Nosso OBJETIVO?
Desenvolver discussões a partir de materiais de leitura disponibilizados, para uma reflexão (organizada de modo sistêmico) sobre atividades de gestão empresarial e possibilidades de estudos/pesquisas aprofundadas nos temas propostos.
A IDEIA é dirimir a presumida distância entre prática e teoria.
O FOCO ? ... é o campo de conhecimento relativo à interface Produção e Marketing. São suas inter-relações que nos interessam no campo da competitividade empresarial.
Assegurar que os direitos de uso de uma imagem sejam respeitados não é uma tarefa fácil, principalmente, em um meio como o digital. Por mais que os bancos de imagens imponham regras, estas limitações muitas vezes podem ser burladas com um simples copia e cola.
Na quarta-feira (5), a Getty Images - uma das empresas líderes mundiais na criação e distribuição de imagens premiadas, vídeos, músicas e produtos multimídia – anunciou um novo recurso que pretende mudar a relação entre blogs e imagens de bancos, além de combater a prática popular do “copia e cola”.
O site da empresa lançou um novo recurso de incorporação de imagem (que funciona da mesma forma que o embed do YouTube) e com ele liberou 35 milhões de arquivos para uso não comercial por parte de qualquer internauta. A nova forma de incorporação de imagens adiciona à URL um código que contém a devida referência à fonte das fotos.Clique aqui para acessar as imagens.
“O que estamos tentando fazer é ter um comportamento que já existe e habilitá-lo legalmente, em seguida, tentar obter alguns benefícios de volta para o fotógrafo, principalmente através da atribuição e articulação”, disse Craig Peters, vice-presidente sênior de desenvolvimento de negócios, produtos e conteúdo do Getty Images.
Pesquisa feita pelo Ibope ouviu mais de 2 mil pessoas com mais de 16 anos. Apesar da boa avaliação, procura pela educação profissional ainda é baixa
Pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope mostra que mais de 70% dos ex-alunos de cursos técnicos de nível médio conseguem emprego no primeiro ano depois do curso. O estudo foi divulgado nesta terça-feira (25).
A pesquisa ouviu 2.002 pessoas com mais de 16 anos em 143 municípios sobre a educação profissional. Os resultados darão subsídios para definir a oferta de vagas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
De acordo com o levantamento, 90% dos entrevistados concordam que quem faz ensino técnico tem mais oportunidades no mercado de trabalho e 82% afirmam que os profissionais com certificado de qualificação profissional têm salários maiores.
Quando questionados sobre as razões para optar pela educação profissional, 53% dizem que ela permite ingresso mais rápido no mercado de trabalho; 47%, que têm o desejo de se qualificar em uma profissão específica; e 28%, que ela amplia as oportunidades de acesso ao mercado de trabalho.
São as instituições do sistema S (Senai,Senac, Senar eSebrae) as principais ofertantes da formação profissional técnica no Brasil. De acordo com o estudo, 43% das pessoas que fazem ou já fizeram cursos profissionalizantes estudaram em uma dessas entidades. A rede privada vem em segundo lugar com 37% das respostas, seguida da rede pública com 20%.
Apesar de na avaliação da população, os cursos técnicos e profissionalizantes serem um caminho rápido para conseguir emprego, a procura pela educação profissional ainda é baixa no Brasil.
Segundo a pesquisa, apenas um em cada quatro brasileiros já frequentou ou frequenta algum curso de educação profissional. As principais razões para que 75% da população nunca tenham feito cursos de formação profissional são falta de tempo para estudar (40%), falta de recursos para pagar (26%), falta de interesse (22%).
A pesquisa realizada pelo Ibope apontou que 44% dos brasileiros entre 16 e 24 anos estudam atualmente. A maioria está no ensino superior (18%), seguido do ensino médio (15%) e do ensino fundamental (5%). O ensino profissional é opção de apenas 3% deles, mesmo percentual dos que fazem ensino médio vinculado ao técnico.
