quarta-feira, abril 30

SEMINÁRIOS CEBRAP 2014 - I SEMESTRE

Fundo Brasil de Direitos Humanos lança novo edital

O Fundo Brasil de Direitos Humanos, em parceria com a Fundação Ford, lança novo edital voltado a ações de litígio estratégico, advocacy e comunicação que impactam na transformação social e relacionadas com interesses da sociedade civil, que influenciem na atuação e na responsabilização do Estado, na revisão ou implementação de políticas públicas e no aprimoramento da legislação.
Serão direcionados até R$ 800 mil para projetos realizados por organismos universitários (clínicas de direitos humanos, escritórios modelos, núcleos de prática jurídica e serviços de assistência jurídica) e da sociedade civil.
As iniciativas a serem inscritas devem visar à promoção, proteção ou defesa de direitos fundamentais ou à reparação de violações de direitos em benefícios de comunidades urbanas de baixa renda; grupos vulneráveis; minorias; povos indígenas e comunidades tradicionais; e do direito de acesso às mídias.
O Fundo explica que casos de litígio estratégico/advocacy são aqueles em que se defendem causas de interesse público, cujos resultados influenciam a sociedade e a atuação dos poderes de estado. São também aqueles que: a) afetam um grande número de pessoas que alegam violações a seus direitos; b) implicam na responsabilidade de uma multiplicidade de agências governamentais por falhas e omissões sistemáticas que contribuíram para violações de direitos; c) envolvem questões judiciais estruturais como, por exemplo, a implementação de decisões em que os tribunais determinam obrigações para que órgãos governamentais adotem medidas coordenadas visando à proteção de toda a população afetada e não apenas os litigantes no caso.
Os projetos precisam ter duração de até 18 meses e um valor máximo de R$ 80 mil. As iniciativas serão avaliadas segundo uma série de critérios, como: caráter inovador e interdisciplinar; adequação da proposta às necessidades reais do público a ser atendido; participação do público beneficiário no desenho e implementação das ações; consistência dos indicadores de resultado e impacto; entre outros.
Os interessados devem fazer sua inscrição até o dia 5 de maio. 
O regulamento pode ser acessado no site da premiação. 
Mais informações pelo e-mail: projetoespecial@fundodireitoshumanos.org.br. 
A Fundação Ford é associada GIFE. 


FONTE: GIFE

Petrobrás recebe projetos esportivos


Estão abertas as inscrições para o Programa Petrobras Esporte e Cidadania, que receberá projetos de organizações da sociedade civil que promovam o esporte por todo o país. No total, a Petrobras disponibilizará 45 milhões de reais, financiando projetos com até 2 milhões e 500 mil reais.
Para poder enviar propostas e receber o financiamento a organização deve ter pelo menos um ano de existência formal e estar registrada no Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, sendo possível enviar até três projetos neste edital.
As inscrições poderão ser feitas até o dia 14 de julho, online, mas alguns documentos deverão também ser enviados por carta, conforme consta no edital lido pela ABCR. 
Para saber informações completas desta oportunidade, acesse aqui.


FONTE: ABCR

terça-feira, abril 29

ESUD 2014 - Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância - CHAMADA DE TRABALHOS



O XI Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância (ESUD) busca refletir e divulgar o avanço da Educação a Distância (EaD) no sistema público de ensino superior. Sediado em Florianópolis, entre os dias 05 e 08 de agosto de 2014, o evento tem como propósito a busca por relações dialógicas. Com o tema “Pesquisa na EaD: reflexões sobre teoria e prática”, visa fomentar o diálogo interdisciplinar entre as diversas áreas, como a Tecnológica, Política e Gestão em EaD e Ensino e Aprendizagem.
O evento abre, igualmente, uma oportunidade única para a divulgação de estudos e pesquisas na área de EaD, em insigne ambiente acadêmico, voltado para estudantes de pós-graduação e pesquisadores da área.
Os trabalhos científicos submetidos ao ESUD 2014 serão avaliados seguindo os critérios apresentados à frente, em sistema anônimo de dupla análise (double blind), em que tanto a identidade e a instituição dos autores quanto a dos avaliadores são mantidas em sigilo.
Cada trabalho é avaliado por, pelo menos, dois revisores – membros da Comissão de Avaliadores da UniRede – sob a coordenação e a supervisão do Comitê Científico do Congresso. Em função do resultado final da avaliação, alguns trabalhos poderão ser direcionados para apresentação em Sessão Pôsteres. Importa, entretanto, o registro de que, como os critérios de avaliação são únicos, não há distinção nocertificado de publicação.

