sexta-feira, maio 2

Dobrável e forte, o grafeno é o material do futuro

Uso na indústria eletrônica tem amplo potencial e inclui aparelhos flexíveis, computadores quânticos e dispositivos vestíveis

O grafeno ganhou destaque após Nobel para cientistas em 2010. FOTO: Nicholas Petrone/The New York Times

O grafeno é o material mais fino e resistente que se conhece.
Trata-se de uma forma de carbono, um condutor de eletricidade e calor melhor do que qualquer outro. E não é apenas o material mais duro do mundo, como também um dos mais flexíveis. O grafeno poderá revolucionar a indústria eletrônica com a produção de aparelhos flexíveis, computadores quânticos superpoderosos, roupas eletrônicas e computadores capazes de fazer interface com as células do nosso corpo.
A Sociedade Americana de Química anunciou em 2012 que o grafeno é 200 vezes mais resistente do que o aço, e tão fino que uma única onça do material (cerca de 28 g) pode cobrir 28 campos de futebol. Cientistas chineses criaram um aerogel de grafeno, um material ultraleve derivado de um gel, que pesa sete vezes menos que o ar. Uma polegada cúbica do material poderia equilibrar-se sobre uma folha de erva.
“O grafeno é um dos poucos materiais transparentes do mundo, condutor de eletricidade e calor e flexível – tudo ao mesmo tempo”, diz Aravind Vijayaraghavan, professor da Universidade de Manchester. “É extremamente raro encontrar todas estas propriedades juntas num único material.”
O que é possível fazer com o grafeno? Físicos e pesquisadores acreditam que, em breve, poderemos fabricar produtos eletrônicos mais finos, mais velozes e mais baratos do que qualquer outra coisa feita de silício, com a opção de poderem ser transparentes e flexíveis.
Baterias de grande duração que podem ficar submersas na água são outra possibilidade.
Em 2011, pesquisadores da Northwestern University construíram uma bateria que incorporava grafeno e silício, o que, segundo a universidade, poderia permitir a produção de um telefone celular que “permaneça carregado por mais de uma semana e possa ser recarregado em apenas 15 minutos”. Em 2012, a Sociedade Americana de Química informou que os avanços no campo do grafeno poderiam resultar em tecnologias de tela de toque que “permitiriam fabricar telefones celulares finos como uma folha de papel e dobráveis o suficiente para ser enfiados no bolso”.
Vijayaraghavan está construindo uma série de sensores de grafeno – inclusive sensores de gás, biossensores e sensores de luz – muito menores do que os atuais. Na semana passada, pesquisadores do Instituto de Tecnologia Avançada da Samsung, que trabalham para a Universidade Sungkyunkwan, na Coreia do Sul, anunciaram que a Samsung descobriu como produzir grafeno de alta qualidade a partir de pastilhas de silício que poderia ser usado na produção de transistores de grafeno. A Samsung afirmou num comunicado que estes avanços significam que ela poderá começar a produzir “telas flexíveis, vestíveis e outros aparelhos eletrônicos da próxima geração”.
Sebastian Anthony, repórter da Extreme Tech, informou que a descoberta da Samsung poderá ser a “pedra de toque da produção comercial do grafeno”.
A Samsung não é a única companhia que trabalha no desenvolvimento do grafeno. Pesquisadores da IBM, Nokia e SanDisk realizam experiências com o material para criar sensores, transistores e memória de armazenamento.

É provável que, quando estes produtos eletrônicos chegarem às prateleiras das lojas, sejam completamente diferentes de tudo o que vimos até agora.

Custo baixo


O fator mais importante é que o grafeno é extremamente barato.

Qualquer coisa que possamos imaginar fabricada pela indústria eletrônica de hoje, muito provavelmente poderá ser melhor, menor e mais barata se produzida à base de grafeno.
No ano passado, cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, fabricaram alto-falantes de grafeno capazes de produzir um som de qualidade igual ou melhor à dos fones de ouvido comerciais Sennheiser. E bem menores.

Outro aspecto fascinante do grafeno é sua capacidade de ficar imerso em líquidos sem se oxidar, ao contrário de outros materiais condutores.