Nas 34 nações mais desenvolvidas, a média dos jovens fazendo educação profissional é 35%, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Brasil, a pesquisa do Ibope revelou que fica em 6%, somando os que cursam o ensino médio integrado ao técnico e apenas o ensino profissional.
Falar sobre política, publicar fotos sensuais ou fazer comentários inocentes como "ainda bem que é sexta-feira" podem prejudicar suas relações no trabalho
Publicar fotos de biquíni, expor opiniões polêmicas ou até mesmo criticar um time de futebol são atitudes comuns nas redes sociais. No entanto, quando se mantém colegas de trabalho, principalmente os chefes, em seu Facebook, Twitter ou outras ferramentas parecidas, estes tipos de publicação podem comprometer a credibilidade do profissional e até mesmo por o seu emprego em risco.
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Segundo a professora Denise Delboni, existem mais desvantagens em adicionar colegas de trabalho em redes sociais do que vantagens
De acordo com a professora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), Denise Delboni, o ato de se conectar com pessoas do ambiente de trabalho em redes sociais é mais comum entre os jovens. “Para a geração mais nova, é uma forma de se socializar rapidamente”, diz ela. Porém, Denise lembra que essa atitude pode apresentar mais desvantagens do que vantagens.
Foi o que percebeu a arquiteta Marina Fernandez, de 24 anos, quando sua última chefe a convidou para fazer parte de sua rede de contatos no Facebook. “Eu fiquei pensando 'Ai meu Deus, será que eu aceito?’. Ela já não era uma pessoa muito agradável no ambiente de trabalho, então porque eu adicionaria na minha rede social?“, comenta ela. Marina cedeu e acabou aceitando o pedido de amizade da dona do escritório.
“Uma vez eu peguei uma infecção alimentar e tive de ficar vários dias fora do escritório. As outras funcionárias falaram que ela ficava de olho se eu postava alguma coisa no Facebook, para saber se eu realmente estava doente”, conta Marina, que em outra ocasião, saiu para jantar com colegas do escritório sem a chefe e também teve problemas. “Alguém postou uma foto ou fez um check-in [divulgou a localização] e ela viu. No dia seguinte, ela reclamou e falou ‘ai, saíram e não me convidaram?’”.
Para Douglas Gonçalves, parceiro de mídias sociais da Havik, o profissional que recebe um pedido de amizade do chefe nas redes sociais não tem muita escolha, senão a de aceitá-lo. “Você sente uma obrigação social em adicionar. Em algum momento ele vai perceber que você não aceitou e isso acaba criando uma situação desconfortável”, comenta.
Com a ajuda de especialistas, o iG criou uma lista com 13 atitudes que o profissional deve evitar tomar em suas redes sociais para preservar sua vida pessoal e o seu relacionamento com os colegas de trabalho. Confira abaixo como manter uma postural profissional em um ambiente virtual tão descontraído:
- Nunca falar mal da empresa ou de colegas de trabalho
Este é o maior erro a ser evitado quando colegas de trabalho fazem parte de sua rede social. “Você perde a liberdade de falar o que pensa de uma forma muito sincera a respeito da empresa ou mesmo de colegas de trabalho. Quanto mais pessoas relacionadas ao seu trabalho estão conectadas a você, mais cuidado é preciso ter”, conta Sílvio Celestino, sócio da consultoria em treinamento de executivos Alliance Coaching. Muitas companhias encaram o profissional como um representante da marca, mesmo fora do ambiente de trabalho. Ao criticar a empresa publicamente, o funcionário põe em dúvida o profissionalismo e a fidelidade à empresa.
- Não postar fotos sensuais
“Tanto faz se você tem um superior adicionado, alguém do mesmo nível hierárquico ou um liderado. Uma foto de biquíni na praia não pega bem”, comenta Douglas Gonçalves. As fotos íntimas devem ser compartilhadas apenas com as pessoas mais próximas, para preservar a imagem do profissional, principalmente se ele trabalha em um setor formal. Esta regra se aplica também para os homens que postam foto sem camisa no espelho da academia.