Objetivos

Os principais objetivos das apresentações de estudos e pesquisas são:
(i) promover e incentivar a pesquisa acadêmica na área de Educação a Distância (EaD) no Brasil;
(ii) proporcionar um fórum para a discussão e a divulgação dos trabalhos acadêmicos da área.
 Orientação aos autores
Os artigos podem ser submetidos em português, inglês ou espanhol, devendo atender aos critérios de enquadramento em uma das modalidades descritas a seguir.
a)     Artigos Acadêmicos – artigos acadêmicos e trabalhos de pesquisa originais, inéditos, que abordem questões relacionadas ou relevantes à Educação a Distância. O artigo deve apresentar uma sólida definição de seu objeto de estudo e uma clareza no delineamento de seu referencial teórico. Entende-se que uma revisão consistente da literatura envolve não somente a citação dos grandes teóricos das grandes linhas do pensamento educacional, mas também a citação de trabalhos recentes de pares, preferencialmente publicados em revistas nacionais e internacionais, nos últimos cinco anos.
b)    Relatos de Experiência – relatos de experiência originais, inéditos, que destaquem soluções originais para problemas críticos da Educação a Distância ou descrição de desenvolvimento de programas inovadores e contemporâneos. Sendo assim, os textos encaminhados para essa modalidade devem apresentar uma descrição detalhada da experiência vivida ou do programa desenvolvido, a proposta metodológica utilizada e uma reflexão teórica de análise e contextualização. Devem, ainda, abordar problemas críticos e desafiadores para a prática em Educação a Distância, apontando soluções inovadoras.
 Foco, escopo e trilhas
Os artigos submetidos devem se enquadrar, direta ou indiretamente, no escopo de uma das trilhas de investigação elencadas a seguir.

*Trilha 1 – Tecnologia e seus usos na EaD
Artigos de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (P&D); novas tendências em tecnologia, produtos, inovação e soluções de infraestrutura, equipamentos e softwares para a EaD; desenvolvimento e análise de sistemas e ferramentas para EaD; uso de tecnologias digitais de comunicação e informação na Educação, com enfoque em um dos seguintes aspectos:
◦ Tecnologias educacionais;
◦ Inovação tecnológica e educacional – produtos e processos;
◦ Desenvolvimento de recursos e objetos de aprendizagem;
◦Tecnologias assistivas para EaD, produtos para a educação inclusiva em EaD;
◦ Análise do impacto de serviços e suportes tecnológicos para EaD.

 *Trilha 2 – Política e gestão em EaD
Artigos referentes à pesquisa que envolva a dimensão política, o estudo de processos de gerenciamento, a missão e os modelos de institucionalização da EaD, bem como aspectos éticos e legais, focando um dos aspectos elencados a seguir:
◦ Gestão;
◦ Financiamento;
◦ Avaliação institucional;
◦ Institucionalização;
◦ Políticas públicas;
◦ Acesso e democratização;
◦ Aspectos éticos e legais;
◦ Sistemas e instituições;
◦ História e evolução.