Consequentemente, disse Vijayaraghavan, a pesquisa do grafeno conduz a experiências em que a eletrônica se integra a sistemas biológicos. Em outras palavras, poderão ser feitos implantes de grafeno no corpo humano capazes de ler nosso sistema nervoso ou conversar com nossas células.
Mas embora os pesquisadores acreditem que o grafeno será usado em engenhocas da próxima geração, há inteiros setores que constroem produtos eletrônicos usando chips e transistores tradicionais de silício, que provavelmente demorarão para adotar produtos equivalentes de grafeno.
Se isto acontecer, o grafeno poderá acabar sendo usado em outros setores antes de ser utilizado na eletrônica. No ano passado, a Fundação Bill e Melinda Gates pagou pelo desenvolvimento de um preservativo de grafeno fino, leve e impermeável. Os fabricantes de automóveis exploram a possibilidade de construir veículos eletrônicos com carrocerias de grafeno, que não só teriam uma função protetora, como agiriam como painéis solares que carregam a bateria do carro. Os fabricantes de aviões também esperam construir aeronaves usando o material.
Se tudo isto não é o suficiente, uma equipe internacional de pesquisadores sediada no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) realizou testes que poderão permitir a construção de computadores quânticos, o que constituiria um enorme mercado para a computação no futuro.
Mackenzie constrói centro de estudo do material em SP
A Universidade Presbiteriana Mackenzie investiu cerca de R$ 20 milhões para levantar o primeiro centro de pesquisas do material no Brasil, localizado no campus da rua da Consolação, em São Paulo. Contando com uma verba de R$ 9,8 milhões da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o MackGraphe (Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologia) ocupará um edifício de 4.230 m2.
A expectativa é de que as obras estejam concluídas até julho deste ano. O Centro contará com o comando do brasileiro Antonio Helio de Castro Neto, diretor de um centro de pesquisa do material na Universidade Nacional de Cingapura.
/Tradução de Anna Capovilla

FONTE: blogs.estadao

Como sobreviver à mudança climática e conduzir uma empresa próspera


O mundo está se tornando cada vez mais quente, desencadeando efeitos ambientais que ameaçam empresas e a sociedade, desde tempestades de proporções recordes, inundações e secas até derretimento do gelo do Ártico e elevação do nível dos oceanos. Algumas empresas estão reforçando suas cadeias de suprimentos, processos e infraestrutura, mas a maioria, imprudentemente continua a tratar os negócios como de costume. De acordo com uma recente pesquisa global com aproximadamente dois mil executivos realizada pela Sloan Management Review e o Boston Consulting Group, dois terços dos líderes concordam que mudanças climáticas são reais — mas somente um terço acredita que suas empresas estão preparadas para enfrentar essas ameaças.

Embora as ameaças aos negócios sejam claras e urgentes, oportunidades também são criadas. As checklists das próximas páginas são um guia para reduzir risco operacional, regulador e conceitual. Elas também indicam formas de cortar custos, melhorar o desempenho, estimular ou criar novos relacionamentos com clientes e ainda aumentar competitividade e resiliência. Nem todas as ações recomendadas serão relevantes para todas as empresas e não devem ser consideradas em nenhuma ordem de prioridade.

Para desenvolver as checklists, estudei aproximadamente 600 empresas e entrevistei mais de 200 executivos seniores sobre suas ações estratégicas e operacionais diante das mudanças globais. As recomendações foram testadas e aprimoradas pela pesquisa que realizei e por um trabalho consultivo com empresas renomadas, incluindo Unilever, Coca-Cola, Nestlé Waters North America, GE e Owens Corning, além de empresas menores de papel e polpa e de produtos embalados.

Como qualquer ferramenta desse tipo, as checklist não fornecem um plano “tamanho único” que serve para todos. Ao contrário, elas fornecem os instrumentos para personalizar estratégias de acordo com seus produtos e serviços, tolerância ao risco, resiliência com terceiros em toda a cadeia de valor, necessidades dos clientes e outros fatores.

1- Checklist do fornecimento

Eventos de mudanças climáticas tornam a disponibilidade de matérias-primas cada vez mais imprevisível, resultando na volatilidade de preços, falta de produtos e vendas perdidas. Os passos abaixo o ajudarão a precaver-se contra esses efeitos. Lembre-se de considerar não apenas seus fornecedores diretos, mas também os fornecedores de seus fornecedores.


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2 - Cheklist  do fabricante

Desperdício de energia e material eleva os custos e aumenta os riscos de ações reguladoras e reação dos consumidores. E sem alternativas confiáveis para cada aspecto da produção, você fica sujeito à falta de produtos e venda perdida no caso de interrupções devidas ao clima. Aplique as medidas abaixo tanto para sua empresa como para contratados.


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3 - Checklist da distribuição

Clima extremo pode interferir na infraestrutura de transportes, de estradas e pontes a portos, de rotas mercantes a redes de energia e interromper a distribuição e remessas de varejo de sua empresa. Como no caso do checklist do fabricante, leve em conta também as instalações e atividades de seus parceiros, bem como os recursos de sua empresa.

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4 - Checklist do consumo

Tornar-se líder de sustentabilidade pode ser o diferencial entre você e seus competidores — pois ignorar o impacto ambiental de seus produtos pode afastar clientes e o público. Os passos abaixo o ajudarão a adotar e enfatizar comportamentos “verdes” em relação ao consumo de seus produtos e recapturar valor na utilização de materiais pós-consumo.