- Não postar assuntos sigilosos da empresa
Comentar informações estratégicas põe em risco o emprego do profissional e também algum projeto no qual a companhia esteja trabalhando. Postagens como "Estou trabalhando em um novo projeto da empresa que vai ser lançado na segunda-feira" podem não parecer reveladores para seus familiares ou amigos que trabalhem em outras áreas. No entanto, alguém de uma empresa concorrente pode repassar esta informação e a situação pode se complicar. Em alguns casos, o profissional assina um termo de sigilo ao entrar na companhia, justamente para que ele não vaze assuntos confidenciais para concorrentes.
- Não usar muito as redes sociais durante o expediente
A estudante Josyelle Moura, de 20 anos, trabalhava em uma empresa em que o uso do Facebook era permitido e todos os colegas faziam parte de sua rede de contatos. “Do dia para a noite, bloquearam. Só que hoje todo mundo tem acesso pelo próprio celular”, conta ela. “Uma vez nós fomos almoçar e postamos fotos. Então, os chefes foram reclamar que nós estávamos postando foto durante o expediente”, diz Josyelle. A partir de então, os funcionários eram obrigados a deixar o celular fora da sala para que ninguém tivesse acesso ao Facebook. Além disso, uma pessoa ficou responsável por monitorar os perfis dos colaboradores em redes sociais para saber se eles faziam postagens no tempo em que estavam lá.
Caso o trabalho não esteja diretamente relacionado às redes sociais, o ideal é que nada seja postado durante o expediente. Isso pode passar a impressão de que o funcionário está se divertindo em vez de trabalhar.
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Por mais cansativa e estressante que a semana tenha sido, comentários do tipo podem ser mal interpretados pelos chefes
- Não postar "Ainda bem que hoje é sexta-feira"
Por mais cansativa e estressante que a semana tenha sido, comentários do tipo “Ainda bem que é sexta-feira” ou “Chega meia noite, mas não chega 18 horas” podem ser interpretados como uma reclamação em relação ao volume de trabalho ou ambiente do escritório. Se realmente este for o problema, é um assunto que deve ser tratado primeiro com o superior, para manter um diálogo transparente e não transmitir um sentimento de insubordinação ou até mesmo preguiça. “É um comentário extremamente inocente e você vê até na televisão os apresentadores de telejornal falando isso, mas pode ser mal interpretado por seu chefe”, comenta Silvio Celestino.
- Nunca publicar fotos em que pareça embriagado
“Se a pessoa quer ser reconhecida como alguém que tem maturidade, é inapropriado mostrar uma foto bêbado, em uma festa ou uma reunião em que está todo mundo bêbado. Tudo isso pode afetar sua credibilidade”, adverte Sílvio Celestino. O apropriado é que fotos que possam comprometer a imagem profissional sejam compartilhadas apenas com os amigos mais próximos. Ainda assim, corre-se o risco de alguém repassar. Se possível, não se deixe fotografar alcoolizado.
- Limitar fotos com colegas de trabalho
Não publique fotos de eventos para os quais apenas alguns colegas de trabalho foram convidados. “Tem problema de tribo e disputa de poder. Eu já ouvi comentários do tipo 'Olha, a pessoa frequenta a casa daquele diretor. Que coisa absurda'. E isso foi dito por adultos, não eram crianças”, comenta a professora Denise Delboni, da FGV.
- Não convidar seu chefe sem ter intimidade
Ao adicionar o seu chefe na rede social, tenha certeza de que vocês têm uma relação próxima o suficiente para compartilharem informações de fora do ambiente profissional. Caso contrário, pode-se forçar uma intimidade que não existe. “Têm que ter percepção. Se ninguém na rede tem chefia em grupo de amigos, não é por acaso. Você tem que avaliar o tipo de empresa em que você está”, diz Denise Delboni.