*Trilha 3 – Processos de Formação em EaD
Artigos que tenham o foco na dimensão pedagógica da formação em EaD e sua relação com as teorias de aprendizagem e com as concepções da ação educativa, com ênfase em um dos seguintes aspectos:
◦ Concepções, constituição e desenvolvimento da ação educativa;
◦ Ensino e Aprendizagem em EaD;
◦ Currículo e Design Instrucional;
◦ Processos e procedimentos de formação;
◦ Comunidades de aprendizagem;
◦ Aspectos comunicacionais e interacionais;
◦ Análise de métodos e inovações pedagógicas em EaD;
◦ Perfil de alunado: análise cultural, desempenho, evasão, dentre outros;
◦ Inclusão e processos de formação com tecnologias assistivas;
◦ Teorias e modelos: fundamentos e referencial teórico para a Educação a Distância, construção do conhecimento, teorias de ensino e aprendizagem aplicadas à prática da EaD;
◦ Métodos de pesquisa e investigação: discussão de metodologias de pesquisa, papel da pesquisa e da produção acadêmica sobre a prática da EaD, revisão da literatura, metanálises de dados de pesquisa;
◦ Avaliação do ensino e avaliação da aprendizagem: matriz de avaliação, critérios e estratégias de elaboração de itens, sistemas especialistas para avaliação do ensino e da aprendizagem, análise de itens, políticas públicas de avaliação em larga escala, dentre outros;
◦Docência em EaD: docência assistida pelas tecnologias digitais de informação e comunicação, prática docente, estruturas de apoio, abordagem pedagógica.
 Publicação em periódico
Os artigos acadêmicos que apresentarem, no decorrer do processo de avaliação, grau de excelência, conforme entendimento dos pareceristas, receberão dos avaliadores uma indicação para serem encaminhados à publicação no número inaugural da Revista de Educação a Distância da Unirede (EmRede).

Processo de Avaliação

Todas as submissões, tanto para a modalidade ‘Artigo de Pesquisa’ quanto para a ‘Relato de Experiência’, serão encaminhadas para a revisão por pares. Os textos submetidos serão avaliados por, no mínimo, dois revisores: pesquisadores-doutores que compõem o Comitê de Avaliadores da UniRede, de reconhecida relevância acadêmica.
Define-se como meta do Comitê Científico que os autores recebam o comunicado de deferimento ou de indeferimento da submissão do seu artigo com sessenta dias de antecedência ao evento, de forma que todos possam buscar financiamento para a sua participação. Importa salientar que a submissão do artigo pode ser indeferida caso não atenda a aspectos formais e temáticos do evento. Ao serem recebidos para apreciação, os textos submetidos serão encaminhados a dois pareceristas, no sistema “duplo-cego”, em que o sigilo dos autores e dos revisores é garantido. Tendo em vista que, em diversas situações, a manutenção do sigilo dos autores fica inviável pela descrição do tema da pesquisa, a submissão não é indeferida caso os autores possam ser identificados indiretamente. Cabe ressaltar, entretanto, que é altamente recomendado que se evite qualquer detalhe que permita a quebra de sigilo.
 Critérios de Avaliação
O processo de avaliação dos artigos submetidos ao ESUD 2014 será desenvolvido com base nos seguintes critérios:
 1. clareza e organização: verificar se o texto é completo, coerente e bem organizado;
2. definição do objeto de estudo e do(s) objetivo(s) da pesquisa: analisar o detalhamento do objeto e do tema do estudo quanto à clareza e à justificativa da importância do problema, bem como à pertinência/viabilidade do(s) objetivo(s) estabelecidos para a pesquisa em relação ao objeto de estudo;
3. relevância: identificar se há, no texto, uma demonstração inequívoca da relevância do estudo para a área;
4. aderência à temática do evento: verificar se há uma contribuição original à educação aberta e a distância, e se o artigo se encaixa ao tema da trilha proposta;
5. referencial teórico: identificar se o texto apresenta, de forma convincente, o problema estudado, tendo por base um quadro teórico amplo, relevante e atual;
6. revisão bibliográfica: verificar se há o estabelecimento de uma relação entre o problema estudado e a literatura relevante ao tema, número suficiente de textos referenciados, atualidade das referências. Recomenda-se a citação de artigos científicos que contemplem a mesma temática, publicados nos últimos cinco anos;
7. metodologia: analisar a pesquisa realizada quanto à metodologia, à coerência e à racionalidade processual;
8. análise e interpretação dos resultados: ponderar se os dados e conceitos analisados foram interpretados de forma precisa e coerente. Verificar a solidez dos argumentos e da análise;
9. considerações finais: verificar se o texto apresenta as considerações finais que se articulem/coincidam com o alcance do(s) objetivo(s) estabelecido(s) para a pesquisa e que representem ampliação de conhecimentos na área da Educação a Distância;
10. referências: verificar se estão em consonância com as normas da ABNT.
Os avaliadores emitirão – sempre justificando sua decisão – parecer sobre os trabalhos submetidos, classificando-os em cada um dos critérios detalhados anteriormente, em ordem decrescente, como ‘excelentes’, ‘satisfatórios’, ‘insatisfatórios’, ou ‘não aplicável’. Os comentários dos revisores serão disponibilizados aos autores para ajudá-los a rever e melhorar os seus trabalhos.
Ao final do processo de avaliação, os artigos serão classificados pela sua nota de global, sendo aceitos os artigos que obtiverem nota superior à nota de corte especificada pelo Comitê Científico.
O resultado será comunicado aos autores que terão prazo, conforme cronograma, para apresentar recurso a ser julgado pelo Comitê Científico.
Os autores de artigos aprovados deverão realizar as correções obrigatórias, devidamente identificadas pelos pareceristas, e enviar a versão final no prazo estabelecido no cronograma, contendo o nome dos autores e de suas respectivas instituições.
Artigos recusados não poderão ser reapresentados.

