apontam. Segundo eles, para alcançar bons resultados e uma formação satisfatória, os alunos de EaD precisam encontrar um método eficiente e sistemático para os estudos. A modalidade, portanto, exige autonomia, disciplina, organização, leitura e também o domínio da tecnologia.

As universidades que oferecem o novo conceito em estudo trabalham para o desenvolvimento das técnicas de aprendizagem virtual. Isso tudo para atender a demanda crescente. Entre 2011 e 2012, o ensino a distância cresceu mais do que a educação presencial: 12,2% ante 3,1%. A EaD já representa 15,8% das matrículas em cursos superiores no país. Dessas, 83,7% está na rede privada. Os cursos mais procurados são os de administração, direito, pedagogia, ciências contábeis e enfermagem.

Apesar dos dados favoráveis, ainda existe preconceito velado do mercado com os profissionais formados em cursos à distância. De acordo com os especialistas em educação, essa situação ocorre por falta de conhecimento sobre a qualidade da certificação. No entanto, estudantes de EaD, no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes), vêm obtendo resultados melhores do que os alunos da rede presencial.

O CIEE também desenvolve um programa gratuito de educação à distância, visando melhorar a formação e capacitação dos jovens para o mercado de trabalho. Atualmente são 37 cursos oferecidos no portal CIEE para os jovens cadastrados. Os cursos do CIEE já ultrapassaram a marca de 2,3 milhões de matrículas.


FONTE: Adnews

quarta-feira, abril 30

Plataforma traça perfil do jovem que estuda on-line


Com base no banco de dados do site Kuadro, Porvir apresenta 7 características do aluno brasileiro que  aprende por videoaulas



Quando um aluno deixa a sala de aula e chega em casa, ele pode ter dificuldade na hora de fazer as tarefas escolares. Durante uma aula, nem sempre é possível esclarecer todas as dúvidas. Distante do professor, as videoaulas podem ser uma opção para aprender o conteúdo. No site de reforço on-line Kuadro, os estudantes podem assistir gratuitamente vídeos com aulas de matemática, biologia, física e química.
Para o engenheiro e professor Bruno Werneck, idealizador da plataforma, embora as videoaulas não possam substituir o professor, elas são ferramentas importantes, já que oferecem explicações mais objetivas sobre diversos temas e podem ser acessadas a qualquer momento. “Se o aluno não entende alguma coisa, ele também tem a opção de voltar o vídeo, pausar e continuar assistindo de onde parou”, explicou.
xavier gallego / Fotolia.comPlataforma traça perfil do jovem que estuda por videoaula
 
Recentemente, o Kuadro passou por uma reformulação. Além de possuir um visual mais moderno, a plataforma reorganizou todos os vídeos com base na sequência apresentada pelos livros didáticos. Para cada item, existem 2 ou 3 videoaulas que explicam o conteúdo. Agora, também é possível contar com uma caixa de busca para pesquisar diretamente o tema que o aluno deseja aprender. Como todo o conteúdo do site é gratuito, seu modelo de negócio se baseia em verba de publicidade e de parcerias.
Com base no banco de dados do Kuadro, que conta com mais de 40 mil alunos inscritos e possuir cerca de 3.000 acessos diários, o Porvir apresenta algumas das características dos jovens que estudam por videoaulas no Brasil. Os estudantes possuem entre 14 e 25 anos. Cerca de 60% dos inscritos são matriculados em escolas públicas.
Confira algumas tendências apresentadas no comportamento dos jovens que estudam on-line:
1. Dificilmente assistem videoaulas com duração superior a 5 minutos
Na hora de esclarecer suas dúvidas, 70% dos estudantes costumam optar por videoaulas mais curtas. Elas devem apresentar o conteúdo de forma objetiva, sem ultrapassar 5 minutos de duração. Segundo Werneck, embora esse comportamento seja mais marcante entre os adolescentes, ele não está restrito a essa faixa etária. Sendo assim, os vídeos mais breves são os campeões de acesso.
2. Preferem aulas com exemplos práticos
Os exemplos podem ser uma ótima forma para entender conceitos teóricos. Ao resolver um exercício, é possível ajudar o aluno a visualizar melhor a aplicação prática do conteúdo. Para aprender Teorema de Pitágoras, por exemplo, os estudantes preferem ver um vídeo que mostre o cálculo da hipotenusa. No Kuadro, as videoaulas com exemplos têm até o dobro de acesso de uma aula puramente teórica.
3. Acessam videoaulas no final da tarde e durante a noite
Durante o dia, quando os alunos estão na escola, as videoaulas possuem baixa visualização. Os picos de audiência acontecem entre 18h30 e 20h30, período em que os estudes costumam começar a fazer sua lição de casa.
4. Procuram mais as videoaulas na época de provas
Os meses que possuem mais audiência para o site são nos últimos dias de abril, junho, setembro e novembro, épocas em que normalmente acontecem as provas bimestrais. Com esses dados, é possível perceber que os alunos estão utilizando plataformas on-line para tirar dúvidas e estudar para as provas.
5. Assistem videoaulas para tirar dúvidas sobre as tarefas escolares
Sexta-feira e sábado são os dias com menor acesso de videoaulas. Os dias com maior audiência costumam ser durante a semana, sendo que no domingo os estudantes voltam a acessar a plataforma, segundo Werneck, para entregar lições de casa durante a semana. Com base nesse comportamento, é possível observar que as videoaulas estão sendo utilizadas para ajudar a suprir a demanda por reforço escolar.
6. Gostam de participar de grupos de estudos
Os estudantes gostam de trocar conhecimentos com outros colegas. Atualmente, o Kuadro possui cerca de 100 grupos de estudo. Em uma página sobre redação, por exemplo, os adolescentes costumam postar os seus textos e receber o comentário de outros alunos. Com isso, eles podem observar o que precisam melhor no seus textos e identificam erros dos colegas.
7. Ajudam a tirar dúvidas de outros alunos
Nos fóruns sobre dúvidas de exercícios, os alunos costumam compartilhar seus conhecimentos e ajudam esclarecer as questões dos outros colegas. Para Werneck, essa troca ajuda o aluno se sentir útil ao poder usar os seus conhecimentos para colaborar com os outros.


FONTE: Porvir