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Quanto mais pessoas são adicionadas às redes sociais, com mais cultura e educação diferentes você tem que lidar. Dê opiniões polêmicas em grupos fechados
- Evitar falar de assuntos polêmicos
Quanto mais pessoas são adicionadas às redes sociais, com mais cultura e educação diferentes você tem de lidar. Com colegas de trabalho a situação é mais agravante, pois normalmente não se possui muitas informações sobre as posições que eles tomam em relação a assuntos que não envolvam o lado profissional. Para não desrespeitar a cultura e crença de ninguém, o melhor é não opinar sobre assuntos polêmicos, como religião ou política. “É melhor manter grupos fechados, nos quais você inclua familiares e amigos mais próximos e nesses grupos você faz os comentários com mais liberdade”, aconselha Silvio Celestino.
- Não paquerar colegas de trabalho
Não estar no escritório não significa que você tem mais liberdade para paquerar algum colega de trabalho. A relação deve ser tratada da mesma maneira. No dia seguinte, você vai encontrá-lo de novo e sua atitude pode criar uma situação desconfortável para ambos.
- Não cometer erros de português
O ambiente virtual permite que a linguagem seja mais descontraída, mas isso não significa que é aceitável esquecer as regras gramaticais ou usar palavrões. “Tudo fica visível nas redes sociais. Desde a educação até a falta dela”, brinca Denise Delboni.
- Não falar mal de empregos e chefes anteriores
Segundo Douglas Gonçalves, esta atitude pode prejudicar o profissional futuramente. “Você não sabe o dia de amanhã. Muitas contratações são feitas a partir de indicação, então você pode estar fechando portas”, conta.
- Mantenha sua identidade
Para finalizar, o uso moderado das redes sociais não pode significar a perda total da sua identidade nas ferramentas. Usar sabiamente o Facebook, Twitter ou outras redes pode até beneficiar as relações profissionais. “Emitir uma opinião madura e bem embasada a respeito de um assunto que diz respeito à empresa, ou alguma notícia que por ventura tenha impacto para você ou para sua, vai ser bem interpretado”, comenta Silvio Celestino.
Para Giuliana Tranquilini, sócia da Be! Better People, empresa de recrutamento por meio de redes sociais, o profissional tem de saber expor quem ele é de verdade. “As pessoas falam que existe a vida nas redes sociais e a vida real. Não, tem de ser uma coisa só. Não crie um perfil daquela pessoa que você gostaria de ser. Aproveite as redes sociais para mostrar os seus valores”, aconselha ela.
Orientação profissional se populariza, mas ainda causa dúvidas sobre o seu objetivo. Veja a lista do iG com os mitos mais comuns quando o assunto é coaching
Há alguns anos a palavra coaching (do inglês, treinamento ou instrução) já faz parte do vocabulário empresarial quando o assunto é aprimoramento de habilidades. No entanto, poucas pessoas realmente sabem quais são os objetivos deste trabalho. O uso contínuo da palavra coaching em situações equivocadas faz com que este exercício seja popularizado e confundido com outras práticas, como a tutoria e a terapia.
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Coaching é uma prática que vem gerando muitos mitos ao longo dos anos
Por definição, o coaching é um processo em que o profissional (coach), por meio de perguntas assertivas e exercícios práticos, leva o cliente (chamado de coachee) a encontrar soluções para sua necessidade e desenvolver competências. Porém, a confusão em torno do termo criou mitos sobre qual é efetivamente o papel de um coach e como funcionam as sessões.
Tato Coutinho, diretor de núcleo da revista Trip, passou pelo processo com a coach Juliana Lacerda e conta que no início era um pouco cético. “A minha visão era a mais cínica de todas em relação ao trabalho [de coaching]”, brinca. O diretor não conseguia entender o quanto o processo o ajudaria a atingir seus objetivos e o quanto o coach só visava atingir os objetos da empresa que o contratou.