Certificação de publicação do artigo

Os trabalhos aprovados e apresentados no Congresso serão publicados como artigo científico nos Anais do XI ESUD, independentemente de sua modalidade ou forma de apresentação.

Formatação do artigo

A responsabilidade para a formatação final do artigo é de inteira responsabilidade dos autores.
Os artigos devem ser formatados de acordo com o modelo e orientações de formatação disponíveis no link “Orientação de Formatação”.

Política de Acesso Livre e Publicação

Os artigos serão disponibilizados on-line, sem restrição de acesso, para leitores cadastrados. Os autores mantêm os direitos autorais de seu trabalho. Cabe registrar, no entanto, que uma condição para a publicação é que o trabalho seja distribuído sob a Licença 3.0 – Creative Commons Attribution. Com essa licença, os leitores são livres para imprimir, compartilhar e distribuir o trabalho, desde que respeitem os direitos autorais; devem, evidentemente, sempre realizar a citação, conforme as normas da ABNT ou similar, contemplando a menção ao autor e ao evento.
Os artigos submetidos para revisão ou publicados nos Anais do XI ESUD não podem ser publicados em outras revistas sem a autorização dos autores e da UniRede.

ISSN

Os Anais do evento são uma publicação seriada, anual, identificada pelo  Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas (ISSN): 2237-5996.

Orientação de Formatação

Somente serão aceitos artigos completos, com um mínimo de 10 (dez) e um máximo de 15 (quinze) páginas. Tanto as regras de formatação quanto as relativas ao número de páginas são as mesmas, independentemente da modalidade de submissão; ou seja, as regras são as mesmas tanto para Artigo Científico quanto para Relato de Experiência Inovadora.
Ressaltamos que a formatação final do artigo é de inteira responsabilidade dos autores. Os textos, tanto os submetidos com Artigo Científico quanto os submetidos como Relato de Experiência Inovadora, devem ser formatados de acordo com o modelo e as orientações de formatação disponíveis em um dos links a seguir.
ATENÇÃO: TODOS os autores precisam estar cadastrados no JEMS mas, para a submissão,
o nome dos autores não deve constar do arquivo PDF enviado para avaliação.
Os autores devem ser inseridos após a aprovação no envio da versão final.