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FONTE: hbrbr


XXI SIMPEP - Início Submissões de Artigo


Prezados colegas, 


É uma satisfação apresentar a vocês a XXI Edição do Simpósio de Engenharia de Produção da Unesp – SIMPEP. O tema central de debate é "AS DEMANDAS DE INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA PARA O CRESCIMENTO ECONÔMICO BRASILEIRO". Neste ano teremos a honra de contar com palestras proferidas por pesquisadores nacional e internacionalmente renomados como o Professor Luis Antonio de Santa-Eulália da Universidade de Sherbrooke, Canadá; o Professor Rui Sousa, da Universidade Católica do Porto, Portugal; o Professor José Carlos Prado Prado, da Universidade De Vigo, Espanha; Professor Reinaldo Morabito Neto da Universidade Federal de São Carlos, UFSCar. 



Em continuidade às edições anteriores, o XXI SIMPEP mantém o compromisso de premiar seus melhores trabalhos em periódicos, como um número especial da REVISTA GESTÃO E SAÚDE, LATIN AMERICAN JOURNAL OF MANAGEMENT FOR SUSTAINABLE DEVELOPMENT e GEPROS. 



O XX SIMPEP contará ainda com outras atividades como o Workshop sobre Metodologia Científica e Minicursos, além das já tradicionais visitas técnicas. 



As submissões de artigos se iniciam no dia 02/05/2014 com data limite até o dia 29/06/2014. 



O evento ocorrerá em Bauru/SP nos dias 10 a 12 de novembro de 2014. 



Participem do XXI SIMPEP enviando seus artigos! Mais informações sobre o evento em "http://www.simpep.feb.unesp.br" 



Atenciosamente, 



Prof. Dr. Vagner Cavenaghi – Coordenador Geral 
Profa. Dra. Regiane Máximo de Souza – Coordenadora Científica 


A evolução da moderna aprendizagem (LMS & PLE)

Dos "Sistemas de Gerenciamento de Aprendizagem - LMS" aos "Entornos Pessoais de Aprendizagem - PLE"






FONTE: XtraNormal



quinta-feira, maio 1

Os jovens e a conquista do espaço no mercado de trabalho

Assunto que aflige a quase todos que pertencem a essa faixa etária, a busca por adentrar ao mercado de trabalho deve ser enfrentada com paciência



Segundo pesquisa recente divulgada pela agência B2, especializada no público alvo do estudo, 70% dos jovens disseram que não se sentem preparados para o mercado de trabalho, e muito disso acontece porque, segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, os jovens de hoje – diferentemente dos seus pais, os jovens das décadas de 60 e 70, por exemplo, - tem apoio dos pais por mais tempo.
“A geração de jovens dos anos 60 e 70 viam o ingresso ao mercado de trabalho como uma oportunidade realizar os desejos pessoais que não eram supridos pelos seus pais, mas isso foi mudando com o passar de gerações,” explica Madalena. Hoje, os jovens saem mais tarde de casa e dificilmente ficam em um mesmo emprego por mais de um ano.
Hoje as famílias dão mais suporte aos jovens, e, muito por causa disso, os pais desejam que os filhos tenham, de qualquer jeito, um diploma de faculdade. “Porém, um problema comum que acontece quando esse jovem decide entrar no mercado de trabalho, é que ele fica esperando pelo emprego ideal. Ele acredita que por ter cursado uma faculdade é merecedor do emprego dos sonhos: e não é assim que funciona. Eles precisam entrar no jogo do mercado”, explica a especialista.
Ingressando no Mercado
Ingressar no mercado de trabalho pela primeira vez é difícil, sim, mas existem inúmeras chances e oportunidades. E é preciso paciência: as coisas no mundo real não acontecem na mesma velocidade da internet. “Porém, ter calma e paciência não significa que é para o jovem ficar acomodado: ele deve aproveitar o tempo para identificar o que deseja fazer da sua vida profissional,” diz. Muitos jovens largam seus cursos pela metade porque não fizeram uma boa escolha. Se essa é a sua situação, o ideal é fazer um planejamento da sua carreira profissional e pedir aos seus pais um pouco mais de paciência – que eles não lhe exijam a carreira que você deve seguir.
É preciso entender que há demanda de trabalho em praticamente todas as áreas, e, para o jovem se dar bem no mercado, ele precisa aproveitar as oportunidades e não desperdiçar as chances que aparecerem pelo seu caminho – afinal, ele ainda não tem muito a perder, e, se daquela vez não deu certo, quem sabe dessa vez funcione.

FONTE: administradores

META'14 - 5 ª Conferência Internacional sobre metamateriais, cristais fotônicos e Plasmonics

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Nanyang Technological University (NTU), Cingapura

20 - 23 mai 2014




MAIS INFORMAÇÕES

www.meta14.metaconferences.org


Latin America High Performance Computing Conference


CARLA 2014
First HPCLATAM - CLCAR Joint Conference
Latin American High Performance
Computing Conference
Universidad Ténica Federico Santa María
Valparaíso, Chile
20 - 22 October/Octubre 2014
MAIS INFORMAÇÕES

http://carla2014.hpclatam.org/