Mitos e verdades
Como Coutinho, muitos têm restrições e não aproveitam a oportunidade que a empresa lhe oferece. Para esclarecer as dúvidas mais típicas dos interessados, o iG ouviu três coachs para listar 11 mitos e verdades sobre sua profissão. Veja:
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A coach Mariella Gallo lembra que não cabe ao profissional dar conselhos sobre o que o cliente deve ou não fazer
1. Mito – Coaching é aconselhamento.
Verdade – O bom coach tem a capacidade de não opinar ou interferir com sugestões pessoais, ele apenas conduzirá o processo de tal forma que o coachee encontre seus caminhos, faça suas escolhas e tome suas próprias decisões. “Em nenhum momento o coach dá conselhos do que ele deve ou não fazer”, diz a coach Mariella Gallo.
2. Mito – Coaching é para consertar comportamentos problemáticos.
Verdade – O processo visa desenvolver novas habilidades que possam ajudar o cliente a evoluir como profissional ou potencializar os pontos fortes já existentes na sua maneira de trabalhar.
3. Mito – Coaching é cobrança.
Verdade – O papel do coach não deve ser o de cobrar resultados , mas sim o de incentivar o profissional a continuar o processo e se desenvolver. No entanto, isso não significa que o coach não chamará a atenção do coachee caso perceba que ele não está se dedicando o suficiente. “Eu não tenho nenhum problema em chegar no cliente e falar ‘por que você está perdendo seu tempo? Eu não tenho tempo a perder’”, brinca Flávia Lippi, especialista em coaching e diretora do Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi.
4. Mito – Coaching leva muito tempo.
Verdade – O coaching, diferentemente de uma terapia ou tutoria, tem um início, meio e fim bem definidos. A prática tradicional demora em torno de três meses. No entanto, durante o processo, é possível que seja identificado um novo comportamento que o coachee precisa aprimorar, exigindo mais tempo para que esse novo objetivo também seja alcançado. “[O coaching] não pode ser pra sempre, porque se for pra sempre significa que você não está conseguindo mudar seu hábito”, diz Denise Barreto, sócia diretora da Gnext, empresa de recrutamento de profissionais estrangeiros de alta qualificação.
5. Mito – Um bom coach ajuda a conseguir aumento e outros benefícios.
Verdade –Ainda que a meta do coachee seja a de conseguir novos benefícios no trabalho, o que será aprimorado são as habilidades necessárias para que o objetivo seja alcançado. Se ele ganhará ou não os benefícios, vai depender do quanto conseguirá colocar em prática as ferramentas ensinadas pelo coach.
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O papel do coach não é o de avaliar se o cliente está dando resultados para a empresa em que trabalha
6. Mito – Coaching é intuitivo e não é baseado em estudos.
Verdade – Coaching é um processo estruturado com base em estudos de psicologia aplicada no ambiente corporativo. Estes estudos foram iniciados por Timothy Gallwey entre 1970 e 1980 nos Estados Unidos e chegaram ao Brasil nos anos 2000.
7. Mito – Coaching é um modismo
Verdade – Quem não conhece o assunto costuma achar que é um modismo. Mas o coaching é um processo existente há 40 anos. A sua popularização se deve ao fato de que, a partir dos anos 1990, com o desenvolvimento da tecnologia da informação, o ambiente corporativo e o cenário econômico mundial vêm sofrendo mudanças em cada vez menos tempo, obrigando o profissional a se desenvolver e se adaptar rapidamente ao novo contexto, por isso o aumento da busca pelo coaching.
8. Mito – O coach é responsável pelo processo, já o coachee é responsável apenas por iniciar o processo.
Verdade – A iniciativa pelo aprendizado deve ser de ambos, ou seja, do coach e do coachee. “O coach é quem vai conduzir os princípios para que o processo aconteça. Quem vai determinar o sucesso é o cliente”, diz a coach Mariella Gallo.. Se o cliente não se dedicar a aplicar as ferramentas aprendidas no seu dia a dia, o trabalho não será eficiente.
9. Mito – Coaching é avaliação de desempenho.
Verdade – O processo auxilia no desenvolvimento das habilidades do cliente, mas não é responsável pelos resultados que ele tem de dar na organização em que trabalha. Isso depende do quanto o coachee consegue aplicar as técnicas aprendidas no dia a dia.