Modelo de artigo .pdf  - Baixar
Modelo de artigo .odt - Baixar
Modelo de artigo .docx – Baixar

Submissão  (clicar nos itens para download)


Fundação Waterloo recebe projetos de preservação de florestas tropicais para financiamento



A Fundação Waterloo, com sede no País de Gales, está recebendo propostas para financiar projetos de proteção à florestas tropicais, com foco na sua importância para o clima, comunidades e biodiversidade, principalmente pelo combate ao deflorestamento. 
O apoio financeiro aos projetos está em torno de 50 mil a 100 mil libras, cerca de 195 ml a 490 mil reais.
A Fundação Waterloo prioriza organizações no Reino Unido, mas está aberta a receber projetos do mundo todo. Nesses casos ela solicita de quem apresenta o pedido de financiamento um contato de referência de uma organização britânica ou, conforme observado pela ABCR, de alguém na Inglaterra que conheça bem a organização que enviou a proposta.
Projetos podem ser enviados em duas rodadas esse ano, até o dia 1 de junho ou até 1 de dezembro. 
Devem ser escritos em inglês e todas as informações estão nesta página.


FONTE: ABCR

Copo faz download de fotos do smartphone ao canalizar energia de café quente

Novidade será lançada por cafeteria finlandesa e 2,5 mil clientes já se inscreveram para testá-la


Reprodução

Um lado positivo da proliferação de redes de cafeteria pelo mundo é a busca quase que vital por diferenciais competitivos empreendida pelos seus gestores. Nesse sentido, uma cadeia localizada na gélida Finlândia pode se dar por satisfeita. Pelo menos por enquanto, eles são os detentores da novidade mais interessante desse setor.


O invento colocado em prática pela Muki é um copo que tem tudo para se tornar uma febre entre os clientes ligados ao universo da tecnologia.O produto vem acoplado com um display eletrônico, acessório que é acionado pela energia elétrica gerada pelo conteúdo do recipiente.

Quando o copo está até a tampa de café bem quente, o calor gera eletricidade suficiente para o copo se conectar a um smartphone e imprimir, no tal display, uma foto, uma mensagem, um desenho, qualquer recurso gráfico definido de antemão pelo cliente.
Enfim, como se vê, essa é mais uma dessas novidades que, em tese, não servem para muita coisa além de divertir os tecnomaníacos. O que não é pouca coisa, mesmo que a diversão dure o tempo de um cafezinho.


O novo copo da Muki ainda funciona em módulo beta. Até agora, 2,5 mil clientes já se inscreveram para testar sua operação, o que deve ocorrer de forma massiva a partir de 2015.

Assista abaixo o vídeo (em inglês) que explica o funcionamento do copo elétrico.





FONTE: pme.estadao

Os 10 erros mais comuns de linguagem corporal em apresentações

Confira como prender a atenção da plateia e o que não fazer para distraí-la


"Gesticule quando isso fizer algum sentido e quando ajudar a complementar a mensagem, caso contrário será apenas um obstáculo à sua comunicação"