10. Mito – Coaching é uma vantagem em uma entrevista de emprego.
Verdade – A prática não é um curso extracurricular. Apesar de serem ferramentas que podem ser aplicadas em uma nova empresa, o que vai contar para o recrutador é que ele demonstre seus pontos fortes. “O que é visível [para o entrevistador] é a competência ali presente. Se ele conseguiu sozinho, se teve ajuda da empresa [anterior] ou de um profissional [coach], não tem como a gente identificar”, conta a recrutadora Denise Barreto.
11. Mito – Coaching é uma punição da empresa.
Verdade – A maioria das empresas procura o coach para aprimorar um ponto forte de seu funcionário pensando resultados em um curto prazo. Isso não significa que o executivo não conseguiria se desenvolver sozinho, mas ele poderia levar mais tempo. “Quanto mais você performa, mais você merece ter um processo de coaching, pois você vai multiplicar sua potencialidade”, diz Flávia Lippi.
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Flávia Lippi recomenda que o interessado contrate um coach com quem simpatiza, para se sentir à vontade ao revelar suas dificuldades
Foi assim que Tato Coutinho decidiu aceitar participar do coaching, pois encarou como um investimento da empresa no aprimoramento de seu trabalho.
O diretor conta que antes do processo ele não conseguia falar com clareza o que esperava de seus colaboradores e tinha uma tendência a não expor sua opinião quando ela diferia da opinião de seus colegas. Com os exercícios práticos, como por exemplo, pensar em cinco ações concretas para neutralizar a sua dificuldade de passar orientações claras, ele percebeu que conseguiu aprimorar suas competências.
“Mais do que me dar ferramentas para trabalhar e desarmar as armadilhas, ela [a coach] me fez entender mais claramente os meus próprios mecanismos”, conta. “[Antes] as pessoas tinham suposições a respeito das coisas que eu queria que acontecessem. No fim, eu me tornei uma pessoa mais acessível”, diz ele.
Cuidado para não ser enganado
Como o processo de coaching não é regulamentado no Brasil, os interessados devem tomar alguns cuidados para ter certeza de que estão contratando um profissional habilitado. Um das precauções é a verificar se o coach tem certificados de institutos especializados, como a Federação Internacional de Coach (ICF, na sigla em inglês) e o Instituto Integrado de Coaching (ICI, na sigla em inglês).
Segundo Flávia Lippi, o interessado pode também pedir indicações de conhecidos que já fizeram coaching e chegaram ao resultado esperado. “Também é preciso química. Tem de ter empatia”, diz ela, lembrando que a pessoa precisa se sentir à vontade para revelar suas dificuldades para o coach.
Uma das verdades sobre Inovação é que não existe uma fórmula mágica ou uma receita de bolo para que ela aconteça
Como todos já provavelmente vivenciaram em algum momento de sua vida profissional, regras que normalmente funcionam bem em um lugar não necessariamente o farão em outro. Isto vale não só para políticas de Vendas ou de Recursos Humanos, mas também para a Inovação.
Isto, porém, NÃO significa que não possamos criar parâmetros que nos auxiliem a direcionar conscientemente parte dos nossos esforços e recursos à Inovação – este tema ainda rodeado de mistérios para muitas empresas.
Se você está dando os primeiros passos neste desconhecido e excitante terreno, não se preocupe. A inovação, assim como outras áreas do conhecimento, requer estudos e experiência para ser compreendida, mas não é um bicho-papão.
Minhas dicas para navegantes de primeira viagem são:
1. Abrace o novo sem comprometer o ‘velho’.
Equipes de vendas conhecem bem uma parte deste discurso: não se vende um produto quando não se compra sua ideia.
Além de você, os colaboradores ao seu redor precisam acreditar DE VERDADE que será possível desenvolver ideias que tenham potencial para melhorar a vida das pessoas que servem e que, em troca, estas pessoas poderão dar o retorno necessário ao comprar os produtos ou serviços de sua empresa.
É seu papel fazer as pessoas acreditarem.