Muitos estudos na área da linguagem corporal mostram que, do ponto de vista da audiência, o fator de maior impacto é a comunicação não verbal do apresentador. A linguagem corporal compõe até 55% da influência do apresentador sobre a audiência.
Sendo assim, a SOAP – empresa especializada em apresentações corporativas – compartilhou 10 erros comuns de linguagem corporal em apresentações que identificou ao longo de seus 11 anos no mercado.
Aqui estão as informações necessárias para melhorar seu desempenho junto à audiência:
1. Cruzar as pernas ou os braços
Quando você cruza os braços, pode enviar uma mensagem subliminar de que não está aberto aos presentes e se sente ameaçado. Para a audiência estar na defensiva. E isso é exatamente o oposto do que você quer. Aos homens: cruzar as pernas ao sentar também não é um bom sinal. Pode ser interpretado como nervosismo e falta de profissionalismo – de novo, percepções que não quer.
Quando você está apresentando, facilite a comunicação. Ela deve ser acessível. Você deve transparecer confiança ao transmitir sua mensagem. Mantenha as costas eretas, sua cabeça alta, o peitoral e braços abertos.
2. Virar as costas para a audiência
Evite dar as costas para a audiência. Isso pode dar a sensação de que não se importa, pode soar rude. As pessoas precisam ver seu rosto, seus olhos, sua boca para se conectar com você. Então, se planeja atrair a atenção para algo na tela, apenas fique ao lado dela e aponte. Um laser point pode te ajudar.
3. Evitar contato visual
Tendemos a fugir do contato visual inconscientemente, evitando o confronto. Mas o apresentador precisa estar seguro e confiante. Uma maneira de demostrar isso é olhar as pessoas nos olhos. Ao olhá-las nos olhos, elas vão dedicar mais atenção a você e à sua mensagem, o que aumentam as chances deles aderirem à sua proposta de mudança.
4. Encarar um só ponto na audiência
Encarar um ponto isolado na audiência nunca é uma boa ideia. As pessoas vão notar que você, na verdade, não está olhando para ninguém. Além disso, faz você parecer inseguro, assim como olhar para o teto. Em vez disso, tente olhar, pausadamente, para cada pessoa, ora de uma lado da plateia, ora de outro, na frentee atrás. Seu público vai sentir-se conectado a você, como em uma conversa – e, mais importante: vai se concentrar em você.
5. Ficar na mesma posição durante toda a apresentação
Se, ao apresentar, você fica no mesmo lugar por receio de tropeçar ou cair, uma dica: use sapatos confortáveis. O cérebro precisa de movimento para permanecer alerta. E se mover no espaço ao seu redor é uma forma poderosa de manter a audiência em alerta e atenta ao conteúdo. Então não deixe de usar essa ferramenta poderosa por medo ou receio.
6. Andar muito rápido e muito longe
Apesar de aconselharmos andar pelo espaço à sua volta, não convém abusar. Se você estiver constantemente em movimento, ou andando muito rápido, a audiência pode deduzir que está nervoso e, certamente, ficará nervosa também. Esse não é o objetivo.
Você deve se mover sempre que a mensagem pedir movimentação. Se você está falando com alguém da audiência, por exemplo, mova-se para um ponto mais próximo a essa pessoa. Se estiver apresentando uma lista de três pontos, use a movimentação para ilustrar a mudança do ponto 1 para o 2 e daí em diante.
7. Repetir gestos demasiadamente
Já viu apresentadores que repetem os mesmos gestos, independentemente da mensagem? Faz sentido? Os gestos devem servir para enfatizar e ilustrar as mensagens, não como muletas para quando não souber o que fazer com mãos.
Gesticule quando isso fizer algum sentido e quando ajudar a complementar a mensagem, caso contrário será apenas um obstáculo à sua comunicação. Tente variar o gestual o máximo possível, mas de maneira natural.
8. Inquietação
Inquietação significa nervosismo e nervosismo é distração total. A audiência acaba focando na sua inquietação, não na sua mensagem.
Mantenha o foco exclusivamente naquele situação. Mantenha-se atento ao seu corpo e ao modo como se comunica. A melhor maneira de criar essa ampla consciência é ensaiar bastante a apresentação, de preferência com uma audiência. Dica: filme você mesmo. Esse vídeo vai dizer quanta inquietação você tem sob condições reais.
9. Esquecer de sorrir
Se você não sorri, a audiência provavelmente o verá como alguém sério demais. Disso pode gerar um constrangimento no instante em que abrir espaço para perguntas ou mesmo precise interagir. Sorrir é a maneira ideal para fazer a audiência se sentir confortável e disposta a ouvir.
10. Falar muito rápido, muito devagar ou muito baixo
Se você fala muito rápido, as pessoas tem dificuldade de acompanhar. Se fala muito devagar ou muito baixo... bem, provavelmente vão cair no sono. De qualquer maneira, a mensagem é comprometida e seus objetivos ficam mais distantes.
A voz do apresentador é uma de suas ferramentas mais poderosas, mas ele deve saber usá-la. Ache o volume e tom corretos, enfatize palavras e expressões importantes e articule cada sílaba. Se fizer isso, a audiência ai entender naturalmente o que você está dizendo.

FONTE: Administradores