É recomendável ter cautela ao iniciar projetos inovadores – em especial, quando da sua comunicação – pois poderão surgir barreiras internas que dificultem o trabalho.
Por uma razão muito simples.
Com o passar dos anos, o sistema imunológico das empresas se fortalece, preparando-as para enfrentar qualquer ameaça que à sua existência. Dentre estas, e além de novos competidores, p.ex., estão as ideias e os projetos internos que possam comprometer o núcleo operacional da empresa – que é quem gera a receita que paga todas as contas neste momento, incluindo a verba da inovação.
Em linhas gerais, isto significa que, antes de se mexer na estrutura estabelecida da empresa, deve-se procurar diminuir os riscos relacionados aos novos projetos, o que pode ser feito utilizando técnicas como prototipagem e service blueprint.
2. Dedique-se, mesmo que por apenas algumas horas no começo.
Inovação, assim como qualquer processo criativo que se propõe à continuidade, não deve ser sinônima de caos.
Mesmo que sua empresa não possua verba disponível para a Inovação, há a possibilidade de se montar uma escala de trabalho que permita às pessoas envolvidas destinar algumas horas ou dias específicos da semana para trabalhar EXCLUSIVAMENTE nos projetos da nova área.
Feito isso, a pessoa ou equipe poderá se dedicar a, p.ex., descobrir contatos, pesquisar metodologias (prometo abordar as principais em breve aqui no blog) e construir ferramentas que auxiliem a empresa a enxergar com mais clareza a importância da inovação para os negócios e como ela poderá ser conduzida quando estiver estabelecida.
3. Esteja pronto para a Inovação quando ela acontecer.
Em algum ponto do processo, e isto é MUITO variável de acordo com o tipo de inovação alcançada, o projeto dará frutos que deverão ser incorporados ao núcleo operacional da empresa, a fim de ganhar escala e gerar receitas. E identificar o momento certo para realizar esta mudança pode ser difícil.
Tomemos como exemplo o mercado de Tablets.
Doze anos atrás, Bill Gates, ainda chefão da Microsoft, realizou aprimeira demonstração pública de um Tablet PC durante a Comdex 2000, uma das maiores feiras de informática do mundo (e extinta em 2003).
Mesmo tendo a tecnologia e o mercado potencial em suas mãos, a Microsoft assistiu durante anos o crescimento explosivo da Apple que culminou com o lançamento do iPad em 2010, equipamento que até hoje vende mais que todos os outros modelos concorrentes juntos e é costumeira e erroneamente visto pelos consumidores como o primeiro tablet da história.
Somente hoje, doze anos depois que Bill Gates encantou o público pela primeira vez, a Microsoft dá um passo consistente para abocanhar uma fatia deste mercado agora já dominado por outra empresa.
A história da Microsoft e o mercado de tablets é um exemplo claro de como devemos estar sempre prontos para o impacto das mudanças, incluindo aquelas que nós próprios criamos.
Afinal, a inovação pode surgir em nossas empresas quando menos esperamos.
Nos dias 12 e 13 de março acontece, na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, o Workshop Redução das Emissões de Metano, promovido pela Global Methane Initiative em conjunto com a Fundação do Meio Ambiente (FATMA), Epagri e apoio da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina).
No evento, os participantes receberão informações para aproveitar e minimizar as emissões de metano, aprender sobre estratégias para a mitigação e redução das emissões de metano de especialistas globais e contribuir com a preservação do meio ambiente.
O metano é o segundo mais importante gás gerador de efeito estufa provocado pelo homem depois de dióxido de carbono (CO2), responde por 14% das emissões globais. Além de mitigar a mudança climática global, a redução das emissões de metano na agricultura, nos setores de águas residuais e resíduos sólidos urbanos pode proporcionar uma série de benefícios locais, na conservação do ar e qualidade das águas, na segurança e geração de energia.
O metano é produzido pela decomposição anaeróbica (sem oxigênio) de resíduos de esgoto, decomposição de organismos, digestão animal, na produção e distribuição de combustíveis fósseis (gás, petróleo e carvão).